quarta-feira, 24 de março de 2010

Extra, extra. O logo deste evento, quem fez, foi a VTB

Uma paradinha básica para uma informação muito bacana!


Está vendo este criativo e inspirado logotipo em forma de digital verde, para o Fórum Internacional de Sustentabilidade em Manaus? Pois bem: é uma criação da diretora de arte ViVian Tachian Battiloro, da agência TUDO, para a Maior Entretenimento.

A criação foi escolhida para ser a marca registrada do evento que reunirá os palestrantes Al Gore, ex-vice presidente dos Estados Unidos, o cinesta James Cameron (sim, ele mesmo, do Titanic e do Avatar) e o cientista e ecólogo Thomas Lovejoy.

"Okay, você venceu, batatas fritas", está pensando... "e kiko"? É que a Vivian é minha "prima-de-araque". Sua mãe e a minha - já mencionada aqui, por causa de #havaianas - trabalharam juntas na Alpargatas; eram amigas assim, tipo assim "unha e carne". E como são amizades como estas que geram estas "primas-de-araque", que viram "irmãs para uma vida toda", a gente tem mais é que prestigiar e divulgar o trabalho talentoso e, agora, também reconhecido, não?

O envolvimento da Vivian com a Mosaico é ainda mais intenso. Ela é responsável pela atualização da logomarca da minha empresa, que, em breve, vai unir site, blog, twitter, enfim, as mídias sociais, o site e todas as ferramentas pelas quais conversamos, minha sócia e eu, com nossos mercados, parceiros, amigos etc.. Mas aí, claro, o lançamento, virá no tempo certo - vocês não perdem por esperar.

Para conhecer um pouco mais do trabalho dessa fera em design, basta clicar aqui!

Tempo, espaço e autonomia


Segundo Gil Giardelli, um dos palestrantes da 4ª. edição do WebExpoForum, realizado em São Paulo, de 17 a 19 de março, estas são as três coisas que a internet proporcionou ao ser humano. Mas será mesmo? Eu tenho minhas dúvidas – sei que ganhei muito mais tempo, no sentido de hoje, graças a ela e suas ferramentas maravilhosas – cada vez mais, diga-se de passagem – eu produzir numa progressão antes geométrica e agora algorítmica (RS!). Mas será que por causa disso, e de tantas outras coisas que se agregaram ao espaço Internet, eu, na verdade, ter acabado sem o tempo do qual preciso para cuidar de mim, do meu filho, da minha casa e casca (o corpinho!), das relações no mundo que chamo de 0.0 (zero-pontozero)?

Ainda entro em seminário direto sobre isso com ele, porque acho válido discutir os dois lados que a moeda internet nos mostra, mas, por ora, vou deixar o leitor extasiar-se com a cobertura da palestra coberta pela estudante de Jornalismo Fernanda Hellmeister Martins, a @fekazi, que, como 10 entre 10 alunos ou espectadores do @gilgiardelli, amaram-no como apresentador. Não é para menos – ano passado, fui eu e a matéria continua aqui, basta uma busca rápida! Então, a partir do próximo parágrafo... Gil Giardelli, por Fernanda Martins!

Os números não mentem jamais

Afinal, acordar cedo, pegar ônibus, metrô, passar horas durante esse processo todo vale muito a pena quando se trata de assistir a uma palestra do Gil Giardelli. Não importa se você já entende do assunto, se já está totalmente familiarizado com as redes sociais, ou se está tentando entrar no meio.

Há os que já assistiram mais de uma vez e não se cansam nunca, as aulas do Gil chegam a dar vertigens, ele conduz os ouvintes a um verdadeiro passeio pela história da web 2.0, dá exemplos de redes sociais, e traz a tona citações que transitam entre o que há de mais moderno nas referências de estudo das redes sociais e autores antigos como Platão e outros filósofos.

Gil Giardelli é um pensador das redes sociais e novas mídias. Mostra as tendências do futuro fazendo referências ao passado. Ao começar, em seu passeio, pelas novas mídias, Gil cita que o Orkut está além de ser apenas uma rede e passou a ser um fator determinante para a inclusão social. Já no Twitter, apenas 1% dos usuários produzem conteúdo, 4% replicam e o restante apenas observa. No fim, Giardelli ainda questiona "em qual delas você quer se classificar?".

Sobre o famigerado diploma

"Diplomas vão ter prazo de validade. A inovação não ocorre apenas nas universidades", Gil questiona o papel da Academia nos estudos das redes sociais e também a linguagem que os produtores de conteúdos utilizam. Para ele, "72% dos brasileiros são analfabetos funcionais", mostrando como se deve levar em consideração a realidade do país. Quanto aos dados apontados na palestra, os referentes às redes sociais espantam até mesmo os que não desgrudam de seus Twitter, Facebooks e Orkuts: enquanto 79% dos brasileiros conectados estão em redes sociais, 52% dos internautas interagem com suas marcas favoritas. "Nós, humanos, somos a mídia agora e um dia seremos todos 'avatares'", disse, fazendo uma referência à renovação dos espíritos pioneiros nas redes sociais, onde os grupos são pequenos, mas a grande mudança, na verdade, é a arte da descentralização.

Não é preciso ir muito longe para presenciar o reconhecimento do seu trabalho. Basta ir na seção de Comentários de seu site pessoal (http://www.gilgiardelli.com.br). Lá, leitores, ouvintes e alunos de Gil Giardelli deixam claro o que pensam dele:

"Gostaria de dizer que me identifico muito com tudo isso, principalmente com a sua inquietude, com a quebra de paradigmas e com sua preocupação em inovar. Meus parabéns pelo trabalho e principalmente pelo brilho nos olhos", escreveu Rafael Mosca.

No fim, o último slide empolga os que assistiram atônitos à sua palestra. A frase de despedida dizia assim: "Humanos do mundo. Uni-vos!". E então o público vai embora pensativo com a certeza de que aquelas palavras ainda iriam repercutir muito na cabeça de cada um. Será que Gil tem mesmo esse poder? As pessoas não negam e continuam em êxtase após o final.

Gil Giardelli é especialista no Mundo.com, com 11 anos de experiência na era digital. Coordenador dos Cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, economia criativa e empreendedorismo na era digital. Palestrante em mais de 450 eventos como RioInfo, Fórum de Inovação RJ,#WebExpoForum, e em empresas como Banco Real, Visanet, Vivo, Natura, Motorola entre outras.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Superusuários: quando o valor da marca está bem perto, nos funcionários


Ao discutir formas de mensurar o retorno das redes sociais para as empresas, o Chief Marketing Officer da consultoria americana Lithium, Sanjay Dholakya, apresentou um interessante dado: 17% das empresas já demitiram funcionários por mau uso das redes sociais. Suas sugestões não foram diferentes das de muitos brasileiros que dia-a-dia fazem suas consultorias aqui - a empresa deve definir muito bem as metas corporativas e depois construir uma rede social para interagir com seus clientes. "Mas é preciso cautela: só entrar quando tiver os objetivos definidos de antemão", disse.

Segundo Sanjay, antes de se pensar em entrar numa rede, vale a pena saber se, dentro da empresa, existem usuários de redes que possam funcionar como evangelistas de marca, porque um usuário que advoga sua marca vale em média 50 mil dólares por ano. "É necessário investir nesses super usuários", porque além de conhecerem as ferramentas – eles sabem como agregar valor à marca.

(Texto de Fernanda H. Martins; foto https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Am1aZoQ5do5_PKacPwmV_GpZVRCeXMOnleR5RA-Inox7R3dHNo9tXcEdUqubcRpxXl0yQOOB0AkHg9XSTn6alHxyl7USzW9GugTNwFRZwK1E0NFDU4IOhVqRNWVVKtbjAQoKA68U4-w/s1600-h/fired.jpg)

Eu quero, tu queres, mas e a empresa... vai fazer? Patrícia Amaro entrega a tendência que vem por aí e que eu reclamo desde antes de #havaianas!


Esta semana, o Blog Mosaico Social continua na divulgação do que marcou a 4a. edição do #WebExpoforum. No painel sobre comércio eletrônico 2.0, o tempo foi considerado o grande driver do crescimento do e-commerce. "O tempo está cada vez mais sendo valorizado pelo consumidor – e não é para menos, já que tempo é dinheiro e ganha aquele que conseguir vender e fazer atendimento pós-venda no menor tempo possível – é isso que gera uma descentralização do mercado.

Patrícia Amaro, gerente de marketing da Surya Brasil disse que esta é a nova tendência de preocupação das empresas (o que me ganhou, de cara, já que venho usando meu blog para reclamar isso, como consumidora * - nota da editora Vany Laubé, sobre a matéria da Fernanda H. Martins). Segundo ela, à medida que elas oferecerem cada vez mais o que o consumidor quer, além de se preocupar com a educação, ensinando as pessoas a comprarem pelo e-commerce, elas vão se diferenciar e crescer em relação às demais. (clap, clap, clap – palmas para ela – nota da editora!) (Imagem: http://napse.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/comercio-eletronico.jpeg)

sexta-feira, 19 de março de 2010

A era da generosidade juntando pessoas para o bem comum

Hoje, último dia da 4ª edição do WebExpoForum, houve um momento em que os flashes pipocaram para um grupo muito especial. Mas não era de key note speakers ou de fontes notórias das mídias sociais. Por alguns instantes, as atenções se voltaram mesmo para um time que fez a "etiqueta" ou hashtag, como é mais conhecido o termo #webexpoforum bombar durante esta semana no Twitter.

A equipe formada por @fekazi, @re_alves, @lebravo, @bignato, @paulapc, @stearruda, @paulapc, @lenalondero, @estudiodecom, @carloscarreiro, @nessamafra, @cadufonseca @AlexSouzaNet e @mosaicosocial está aí na foto, tirada hoje. Mas ainda incluiu uma porção de gente que não pôde comparecer para a foto, como a Lele_Fagundes, o @machadow, ou outros, que tiveram que sair mais cedo, ou os que retwittaram de casa, de outras cidades, como a @RezelDezel, enfim... Os twitteiros, blogueiros, jornalistas, ou amigos #tudodebom (como o Claudiney escreveu no meu crachá - achei o máximo...) vieram para ficar e são a primeira peneira do sucesso do evento.

A cobertura com o que vimos e ouvimos – Fernanda Hellmeister Martins e eu, Vany Laubé – durante estes três dias de evento continua, mas este parêntesis era mais que merecido.

O que ele revela é, sobretudo, como as mídias sociais realmente aproximam pessoas que nunca se viram, mas cujo interesse comum é suficiente para torná-las tão próximas e confiantes umas das outras, como se num grupo de amigos de longa data. O que Gil Giardelli falou na edição passada do Web Expo Forum, eu vivi hoje, com esta turma, a maior parte dela com metade da minha idade. Uma delícia literalmente compartilhar benjamins e extensão, porque a contrapartida deles trocarem informação perdida, material e fotos, segurarem meu computador enquanto eu tirava fotos, ou mesmo oferecer uma sobremesa, como fez o @Lebravo, que, como palestrante gentilmente ofereceu o regalo aos demais colegas (#prontofalei) foi sempre natural e espontânea. Todos "dando uma força" a todos para o bem comum. Isso foi e é resultado desta nova era – mais um ensinamento desta nova geração. Valeu e está valendo. Peço desculpas se me esqueci de algum colega. Para a Fernanda deixo o dever de consertar (RS!) ;o)

Empreender é preciso

Empreender já foi pior, mas é um projeto cada vez mais viável no Brasil. A frase otimista é de Gilson Schwartz, que deixou uma sólida carreira construída num banco privado multinacional para fundar a Cidade do Conhecimento e virar curador do projeto que lançou esta manhã do dia 19 de março, durante o último dia da 4ª. edição do WebExpoForum, Conflitos Globais, uma plataforma em jogo, que combina ainda rede social e novas práticas de educação.

A ele juntaram-se Flávio Pripas, também um ex-funcionário da área financeira, atual sócio do portal de moda ByMK, e Daniel Wjuniski, diretor do Portal Minha Vida, este último voltado para saúde e o bem estar das pessoas. Eles participaram do Painel: Desafios do Empreendedorismo Digital.

Os cases de cada um revelam a realidade de quem deixa a vida eventualmente confortável de um emprego com carteira assinada para empreender num mundo ainda cheio de incógnitas. Histórias semelhantes foram contadas pelos três que, não raro, apresentaram-se como seus próprios gerentes, trocadores de lâmpadas, secretários, boys, financeiros, negociantes etc.. Não é fácil ser intrapeneur num país em que os impostos são muito pesados e a qualidade da mão de obra está a desejar em várias áreas, mas é preciso – para criar novos nichos – com criatividade para ser independente, crescer e, sobretudo, fazer a diferença. Basicamente foi a mensagem de todos os três empresários e a diferença dos três – informação batida como uma mesma tecla em várias palestras este ano aqui no evento foi a do conteúdo personalizado.

A internet como um espaço de troca de informação de massa não será paga como tal. As pessoas vão pagar pelo que considerar informação de valor – pelo conteúdo personalizado, criado para nichos. É o que particularmente discuto – com algumas pessoas do Twitter que, como eu, têm a mesma visão, sobre a questão qualidade x quantidade. Você tem que construir credibilidade, para construir qualidade e, com ela, você vai poder cobrar, vai se sobressair para poder agregar ao ponto de se tornar lucrativo, porque, no meio de joio e trigo, você faz a diferença, agrega valor. Assim, o projeto do Portal ByMK ganha com branded channels porque posta vídeos com conteúdos diferenciados – dicas de como melhor calçar um tipo de sapato – enquanto o portal Minha Vida tem como foco realmente solucionar problemas de bem estar da sociedade, tirá-la do sedentarismo com dicas que dão certo – e, agora, o projeto Conflitos Sociais, tenderá ao sucesso à medida que visa aproximar Ensino Médio e Superior nas novas mídias e integrar lúdico e lúcido! "Seja como for, se você tem conteúdo, tecnologia, pessoas qualificadas e entrega diferença, suas chances de vencer como empreendedor serão bem grandes", finalizou Daniel Wjuniski. (Texto de Vany Laubé)

quinta-feira, 18 de março de 2010

A vez dos consumidores. Passado um ano, a mensagem é: O modelo de negócios unilateral - de cima para baixo - acabou


#WebExpoForum: A hora e a vez do celular para atualização das redes; a idade da internet, que está envelhecendo, junto com o País, a migração do foco da publicidade – da criação para a estratégia, ouvindo o consumidor ao invés de criar a necessidade para ele – e a era dos blogs; o que fazer para dar certo como marca. Tudo isso fez surgir da tarde da segunda metade do 1º dia de cobertura do evento, aqui pelo blog Mosaico Social o seguinte comentário da repórter Fernanda Hellmeister Martins, ao me entregar os textos que seguem: “Estou assimilando nestes encontros, durante o evento muito mais do que em anos na faculdade”. No mínimo emblemático da ainda enorme distância entre o que se aprende nos bancos das escolas e o que se vive no dia-a-dia das empresas e o que se vê de tendências de mercado.

Nessa tarde, pelas suas mãos, o blog cobriu assuntos de todos os grupos do fórum – é incrível a agilidade da Fernanda e sua sede de informação – estou encantada com ela. Espero que os leitores deste espaço também curtam e comentem. Amanhã tem mais!


• Do Workshop Web-Tech - “Os desafios da Gestão de Conteúdos para Multiplataformas: Dos vídeos ao vivo ou gerados por usuários às campanhas de marketing”. O palestrante foi Fabiano Carneiro, diretor de negócios da Endavomedia/Abrangenet;
• Do Whorkshop Web Business - Games Online e criação de redes de relacionamento” com Julio Vieitez, presidente da Level Up!;
• Do Congresso – o painel “Qual o novo modelo da publicidade 2.0”, com Enor Paiano (UOL), Marcelo Lobianco (IG), Marcelo Prais (AlmapBBDO) e Paolla Rodrigues (TIM);
• Do Whorkshop Web Business - “Blog como fonte de negócios”, com Edney Souza, diretor da Polvora! Comunicação.

Fabiano Carneiro: “Cresce o número de pessoas que atualizam suas redes pelo celular”.
Gerir conteúdos para multiplataformas não é para qualquer um. Que o diga Fabiano Carneiro que dirige os negócios da Endaviomedia/Abrangenet, para quem o grande desafio está em saber como ganhar dinheiro em cima do on-line, uma vez que os conteúdos gerados pelos usuários das redes sociais chegam perto de 1 bilhão. Com a crescente tendência dos conteúdos gerados ao vivo, e a necessidade de se possuir uma plataforma que padronize vídeos para que os usuários a utilizem da forma que quiserem, Fabiano – adepto da nova linha de pensamento pela qual é o consumidor o novo driver do mercado é quem sugere. “Não aceitem nenhuma plataforma que não facilite a entrada dos conteúdos nas redes sociais, como postar links, fotos, vídeos”, alertou. O seja, caberá a nós este trabalho de fazer a indústria nos dar o que, de fato, precisaremos!

“Fazer gestão de conteúdo não é simples, é necessário pensar em tudo, não se pode focar apenas na tevê, celular ou no computador. É necessário pensar em todas as três mídias simultaneamente”, frisou. De acordo com o diretor de negócios da Endavomedia, antes de se produzir um vídeo é prioritário se perguntar:
• Quem vai acessar esse vídeo?
• De onde vem o conteúdo?
• Como o usuário vai acessar esse conteúdo?
• Em qual padrão eu vou projetá-lo?
• Eu tenho a gestão desse conteúdo?

Os dados não mentem: “20% dos usuários de games têm mais de 20 anos”
Fundada na Ásia em 2002, a Level Up! Opera nas Filipinas, Índia e no Brasil, onde está presente desde 2004, associada à Tec Toy, empresa nacional consolidada no mercado de games. Aqui, é pioneira no mercado brasileiro de jogos online, a Level Up! desenvolvendo parcerias com os principais produtores de games do mundo. Graças a isso, a empresa oferece os melhores e mais aguardados conteúdos, com títulos totalmente traduzidos para o Português, além de comercializar, com exclusividade, acesso aos servidores Internacionais de jogos de grande sucesso. Coube ao seu presidente no Brasil, Julio Vieitez, uma tarefa bastante instigante: revelar os dados dos usuários de games no Brasil e no mundo.

O país que mais usufrui dos jogos online é a Coréia do Sul, com 45% de sua população conectada nos games. “O Brasil tende a crescer muito em 2010”, adiantou, dizendo que o Grand Chase é o game mais jogado em todo mundo. Como é sabido, tanto fora quanto aqui no Brasil, em geral, a maioria dos jogadores é de homens, “as mulheres tem participação pequena”, complementou. Mas, alguas outras revelações causaram surpresa:

1) A idade dos jogadores está aumentando – 20% dos homens que compram e jogam têm mais de 20 anos
2) O mundo dos games acontece numa escala de 24/7. “No ano passado 30 mil pessoas passaram o reveillon jogando um de nossos jogos” (credo! * nota da editora – Vany Laubé) e isso se deve ao fato de que jogos também são formas de relacionamento. “É praticamente impossível alguém jogar online sem se relacionar.”
3) A média de uso dos jogadores por dia é de duas horas e meia. Durante o mês são gastos 60 horas dentro de cada jogo.

Com tanto envolvimento com os games, não é de se estranhar que haja vários casos de namoro e casamentos entre pessoas que se conheceram jogando. Outro dado revelado, mas sem números.

Publicidade: passado o boom do sucesso das mídias, a pergunta continua – para onde vai?


Marcelo Lobianco (@Lobianco) apontou para o cuidado que as marcas devem ter com seus consumidores – quem não os ouvir vai se dar mal: “a publicidade digital é diferente da publicidade tradicional, não devemos confundir as duas”. Para Enor Paiano, antigamente o foco do marketing estava na Criação. “Hoje além de pensar nisso, é preciso antes, pensar na Estratégia”. Paolla Rodrigues da TIM deixou sua mensagem em torno de como fazer comunicação nesse ambiente digital. “Começa por entender que esse ambiente está em transformação”, disse Marcelo Prais.”Em mídia estamos vivendo um grande momento agora. A voz do consumidor está aparecendo muito forte”. Paolla Rodrigues acha ainda que marcar presença na web 2.0, significa ser relevante, levar conteúdo, envolver pessoas com a marca. O trabalho das redes sociais é extremamente importante, mas é necessário dedicar tempo e recursos. “Empresas: sempre escutem seus consumidores atentamente na web 2.0”, conclamou Paolla.

A era dos blogs


Edney Souza (@interney), daPolvora!Comunicação teve foco na relação das empresas com seus blogs e demais redes sociais. Ter um website não significa apenas uma oportunidade de publicar conteúdo, é necessário que as empresas estejam atentas e dispostas a conversar com as pessoas. “Reputação se consegue produzindo um material de qualidade, e audiência através de uma boa divulgação”, informou. Para o diretor, a instituição que quer vender um conceito e entrar nas redes sociais deve criar um canal com conteúdo exclusivo e logo compartilhá-lo com outras redes. Nos textos, deve-se tomar cuidado para que não pareça comercial, “é necessário que o leitor interprete o conteúdo como serviço”.

“Devemos sempre pensar no comportamento do usuário, conhecer esse comportamento, desejo, anseios e produzir algo alinhado a isso. Qualquer coisa a mais será visto como excesso de propaganda“.