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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Prêmio Mulher Imprensa indica blog para finalista

Na divulgação da última prévia da votação para a 8a. edição do Troféu Impensa de contribuição ao jornalismo, dei-me conta de que ainda não havia divulgado justamente aqui a indicação do blog para concorrer na categoria de mídias sociais, limitando-me ao anúncio via podcast, outro espaço no qual semanalmente atuo discutindo sobre o fenômeno que mudou para sempre o perfil do nosso trabalho.


O "Troféu Mulher Imprensa", único prêmio do Brasil destinado a reconhecer o trabalho das mulheres nas redações brasileiras, é uma idealização da revista e do portal IMPRENSA, em parceria com a Maxpress. Até a tarde desta segunda-feira (06/02), a votação para esta 8a. edição já ultrapassava a marca dos 95 mil votos válidos, batendo o recorde de todas as edições realizadas, conforme matéria do portal. 


É uma honra ter sido incluída para concorrer entre as cinco jornalistas que mais se destacaram por seus trabalhos em mídias sociais no cenário jornalístico brasileiro, especialmente pelo caráter independente do trabalho que realizo desde 2009. Meu muito obrigada ao juri representativo da classe jornalística pela indicação e a todos os amigos, colegas e familiares que votaram em mim e que, até o dia 10, ainda podem fazê-lo (por aqui). 

sábado, 24 de dezembro de 2011

Ho, ho, ho



Ho ho ho... é tempo de festa, de comemoração. Mas, acima de tudo, agradecimento pelo ano que passou (não importa se ele foi punk ou não, você chegou até hoje, #pensenisso), renovação e pensamento positivo pelo ano que se aproxima.

Amizade, companheirismo, cumplicidade (assim, como esse "meu" Papai Noel e sua fiel rena escudeira), saúde, amor, paz no coração e a certeza de estar fazendo sempre o melhor para atingir os resultados mais positivos. Pode ser no trabalho, pode ser num gesto em família, com seu amor, seus filhos, seus pets companheiros. É o que desejo a você, leitor aqui do blog, desde seu início... ou mais recentemente.

Que 2012 seja um ano de escolhas acertadas e muito sucesso. Se em 2011 você errou, vale o mesmo quando o assunto são as mídias sociais; desculpe-se (com alguém ou você mesmo), acerte o ponto e vá adiante com a lição de que, da próxima vez, você vai fazer melhor. Abafou e quer continuar abafando? Uhuu (\o/), continue assim, sem deixar-se levar pela massagem de ego, mas pela onda de energia positiva que um bom resultado é capaz de gerar.

Nada acontece por acaso e, se você se esmerou, investiu, fez por onde, uma hora... o resultado aparece.  One way or the other. Grande #beijonocoracao de cada um de vocês. Até o ano que vem! (Foto: http://bit.ly/tvTQAc )

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Não adianta fugir: o estresse vem até você

Estresse: doença já no século XX, é o grande vilão que permeia senão todas, a maior parte das relações de trabalho!

Se existe algo inexorável que mudou definitivamente com a invasão das mídias sociais no ambiente de trabalho, passando a integrar o inconsciente coletivo de gerações de funcionários de todos os níveis possíveis e imaginários, de empresas de todos os portes, desde o início do século XXI, esta coisa é o estresse.

Já chamado "doença do século XX", sabe-se lá por qual motivo - já que a "inquisição profissional" não chegava a 1/12 do que a exposição em mídias sociais, cuja ressonância é dobby surround -, este vilão que espreita corredores, baias, rodinhas de papo e mesmo os pensamentos do "ser trabalhador comum" é a prova cabal de que chegamos, definitivamente, na era BBB preconizada pelo Blade Runner, este "baseado" no apocalipse escrito pelo escritor George Orwell, em 1984...

Dá-lhe estresse! Com as novas mídias, nas quais um mínimo de  espirro fora do lenço pode causar irremediável demissão ao mais reles estagiário, o medo de soltar uma frase irônica, uma brincadeira, de torcer avassaladoramente pelo próprio time de futebol ou ainda, fazer um comentário sobre assunto polêmico, que, inicialmente nada tem a ver com o trabalho em si, começa a mudar a saúde mental dos que vivem sua terça parte da vida em escritórios e repartições... entre outros ambientes profissionais.

Os casos de pessoas demitidas por causa de estresse no trabalho são tantos que já nem fazem tanto alarde na imprensa quanto quando começaram a pipocar, como resultado de ações intempestivas tomadas pelos sujeitos de frases no #twitter ou Facebook  acerca de suas opiniões. Mas, será que tudo está perdido?  Se até um infográfico acaba de ser criado para abordar o assunto (presente do querido @tssveloso, via Visual Loop) , tenho lá minhas dúvidas.

Vale a pena lê-lo com carinho e aprender ao seu jeito, uma forma de "levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima!". Afinal, estar no Brasil tem isso de bom... samba no pé pra desanuviar a cabeça e rir de si mesmo para encontrar a cura! Afinal, doente mesmo é quem não tem o samba no pé! Duvida?

L

Então escuta este aqui e comece já a dar um pé no baixo astral causado pelo estresse!
:D



http://visualoop.tumblr.com/post/11908712491/estresse-no-trabalho-infografico-exclusivo

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que é necessário para ser estrategista em #SM

A partir de hoje, o blog passará a ter mais informação e menos opinião. Afinal, "rata de internet", sei que uma de minhas melhores habilidades é fazer boas pesquisas para encontrar conteúdo estratégico.

Com tanta novidade rolando por aí, contada de tantas formas diferentes, nada mais apropriado que usar este espaço de comunicação e informação eclético para dividir - com agora meus 200 leitores -  o que de mais bacana encontrar em minhas buscas para estudos e análises - que não páram, não importa a atividade na qual esteja enfronhada.

Como o infrográfico é uma das formas mais completas e bacaninhas de estudar, porque alia um visual criativo com um texto dinâmico e curto, começo com este. Ele resulta de dados tirados do Linked In em ofertas de empregos postados para a área de #SM (mídias sociais)) e um relatório do Altimeter Group.

A fonte primária foi o meu próprio jornal, desenvolvido a partir de tweets e posts dos meus #twigos, o  "The + Mosaico Daily", sobre o qual postei no blog empresarial e é uma das primeiras referências de minhas leituras diárias.  Depois de passar pelo infográfico, você ainda vai dizer que as mídias sociais são bobagem, gratuitas e desenvolvidas por gente sem noção? #pensenisso


[INFOGRAPHIC] http://on.mash.to/roWark

domingo, 25 de setembro de 2011

SMW-SP: gostinho de quero+


Passada a semana em que aconteceu, simultaneamente, em importantes capitais, o Social Media Week deixou no ar um gostinho de quero +.  

Para mim e para algumas pessoas que cá e lá comentaram, o SMW-SP pecou. Mas, por que, se o Lucas Couto e demais curadores reuniram gente #tudodebom #salvesalve, como costumo me referir em rede ao que gosto muito?

Alguns pensamentos provocadores e ou percepções. 
  • A maioria de nossos especialistas não teve tempo para deslanchar em novidades, e, por isso, não saiu do lugar comum: o que mais se ouviu foi o Lucas dizer “estamos estourados de tempo”.  Mentira?
  • Poucos conseguiram realmente ensinar a quem se dispôs a ir pessoalmente a um local longe para aprender: foi raro ter um momento em que números decorrentes de respostas do dia a dia vivido por agências, empresas de monitoramento, clientes etc. foram apresentados. Há exceções, mas - reforço - raras.
  • O exercício de achismo - apenas para gerar reverberação no twitter - foi demasiado, especialmente nos debates.  
  • Enquanto isso, assuntos como geolocalização, o uso de infográficos, o jornalismo online e o jornalismo-cidadão comparados às mídias sociais, a revolução que os tablets têm causado no dia a dia de consumidores, agências, empresas, ou seja, outros e não menos importantes temas envolvendo a comunicação, em geral, passaram batido.
A crítica estende-se também a quem investiu no SMWSP. Será que faltou grana para, a exemplo do que se viu em Bogotá, na Colômbia, termos, pelo menos, alguém de fora? Eu acho que nem precisaríamos de alguém de fora, porque temos talento de sobra aqui, o problema foi tê-los no palco com tempo para passar mais que uma experiência de eu acho isso e aquilo, mas novidade ou de pensamento novos para outros reverem suas estratégias e/ou aprenderem a criá-las. 

O fato é que não sou somente eu que tem comentado o fato de que os eventos de mídias sociais aqui estão cada vez mais repetitivos, sem sair da caixa e, pior, tornando-se um ambiente de uma tribo. Se as mídias sociais são um ambiente em constante #beta, se o brasileiro é um dos povos mais criativos, tudo isso ficou a dever nesta edição do SMWSP.

O que houve? Acabaram as novidades? Somos menos empreendedores que americanos e europeus, e, por isso, não tivemos a mostrar de realmente novo? Mesmo sem uma atração internacional para fazer um contraponto – até porque não precisamos disso - não houve quem pudesse ser comparado aos performáticos Gil Giardelli e Graça Taguti, que literalmente fazem a diferença em qualquer evento.

Institutos de pesquisa colocam o Brasil numa posição de relevância quanto ao uso das mídias sociais. Mas já perceberam como? Na qualidade de usuários e ainda, barulhentos, sem força para realmente emplacar uma revolução, por exemplo, como fizeram os ingleses nos ataques de agosto, ou ainda antes o leste europeu em massa contra as ditaduras locais.

Somos mesmo - ao que parece - revolucionários de sofá. E mesmo eu incluo- me na categoria. Afinal poderia ter voltado lá e twittado diretamente do evento, como fiz no primeiro dia? Mas, não: acabei fazendo-o ainda mais, mas relaxada em minha poltrona, eventualmente mudando para o escritório. Desencantei-me com a sistemática, a forma de apresentar etc., e não me levantei do sofá para voltar no dia seguinte. Nem por isso deixei de interagir com seu conteúdo, retwittando o que achava importante, ainda brincando com uma ou outra figura, parabenizando os vencedores do prêmio Epic e provocando outros. Mas e daí?

Passados três anos do boom deste novo movimento no mundo dos negócios, e hoje, após a terceira edição do SMWSP, só posso lamentar nossa posição de colônia neste latifúndio. Ainda vamos gramar muito para mostrar a diferença que poderíamos. Pior, tenho certeza de que sobram cases brasileiros de sucesso que poderiam ser apresentados de forma mais brilhante, para ajudar a explicar e ensinar o que se deve ou não fazer para se dar bem nesse ambiente, e mais gente, de valor e diferente das "sempre as mesmas". Se as mídias sociais são a sociedade em dolby surround, onde estão nossos verdadeiros especialistas e suas maravilhosas ações para fazer a diferença e compartilhar conhecimentos? (Imagem: http://bit.ly/one5Hk)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

#Twitter: os bastidores da troca de avatar que, ao deixar todo mundo perplexo e pedindo explicações, tornou-se #case

O caminho poderia ser outro, mais simples até, quase instantâneo, como chegaram a sugerir em #DM alguns colegas que lidam com as mídias sociais há mais tempo que eu. Mas não seria honesto, muito menos justo com os #twigos de @mosaicosocial. A semana que passou – decidido o fato de que meu perfil no #twitter será mais profissional, devido aos objetivos traçados e a necessidade de focar mais nos compromissos assumidos para 2011 – causei um rebuliço ao pedir aos meus seguidores que me dessem unfollow, me tirassem das mais de 311 listas em que estava. Ao mesmo tempo, ia fazendo o mesmo com meus queridos seguidos, não sem antes convidá-los em mensagens abertas, algumas fechadas, para me seguir no @maismosaico, o avatar corporativo.

Me sentia diante de um novo “case” pessoal de mídias sociais e um ótimo exercício para pôr em prática o que venho estudando, lendo apreendendo nos últimos dois anos. Afinal, quem não garante que dia destes uma marca venha a precisar deste mesmo expediente?

Se eu estivesse migrando de avatares de mesmo objetivo, valeria a dica do próprio #twitter, de criar um terceiro avatar para fazer a migração de seguidores e seguidos e depois matá-lo. Mas, no meu caso, seria promover uma espécie de “Escravos de Jó” que, no curtíssimo prazo, até poderia fazer minha marca, a @maismosaico pular de 140 e poucos seguidores para mais de 2700, em pouco menos de duas horas. Mas... e depois? Em menos de uma semana, ela certamente não só perderia tudo por “falsidade ideológica” (forte, né?) como por apropriação indébita (melhor!) de um direito de seguir que não lhe pertencia. O avatar corporativo já existia, tinha pouco mais de 140 seguidores e seguidos – é muito novo e está tendo sua imagem construída. Já @mosaicosocial conquistou sua relevância, estava com sua imagem consolidada. Ainda que “uma figuraça”, “sapeka”, meus seguidores de fora e tantos daqui do Brasil, sabiam que podiam contar comigo, que meu lado mãe era forte, que eu poderia – abraçando uma causa e tendo tempo para tal – mergulhar de cabeça.

Como @mosaicosocial criei um relacionamento com cada um de meus #twigos, a maioria dos quais me relacionei chamando-os pelo nome, lembrando de fatos pessoais da vida de cada um que trocou comigo. Sem ter nada anotado. A isso se dá o nome de relacionamento em rede. Seja como for, não foi uma decisão fácil e nem o que se seguiu a ela, já que tornou-se uma verdadeira operação, com estratégia, ações táticas etc.. A seguir, divido com quem passe pelo mesmo dilema, o que eu fiz.

1. Aviso prévio: começar a fazê-lo é importante e nestas horas usar e abusar das ferramentas de agendamento de twitter pode ser uma boa sacada (só usei nesta ocasião e, claro para receber novos seguidores)

2. Colocar um avatar diferente e mudar a mensagem de perfil: Havendo curiosidade do leitor, ele checa o que está acontecendo dando um pulinho no seu perfil, eventualmente pegando carona numa conversa aberta que você possa ter tido com algum #twigo

3. Revogar acesso aos aplicativos: estando no settings, aproveite e vá em conexões para deixar funcionando apenas os aplicativos imprescindíveis até o final da utilização do avatar.

4. Comece a migração pelos seguidores. Em #DM, informe sobre a mudança e peça para unfollow e tb das listas, e que você adotará um perfil diferenciado. Dependendo do seguidor, você explica mais ou menos de acordo com o interesse em tê-lo como seguidor no outro avatar ou não. Se ele já te segue lá, não vai gastar tempo à toa. Fique apenas com a primeira parte. Se você esquecer, peça desculpas em aberto. Afinal, ainda que você tenha Memória de elefante, tendo mais de 2700 seguidores, vai mesmo alguém ficar de fora. #fato Esta retirada das listas é importante para o caso de você querer colocar o nome à disposição de outrem. No caso do nome @mosaicosocial – existe uma ONG com este nome. Até que eu possa oferecer este nome a ela, é primordial que todos os seguidores me tirem das atuais listas. Coisas de SEO.

5. Unfollow os seguidores: à medida que você avisa seus seguidores que será outro avatar e o convida para lá, vá dando unfollow nele também. Este é um processo demorado, mas é a única forma de garantir que ele receberá sua mensagem e entenderá o recado. Porque ele deve ter um serviço de aviso e vai dar unfollow também, mais dia, menos dia, e, se quiser saber o motivo, aí, sim, pode ser que ele vá ler a mensagem (isso se o seguidor tiver mais de 40 mil seguidos).

6. Por último, unfollow os seguidos: aí fica mais fácil porque existem ferramentas como o Friend or Follow ou o TwUnfollow e ainda o Unfollow Finder, entre mil outras, em que é possível parar de seguir até 100 avatares de uma só vez. Com as mensagens em aberto a cada três/quatro horas sobre a mudança, avatar e perfil trocados, as pessoas vão entender. E sempre dá para você, ao entrar no #twitter, explicar eventualmente os motivos você mesma.

7. Hora do adeus: Parou de seguir todo mundo? Ainda que você tenha muitos seguidores, hora de dar tchau. Como nem todos deixaram de seguir, não deu para matar o @mosaicosocial.

Claro que o trabalho continua, porque tudo isso eu fiz sozinha em uma semana. Minha caixa de mensagens de twitter tem mais de 200 DM, resultados deste processo. De 140 e poucos seguidores, por causa deste processo, o @maismosaico subiu para 600. Quanto à @mosaicosocial, perdeu apenas 200 e pouco – talvez os mesmos cujas mensagens estão lá, em DM. Não sei o que meus colegas de mídias sociais vão dizer. Eu considero o resultado #bomdemais – porque a galera que migrou é muito bacana e entendeu que minha mudança não tem conotações pessoais. Brinquei muito, me diverti demais, fiz muitos #twigos, mas preciso focar. Quando as coisas ficarem menos punks, quem sabe eu possa voltar a brincar novamente, mas agora, preciso muito da ajuda e compreensão de todos meus #twigos. Muito obrigada a todos pelo tempo delicioso em que #twittei como @mosaicosocial. Em #DM, estarei à disposição para um olá ou outro. Mas, em aberto... a conversa será #profissional!

#beijonocoração de cada um de vocês.


sábado, 12 de fevereiro de 2011

Com eventos pululando, 2011 começou. Finalmente!

Após o Social Media Week, vem aí o Web Expo Fórum e, mais adiante, o Congresso Mega Brasil de Comunicação Corporativa, ou #Congresso3em1

Na semana que finda hoje, aconteceu o Social Media Week (#SMW), encontro que reuniu um mundaréu de gente, pessoalmente e de forma remota, via streaming. Realizado simultaneamente em Hong Kong, Nova Iorque, São Francisco, Londres, Toronto, Roma, Paris, Istambul e São Paulo, teve de tudo, inclusive a superlotação que me fez desistir de encará-lo ao vivo e em cores. Afinal, sentar no chão, computador à mão, só para quem tem entre 18 e 30 aninhos, né?

Como antevi no Boletim Mosaico Social da semana, que já pode ser baixado aqui, mesmo com toda a organização prévia, não teve jeito. Os problemas de som e streaming característicos de 10 entre 10 eventos de mídias sociais aconteceram e geraram os #mimimis de sempre - apesar de eu não tê-los sentido. Nas vezes em que estive online, cheguei a comentar sobre a qualidade de recebimento do sinal superior a de quem estava na sala ao lado do palco. Vai entender os estranhos desígnios que movem estas maravilhosas parafernálias tecnológicas e seus pitis de última hora.

O que vem por aí



Em pouco mais de um mês, de 16 a 18 de março, será dado o pontapé inicial para a 5a. edição do Web Expo Fórum, que a Converge Comunicações tradicionalmente realiza no Centro de Convenções Frei Caneca. Geolocalização, relevância na web, internet fora do browser e nanotecnologia serão alguns dos temas discutidos neste evento que, definitivamente, entrou para o calendário oficial das mídias sociais do Brasil. Novamente "convocada" pelo amigo e diretor Editorial da Converge, Claudiney Santos, vou conferir as novidades, devidamente cobertas aqui pelo blog e, diariamente, pelo twitter. Até lá ainda descolo uma exclusiva para mostrar que jornalista de blog também tem "poder de voz", como no ano passado fiz com o Marcelo Negrini, que falou sobre a tendência dos equipamentos móveis.

Então, será a vez de arregaçar as mangas e encarar dois desafios: para dar um supergás na cobertura jornalística do #congresso3em1, que, este ano está em sua 2a. edição na versão que reuniu os Congressos de Comunicação Corporativa, o de Comunicação no Serviço Público e o de Comunicação Digital em um só, a Mega Brasil Comunicação quer mostrar que em casa de ferreito se trabalha com espeto de ferro. Por isso, recolocamos no ar, ainda de forma tímida, com algumas atualizações, hoje ainda, o blog congresso3em1.blogspot.com. Ainda tem mais novidade vindo por aí, mas aí, eu vou avisando pelos canais certos. Queria mesmo era postar para mostrar que o ano começou, finalmente, o blog, por causa disso, também, ficou mais alegre, com mosaicos mais coloridos e que (nada a ver!) sendo o ano do coelho, meu ano, #vqv! :O) Já são mais de 1h30 de sábado... e minha criatividade já deu o que tinha que dar, rsrsrs! É isso. Até a próxima! Foto: http://me.lt/3yo3

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

#2011, novo ano, recomeço

"Hoje, é um novo dia, de um novo tempo, que começou".

E todos os dias, ao acordar, lembre-se de dizer... a mesma coisa! Porque "nada do que foi será do jeito que já foi um dia" e "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", ano após ano, dia após dia, sabendo que, "apesar de você, amanhã há de ser outro dia". Sobretudo "desesperar... jamais"!

E #kikoquemavercomisso? Que seja qual for a situação na qual você se encontra agora, neste momento em que lê estas mal traçadas linhas, escritas de chofre, "lembra de mim", que agora, repassa esta imagem recebida do @twigo @reginaldo_MO, via e-mail.



Com ela, reabro o blog, sem falar especificamente de mídias sociais, mas lembrando, de certa forma que - como elas - o mundo gira, a fila anda, o que é #in hoje, amanhã é #out e novas tecnologias criam necessidades que sequer imaginávamos ter dentro de nós os talentos adormecidos para propor soluções de inovação que as resolvam. #pensenisso

Um ótimo ano para você, com sucesso, saúde, serenidade, sobriedade, #sempre! :O)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Voltando à vaca fria

Nada acontece por acaso. E foi assim, por acaso, que este vídeo do René de Paula veio até mim, caindo como luva para ratificar algumas decisões - como resgatar algumas vacas frias e finalizar projetos paralisados pela distração da sociabilização em demasia nas mídias sociais - entre outras.

Acredito que o vídeo sirva, sobretudo, para alguns colegas que me procuraram com a mesma problemática abordada. Vale a pena investir um tempo para assisti-lo. #RF!

dica pra quem vende digital: o que da pra comprar? from renedepaula on Vimeo.


Com este material e mais este outro aqui post (em inglês)- cujo link #RT esta manhã dizendo que seria redundante no conteúdo e no título "Qual a coisa mais importante que você aprendeu sobre mídias sociais este ano?", se resolvesse escrever um post de fim de ano, encerro as atividades do blog Mosaico Social em 2010.

Nem tanto o céu, nem tanto o mar, fiquemos com a linha do horizonte, na qual eles se encontram e tentemos o equilíbrio de forças, com responsabilidade, honestidade, ética, visando ao bem comum de casa, do condomínio, do bairro, da cidade, do Estado, do País.

Um Feliz Natal, obrigada por ter você aqui, pelos comentários deixados ao longo do ano, e um ótimo 2011 também. :0)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vany L., hackeada e arrependida...

...mas, cada vez mais, superligada! E, aviso aos navegantes... meu tempo de mídias sociais vai diminuir, porque, como mera mortal, voltarei para as filas de banco. Eu e... de repente, grande parte da torcida do Corintians, Flamengo, Fluminense, São Paulo... e outras tantas Brasil afora... será? Com aquela cidadezinha da Itália optando por viver uma vida nos moldes medievais... do jeito que a coisa anda... quem sabe?




Poderia ser como um slogan do Olivetto. "O primeiro, a gente nunca esquece." Mas tem, mesmo, gosto do fel da violência terrorista que marca o século XXI. O da invasão total e, pior, meio consentida, porque, não importa a quantidade de blindagem que eu tivesse instalada em meu computador, eu permiti acontecer.

Ainda não sei se este será meu último post do ano, mas que sirva para exemplo de quem parou para estudar, leu, deu dicas e... errou. Com jeito de idiota, fico me perguntando, tal qual um pai (uso genérico, já que aqui, pode referir-se a uma mãe também) impotente ao ver seu (sua) filho(a) fazendo escolhas diferentes das que ele(a) por anos tão esforçadamente tentou inclutir com valores, conversas, papos-cabeça... "Onde foi que eu errei?" "Qual e de onde veio o link errado que abri, fazendo este hacker ter acesso a senhas tão preciosas?" "Que porta deixei entre-aberta?" "Houve permissividade? E se houve, o que este hacker conhece de mim a ponto de me fazer levar a abrir seu link?

Se tivesse as respostas a estas perguntas, eu não teria sido vítima. Mas, certamente, abrir links a partir de agora será atitude muito mais pensada e, via de regra, feita da forma mais complexa que houver, especialmente de gente estranha.

Aos sociólogos e psicólogos de plantão... um pedido - que estudem o fenômeno e escrevam sobre ele. Porque vou buscar referências e trabalhar em dicas. Se não aprendi por amor, mas pela dor, posso, na qualidade de formadora de opinião para quem me segue, escuta ou lê, no mínimo, por questão de compromisso, mais do que repassar a experiência, informar sobre como evitar cair na armadilha.

Por hora, fica apenas o alerta de que:
Não se deve aceitar provocações (seja sobre futebol, política ou o que for.
Muito menos, sem pensar, abrir links para cair num buraco negro que, inicialmente possa parecer apenas uma brincadeira de momentum. É aí que o bicho pega.
Manter seu computador blindado com o anti-vírus atualizado e fazer DIARIAMENTE uma atualização dos pacotes anti-vírus é fundamental. Procure, pouco antes de desligar a máquina, colocá-la para a checagem completa do sistema... Antes das mídias sociais uma vez por semana era suficiente, mas agora, é questão de vida ou vida.
Vale categorizar seus amigos no Facebook, sim, e saber quem tem acesso a informações suas sobre endereços, telefones, e-mails e outros dados que podem ser interessantes para alguns, mas muito pouco relevantes para a maioria.
Focar no que você posta nas redes e evitar abrir demais sobre sua vida pessoal, o que é default, mas nunca demais repetir.

A lista pode ser ainda mais extensa, mas acho que estes já são cuidados eficazes. Numa era em que tantos aplicativos trocam informações suas entre si, a privacidade foi literalmente para o escambau, se a gente não se cuidar, ninguém o fará por nós... é como marketing pessoal, só que... ao contrário. :S #weirdo! Você alguma vez imaginou ter que fazer isso o tempo todo? Fica a provocação...

(imagem retirada do site: http://www.bramjnet.com)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Quando CEOs reproduzem NOSSO discurso, é porque está na hora de olharmos para as novas tendências a caminho


O lançamento do Social CRM pode ser a mudança de paradigma no mercado corporativo brasileiro
“O controle sobre as mudanças parece consistir em nos adiantarmos a elas, não em esperarmos que aconteçam. A antecipação nos dá o poder de orientá-las em nosso favor.”

Marshall MacLuhan

Para quem não viveu ou não pesquisou, o dia 11 de novembro é tão emblemático mundialmente quanto o mesmo dia de dois meses antes. Agora, não apenas pela coincidência de ter sido a data da assinatura do armistício que pôs fim à I Guerra Mundial, como também, durante a II Grande Guerra, o dia em que a Alemanha invadiu a França e os Estados Unidos, a Itália, o 11 de novembro no Brasil, pelo menos, pode ser considerado o dia em que um empresário ecoou o mantra que nós, da área de Comunicação, vimos entoando há anos.

"O mundo já mudou. A hora é de se adaptar ou morrer." A frase foi espetacular porque dita por um Chief Executive Officer. John Lima, da Coffee Bean Technology, empresa americana nascida no vale do Silício com forte sotaque brasileiro, baseou-se em Marshall MacLuhan para encantar as plateias para as quais apresentou-se naquele dia – imprensa, clientes potenciais e especialistas –, e nos dias que se seguiram a sua rápida visita ao Brasil, que o levou a Campinas, com apresentação no CNPq, onde a empresa mantém seu centro de Desenvolvimento.

Quem não pôde comparecer à apresentação de Lima, pode (e deve) baixar o livreto intitulado The Click Company “Adapte-se à Mídia Digital ou Morra”. Está lá a menção ao sucesso de seu primeiro empreendimento – a Cyclades Corporation – conseguido graças ao alinhamento ao Linux, quando ainda novidade. A frase dita por ele na apresentação “passamos de empresa remando contra a maré, para – depois de achar a corrente correta – surfar na direção do sucesso” também figura no livro. Mas a recomendação da leitura é talvez o maior motivo pelo qual este post existe de fato. Fácil e rápido de ler, com ilustrações e tabelas, a publicação de apenas 60 páginas pretende ser a forma como a empresa pretende mostrar aos líderes empresariais brasileiros que ainda se mantêm atrelados ao antigo sistema hierárquico, centralizado, segmentado, isolado, seqüencial e lento da empresa clássica, o que nós, jornalistas e blogueiros, fazemos há mais de meia década, por baixo.

Como uma cartilha para as empresas médias, seu público-alvo, a Coffee Bean criou o conceito da Click Company, “metáfora para descrever uma empresa inteiramente alinhada com a mídia digital”. Ou seja: holística, participativa, distribuída, horizontal, assíncrona e instantânea.

De empresário para empresário

A introdução é do jornalista Renato Cruz. Ele explica porque nossos salários – dos jornalistas profissionais - baixaram tanto: lei da oferta e procura. Como luz no final do túnel, porém, diz que ainda que a internet tenha tornado a informação abundante, “mais importante que tê-la, é saber usá-la com inteligência”. O livro explica que, inicialmente, a internet foi usada apenas para reproduzir o modelo de jornalismo impresso, com seus conteúdos repassados às novas plataformas. Só mais tarde passamos a entendê-la como tecnologia com a qual passamos a interagir de forma a permitir que ela mudasse nossos padrões de reflexão e comportamento, gerando mudanças de integração social.

A partir deste momento, chega-se ao modelo de negócios tanto dos jornais, como o de qualquer outra empresa que elege o modelo hierárquico (sem mencionar a teoria descoberta por Paul Baran, em 1964, mas numa clara alusão a ela). Segundo os sócios John Lima e Marcio Saito, este modelo passou a não ter mais espaço na nova ordem econômica mundial. “A tecnologia tem o poder de vagarosamente (e sem criar resistência) (sic) nos transformar até que, finalmente, ela nos modela nossa mente.” Daí para entrar em como sugerir às empresas tornarem-se modelo no ambiente digital, o livro entra em aspectos dos efeitos da mídia impressa e digital, transição do trabalho fixo para funções transitórias, a morte do especialista, a identidade pessoal no contexto coletivo até comparar a empresa clássica x digital, apontando literalmente diferenças e sugerindo soluções para o nascimento do conceito da Click Company.

Vi claramente a chegada no Brasil do conceito já apresentado aqui no blog, um ano atrás, pelo CEO da bem sucedida Zappos, lá, na página 40. Quantos conceitos e frases ouvidos ao longo de quase dois anos de cobertura de eventos ligados às mídias sociais. Feliz, por ver que agora, finalmente, isso vai ser realidade no Brasil, das empresas que representam mais da metade do PIB do País.

Os alquimistas estão chegando

Foi assim, com livro didático, evento no estilo americano, mas com sotaque bem brasileiro, que a Coffee Bean chegou ao Brasil de onde saíram seus executivos principais. Com tecnologia de ponta, conhecimento de mercado, simpatia e até café (já que o brinde foi uma caixa de café torrado e moído e uma caneca de ágata com a marca da companhia), a empresa veio apresentar uma novidade que segue a filosofia que prega; tecnologia para os clientes surfarem em direção ao sucesso do #CRM. Isso obviamente na corrente (literalmente = stream) das ferramentas sociais: é o #Social #CRM. A Coffee Bean aposta nos dados recentes da pesquisa divulgada pela Deloitte no Brasil, de que aproximadamente 51% das empresas no País planejam investir em mídias sociais nos próximos três anos e outras 35% pretendem investir nos próximos 12 meses.

Como um CRM tradicional, o Social CRM da Coffee Bean contribui para manter esse relacionamento com os clientes, gerar leads e cultivar clientes fiéis; planejar, monitorar e gerenciar os pipeline de vendas, desde um lead ou um potencial de vendas até o fechamento da oportunidade; mas, acima de tudo, usar streams para uma fácil integração com os colegas e funcionários, dentro da empresa, e também com os clientes, potenciais e parceiros, fora da empresa.

Being strategic every day keeps the doctor away

“Se você perguntar para qualquer vendedor qual a base da venda, ele responderá imediatamente – relacionamento. Ao pessoal de Marketing, por sua vez, interessam planilhas e toda a estrutura analítica-cartesiana por trás delas, que permitem gerar relatórios e acompanhar resultados, além de dos leads de venda. Nosso software atende às demandas de ambas as áreas, trazendo o melhor para elas, maximizando o potencial de resultados”, explicou Saito. “É o resgatar da forma de fazer negócios de antes da mídia de massa. É como se fazia antigamente, quando se tinha um produto, e se vendia em redes de relacionamento como em seu bairro, clube etc..”, disse.

Marcio Saito, presidente da Coffee Bean, que lida com redes sociais desde os anos 90 e respira internet. Desde o evento, vem interagindo com todos para quem passou seus contatos de redes sociais. Por que? Mais que vender seu produto ele sabe que interagir está na ordem do dia da nova ordem econômica mundial. É adaptar-se a ela ou morrer. Para ele não é comendo a maçã que se mantém o médico longe, conforme reza o ditado popular em Inglês, mas sendo estratégico. Em seu post ele reproduziu um pouco do que apresentou aos mais de 150 potenciais clientes presentes na tarde do dia 11, em São Paulo. O presidente da Coffee Bean frisou que adotar as tecnologias sociais de computação promete reduzir o custo da comunicação, da colaboração e da entrega de informações analíticas em tempo real aos decision-makers.

Esta rapidez já é óbvia no preenchimento das planilhas de CRM. Sua plataforma é social já na entrada dos dados de um cliente potencial. A sua base é um stream semelhante ao do #twitter, integrando todas as informações das redes onde este cliente potencial está conectado; as informações vão sendo automaticamente agregadas ao sistema sem necessidade de digitação. “As Mídias Sociais estão revolucionando a forma de comprar e vender”, disse Saito. Inspirada no modelo clássico do CRM, a Coffee Bean desenvolveu um software para integrar vendas e marketing, aproveitando todo o potencial das redes sociais.

O produto é direcionado ao mercado corporativo, oferecido no formato de assinatura, seguindo o modelo Software como Serviço (SaS), ie, a ferramenta fica nos servidores da Coffee Bean, dispensando instalação local. Intuitivo e de fácil uso nos moldes das redes sociais, tem experiência similar à de quem usa o Twitter ou Facebook. O Social CRM da Coffee Bean Technology é o primeiro a chegar ao Brasil, por enquanto. Lá fora, concorre com a americana Bantam Live. Pensava até em entrar no mérito de comparar ambas, mas pensando melhor, isso fica para os veículos de tecnologia... afinal, o livro já me tomou bastante espaço de discussão, que, ao final das contas, tem muito mais a ver com este blog do que a concorrência entre os produtos, não é mesmo?

domingo, 31 de outubro de 2010

Sinal dos tempos: a partir de amanhã o povo nas mídias sociais não poderá mais ser ignorado

Enquanto escrevo estas linhas, o Brasil pode, se quiser, começar a escrever uma nova história para sua vida política, econômica, social e internacional. Não importa o agente vencedor das eleições; a ele e seu partido caberão a responsabilidade de manter o País na agenda mundial. E não apenas como líder reclamante dos países emergentes.

A quem ganhar daqui a pouco caberá o dever de casa de manter olhos e ouvidos ininterruptamente abertos aos agentes sociais, indivíduos ou simplesmente povo. Porque pode ser que a nossa participação nas mídias sociais tenha sido infinitamente menor e menos expressiva que a dos americanos, que gerou o efeito Obama, levando-o à Casa Branca. A despeito do caloroso teor emocional dos conteúdos postados, não resta dúvida de que “nada será como antes” na história deste Brasil. O povo – nós – e, quando digo nós, digo todo mundo que usa as mídias sociais – e não somente quem tem diploma, demonstrou insatisfação com o status quo:
Da Política de compadres, que só faz imortalizar a corrupção pela qual nosso País é conhecido desde o tempo das capitanias hereditárias;
Da Educação atrasada, que esvai-se entre aqueles que jamais absorveriam os “desacordos” ortográficos por não saberem, simplesmente, escrever; e mesmo sem estes, esquecem-se de preposições, craseiam artigos senão masculinos para não mencionar concordâncias e outros absurdos que diariamente desfilam em timelines e textos inteiros de blogs;
Do leonino sistema financeiro, que consome nossas reservas internas, tornando o Brasil um País somente virtualmente sadio, literalmente para inglês ver. Porque, sob bases tão frágeis, com um endividamento caseio que assombra a antiga classe média sem emprego ou a nova classe média, inebriada com a facilidade de crédito, como pode um País estar bem se dados recentes mostraram que segundo Dados do Banco Central, nos últimos cinco anos, o número de brasileiros com dívidas superiores a R$ 5 mil, considerando todos os tipos de empréstimo, saltou de 10 milhões para 25,7 milhões.
Da cuecalização do dinheiro dos impostos que pagamos ou não, mas que o povo, somatório de todas as classes econômicas do Brasil, não quer ver em meias e cuecas de ninguém de partido algum, mas revertidos em benefícios ao... povo.

Sinal dos tempos, cada País tem o resultado de mídias sociais que merece pela educação que dá a seu povo. Aqui, a polarização evidenciou-se pelo calor emocional, pelas baixarias, “naturais” de um povo sem educação, que não tem conteúdo para discutir – o que se viu, inclusive, entre os próprios candidatos, infelizmente, refletindo o nível de seu povo. Uma pena.

Sem considerar esta ou aquela legenda, ao assistir ao vídeo a seguir, que mostra – como podemos pensar em mudar, sem reinventar a roda, mas absorvendo o que está se fazendo ou pensando lá fora também, deixo como sugestão o repensar de uma nova realidade. Que pode tornar os brasileiros vanguardistas, quem sabe.



Seja qual for a pessoa que vier a ser escolhida para, em 1º de Janeiro, assumir o Brasil que pensamos para nossos filhos, netos e bisnetos, desafio que deve estar além dos interesses caudilhescos, não quero, para meus descendentes, a exemplo do que a personagem do sociólogo do filme de José Padilha disse, que seu futuro seja o de que eles venham a viver em Bangu 1. E você?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

#conexaobites – Em boas práticas corporativas nas redes sociais, Sky, Carrefour e Senado mostraram que "não tem como não usar"

Participar de um evento da @_Bites tem destas coisas. O magnetismo do anfitrião Manoel Fernandes é notório! E não somente no @twitter, como aconteceu durante todo o evento, mas nos comentários de convidados e pagantes entre os mais de 50 presentes ao #conexaobites desta manhã. “Quando tenho um problema, sempre recorro a ele", disse Andrea Fialho, a @vanguarda. Andrea é cliente dos serviços de consultoria de Fernandes, já que seu negócio, dividido com o marido André Fialho – também presente - é um blog de moda e serviço focado em redes sociais, localizado em Fortaleza.

Se Manoel Fernandes, tendo admitido ser um dos jornalistas “dinossauros” (hein? Se ele, com 41 anos é isso, eu... com um pouquinho a mais sou o que??? :S) que se permitiu “inverter a lógica” e deixar de resistir às novas mídias, consegue arrancar de seu próprio concorrente, consultor de de projetos em mídias sociais e produtor de conteúdos para blogs corporativos, Alexandre Inagaki, ou apenas @inagaki, este tweet:

não preciso dizer mais nada, não?

Pelo amor ou pela dor, todo mundo está fazendo o dever de casa

O #conexaobites de hoje, novamente realizado no Centro Britânico, em São Paulo, reuniu, numa só tacada Regina Pitoscia, diretora de comunicação do Carrefour Brasil, Patrícia Abreu, gerente de comunicação da SKY Brasil e Claudia Tavares, coordenadora de mídias sociais da Secretaria de Comunicação do Senado Federal. O objetivo foi discutir as boas práticas corporativas nas redes sociais.

Em linhas gerais, porque o evento praticamente está aqui, minha impressão foi a de que os três clientes aprenderam a lição:

* A Sky Brasil ganhou o primeiro lugar em iniciativa e risco. Começou a fazer ensaios internos para depois partir para o mercado externo.
* O Carrefour Brasil, que aprendeu na marra, graças a um caso de gerenciamento de crise, está fazendo história. Regina Pitoscia desbanca qualquer jornalista que queira questionar o poder das redes sociais; basta relatar o que presenciou. Sem vergonha, admite: “O Carrefour é uma empresa melhor a partir das redes sociais.
* O Senado Federal abriu suas portas para os blogueiros para entender o seu universo e adequar a linguagem das novas mídias para fazer o dever de casa à altura.

Frases importantes? Se lá pelas tantas elas se perderem no @twitter aqui, aqui, pelo menos, ficarão #parasiempre (rsrsrs!) :D
“O consumidor sempre foi interativo; o que ele não tinha eram as ferramentas para falar. As mídias sociais lhe deram isso.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Há que se monitorar full time para avaliar e depois traçar as políticas de comunicação em e estratégias de atuação mídias sociais.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Em redes sociais, ou se entra pelo caminho da dor, ou pelo amor”. Mas, não se pode mais desprezar sua força como meio de comunicação e RELACIONAMENTO. Esta é a palavra-chave do meio. Regina Pitoscia - Carrefour

“As redes sociais são um importante meio de Ouvidoria em tempo real”. Regina Pitoscia - Carrefour

“Não importa a ferramenta: a gente se relaciona com pessoas. Partindo princípio de que a relação é baseada no respeito e na transparência, a gente vai sair-se bem ou menos pior.” Regina Pitoscia

“Provar no dia a dia que dá para se ter planos de comunicação variados de acordo com os objetivos e públicos e tipos de comunicação, isso é muito bom e vai dando-nos a certeza de que estamos no caminho certo. Para a gente, a experiência foi mais vencer a resistência entre os pares e os fornecedores internos.” Patrícia Abreu - Sky

E os jornalistas profissionais, os que ficam na redação?


“Eu me relaciono diretamente com os jornalistas. Assim que conto o caso que vivi no Carrefour, acaba a resistência sobre o poder das mídias sociais.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Os modelos tradicionais de comunicação – os veículos de comunicação ainda têm mais credibilidade em relação à voz de cada um em blog. Um veículo tem mais penetração e credibilidade, é um canal que está aí há mais tempo. Mas os jornalistas já perderam o poder que tinham e eles estão a par deste desbanque de poder – desta força que tinham de serem os únicos que trafegavam junto ao poder, a partir dos cases que vão se montando com as ações que vão ocorrendo sem sua participação.” Regina Pitoscia - Carrefour

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Jornalismo nas redes sociais - erro x credibilidade. Repórter cidadão + (checagem)² / AI = credibilidade sem erro

Credibilidade: preciosa moeda de qualquer profissional, imagina para jornalista nos tempos das mídias sociais?

O ano é 1994. A internet ainda está em sua fase embrionária, com portais verticais, unilaterais. Mas o poder de uma informação jornalística é voraz. São os tempos do jornalismo como 4o. poder. Uma notícia inverídica de assédio sexual, publicada pela imprensa vira caso de Polícia, tona-se escândalo nacional, destrói as vidas dos dirigentes da Escola Base, em São Paulo. Mais de 10 anos depois, sem provas, os dirigentes ganham na Justiça o direito à indenização.

Muda o século. O ano agora é 2010. A Folha de S. Paulo, por meio de sua editora de Poder, Vera Magalhães, confia na informação de um médico do Hospital Sírio Libanês (que funciona, naquele momento, como repórter-cidadão, já que, desmentido pela assessoria de imprensa, provavelmente fonte oficial não era!) e divulga um petardo.




O desmentido foi dado na sequência, mas, em mídias sociais, minutos podem significar audiências enormes.

A lição de casa:

Eu não culpo a Vera e não queria estar em seu lugar. Antes, tinha apenas a parte física do jornal para cuidar; agora tem que lidar também com as mídias sociais - muito provavelmente; é o que acontece na maioria dos veículos de comunicação. Em tempos de redes e mídias sociais, as empresas jornalísticas que acabaram com o cargo dos revisores - embora não tenham encontrado um modelo de negócios que caiba em seu lucro de outrora - poderiam repensar essa ausência.

Se não for para recontratá-los, poderiam criar um cargo de Gestor de Informação. A este caberia, antes ainda de passar o material finalizado para o Editor - que fecha a página - revisar conteúdo e forma das matérias, checando uma segunda vez a informação com a assessoria de imprensa, evitando o erro, quiçá refazendo a notícia, garantindo a credibilidde que, ao final, interessa a toda a equipe do veículo.

No lugar errado, na hora errada e exercendo a função sob extremo estresse, a jornalista ficará marcada para sempre. Seu nome estará em blogs, portais etc., porque "a internet é para sempre". De qualquer forma, no frigir dos ovos, ela estava fazendo seu melhor, naquele momento, representando quem? A Folha de S. Paulo...

Quem nunca errou que jogue a primeira pedra.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pessoas são pessoas ... e nenhuma tecnologia vai substitui-las



O inverno nem começou...e o meu blog está mesmo em ritmo de hibernação. Em parte porque a gente - que lida com estudo, avaliação, análise e até aconselhamento sobre uso, contratação, planejamento e aplicação de ações de novas mídias no ambiente corporativo - também vive problemas do dia a dia como todos os nossos assessorados.

Por mais preparados que sejamos em nossos planejamentos, orçamentos, agendas ou detalhistas e precisos, devemos ter em conta que lidamos e somos invariavelmente pessoas.

Sim, eu aguardava que meu próximo post, depois de todo o barulho feito antes do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 - ocasião em que modestamente ainda lancei o press-release sobre as mudanças da Mosaico Pró-Comunicação, que passou a ser +Mosaico Negócios & Comunicação -,pudesse já estar embalado num novo enquadramento visual, alegre como a cara da +Mosaico, a exemplo do novo site e do novo twitter corporativo, anunciado também no press-release.

Aquele post deveria ter sido divulgado, no máximo, no dia 28 de maio. Eu me preparei para isso. Com atencedência ímpar. Planejamento, datas, tudo. Obviamente o post traria o link para a apresentação feita após o #congresso3em1, bem como o pequeno folder distribuído, com dicas adicionais aos que foram pessoalmente me ouvir no Workshop, que nunca será a mesma coisa que apenas baixar o powerpoint.

Bem, como a realidade mostrou, apresentação e folder foram colocados à disposição via outras mídias: twitter, Linked-in pessoal, Facebook pessoal e via a página nova criada para a +Mosaico também, mas não via blog.

Pessoas são pessoas

O que aconteceu? Simples, como Sherlock Holmes diria a Watson. É que o processo de migração para a nova cara que a esta altura do campeonato deveria estar pronta e que hoje foi propositalmente trocada para preta não rolou porque tanto do lado de cá, na ponta do emissor, quanto do lado de lá, na ponta do receptor das mensagens deste processo que envolve Comunicação existem pessoas. E também no meio deste grupo, quando você ainda depende de outro grupo para integrar informações e finalizar detalhes.

Por mais que afeitas às novas tecnologias, por mais competentes e brilhantes que emissores e receptores sejam em suas especialidades, somos ora cada um alternando-se numa função, pessoas. E como tais, somos constantemente acometidas de:

* Sentimentos obtusos,
* Problemas de entendimento,
* Problemas que interferem no entendimento em determinado momento,
* Facilidades e competências para algumas questões fantásticas
* Dificuldades extremas para outras
* E um rol de outras variáveis que se listadas, encherá mais que um blog inteiro.

Mas que, toda a tecnologia empregada, seja teleconferência, skype, sms, e-mail, twitter, o raio-que-nos-parta não será suficiente se qualquer das variáveis citadas ou não interferir na Comunicação por todo o processo, de mão dupla, contínuo e, que, por isso, mesmo, pode travar o todo, tornando-o inexequível em determinado momento.

Será o fim da linha? Que nada. Longe de entregar os pontos e continuamente estudando as mídias sociais, seu impacto sobre meu trabalho e as pessoas, e, tendo vivido recentemente uma outra experiência, de um mal entendido terrível no twitter por um erro de leitura que me remeteu novamente à questão do emissor->receptor é que pensei exatamente no fato de poder constatar que acima de mídias, métricas, tecnologias e o que vier para mudar a "ordem mundial econômica e social" que vem provocando tsunamis, mimimis, mal-entendidos e novas pazes em ambientes tão díspares quanto antes inimgináveis, ainda e "graças a Deus" somos pessoas por detrás de máquinas.

Com todos os nossos defeitos, pluralidades, limites e mazelas para melhorar todos os dias, se quisermos, se pudermos, se for de nossa intenção, somos gente. O que as tecnologias talvez estejam fazendo seja exacerbar o que temos de melhor e pior. Eu continuo no time de quem está dentro do bonde - a sair dele e perdê-lo de vez. Quem nunca se "machucou", que jogue a primeira pedra.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, Workshop 3:

Por que as empresas precisam entender as mídias sociais e aprender sobre elas?

Meu perfil no tweeter @mosaicosocial é bem claro. Sou eterna aprendiz das mídias sociais, porque "o tempo não pára" e elas também não. Uma vez dentro deste mundo, você vira um aluno para sempre. Descobri isso desde o primeiro instante em que comecei a me interessar por elas e estudá-las a fundo, ao decidir que 2009 seria meu "ano sabático" - dedicado exclusivamente a elas.

Mas, por que esta história de aprendiz para sempre? A simples razão está no fato de que a criação de tecnologia, seja ela científica, robótica, de automóveis, para levar o ser humano a ir a outras galáxias... é o que move o ser humano a ser... humano. E isso não pára nunca - a não ser por questões políticas.

É da nossa natureza querer descobrir "de onde viemos, para onde vamos, como se faz isso?". Desde bebês, queremos desmontar e remontar, abrir, saber o que significa isso e aquilo, ou no que dá se misturarmos substâncias químicas, que novos elementos - radioativos ou não - ainda podemos incluir na tabela periódica de Química?

Isso nos faz humanos pela nossa (ir)racionalidade. E foi isso que nos trouxe até onde chegamos. Por um lado, convivemos com um fantástico nível de desenvolvimento de fazer o Iron Man do delicioso Robert Downey Junior (sim, nós mulheres tamnbém achamos os atores deliciosos, não é só os homens que podem falar de Angelina Jolie ou Scarlett Johansson!) se tornar realidade em muito pouco tempo.

Entretanto, como toda moeda tem dois lados, o mais triste é que nos lamentamos por ainda termos que conviver com Etiópias, Chernobyls (já escrito aqui neste blog, num emblemático post intitulado 'Quanto você quer pagar pelo século XXI?'), desastres ecológicos os quais, por toda a tecnologia que detemos, nos questionamos. Como pudemos deixar isso acontecer? Como não tivemos controle sobre as tsunamis, as chuvas, as enchentes, as nevascas?

Não tenho dúvidas de que o Manifesto Cluetrain tenha sido um ato revolucionário em si. E que a Internet tenha sido "vazada" a partir de questionamentos como estes, por pessoas como as que fizeram do Ficha Limpa o primeiro movimento político viral realmente dar certo aqui. Nada acontece por acaso e se as mídias sociais estão no mercado, é por uma razão também. Eu vou falar sobre isso durante o Workshop 3 deste que está sendo chamado de "congresso 3 em 1", por todas as características divulgadas em vários locais.

Até lá, os já inscritos e os que ainda podem se inscrever, ficam com esta outra palha! ;o)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Pondo a mão na massa: uma palhinha...

O dia 27 está logo ali. Em poucos dias, começa mais uma edição de um Congresso Mega Brasil de Comunicação, a primeira com três grandes eventos e, também, a primeira com cursos e workshops diferentes, depois do bom que foi o das mídias sociais.

Na manhã deste dia, de 9h20 às 11h50, terei a honra de ajudar a uma turma de mais de 15 pessoas já cadastradas a colocarem a mão na massa criar um perfil corporativo no Twitter (minha ferramenta predileta!) e, quem sabe, já sair do evento dando seus pios. Isso, claro, depois de entender, entre outras mídias, como, dentro da área empresarial, pode-se fazer a diferença neste "admirável mundo novo".

As inscrições para o Workshop 3 ainda estão abertas. Serão, no máximo 30 pessoas na sala. Se você ainda não garantiu a sua vaga, pode fazê-lo aqui, pelo site da Mega Brasil ou pelo telefone (11) 5576-5600. Até lá, o blog deixa esta palhinha sobre um case de sucesso que bombou no mercado corporativo lá de fora.



No Workshop, haverá a apresentação de um case local, com sorteio e a presença da agência de mídias sociais responsável pela estratégia, a W2Pod. E, ainda, sairá de lá com um presentinho meu para continuar twittando depois do workshop.

Depois disso tudo, você que ainda não fez sua empresa/marca entrar neste ambiente vai ficar de fora?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Você ainda tem dúvidas do porquê estar nas mídias sociais?

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. A sensação está começando a ficar mais forte a cada dia que passa, li-te-ral-men-te. Se, em 2006, quando comecei ainda à boca pequena, a falar sobre o word-of-mouth a meus clientes, que me olhavam de soslaio (nossa, essa foi erudita - mas eu confio na geração Y, que não se acanha em entrar no Google e buscar na wikipedia o significado para não fazer cada de conteúdo, mas sim, buscar o conteúdo para discutir de igual para igual!) agora não tem mais volta. É inevitável, inexorável. De café a sanduíche, passando por computadores a políticos, vende-se de tudo no ambiente virtual, com retornos cada vez mais significativos do que os dos tradicionais meios de comunicação. Confira você e opine. Ou vai dizer que a importância midiática destas redes não é cada vez maior, mais penetrante e forte? Que atire a primeira pedra quem ainda não tenha sido atingido, de alguma forma, pela força das mídias sociais!



Não é nada? Pode não ser. Ainda, para o seu tipo de negócio. Mas vale a reflexão e a dica. Se você não entrar nela de forma pró-ativa, você pode ter que pegar o bonde andando a partir do que os clientes vierem a falar da sua marca, produto ou de você. E aí, você vai estar preparado?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Por que sua Comunicação e seu Marketing nunca mais serão os mesmos

Há inúmeras razões pelas quais vale a pena entrar no "maravilhoso mundo" novo das mídias sociais. Elas são as ferramentas por meio das quais está se formando a "nova ordem mundial" de relacionamentos e negócios, o segundo como decorrência do primeiro. Exemplos disso pululam em redes sociais mundo afora.

Aqui, uma forma simpática e simples de entender a mudança nas áreas de Marketing e Comunicação, no ambiente 'antes e depois' das mídias sociais.



Depois de assistir a este vídeo, você ainda vai ficar aí parado, sem se mexer, deixando o público falar de sua marca, o "quem cala, consente" regê-la? Até quando?

Se você é do tipo conservador, pelo menos crie um perfil mas mídias relevantes, observe e monitore o mercado até que sinta seu business pronto para a interatividade que rege esta "nova onda". Mas entenda; o movimento é inexorável. De um jeito ou de outro, se sua empresa não se lançar nele, ela será engolida. É o efeito #tsunami, do qual falaram Charlene Li e seu colega do Forrester Research, Josh Bernoff, já há algum tempo - assunto abordado em outro post aqui no mosaicosocial - em seu livro Groundswell. #olhovivofarofino.

Mega Brasil reúne três congressos em um só maior evento de Comunicação do país


Está chegando a hora! Os motores da Mega Brasil estão supercalibrados para a largada de mais um - o maior - Congresso Nacional de Comunicação! Esta edição, não fosse a junção de dois eventos, seria a 13ª do já tradicional e mais completo evento voltado para as áreas de Comunicação Corporativa, englobando Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Mas não se trata de superstição a mudança de nome e a inclusão de mais dois outros congressos este ano, tornando este, sem dúvida, o maior e mais completo evento do setor em todo o Brasil. A empresa liderada pelos sócios Eduardo Ribeiro – à frente da equipe dos Jornalistas&Cia – e Marco Rossi, no comando da Rádio Mega Brasil online e do Jornal da Comunicação, versão guarda-chuva dos veículos online da casa – decidiu oferecer, de uma só vez três encontros do mesmo setor por motivos alguns deles até óbvios:

"Além do ano de eleições, hoje não se justifica mais separar comunicação do setor publico e da iniciativa privada. Os problemas e soluções estão cada vez mais próximos dos dois segmentos, sobretudo porque o Estado vem se profissionalizando bastante. Também temos a novidade do estouro das mídias sociais em 2009, que se reflete na necessidade de uma discussão a respeito de seu impacto sobre o trabalho dos profissionais de Comunicação à medida da estrondosa velocidade com que estas vêm realmente atuando sobre o cotidiano deles", explicou o diretor Marco Rossi (foto).
"Por este motivo, resolvemos lançar num único evento a oportunidade de agregar os três Congressos. Atendemos a todas as demandas de tendências do que cada área está vivendo e já vamos nos adiantando para o que vai acontecer em 2011", concluiu.

Chamado, então, de ">Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, o evento reunirá o 13º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa + 10º Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público e o 1º Congresso Brasileiro de Comunicação Digital.

Com quase 100 palestrantes convidados, dos quais cinco convidados internacionais, o mega Congresso tem agendadas 12 conferências, 40 palestras temáticas, um curso, cinco encontros setoriais da área pública e cinco workshops. O de número 3 vai abordar o uso das mídias sociais no ambiente corporativo, dado por mim, Vany Laubé, muito honrada pelo convite do Marco.

Eventos à parte do Congresso, os workshops custam R$ 300,00 cada. Para fazer a inscrição, basta acessar o link daqui mesmo, no lado superior direito da página. O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 terá cobertura em todas as mídias da casa, com #RT pelo twitter @mosaicosocial, já que estarei lá, também dividindo com a supervisora da Rádio Mega Brasil Online, Jennifer Cardoso, a edição do trabalho de todo o time montado para a empreitada. Até lá.