Excepcionalmente, o post as seguir foi escrito em linguagem "falada". O motivo... #humpf, precisa? Deve ser crise-de-meia idade! Quem não entender, basta comentar e faço um tutorial legal, explicando melhor, combinado? ;)
Uma empresa bacaninha desenvolve um vídeo de tendência do que vai ser o buzz do momento (cá entre nós, as mídias sociais resolveram de vez o cacófato estranho da era da internet 1.0, em que o negócio era o "boom da vez", #nénão?), ou o que já está fazendo a cabeça de #geeks, especialistas, consultores de mídias sociais, plataformas, gadgets, widgets etc. (sempre tudo ligado a budget, mas não pode confundir, se não dá #tilt). Bastante maneiro, o vídeo, então, viraliza. Palmas!
Só que, poucos meses depois, esta mesma empresa tem que reeditar o vídeo. Se não for para mudar o conteúdo porque a tendência não se confirmou, será para incluir novidades inexistentes à época da primeira viralização.
Por que?
Até uns cinco anos atrás, quem conseguisse lançar em 12 meses uma novidade #tchaptchura (essa é de antes do @marcelotas, mas ele a resgatou e agora a nova geração resolveu adaptar para #tchiptchuri, que, acredito, deva ter algo a ver com molho argentino, mas... vai entender) era #thelegend. Agora, nos tempos atuais falar em lançamento em 12 meses, significa estar fora do mercado. O responsável de tudo? #énoisqueiroizzz (=nós mesmos).
A velocidade dos acontecimentos é apenas mais um reflexo do movimento #caudal, #tsunâmico, #cibernético, #nanotecnológico e - por que não dizer, #alucinógeno, da vontade de expressão e contribuição da humanidade. Com a tecnologia e o #opensource foi possível acelerar o processo de criação de aplicativos (= software) amigáveis e diferentes tipos de devices (=hardware). Daí para o desenvolvimento de outros conceitos e novos anglicismos como #cloudsourcing e o #crowdsourcing que - no caso específico do ambiente de negócio em mídias sociais, nem tanto da tecnologia - vai requerer muito do #crowdfunding para dar certo, foi consequência da curiosidade humana, da sincronicidade dos cérebros todos interligados numa mesma rede distribuída, além de cérebros de Joãozinho da Silva Sauro, Andrew Mc LakeNess, Ching Ling, Maya Choppra ou Franz Von Saben De Tudo. Porque vai além fronteiras.
Quando uma mesma empresa solta a versão remix da sua própria tendência, ela não está falando do que ainda virá, mas do que já é realidade. Como o blog divulgou em diferentes épocas o "Social Media Revolution?" da Socialnomics (postado acima) e o Epic, da Google, (que, clicando no nome Epic, leva para a versão original em inglês), achei bacana ter os dois juntos neste único post para mostrar exatamente isso. Right here, right now.
(**) - a #tag eu copiei do @woetter e, defensora da "Liga da Justiça da concessão de créditos que sou, está aí, a Woetter o que é de Woetter
Jornalismo, mídia social e comunicação corporativa convergente, passando por mosaico (mesmo!) e outras artes e causas...
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quinta-feira, 17 de março de 2011
sábado, 9 de janeiro de 2010
O eterno recriar das mídias sociais como resultado da tecnologia e da criatividade
Uma das coisas que mais me surpreende neste mundo das mídias sociais é a infindável capacidade de geração de coisas novas seja sobre tecnologia, arte etc, ou a junção de várias delas para gerar um novo olhar sob algo que já foi estrondosamente edificante em outro século, em outra era. Um ângulo antropológico, que acrescente graça, um colorido diferente, que une gerações e gostos diversos, perpetuando a música, fazendo-a ecoar e viralizar.
Como neste mundo, um post no twitter pode levar a um vídeo no Youtube, que, por sua vez, gera uma curiosidade que nos faz pesquisar em outros locais, eu encontrei este material, relativamente recente (de dezembro). Arte pura, magia, emoção. Brincadeira para crianças de todas as idades feita por adulto de verdade, seriamente comprometido com tempo, qualidade, todos os quesitos de direção e arte.
E como este blog tem agora de tudo um pouco, por que não, pensei? Entre um post e outro, segue um breve e delicioso recreio, do qual, tenho certeza, Fred Mercury teria orgulho e certamente entraria na roda dos muppets para curtir com eles esta Bohemian Rhapsody. Curta e, se quiser, deixe seu comentário.
Como neste mundo, um post no twitter pode levar a um vídeo no Youtube, que, por sua vez, gera uma curiosidade que nos faz pesquisar em outros locais, eu encontrei este material, relativamente recente (de dezembro). Arte pura, magia, emoção. Brincadeira para crianças de todas as idades feita por adulto de verdade, seriamente comprometido com tempo, qualidade, todos os quesitos de direção e arte.
E como este blog tem agora de tudo um pouco, por que não, pensei? Entre um post e outro, segue um breve e delicioso recreio, do qual, tenho certeza, Fred Mercury teria orgulho e certamente entraria na roda dos muppets para curtir com eles esta Bohemian Rhapsody. Curta e, se quiser, deixe seu comentário.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
O que foi 2009? Veja e comente
Um ano de muitas emoções, algumas muito boas, outras nem tanto - especialmente aqui no Brasil - que certamente não entraram neste vídeo por razões mais que óbvias. Uma delas (acho que não dá para esquecer), foi a campanha #forasarney, que não teve o grau de mortalidade eficaz para que o vírus, por mais que se espalhasse, tivesse o fim desejado - mas certamente foram 365 dias para se lembrar como o ano em que as mídias sociais definitivamente #bombaram!
E, como um vídeo tipo "milestones" (linha do tempo) é bem mais legal de se ver, faço dos "rabiscos", como ele mesmo postou em seu blog, parte de um resumo de 2009, pelo menos em linhas gerais mundiais, pelas mãos de Rob Cottingham, do Canadá. Divirta-se e comente:
E, como um vídeo tipo "milestones" (linha do tempo) é bem mais legal de se ver, faço dos "rabiscos", como ele mesmo postou em seu blog, parte de um resumo de 2009, pelo menos em linhas gerais mundiais, pelas mãos de Rob Cottingham, do Canadá. Divirta-se e comente:
terça-feira, 19 de maio de 2009
A viralização vista com olhos concretos de ser humano
Para quem não entende ainda o que é o poder da viralização das mídias sociais, eu sugiro ver esta maravilha que fizeram numa estação de trem na Antuérpia. Duzentos dançarinos foram colocados de forma a confundir os passageiros e foram, aos poucos se reunindo, num processo de viralização, para dançar, nada menos que "The sound of music", a canção tema da Noviça Rebelde - quem não se lembra dela? E que música poderia ser mais representativa deste processo senão ela própria, já que reúne as notas que formam todas as músicas?
Não há como não se deixar contaminar - literalmente - pela música, pela dança, pelo espírito de universalidade intrínseco ao processo instaurado lá, naquele instante e local, com aquela microcomunidade, localizada naquela central de trem. É contagiante, evangelizador, arrepiante, louco, emocionante, avassalador em todos os sentidos.
Integra, agrega, une, junta, não importa. Naquele momento, aquelas pessoas que nunca se encontraram, passaram a fazer parte de um momento em que elas interagiram, trocaram, somaram esforços para uma ação conjunta, social e midiática em si. Quem não tiver entendido agora, realmente, não tem como entender o ser humano em sua essência. Nem ontem, nem hoje, nem amanhã.
Seja como for, fica aqui minha homenagem, agora, ao aniversário da Declaração dos Direitos Humanos. Por um mundo melhor, com mídias sociais viralizando, mas pelo bem e para o bem (sendo Voltaire, Poliana ou apenas e simplesmente Vany, pelo Mosaico Social, por que não?)
Não há como não se deixar contaminar - literalmente - pela música, pela dança, pelo espírito de universalidade intrínseco ao processo instaurado lá, naquele instante e local, com aquela microcomunidade, localizada naquela central de trem. É contagiante, evangelizador, arrepiante, louco, emocionante, avassalador em todos os sentidos.
Integra, agrega, une, junta, não importa. Naquele momento, aquelas pessoas que nunca se encontraram, passaram a fazer parte de um momento em que elas interagiram, trocaram, somaram esforços para uma ação conjunta, social e midiática em si. Quem não tiver entendido agora, realmente, não tem como entender o ser humano em sua essência. Nem ontem, nem hoje, nem amanhã.
Seja como for, fica aqui minha homenagem, agora, ao aniversário da Declaração dos Direitos Humanos. Por um mundo melhor, com mídias sociais viralizando, mas pelo bem e para o bem (sendo Voltaire, Poliana ou apenas e simplesmente Vany, pelo Mosaico Social, por que não?)
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