segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais um ano se passou...



E, o que há de novo em mídias sociais?

Quem se lembra da música do Cassiano, "A Lua e eu"?. Pois é, mais um ano se passou, eu nem ouvi falar seu nome, porque fiquei – eu e mais alguns milhões de profissionais - enfurnada no estudo constante das novidades sobre as mídias sociais. "A Lua e eeeeu".

A lua segue diariamente sua maré em constantes e programadas mutações; o Facebook parece ser a rede social que mais aparece nas mídias – tradicionais e novas – em manchetes devido a escândalos ou notícias sobre problemas com privacidade de dados de clientes e/ou parcerias nem tão transparentes assim. Fora isso, as novidades das timelines de jornais e Twitter concentram-se em infográficos cada vez mais elaborados. Seus conteúdos? Senão reprise de como lidar com as mesmas mídias que estão aí, o vai-e-vem de suas performances na web – acessado por milhões de computadores em desktops ou laptops, netbooks e similares, na mídia que deverá, em breve, desbancar tudo isso: os celulares do tipo I-touch.

Por pouco mais de 15 dias, fiquei fora do Twitter, minha rede social preferida, e o que vejo de mais interessante? Exatamente as discussões – quase súplicas do mercado acerca da Apple investir logo na compra do Android para acabar de vez com caprichos egocêntricos de seus próprios funcionários para abraçar a hegemonia do mercado e, com Google, assumir a frente do mundo convergente.

Mas, e sobre as mídias sociais? Muito pouco ou quase nada de NOVO. Senão, vejamos:

  1. Evan Williams, um dos sócios do #Twitter anunciou (e eu... acreditei!) poucas horas depois do anúncio de que o Brasil sediaria as próximas Olímpiadas, que, em princípio de Janeiro, a plataforma estaria traduzida para o Português. Até agora, nada.
  2. Mesmo com injeção de capital, muita gente apostando no vôo de águia do pássaro, ele continua piando bastante, mas somente agora começa e, ainda muito timidamente, a dar suas primeiras tentativas de vôo comercial. Depois da entrada de Toy Story 3D em maio... ninguém mais se atreveu a investir nele e se o fez, não aparece nas listas do trend topic. Por que? Numa breve tentativa de busca de informação, tanto no Google quanto no próprio Twitter, nada!
  3. E o próprio Facebook? Depois daquela mudança de visual que pouco agradou aos usuários, gerando até um dia, em maio, para um Au revoir geral – não deu certo, é verdade - parou de trazer novidades que pudessem ser mote de matérias. Quem aprendeu a se dar bem com a ferramenta está faturando – empresa, pessoa ou hacker, conforme mostrou a revista Época da semana passada, em detalhes.
  4. Isso sem falar na onda Google, que entrou num marasmo de dar dó, bem como o Orkut – que, apenas para não deixar por menos, acrescentou uns papéis de fundo e uns gadgetzinhos para seu público não abandoná-lo de vez.

No mais, o que sucede-se a todo o boom que aconteceu em 2009 foi ou me parece estar sendo é o de que – fora a enorme facilidade de contato com pessoas com as quais você jamais teria acesso antes "na história deste País" ou mesmo mundialmente –, tenho a impressão de que as mídias sociais vivem uma curva de estabilização no que têm para oferecer como tecnologia. O que virá, agora, dependerá do uso que faremos e/ou já estamos fazendo delas. Será? Este post é uma provocação, e, certamente, terá continução. Até lá... ficamos com a música de Cassiano... A Lua e euuuuuu....(foto: 3.bp.blogspot.com/.../S900-R/Lua1.jpg)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nós e a Internet: Burros ou superficiais?


Fui escrever um comentário surgido a partir de um tweet enviado pelo Grupo Foco esta manhã, mas como nunca consigo ficar somente em apenas cinco linhas, acabou que ele virou um...post! Por isso, achei que seria bacana dividi-lo com todos, why not? Na verdade, achei que valeria a pena porque logo na sequencia, o jornalista José Luiz Goldfarb usou o mesmo ambiente virtual do pássaro azul para defender uma lei da ONU – Organização das Nações Unidas – de tornar a leitura para bebês uma prática obrigatória. E, como eu, desde que meu filhote era bebê, pratiquei esta ideia, conforme prova o flagra da sua imagem aqui na tenra idade de um ano, achei que valia a pena juntar também os dois assuntos, como não é raro em meus posts aqui neste espaço social de pequenos mosaicos...

Não, não creio que a internet esteja nos tornando mais burros – muito pelo contrário. Graças a ela temos mais acesso a mais conteúdo de mais tipos de mídia – "como nunca antes na história da" civilização.

Acho que o que ela pode estar fazendo com a gente é nos tornar superficiais. Afinal, a quantidade de informações a nos distrair é tamanha, que na ânsia de querer assimilá-las, acabamos por ler na diagonal, tentar pegar o “sumo da laranja” – e, não raro, não entramos a fundo na leitura. Numa comparação tosca, percebe-se quem é da geração "baby boomers" e Y na internet ao ler diferentes blogs. Os que contiverem textos de até 10 linhas são inevitavelmente escritos pelos últimos e os de textos mais longos ( tipo assim, os meus, rsrs) bingo!

O que segue, é parte do que foi enviado como comentário ao post da Foco (que nem sei se foi publicado) com o tempero que me permiti fazer depois, para este meu blog, claro. (Foto: álbum de família)

Como soube deste material via Twitter, entro com meu arroba! ;o) Então, entro como @mosaicosocial

A manchete foi boa, mas não reflete nem o material do livro, muito menos o conteúdo sobre o qual este post versa. Uma coisa é achar que a internet possa estar nos tornando burros, o que me trouxe aqui para - logo de cara - fazer um desagravo! Mas o próprio texto do colega Rafael Kenski aborda que, na verdade, o tema tratado é o da superficialidade. Convenhamos, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Sou exatamente da geração que estava no mercado de trabalho e pegou a introdução da internet em todas as cadeias produtivas, gradativamente, mudando carreiras, acabando com algumas, tornando outras melhores. Dizer que a Internet esteja nos "burrificando" (adoro um neologismo, Eline e Tati, que me acompanham no Twitter sabem!) é D+. Acredito muito que, graças a ela, minha geração, inclusive, teve acesso a uma riqueza de informação "nunca antes vista" neste e em qualquer outro País, simultaneamente ou em diferentes lugares, de diferentes fontes.

Troquei, em 1993, a oportunidade de ir pessoalmente pela viagem virtual ao Louvre ao comprar meu primeiro PC, uma coisa que - comparativamente - equivalia a toda viagem paga a Europa por uns bons 15 dias. Fui da geração BBS, Alternex etc...

Não canso de dizer e repetir, como papagaio do jornalista Paulo Henrique Amorim, quando o Google começou, que ele era nosso "oráculo". Isso antes de se tornar, poucos anos depois, nosso maior "algoz", de certa forma. Porque, tornando o jornalismo de indexação o grande "ovo de colombo" de sua patente algorítmica, apesar de como PR, achar fantástica a ideia, como jornalista e produtora de conteúdo, vejo meu mundo cair. De qualquer forma, no frigir dos ovos, esta passa a ser outra discussão.

Generalista ao extremo

Sim, existe superficialidade cada vez maior. Mas isso se deve ao fato de nossos cérebros ainda estarem se acostumando à imensa quantidade de informação que recebe diariamente. É preciso tempo para que eles consigam se formatar para processar tudo isso. E acho que a cada geração temos provas do quanto isso está ocorrendo. Eu saí da maternidade enrolada num cobertor (o cueiro) com meus braços “amarrados”. Meu filho, este já saiu de olhos abertos – parecendo me reconhecer por onde eu fosse. Eu já conversava com ele na barriga, cantava-lhe músicas ou colocava algumas para ouvir - clássicas, de acordo com o signo dele, tudo o que aprendi em curso de mãe e busquei fazer usando o bom senso.

O livro

Aí ele nasceu e vieram os livros infantis – seu primeiro contato com as letrinhas. Porque seu nome é Daniel, ele ganhou a saga de Daniel na cova dos Leões, este que ele "lê" na foto deste post. Mas, claro, ele teve os livros de bebês de pano, de plástico, imagina, livros que podem ir para a banheira, com grandes e deliciosas figuras educativas? Nós, que vivemos delas e adoramos as letras, que não tivemos nada isso, viajamos de alegria e curtimos mais que eles as tardes em livrarias com contadores de histórias a caráter... fizemos muito disso em tardes de sábado... Bom, mas Daniel teve... superlegal.

Me perco, então, imaginando como será a geração dos filhos dele, ou as gerações que virão ainda depois destas? No mínimo, devem sair da maternidade já andando e com os dedinhos brincando provavelmente numa terceira geração de iPAD, quem sabe um ZPad... Alguém duvida?

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pessoas são pessoas ... e nenhuma tecnologia vai substitui-las



O inverno nem começou...e o meu blog está mesmo em ritmo de hibernação. Em parte porque a gente - que lida com estudo, avaliação, análise e até aconselhamento sobre uso, contratação, planejamento e aplicação de ações de novas mídias no ambiente corporativo - também vive problemas do dia a dia como todos os nossos assessorados.

Por mais preparados que sejamos em nossos planejamentos, orçamentos, agendas ou detalhistas e precisos, devemos ter em conta que lidamos e somos invariavelmente pessoas.

Sim, eu aguardava que meu próximo post, depois de todo o barulho feito antes do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 - ocasião em que modestamente ainda lancei o press-release sobre as mudanças da Mosaico Pró-Comunicação, que passou a ser +Mosaico Negócios & Comunicação -,pudesse já estar embalado num novo enquadramento visual, alegre como a cara da +Mosaico, a exemplo do novo site e do novo twitter corporativo, anunciado também no press-release.

Aquele post deveria ter sido divulgado, no máximo, no dia 28 de maio. Eu me preparei para isso. Com atencedência ímpar. Planejamento, datas, tudo. Obviamente o post traria o link para a apresentação feita após o #congresso3em1, bem como o pequeno folder distribuído, com dicas adicionais aos que foram pessoalmente me ouvir no Workshop, que nunca será a mesma coisa que apenas baixar o powerpoint.

Bem, como a realidade mostrou, apresentação e folder foram colocados à disposição via outras mídias: twitter, Linked-in pessoal, Facebook pessoal e via a página nova criada para a +Mosaico também, mas não via blog.

Pessoas são pessoas

O que aconteceu? Simples, como Sherlock Holmes diria a Watson. É que o processo de migração para a nova cara que a esta altura do campeonato deveria estar pronta e que hoje foi propositalmente trocada para preta não rolou porque tanto do lado de cá, na ponta do emissor, quanto do lado de lá, na ponta do receptor das mensagens deste processo que envolve Comunicação existem pessoas. E também no meio deste grupo, quando você ainda depende de outro grupo para integrar informações e finalizar detalhes.

Por mais que afeitas às novas tecnologias, por mais competentes e brilhantes que emissores e receptores sejam em suas especialidades, somos ora cada um alternando-se numa função, pessoas. E como tais, somos constantemente acometidas de:

* Sentimentos obtusos,
* Problemas de entendimento,
* Problemas que interferem no entendimento em determinado momento,
* Facilidades e competências para algumas questões fantásticas
* Dificuldades extremas para outras
* E um rol de outras variáveis que se listadas, encherá mais que um blog inteiro.

Mas que, toda a tecnologia empregada, seja teleconferência, skype, sms, e-mail, twitter, o raio-que-nos-parta não será suficiente se qualquer das variáveis citadas ou não interferir na Comunicação por todo o processo, de mão dupla, contínuo e, que, por isso, mesmo, pode travar o todo, tornando-o inexequível em determinado momento.

Será o fim da linha? Que nada. Longe de entregar os pontos e continuamente estudando as mídias sociais, seu impacto sobre meu trabalho e as pessoas, e, tendo vivido recentemente uma outra experiência, de um mal entendido terrível no twitter por um erro de leitura que me remeteu novamente à questão do emissor->receptor é que pensei exatamente no fato de poder constatar que acima de mídias, métricas, tecnologias e o que vier para mudar a "ordem mundial econômica e social" que vem provocando tsunamis, mimimis, mal-entendidos e novas pazes em ambientes tão díspares quanto antes inimgináveis, ainda e "graças a Deus" somos pessoas por detrás de máquinas.

Com todos os nossos defeitos, pluralidades, limites e mazelas para melhorar todos os dias, se quisermos, se pudermos, se for de nossa intenção, somos gente. O que as tecnologias talvez estejam fazendo seja exacerbar o que temos de melhor e pior. Eu continuo no time de quem está dentro do bonde - a sair dele e perdê-lo de vez. Quem nunca se "machucou", que jogue a primeira pedra.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, Workshop 3:

Por que as empresas precisam entender as mídias sociais e aprender sobre elas?

Meu perfil no tweeter @mosaicosocial é bem claro. Sou eterna aprendiz das mídias sociais, porque "o tempo não pára" e elas também não. Uma vez dentro deste mundo, você vira um aluno para sempre. Descobri isso desde o primeiro instante em que comecei a me interessar por elas e estudá-las a fundo, ao decidir que 2009 seria meu "ano sabático" - dedicado exclusivamente a elas.

Mas, por que esta história de aprendiz para sempre? A simples razão está no fato de que a criação de tecnologia, seja ela científica, robótica, de automóveis, para levar o ser humano a ir a outras galáxias... é o que move o ser humano a ser... humano. E isso não pára nunca - a não ser por questões políticas.

É da nossa natureza querer descobrir "de onde viemos, para onde vamos, como se faz isso?". Desde bebês, queremos desmontar e remontar, abrir, saber o que significa isso e aquilo, ou no que dá se misturarmos substâncias químicas, que novos elementos - radioativos ou não - ainda podemos incluir na tabela periódica de Química?

Isso nos faz humanos pela nossa (ir)racionalidade. E foi isso que nos trouxe até onde chegamos. Por um lado, convivemos com um fantástico nível de desenvolvimento de fazer o Iron Man do delicioso Robert Downey Junior (sim, nós mulheres tamnbém achamos os atores deliciosos, não é só os homens que podem falar de Angelina Jolie ou Scarlett Johansson!) se tornar realidade em muito pouco tempo.

Entretanto, como toda moeda tem dois lados, o mais triste é que nos lamentamos por ainda termos que conviver com Etiópias, Chernobyls (já escrito aqui neste blog, num emblemático post intitulado 'Quanto você quer pagar pelo século XXI?'), desastres ecológicos os quais, por toda a tecnologia que detemos, nos questionamos. Como pudemos deixar isso acontecer? Como não tivemos controle sobre as tsunamis, as chuvas, as enchentes, as nevascas?

Não tenho dúvidas de que o Manifesto Cluetrain tenha sido um ato revolucionário em si. E que a Internet tenha sido "vazada" a partir de questionamentos como estes, por pessoas como as que fizeram do Ficha Limpa o primeiro movimento político viral realmente dar certo aqui. Nada acontece por acaso e se as mídias sociais estão no mercado, é por uma razão também. Eu vou falar sobre isso durante o Workshop 3 deste que está sendo chamado de "congresso 3 em 1", por todas as características divulgadas em vários locais.

Até lá, os já inscritos e os que ainda podem se inscrever, ficam com esta outra palha! ;o)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Pondo a mão na massa: uma palhinha...

O dia 27 está logo ali. Em poucos dias, começa mais uma edição de um Congresso Mega Brasil de Comunicação, a primeira com três grandes eventos e, também, a primeira com cursos e workshops diferentes, depois do bom que foi o das mídias sociais.

Na manhã deste dia, de 9h20 às 11h50, terei a honra de ajudar a uma turma de mais de 15 pessoas já cadastradas a colocarem a mão na massa criar um perfil corporativo no Twitter (minha ferramenta predileta!) e, quem sabe, já sair do evento dando seus pios. Isso, claro, depois de entender, entre outras mídias, como, dentro da área empresarial, pode-se fazer a diferença neste "admirável mundo novo".

As inscrições para o Workshop 3 ainda estão abertas. Serão, no máximo 30 pessoas na sala. Se você ainda não garantiu a sua vaga, pode fazê-lo aqui, pelo site da Mega Brasil ou pelo telefone (11) 5576-5600. Até lá, o blog deixa esta palhinha sobre um case de sucesso que bombou no mercado corporativo lá de fora.



No Workshop, haverá a apresentação de um case local, com sorteio e a presença da agência de mídias sociais responsável pela estratégia, a W2Pod. E, ainda, sairá de lá com um presentinho meu para continuar twittando depois do workshop.

Depois disso tudo, você que ainda não fez sua empresa/marca entrar neste ambiente vai ficar de fora?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Você ainda tem dúvidas do porquê estar nas mídias sociais?

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. A sensação está começando a ficar mais forte a cada dia que passa, li-te-ral-men-te. Se, em 2006, quando comecei ainda à boca pequena, a falar sobre o word-of-mouth a meus clientes, que me olhavam de soslaio (nossa, essa foi erudita - mas eu confio na geração Y, que não se acanha em entrar no Google e buscar na wikipedia o significado para não fazer cada de conteúdo, mas sim, buscar o conteúdo para discutir de igual para igual!) agora não tem mais volta. É inevitável, inexorável. De café a sanduíche, passando por computadores a políticos, vende-se de tudo no ambiente virtual, com retornos cada vez mais significativos do que os dos tradicionais meios de comunicação. Confira você e opine. Ou vai dizer que a importância midiática destas redes não é cada vez maior, mais penetrante e forte? Que atire a primeira pedra quem ainda não tenha sido atingido, de alguma forma, pela força das mídias sociais!



Não é nada? Pode não ser. Ainda, para o seu tipo de negócio. Mas vale a reflexão e a dica. Se você não entrar nela de forma pró-ativa, você pode ter que pegar o bonde andando a partir do que os clientes vierem a falar da sua marca, produto ou de você. E aí, você vai estar preparado?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Por que sua Comunicação e seu Marketing nunca mais serão os mesmos

Há inúmeras razões pelas quais vale a pena entrar no "maravilhoso mundo" novo das mídias sociais. Elas são as ferramentas por meio das quais está se formando a "nova ordem mundial" de relacionamentos e negócios, o segundo como decorrência do primeiro. Exemplos disso pululam em redes sociais mundo afora.

Aqui, uma forma simpática e simples de entender a mudança nas áreas de Marketing e Comunicação, no ambiente 'antes e depois' das mídias sociais.



Depois de assistir a este vídeo, você ainda vai ficar aí parado, sem se mexer, deixando o público falar de sua marca, o "quem cala, consente" regê-la? Até quando?

Se você é do tipo conservador, pelo menos crie um perfil mas mídias relevantes, observe e monitore o mercado até que sinta seu business pronto para a interatividade que rege esta "nova onda". Mas entenda; o movimento é inexorável. De um jeito ou de outro, se sua empresa não se lançar nele, ela será engolida. É o efeito #tsunami, do qual falaram Charlene Li e seu colega do Forrester Research, Josh Bernoff, já há algum tempo - assunto abordado em outro post aqui no mosaicosocial - em seu livro Groundswell. #olhovivofarofino.