quarta-feira, 7 de maio de 2014

Congresso revela necessidade do mercado corporativo de comunicação se integrar para melhor engajar marcas assessoradas

O primeiro dia do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que a Mega Brasil Comunicação realiza até amanhã, dia 8 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, mostrou que existe uma forte tendência do mercado forçando os fornecedores de comunicação: a integração das áreas como necessidade sem volta da era do engajamento.
 
Quase todas as atividades realizadas mencionaram a necessidade de o mercado de comunicação corporativa deixar seus guetos e juntar esforços para trazer melhores resultados para seus clientes.  Foi, por exemplo, o desejo manifestado por Lana Pinheiro, diretora de Comunicação da DM9DDB.  Ela disse que o momento é todo mundo junto -- ao mesmo tempo -- agora. Disse ainda que a integração deve feita com as áreas jogando limpo e aberto, no mesmo time. Paulo Nassar, diretor da Aberje - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial -, também referiu-se à integração quando mencionou as várias competências exigidas dos profissionais de comunicação 2.0. Segundo ele, essas habilidades devem levar o mercado a repensar a forma como se faz a comunicação, tornando-a mais integrada e humana.  

Seja como for, o momento envolve que as próprias marcas se engajem. E, para isso, vai ser preciso mesmo que RPs, assessores de imprensa e a turma do Marketing, de Publicidade e Propaganda entendam que essa é a vibe atual.  Com a velocidade de resposta que as redes sociais impõem, como mencionou o sócio-diretor da CDN, Andrew Grenlees, é de se esperar que as ações e reações sejam rápidas conforme a exigência desta nova era.  Para ele, no entanto, quem tem que liderar o processo da comunicação com o público é o profissional de Relações Públicas, entendido como o PR lá de fora, mais completo e voltado para todos os stakeholders.  Os cases não mentem. E foi o que o gerente executivo de Marketing da Chocolates Garoto, André Barros, mostrou ontem em sua palestra sobre como a marca foi bem sucedida ao usar sua fanpage para interagir, engajar, contando com o público para criar sua campanha para a Copa do Mundo Fifa 2014.

Resumindo, somente trabalhando de forma integrada o mercado vai conseguir atingir seu objetivo;  fazer as marcas que assessoram se engajarem diretamente com seus vários públicos.  A cereja desse bolo é o monitoramento social, que permitirá saber se a estratégia vingou ou se precisa de revisão.

Ética e valores

O primeiro dia do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa teve ainda o clamor pela ética do Ministro do STF, Marco Aurélio Mello, e fechou com uma emocionada entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação à jornalista Miriam Leitão. Aliás, Miriam foi muito gentil, não recusou uma entrevista, tirou fotos e até um #selfie com a turma da cobertura do evento, tudo isso registrado na galeria de imagens disponíveis na fanpage da Mega Brasil Comunicação.  Em seu discurso, ela citou os pais, os filhos e os netos e compartilhou a preocupação com o Brasil que será deixado para as gerações futuras. Miriam disse que precisamos comunicar os valores do nosso País, para retomar a auto estima e colocá-lo de volta nos trilhos.

Hoje, quarta-feira, dia 7 de maio, o evento já foi palco de mil outras novidades, entre elas o lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa. Até show tipo flash mob, teve por aqui.  Acabo de subir as matérias de hoje, já no ar no Jornal da Comunicação Corporativa. Feliz da vida de ter comigo os queridos amigos/colegas de trabalho - alguns de outros carnavais, outros novos integrantes - Marcos Masini, Cassia Gargantini, Daniela Fonseca, Douglas dos Reis, Laís Santos, Maurity Cazarotti, Paola Danyelle e Raissa Baldim, além do fotógrafo William Lara, sem cuja dedicação e comprometimento não teria sido possível cumprir prazos de levar a quem não pôde estar aqui  um pouco do que está acontecendo.  

terça-feira, 22 de abril de 2014

Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa: palestra sobre rádio corporativa complementa programação

A pouco menos de duas semanas para começar, a programação do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, o #CBCC2014, foi complementada com mais a palestra de número 11, até então com o  título em aberto.  O diretor da Rádioweb, Paulo Gilvane, vai abordar o tema da rádio online corporativa - uma rádio pra chamaar de sua.  
O conteúdo que será apresentado, discutido e debatido nos três dias do evento que a Mega Brasil Comunicação realiza, uma vez mais, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, está superabrangente! Não perca a chance de dar uma olhada abaixo:


Dia 06/05/2014

06/05/2014 09h30 às 10h00
Credenciamento
06/05/2014 10h00 às 11h00 - Conferência Magna de Abertura
Conferência Magna de Abertura 
Título da apresentação: Um clamor pela ética e pela cidadania
Convidados: Marco Aurélio Mello, Ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Moderação: 
06/05/2014 11h00 às 11h05
Intervalo Técnico
06/05/2014 11h05 às 13h05 - Mesa Redonda Especial
Mesa Redonda Especial - Jornalismo pós-industrial
Título da apresentação: A mídia no divã - Os desafios da sobrevivência e da relevância
Convidados: Francisco Rolfsen Belda - professor de Pós-graduação em Televisão Digital da Unesp; Maurizio Mauro - professor do Insper; Caio Tulio Costa - jornalista e Carlos Castilho - colunista do Observatório da Imprensa
Moderação: Carlos Eduardo Lins da Silva, Professor e Editor da Revista de Jornalismo ESPM
06/05/2014 13h05 às 14h05
Almoço
06/05/2014 14h05 às 15h05 - Palestras Simultâneas - Sessão 1
Palestra 01 - Integração de áreas
Título da apresentação: “Comunicação Corporativa e Publicidade: integração utópica ou solução para os tempos de revolução digital?”
Convidados: Lana Pinheiro, Diretora de Relações Institucionais e Comunicação da DM9DDB
Moderação: Nelson Tucci, Assessor de Comunicação da Abrasca


Palestra 02 - Carreira
Título da apresentação: O que mudou na atividade de Comunicação e na vida do comunicador? As novas competências e habilidades de uma carreira em transformação e evolução
Convidados: Eraldo Carneiro, Presidente do Conselho Deliberativo da Aberje - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial
Moderação: Marcia Glogowski, Diretora da RP1 Comunicação
06/05/2014 15h05 às 15h15
Intervalo Técnico
06/05/2014 15h15 às 16h15 - Palestras Simultâneas - Sessão 2
Palestra 03 - Ativação nas Redes Sociais
Título da apresentação: “Inovação brasileira – Como a Garoto, numa ação inédita, usou sua fanpage e a participação dos consumidores para criar sua campanha como patrocinadora da Copa do Mundo da FIFA 2014”.
Convidados: André Barros, gerente executivo de marketing da Chocolates Garoto
Moderação: Roberta Machado, diretora executiva da In Press Porter Novelli


Palestra 04 - Mercado
Título da apresentação: A chegada do Brasil ao circuito dos grandes grupos internacionais de comunicação integrada
Convidados: Andrew Greenlees, sócio e VP da CDN
Moderação: Eugênio Araujo, Assessor de Comunicação Institucional da Câmara Municipal de São Paulo
06/05/2014 16h15 às 16h40
Intervalo de Relacionamento
06/05/2014 16h40 às 18h00 - Mesas Redondas Simultâneas - Sessão 1
Mesa Redonda 1 - Crise e Reputação
Título da apresentação: A Comunicação, o Sourcing, o Compliance e as novas tendências do mundo corporativo para enfrentar crises e defender marcas, negócios e reputação
Convidados: Josefa Lira, Consultora de Auditoria, Compliance e Ética; Bruno Carramenha, gerente de Comunicação da Unilever, Sandy Soares, Associação Brasileira de Anunciantes e João Jose Forni, consultor em Comunicação e autor do livro "Gestão de Crises e Comunicação - O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber para enfrentar Crises Corporativas. 
Moderação: Silvio Celestino, Sócio-diretor da Alliance Coaching. 


Mesa Redonda 2 - Comunicação Eleitoral
Título da apresentação: Ativismo Digital e Pesquisas nas campanhas
Convidados: Sérgio Kobayashi, Consultor de Marketing Eleitoral e coautor dos livros Eleição Vença a Sua – As Boas Técnicas do Marketing Político” (Ateliê Editorial) e “Guia de Estilo para Candidatos ao Poder” (Editora SENAC), Antonio de Pádua Prado Jr (Paeco), diretor da APPM e Helio Gastaldi, Ibope 
Moderação: Decio Paes Manso, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Attitude
06/05/2014 18h00 às 18h10
Intervalo Técnico
06/05/2014 18h10 às 19h10 - Conferência 02 - Internacional
Conferência Internacional - Conteúdo e Marcas
Título da apresentação: Criação e distribuição de conteúdo como oportunidades de negócios para marcas
Convidados: Jason Wellcome, Líder global da área Mediaco da Weber Shandwick
Moderação: Claudia David, Diretora de comunicação para a América Latina da Bayer CropScience.
06/05/2014 19h10 às 19h30
Intervalo Técnico
06/05/2014 19h30 às 20h30 - Cerimônia do Prêmio Personalidade da Comunicação
Prêmio Personalidade da Comunicação 2014
Título da apresentação: Homenagem a jornalista Miriam Leitão
Convidados: Miriam Leitão, Jornalista e Escritora
Moderação: 
06/05/2014 20h30 às 21h30
Coquetel do Prêmio Personalidade da Comunicação
Dia 07/05/2014

07/05/2014 09h00 às 09h30 - Lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa 2014
Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa - Edição 2014
Título da apresentação: Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa - Edição 2014
Convidados: Eduardo Ribeiro, Marco Rossi e Lena Miessva
Moderação: 
07/05/2014 09h30 às 09h40
Intervalo Técnico
07/05/2014 09h40 às 11h40 - Fórum do Pensamento
Fórum do Pensamento´- O futuro que nos espera
Título da apresentação: O Brasil dos sonhos e o Brasil real
Convidados: Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau - O olhar empresarial; Fábio Barbosa, Presidente Executivo da Abril S.A. - O olhar da mídia; Gaudêncio Torquato, Professor da Universidade de São Paulo, consultor em Comunicação Empresarial e Escritor - o olhar da comunicação e da política; José Goldemberg, professor da Universidade de São Paulo, físico, cientista, ex-Secretário de Ciência e Tecnologia e ex- Ministro da Educação - o olhar da ciência
Moderação: Fatima Turci, Âncora do Programa Economia & Negócios da Record News
07/05/2014 11h40 às 11h45
Intervalo Técnico
07/05/2014 11h45 às 12h45 - Conferência 03 - Internacional
Conferência Internacional - Comunicação Digital
Título da apresentação: Como potencializar a dinâmica das informações no ambiente digital em oportunidades de engajamento. 
Convidados: Jeff Beringer, Líder global da Área Digital da GolinHarris
Moderação: José Luiz Schiavoni, Diretor da S2Publicom
07/05/2014 12h45 às 13h45
Almoço
07/05/2014 13h45 às 14h45 - Palestras Simultâneas - Sessão 3
Palestra 05 - Redes Sociais
Título da apresentação: Inteligência coletiva e comunicação publicitária
Convidados: Abel Reis, CEO da AgênciaClick Isobar
Moderação: Omar Barreto, Gerente de Comunicação do Banco do Brasil


Palestra 06 - A mídia das fontes
Título da apresentação: Como amplificar a própria voz, em contraponto às mídias tradicionais, criando suas próprias mídias
Convidados: Chico Sant'Anna, Diretor do Programa Diplomacia, da TV Senado e PhD em Ciências da Informação e da Comunicação pela Universidade de Rennes (França) 
Moderação: Mateus Furlaneto, Diretor de Relações Institucionais da Aberje 
07/05/2014 14h45 às 14h55
Intervalo Técnico
07/05/2014 14h55 às 15h55 - Palestras Simultâneas - Sessão 4
Palestra 07 - Alta Liderança
Título da apresentação: Comunicação da alta liderança: objetivos, desafios, oportunidades e melhores práticas
Convidados: Juliana Vale Marques, diretora de Comunicação do Grupo Yara
Moderação: Manoel Marcondes Neto, Diretor Presidente do OCI – Observatório da Comunicação Institucional


Palestra 08 - Social PR
Título da apresentação: Social PR – Construção de marcas em um mundo sem "caixinhas"
Convidados: Daniel Rímoli – Líder da área Digital da Edelman Significa
Moderação: Maria Aparecida Ferrari, professora dos programas de pós-graduação e graduação da Escola de Comunicação e Artes da USP
07/05/2014 15h55 às 16h20
Intervalo de Relacionamento
07/05/2014 16h20 às 18h00 - Mesas Redondas Simultâneas - Sessão 2
Mesa Redonda 3 - Verbas
Título da apresentação: Para onde está indo o dinheiro da Comunicação? - A nova rota dos investimentos e seus impactos para os negócios e para o mercado
Convidados: Marco Simões, diretor de Comunicação da Coca-Cola; Mário Laffitte, vice-presidente de Comunicação e Relações Institucionais da Samsung e Hélio Muniz, diretor de Comunicação do McDonald´s e Marcos Madureira – Vice-Presidente Executivo do Santander para as áreas de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade 
Moderação: Elisa Prado, Diretora Executiva de Comunicação da America do Sul e Central da Tetra Pak


Mesa Redonda 4 - Monitoramento e Clipping
Título da apresentação: O uso de conteúdo jornalístico por terceiros – um mercado em discussão
Convidados: Taís Gasparian, Advogada do Grupo Folha, Antonio Carlos Gonçalves, Diretor de Negócios e Serviços da EBC – Empresa Brasileira de Comunicação e Maria Luiza F. Valle Egea, Advogada da Abemo – Associação Brasileira das Empresas de Monitoramento 
Moderação: Carlos Carvalho, Presidente-Executivo da Abracom
07/05/2014 18h00 às 18h10
Intervalo Técnico
07/05/2014 18h10 às 19h10 - Palestra Inspiradora
Palestra Inspiradora - A Comunicação e o macho do Século XXI
Título da apresentação: O executivo que virou dona de casa e acabou gostando
Convidados: Claudio Henrique Santos, ex-executivo de Comunicação e mini-empreendedor, que abandonou a carreira para se dedicar à carreira da esposa, tornando-se dona de casa, primeiro em Singapura e agora nos Estados Unidos
Moderação: Junia Nogueira de Sá, consultora de comunicação
Dia 08/05/2014

08/05/2014 10h00 às 11h00 - Conferência 04 - Internacional
Conferência 04 - 
Título da apresentação: A Confirmar
Convidados: A Confirmar
Moderação: A Confirmar
08/05/2014 11h00 às 11h05
Intervalo Técnico
08/05/2014 11h05 às 12h05 - Palestras Simultâneas - Sessão 5
Palestra 09 - Agências de Comunicação 
Título da apresentação: A Era da Desintermediação, seu impacto na Comunicação Corporativa e o papel estratégico das Agências de Comunicação
Convidados: Flávio Castro, sócio-diretor da FSB Comunicações
Moderação: 


Palestra 10 - Carreiras
Título da apresentação: Sua carreira em xeque: Um diálogo franco sobre as escolhas de sua vida profissional
Convidados: Gilberto Guimarães, Coach e docente da BSP - Business School São Paulo
Moderação: 
08/05/2014 12h05 às 13h05 - Palestras Simultâneas - Sessão 6
Palestra 11 - Ferramentas de Comunicação
Título da apresentação: Rádio Online Corporativa: uma rádio para chamar de sua
Convidados: Paulo Gilvane, Diretor da Radioweb
Moderação: 


Palestra 12 - Comunicação e Eleição
Título da apresentação: O papel do TSE na elevação da cidadania e na promoção do voto consciente
Convidados: Katia Cubel, diretora de Comunicação do Tribunal Superior Eleitoral
Moderação: Karim Miskulin, Diretora Executiva da Revista Voto
08/05/2014 13h05 às 14h05
Almoço
08/05/2014 14h05 às 15h45 - Mesa Redonda
Mesa Redonda - Redes Sociais
Título da apresentação: As apostas que estão dando certo e abrindo caminho para o sucesso das empresas nas redes sociais
Convidados: Mônica Ferreira, gerente de Relacionamento com a Imprensa e Mídias Digitais da Vale, Lilian Santos Faria, diretora de marketing Digital da Gol e Bruna Buás, Gerente de Comunicação do Guarna Antarctica (Ambev)
Moderação: Manoel Fernandes, Diretor da Consultoria Bites
08/05/2014 15h45 às 15h55
Intervalo Tecnico
08/05/2014 15h55 às 17h15 - Crème de la Crème
Crème de la Crème 
Título da apresentação: Avaliação do Congresso Mega Brasil de Comunicação
Convidados: João Jose Forni, Jornalista e consultor de Comunicação e autor do livro: Gestão de Crises e Comunicação - O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber para enfrentar Crises Corporativas; Cristina Vaz de Carvalho, jornalista e correspondente no RJ do Informativo Jornalistas&Cia e Carlos Carvalho, Presidente Executivo da Abracom
Moderação: 
08/05/2014 17h15 às 17h30
Sorteios e Encerramento

Ainda dá tempo para se inscrever. Visite o hot-site da empresa; até o dia 30 de abril, as inscrições ainda podem ser adquiridas com desconto de 10% sobre o preço cheio do evento.  

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Receita para a felicidade

Adoro assistir às apresentações do/no TED.  Para quem ainda não as descobriu, elas valem por aula inteira - sobre os mais diversos temas - da tecnologia à depressão, passando por... felicidade.  Vale para quem é professor, quem é pai, quem quer ter um novo ângulo para pensar sobre temas os mais loucos. 

Nesses tempos de Páscoa, esse, do Brother David Steindl-Rast me pareceu bastante oportuno. Estamos correndo atrás da felicidade como cães atrás do próprio rabo e nem percebemos que ela pode estar a um passo dos nossos narizes.  Confira e reflita sobre a sua felicidade.  (em inglês)


Corra atrás da sua felicidade

Agora, se o que te faz feliz é participar de um TED, #olhovivo, porque a turma está vindo para o Brasil em outubro deste ano, mais especificamente entre 5 e 10 de outubro. É o TED Global South, que vai acontecer em Copacabana,  no Rio de Janeiro.  Não é para qualquer bolso, porque o passe custa US$ 6 mil, mas se você acha que tem algo a dizer e quer interagir com outras pessoas que estejam pensando fora da caixa, da mesa, da cadeira, da cabeça... a hora é essa. E boa sorte. Aplicações aqui.

terça-feira, 15 de abril de 2014

#Jornalismo: a vez do otimismo


No último dia 7 de abril, data em que o Brasil comemorou o dia do Jornalista, um artigo do Nieman Journalism Lab sobre o  o 15º Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ), que aconteceu no Texas, realizado pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, me chamou a atenção. A reportagem baseou-se na apresentação feita pelo editor executivo do The Washington Post, Marty Baron, um dos mais importantes jornalistas dos Estados Unidos, tendo já estado à frente do The Boston Globe e do The Miami Herald. Ele falou sobre a compra do Post pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, trazer um novo senso de otimismo sobre o futuro do jornal e, quem sabe, do jornalismo em geral - e esse otimismo eu compartilho aqui com vocês.

A palestra foi bem extensa e o artigo também traz em detalhes o que Baron disse. Mas, como um resumo, o próprio jornalista reduziu-a em alguns pontos-chave. Numa tradução livre, torno-os claros aqui, numa tentativa de trazer alguma luz para colegas de Redação e donos de jornais que, aqui no Brasil, ainda lutam por dias melhores em relação à tsunami causada pela web 2.0 e suas nefastas consequências...

1. No geral, o jornalismo tem sobrevivido. Ainda estamos aqui.

2 . Os novos proprietários de jornais estão trazendo novo capital necessário e uma série de ideias diferentes; eles estão repensando modelos de negócio.

3. É importante olhar para o desabrochar de novas organizações jornalísticas.


4. Novas formas de contar histórias surgiram, e elas provaram ser particularmente eficazes no processo de fazer os veículos conectarem-se com os leitores. 

5. As pressões sobre a nossa indústria nos obrigaram a prestar uma atenção enorme aos nossos clientes - leitores, telespectadores , ouvintes.

6. As condições atuais do nosso setor estão abrindo um vasto leque de novas oportunidades.

7 . Agora estamos vendo uma nova geração de jornalistas com diferentes e mais completas habilidades entrar em nosso campo. Isso é extremamente encorajador.

8 . Talvez o mais importante: No meio de toda a agitação na nossa área, em meio à ansiedade persistente e generalizada entre os jornalistas , nós estamos fazendo um trabalho forte e importante. Estamos continuando a cumprir a missão jornalística.

Sem ser Polyana, mas um otimista insatisfeito, como ele mesmo se definiu ao reforçar estes pontos, Marty Baron disse que sabe que o jornalismo enfrenta enormes desafios pela frente, mas que não há outra alternativa que não seja o ser  otimista. Afinal, as oportunidades são enormes e é preciso aproveitá-las, todas. "Eu também escolho ser otimista, porque apenas assim eu posso vislumbrar um caminho para o sucesso. Só com o otimismo eu posso ter fé que a nossa importante missão jornalística será sustentada. É essa a convicção que me leva a trabalhar todos os dias. 

A apresentação completa do editor do the Washington Post  pode ser acompanhada em inglês, no site do Nieman Lab, sob o título Optimism is the only option: The Washington Post’s Marty Baron on the state of the news media.  

Este texto foi apresentado originalmente no programa Ponto de Encontro, que desde março deste ano venho apresentando na Rádio Mega Brasil online. Se você não conseguiu me acompanhar pela grade de programação, faça download aqui dos programas apresentados. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

A internet mudou a comunicação, e a comunicação tem mudado o mundo dos negócios. Por que não o congresso da Mega Brasil Comunicação?

Existem coisas que a gente já sabe que vai encontrar todos os anos, mais ou menos na mesma época. É assim com o carnaval, a páscoa e outros feriados; mas é assim também com alguns eventos, que já entraram para a Agenda dos acontecimentos de mercado.  Na área de comunicação corporativa, por volta de março e abril, há mais de 15 anos colegas e profissionais já se acostumaram à movimentação que rola para participar do único congresso do tipo no País: o Congresso da Mega Brasil Comunicação. 
Algumas características não mudam nunca; ele acontece em três dias, geralmente em maio e em São Paulo, agrega o lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa e sempre termina com a sessão Crème de la Crème, um fechamento geral dos trabalhos. Pelo menos nos últimos 10 anos tem sido realizado no Centro de Convenções Rebouças, e a razão é simples. Bem localizado, permite acesso pelo metrô, tem várias linhas de ônibus que passam pelo local, além de estacionamentos na redondeza. Claro que o tráfego na Avenida Rebouças vem piorando a cada dia, mas, onde não? Este ano, com as obras de atualização em curso naquele local, certamente algumas mudanças físicas serão observadas; e para melhor.
Ainda assim, o evento sempre traz novidades- já houve sessão de cinema com discussão do tema com o diretor, desfile de moda corporativa com dicas de como se maquiar, sessão de ginástica laboral, evento para discutir o jornalismo literário, exposições de fotos... Este ano notícia que vai dar o que falar é a palestra inspiradora, em que um ex-executivo vai contar sua experiência de deixar o mercado, virar dona de casa e... gostar da experiência.  A novidade mesmo é a primeira edição do Fórum do Pensamento, que colocará na mesma mesa o professor e cientista José Goldemberg, o empresário Jorge Gerdau, o presidente do Grupo Abril Fábio Barbosa e o professor e consultor em comunicação Gaudêncio Torquato para debater O Brasil dos sonhos e o Brasil real.  Fora isso, o congresso atualizou seu nome; antes chamado Congresso Mega Brasil de Comunicação Corporativa, passou a ser o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa. A hashtag também mudou; de #congresso4em1, agora é conhecido por #CBCC2014.  Por fim, o evento está mais enxuto.
Marcado para os dias 6, 7 e 8 de maio, no mesmo batlocal, a 17ª edição do evento tem como tema central Inteligência e comunicação estratégica na era da sociedade participativa. Vão ser 30 atividades, entre conferências, mesas-redondas e palestras temáticas. Destaques? Vários: A Conferência Magna de Abertura, feitapelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello. Em ano de eleição, ele vai focar seu discurso em ética e cidadania; A homenagem à jornalista Míriam Leitão, com a entrega do PrêmioPersonalidade da Comunicação 2014. No quesito conferências internacionais, que este ano trarão executivos da Weber Shandwick e da GolinHarris, a criação e distribuição de conteúdo como oportunidades de negócios para marcas e como potencializar a dinâmica das informações no ambiente digital em engajamento.  Até maio, as inscrições podem ser feitas aqui com desconto e com pacotes especiais para várias categorias. Agora, se não der para estar lá, haverá como ter uma ideia geral do conteúdo das palestras pela cobertura online para o  Jornal da Comunicação Corporativa, para Twitter e Facebook. Novamente, vou coordenar o time que vai escrever as matérias, que sempre traz gente de várias tribos, entre jornalistas, relações públicas e internacionais e publicitários.  Não dá para entregar o jogo todo nos textos, mas vai ficar o gostinho de quero mais... no ano que vem!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

#Quemnunca? Keep calm, because I'm back

#Quemnunca? Apostou, acreditando que tudo daria certo, e acabou se esborrachando no chão, como um ovo estatelado?
#Quemnunca? Deixou de acreditar depois de ter feito o dever de casa by the book, e ver que as coisas não chegaram aonde deveriam?
#Quemnunca? Se entocou, se enfurnou e se deixou levar pela frustração?
#Quemnunca? Achou que jamais passaria por tudo isso?

Não costumo ler conteúdos como este em blogs, mas achei que seria, no mínimo, obrigação explicar meu silêncio de nove meses - uma gestação!  É necessário que compartilhemos sentimentos (obtusos ou não) e sinceridades, além dos memes do Facebook, que denotam nossa psiquê momentânea... e que parecem palavrão ou #coisaruim num mundo em que só valem as boas dicas, as receitas de sucesso, artigos nos quais somos terceira pessoa, nunca os agentes de nossa própria história...
Apostei nos novos modelos, acreditei que as coisas aconteceriam no tempo necessário - ou pelo menos, no tempo certo pra mim. Sem os resultados esperados, e porque sou feita de carne e osso, hoje mais carne do que osso, deixei de acreditar. E cansei de produzir, achando mesmo que não faria a menor diferença. Afinal, tá todo mundo escrevendo, produzindo, compartilhando... pessoas, empresas, ONGs...
A falta de retorno no prazo que eu me dei para fazer as coisas acontecerem, porque sempre fui (mal)acostumada a uma história de vitórias,  foi me consumindo e, por quase um ano, tomei chá de sumiço aqui do blog, Eu sumi, desapareci... Eu desisti. Desisti de sonhos, de planos, de amigos até. Me entoquei, me enfurnei, me entreguei. Foi maior que o efeito platô sobre o qual escrevi, acho que àquela altura escrevendo para mim mesma... tentando me convencer do que seria algo passageiro. Mas não foi!
Foram precisos nove meses para que eu pudesse cair, sofrer, chorar, me descabelar, comer até não poder mais, até me tratar e sair dessa bad trip. Hoje volto especialmente graças ao carinho da minha família, ao colo espiritual e material do meu companheiro, e  à amizade de amigos verdadeiros!
Não pretendo escrever alucinadamente. Nesta nova fase, o blog vai compartilhar leituras, informações, conteúdos estratégicos e testemunhos de pessoas reais, de carne e osso... o que elas fizeram para se adaptar aos novos tempos,  como estão lidando com a diferença da velocidade e quantidade de investimento x retorno e o que elas sugerem pra quem quer chegar a algum lugar que exprima sucesso, bem estar e qualidade de vida...
Espero que possamos estar juntos nessa nova fase.  Até o próximo post e obrigada pela leitura! Ah, claro, querendo, comente... colabore com suas ideias e dicas também. Num ambiente de colaboração em rede, participar é a palavra de ordem.


segunda-feira, 20 de maio de 2013

O efeito platô: as oito causas e antídotos para sair do marasmo rumo ao sucesso

Você já ouviu falar em 'efeito platô'?  Trata-se de uma força da natureza e bastante comum na vida da gente. Significa que entramos na zona de conforto, que paramos de crescer em função de uma rotina.  No efeito platô, ainda nos esforcemos mais para alcançar determinados resultados,  parece que não saímos do lugar.  Quem já fez algum tipo de dieta sabe - perde-se muito num primeiro momento, mas depois, parece que a balança persiste em continuar no mesmo lugar, ainda que suemos mais para mudar este status.
Segundo Bob Sullivan eHugh Thompson, autores do recentíssimo livro "O efeito platô,  da mesmice ao sucesso" (tradução livre), são oito os motivos que estão por trás dessa força - conhecê-los pode ajudar-nos a sair do estado de marasmo. 
  1. Imunidade:  acontece quando pessoas, relacionamentos, negócios e mesmo processos físicos tornam-se imunes às mesmas técnicas, approaches e soluções. Pode ser frustrante porque o que funcionou tão bem no passado, simplesmente, não faz o menor efeito hoje.  A solução é usar e abusar da diversidade;  dar uma mexida  nas coisas e ser radical, tentando diferentes formas de lidar com as coisas, técnicas e procedimentos. 
  2. Algoritmo ambicioso:  o conceito é emprestado da matemática. É quando buscamos soluções de curto prazo, atalhos, e ignoramos o processo pelo qual eventualmente deveríamos passar para obter resultados melhores de longo prazo.   A solução para isso está em pensar em estender o horizonte de recompensas.   Algo como estudar para entender e poder usar o que aprendeu a longo prazo e não somente usar fórmulas batidas para passar no vestibular.
  3. Tempo ruim:  pode significar que é hora de dar uma parada básica. É a teoria do ócio criativo. Da mesma forma que o silêncio entre as notas é parte da música, períodos de descanso fazem parte do sucesso.  
  4. Problemas de fluxo: podem ter a ver com dinheiro, mas inclui mau uso do tempo, de fornecedores  ou ferramentas de trabalho .  É preciso contrabalançar usando recursos diferentes dos que você usa, descobrindo pontos de estrangulamento de uma atividade que esteja impactando o todo.
  5. Dados distorcidos: é quando você está baseando suas decisões em medições erradas ou avaliando equivocadamente seu risco. Para isso é importante rever as lentes com as quais você olha para seus processos, negócios ou técnicas.
  6. Distração:  é a inimiga da adaptação e pode te levar direto a um platô. Contra ela o antídoto é a escuta radical, um modo de engajamento ativo em que você fica em sintonia com seu entorno, ouvindo o que ele tem a dizer e se adaptando a ele.
  7. O lento processo da falha: tem a ver com o fato de que podemos não perceber quando uma situação está realmente piorando - seu agravamento acontece de forma mais lenta do que podemos enxergar. Podemos evitar isso ao estabelecer métricas claras de resultados. Assim, dá para saber se estamos progredindo ou se é hora de consertar a rota e seguir em frente.
  8. Por fim, o perfeccionismo - não adianta, o perfeito é inimigo do bom e o desejo de perfeição acaba matando os bons resultados que os começos proporcionam. Aceite que errar faz parte de um lançamento que pode estar em beta, e você poderá consertar algo mais adiante, inclusive com a ajuda de clientes e colaboradores.
O efeito platô nos ensina a perceber que nada dura para sempre, e que é necessário de tempos em tempos rever nossos conceitos, atitudes e procedimentos.  Achei que o assunto era totalmente cabível neste mosaico de temas tratados aqui, e que têm a ver com o lidar com o mundo rápido e exigente em que vivemos especialmente como seres sociais. Você concorda? 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Os melhores horários para se relacionar em mídias sociais


Este post complementa o Boletim Mosaico Social desta semana, da rádio Mega Brasil online, sobre os melhores horários para postar em mídias sociais. A dica é de Brianna Smith, que escreveu para o site Social Media Today, com base em um infográfico, que reproduzo a seguir, para quem prefere acompanhar o assunto visualmente.  Apenas para constar, conforme disse no Boletim Mosaico Social - o que vale é o bom senso e você sempre adequar qualquer dica ao seu tipo de negócio, o conteúdo e a mídia escolhida. O que vale para uns pode não ser ideal para outros.

O Boletim Mosaico Social é veiculado todas as segundas-feiras, às 9h30, e repetido às terças (15h30) e quartas-feiras (17h30). 

Se você tem alguma dúvida especifica ou sugestão para o Boletim Mosaico Social ou mesmo para este espaço, entre em contato comigo pelo Facebook.  Se gostar, divulgue, se preferir, comente.
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Facebook: porque você precisa descer para o playground e aprender a brincar


O Facebook desponta como maior rede de relacionamentos - via site e dispositivos móveis -  e maior mercado online, deixando no chinelo redes como Twitter e todas as demais.  Em mais um webinário promovido pelo Social Media Today, ouvi dicas de como gerar impacto neste playground, para onde todo mundo tem que descer e aprender as regras para brincar e ser feliz.  Os convidados de hoje foram Zach Mangum, cofundador da GroSocial, Douglas Karr, autor de Corporate Blogging for Dummies e CEO da DK New Media, e Dennis Yu, CEO da BlitzMetrics. A moderação coube a Paul Dunay, Global VP de Marketing da Maxymiser, escritor de cinco livros para Dummies. 
Dennis Yu foi quem realmente fez uma apresentação, mais tarde discutida pelos demais. Quem tuitou, usou a tag #smtlive. Portanto, o que eu não tiver coberto aqui pode ser acessado por lá. 
Entre as métricas bastante interessantes que apresentou, ele disse que 23% do tempo gasto em engajamento via aplicativos móveis é da rede de Mark Zuckerberg, que lidera um ranking seguido pelo Instagram, Gmail, YouTube e outros aplicativos da Google - nada de Twitter ou Linked In, que sequer aparecem entre as cinco primeiras.  
Ainda segundo Yu, visitamos o Facebook via aplicativos ou site uma média de 13,8 vezes por dia, com cada visita durando, pouco mais de  2 minutos. São quase 420 visitas mensais, ou 15 horas por mês gastas somente nas páginas do Facebook, ou seja, é muita coisa para se deixar passar em brancas nuvens. Trocando em miúdos, essas métricas servem para chacoalhar empresários de todos os portes. Se todo mundo desceu para o playground do FB, é bom aprender a brincar lá dentro se seu objetivo é fazer negócios e crescer. Até porque, durante o dia, o uso do Facebook responde por quase metade (varia de 46% a 48%) de todas as atividades sociais de usuários de internet.  Comparados a ele, Twitter e Linked In amargam meros entre 7% e 9% do movimento social (Twitter) e entre 1% e 2% (Linked In). 
Com 15% dos consumidores usando a rede para encontrar negócios locais, o Facebook é um mercado que merece mais do que apenas frases de efeito ou pedidos para Likes. A geração de leads que se transformem em vendas deve ser o foco. O desafio está em oferecer um conteúdo de qualidade e consistente, considerando que o que costuma motivar usuários a dar seus Likes a uma empresa tem a ver com receber descontos (40%), mostrar que simpatiza e apoia a marca (39%), ganhar algo (36%), estar informado (34%), para ter informação atual sobre produtos (34%), para ter informação atual sobre vendas futuras (30%), por entretenimento (29%), acesso a conteúdo exclusivo (25%), porque alguém me recomendou (22%), para saber mais sobre a empresa (21%), para educar sobre alguns tópicos referentes à empresa (13%), para interagir (compartilhar ideias, dar feedbacks etc.) (13%). 
Para Yu, devemos romper organicamente o Edgerank, que suprime 99,8% dos posts do Facebook. Como fazer?  "Publicar anúncios dá um impulso orgânico ao algoritmo da rede, aumentando o engajamento com a marca", ensinou. E existe bastante lugar para crescer, já que 3 em 4 marcas ainda não estão usando os FB ads (77%),  Segundo ele, o trabalho das mídias sociais deve seguir os seguintes passos: 

  1. Processo de geração de conhecimento: ele amplifica o que realmente dá certo em mídias sociais para engajar fãs;
  2. O engajamento: uma vez que os fãs estejam engajados, o objetivo é coletar seus e-mails para aumentar as conversões; 
  3. As conversões: que acontecem quando você, a partir dos dois primeiros, consegue aumentar as visitas ao seu site para aumentar as vendas. 

Estes três passsos devem acontecer em função do aumento do conhecimento sobre a marca, da geração de interesse que você vai criar sobre seu público, que vai desejar comprar seu produto e agir para isso. Se você quiser mais detalhes, aqui tem um post bacana de como aumentar o engajamento no Facebook com promoções.
Porque tudo começa com o crescimento da base de fãs, e isso deve ser algo crescente - que aumenta em cerca de 50% quando há uma ação própria para isso, mas deve manter-se em 7% de crescimento em momentos de pausa. Yu ensinou ainda que o engajamento deve representar cerca de 20% do orçamento ou crescer gradualmente e, claro, que este orçamento será diretamente proporcional à quantidade de fãs que deverão ser impactados por uma ação - que, via de regra, deve gerar conversões, sempre. A figura ao lado mostra o ciclo viral do processo. Os anúncios devem gerar tráfego, aplicativos devem ser direcionados aos usuários engajados e o uso do Analytics deve otimizar os objetivos.  
O assunto não se esgotou aqui, mas acho que dá uma boa pincelada em como você pode pensar em aumentar sua presença social pelo Facebook.  Se você gostou, compartilhe, se você tem dúvidas, comente.  

terça-feira, 30 de abril de 2013

Uma única métrica pode ajudar a calcular ROI de Marketing e definir estratégias


Victor Ho é CEO e co-fundador da Five-Stars, uma startup responsável pela criação da primeira plataforma de automação de fidelidade para empresas localizadas nos Estados Unidos. Ex-consultor da McKinsey & Co., em Nova Iorque, ajudou várias empresas da Fortune 500 com seus programas de retenção de clientes.  É dele a dica de hoje, que tirei de um artigo que ele escreveu para o portal Inc.com.  
Para quem ainda busca sua forma de definir estratégias de marketing nas mídias sociais, Victor Ho ensina uma simples métrica, capaz de determinar todo o Retorno sobre o Investimento (ROI) em Marketing - simples e eficaz. Essa métrica ajuda a encontrar ideias que vão trazer impacto significativo aos negócios.  Como é sabido, o ROI em finanças define-se pelo lucro líquido de um investimento, menos seu custo dividido pelo custo do investimento. Complicado? Nem tanto. Mas, como em Marketing é difícil determinar se o lucro líquido dependeu apenas de uma campanha, a dica do especialista é direcionar as atenções para a receita em relação ao custo. Assim: a receita incremental gerada pela campanha de Marketing dividida pelo custo. Se usada corretamente, a métrica permitirá a qualquer empreendedor saber que decisões tomar para fazer crescer seus resultados. 
Ele exemplificou com um cliente - um restaurante - que gastou 6 dólares numa campanha de mensagens de texto enviadas para cerca de 100 membros de seu programa de fidelidade. Quatro porcento dos leitores do texto vieram à loja e consumiram US$ 110, o que quer dizer que a receita  em relação ao custo da campanha foi 18 x maior. Isso teria sido um bom resultado? Regra de ouro para a maioria das empresas é a de que 5x representam um retorno decente, e 10x, uma corrida à loja. Considerando que o restaurante teria que arcar apenas com o custo dos alimentos, em torno de US$ 30, e gastou US$ 6 dólares no investimento da comunicação com seus potenciais clientes, para obter um lucro de US$ 80, o resultado foi incrível. A recomendação de Victor Ho para este cliente foi a de expandir o programa de fidelidade, enviando mensagens quinzenalmente. 
Se considerarmos apenas esta métrica, podemos concluir que, com investimento menor que US$ 600 por ano, o aumento de receita do restaurante seria de US$ 10 mil. "Uma vez entendida a relação receita x custo", explicou Ho,  "a decisão sobre investir em anúncio em jornal, pagar para anunciar no Facebook ou mesmo fazer promoções fica bem mais fácil porque cada uma delas permitirá que você faça uma estimativa antecipada. Ainda que não seja esta a sua decisão, mas investir em cada uma delas separadamente, você passará a ver qual delas melhor se encaixa para aumentar resultados".

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Como gerenciar seu Mix de Mídias Sociais


Quem nunca passou pela situação de sentir-se atolado pelo envio de vários tipos de comunicação para um sem número de mídias sociais, que não tem tempo para parar, respirar e criar uma estratégia de comunicação eficaz ou um Mix de Mídias Sociais?   O crescimento das mídias sociais e a pressão da demanda pelas empresas, de estar dentro delas, têm feito alguns profissionais de comunicação e marketing, os gestores de marcas, literalmente pirarem.      
Mas, da mesma forma que existe o termo Mix de Marketing, que considera como uma empresa deve investir seus recursos a partir dos 4 Ps do Marketing - praça, preço, produto e promoção, o Mix de Mídias Sociais usa este mesmo princípio de alocação de recursos ao meio social para determinar como uma companhia deve distribuir e compartilhar no Twitter, blogs, Facebook, e-mail e outras plataformas sociais.   
Em setembro do ano passado, a Oracle lançou um White Paper com oito passos para ajudar as empresas na criação do melhor Mix de Mídias Sociais, evitando o estresse que tem sido a tônica de quem cuida de contas de terceiros.  A Oracle ensina que é possível tomar decisões sobre estratégia de comunicação online e o Mix de Mídias Sociais que melhor se adequa aos seus negócios.  Clique aqui para ter acesso ao documento original, em inglês.
1.  Crie seu portfólio: faça um rápido inventário dos canais de mídias sociais nos quais sua empresa já está.  Escreva o nome de cada um num pedaço de papel.  A ideia é montar uma tabela concreta.  
2. Liste seu conteúdo: inventarie todo o tipo de informação que você distribui pelos canais de mídias sociais em que sua empresa já está. Inclua atualizações de status, informação sobre eventos, press releases, estudos de caso, informações de serviço ao cliente, discussões, tudo.  Liste cada tipo de conteúdo para fazer uma primeira coluna de uma tabela. À medida que sua lista vai crescendo, você vai perceber que está tentando promover diferentes tipos de conversação com cada peça de comunicação. 
3. Olhe através das quatro lentes sociais:  
3.1 A lente da relação frequência x formalidade, por exemplo, permite estabelecer a frequência com que uma comunicação é enviada, enquanto a de formalidade envolve o investimento de recursos que uma comunicação requer, o quão convencional ela é ou ainda como dirigir-se a uma audiência estratégica, suas respostas e resultados.  São duas forças inversas; geralmente quanto mais formais as mensagens, menos frequentemente elas são enviadas.  Voltando ao nosso joguinho de papéis, procure ranquear todo seu conteúdo tendo em vista estas duas forças, ainda que você obtenha uma escala relativa. Decidir se os e-mails são mais formais que uma comunicação via blog pode ser um bom começo de discussão de estratégia com sua equipe.   
A segunda lente é a do funil condensador.   Ele permite definir, por exemplo, se a empresa pode twittar sobre tudo, se o blog deve falar apenas sobre tendências da indústria, e se um boletim criado especialmente para promoções, ai ser enviado por  e-mail. Pense  que ao colocar seu conteúdo num funil você estabelece um objetivo de negócio - destacando como e onde o conteúdo será redistribuído. Na sequência, use a terceira lente social, a do uso da informação em cascata. Algo como  alguns tweets podem levar a posts do blog, que, por sua vez levam a links de relatórios. Você vai precisar destacar esse fluxo, porque será ele o responsável pela geração de um melhor conteúdo. 
Por fim, a lente do tamanho da sua comunidade: ranqueá-la por número der seguidores tem também um grande impacto na estratégia de comunicação.  A migração de uma rede para outra exige esforço e tempo, se isso tem que fazer parte de sua estratégia. Da mesma forma  que você fez com cada rede, escreva num pedaço de papel a quantidade de pessoas envolvidas com sua marca em cada uma das redes trabalhadas. 
4. Ligue conteúdo aos canais:  Neste passo, a ideia é descobrir qual conteúdo se adequa melhor a que rede.  Escreva também cada um em um pedaço de papel e distribua da forma como você acredita ser a melhor forma. Se um conteúdo casar com várias plataformas sociais, escreva-o num pedaço de papel e distribua-o por até três plataformas diferentes - resista à urgência de colocar todo tipo de conteúdo debaixo de cada canal. As pessoas respondem melhor quando recebem informação específica de um canal específico. Muitas organizações usam o Twitter para enviar informações sobre eventos, links e fazer pesquisa, mas o Twitter  pode ser mais eficaz se usado de forma consistente para uma finalidade, oferecendo uma experiência na qual os assinantes podem confiar.
5.  Separe a essência de cada canal:  agora você deve ter grupos de conteúdo em todos os canais de comunicação. Junte o ranking e calcule a formalidade e o valor médios de frequência para cada grupo de conteúdo. Organize os grupos de conteúdo, pelas suas médias, com mais informal à esquerda e  mais formal à direita. Se houver duas classificações iguais, coloque-as num grupo com maior frequência de classificação, à esquerda. Como fica difícil visualizar, vamos aos exemplos;
• No Twitter, sua empresa  pode essencialmente postar informações sobre a indústria; 
• No blog, pode fazer posts que expliquem as características de um  produto, analisem publicações do setor, e contem histórias;   
• Uma newsletter pode apresentar resumos e links para melhorar a organização de conteúdo. 
Agora, destile um objetivo ou valor de comunicação e aplique-a  a cada canal. Por exemplo:  o Twitter deve "promover a comunidade"; o  Blog: "reforçar a notoriedade da marca", e o Boletim informativo: "estabelecer a credibilidade". 
Uma vez que você organizar seus canais,  de formal a informal, e rotulados com as descrições acima, é hora de compará-los para sobreposição. Se você encontrar uma sobreposição significativa, você deve considerar combinar os dois canais em apenas um.
Você pode achar que a frequência e a formalidade não são os melhores critérios de organização, e que organizar por descrição pode funcionar melhor para encontrar oportunidades de consolidação. De qualquer maneira, ao consolidar os canais, você economiza recursos que podem ser aplicados em outros processos de comunicação com sua comunidade - por isso conhecer seu tamanho é fundamental.  Sabe por que?  Porque pode não fazer sentido ter dois canais comunitários se houver uma grande quantidade de sobreposição, especialmente se a base de assinantes é significativamente maior em um canal. Você provavelmente vai ter mais retorno sobre o investimento se usar o menor canal para direcionar as pessoas para o canal mais ativo e gradualmente se livrar do primeiro. 
Agora, o seu Mix de Mídias Sociais está começando a tomar forma.  Então, aproveite para promover pesquisas online e amarrar melhor seus conteúdos e formas a partir de seus resultados:  • Quais são os tipos de conteúdo nos quais seus assinantes estão interessados? • Eles estão conscientes de seus outros canais? • Será que eles se inscreveram para mais de um?  • Será que eles consideram a migração de um canal para outro? 
6. Preencha as lacunas: tendo ouvido as pistas dadas pelos próprios leitores e comparando-as com sua tabela de consolidação, você poderá trocar ideias com sua equipe e convergir as ideias que melhor se aplicam à marca e ao relacionamento social.  Ao final, você deve ter uma boa lista de ideias para seu Mix de Mídia Social. O próximo passo é priorizá-los e estruturá-los.
7. Construa a sua estratégia:  aloque seus recursos, priorizando as atividades que gerarem o maior ROI ao longo do tempo (e ROI pode ser o retorno sobre investimento ou sobre o engajamento, de acordo com o objetivo maior de uso das mídias sociais).  
Duas ferramentas de estratégia podem ajudar nesta hora:    
     1)  Priorização: permite visualizar possíveis iniciativas estratégicas com base na sua viabilidade e importância. Liste todas as suas iniciativas na coluna da esquerda de uma tabela e atribua uma classificação de viabilidade e importância para cada uma. Use um orçamento padrão de pontos para cada coluna e faça um gráfico dos resultados para entender que passos priorizar. 
     2) Gestão Estratégica: ajuda a descobrir quais objetivos estratégicos de curto prazo vão avançar em sua estratégia de longo prazo. Visualize as táticas que você pode usar para apoiar cada passo estratégico, entender como elas dependem umas das outras e que recursos são necessários para completá-las.  Estratégia é o plano global que orienta o esforço organizacional para definir e avançar em direção a um objetivo da maneira mais eficiente possível. As táticas são o conjunto de etapas interligadas que contribuem para o progresso em direção à meta. 
8. Esboce o seu fluxo de conteúdo: este é o último e mais importante passo de todo o processo e, à medida que você faz isso, vai alcançando o objetivo de mantê-lo acessível, de forma permanente para a sua comunidade, melhorando o SEO e o gerenciamento do Mix de Mídias Sociais.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mundo online: um por todos e todos pela vitória


Não existem fronteiras quando o assunto é o desenvolvimento de estratégias de comunicação e negócios no ambiente social. Na verdade, a vibe que o Brasil vive - com as dificuldades em encontrar a fórmula ideal de entrar e se dar bem no mundo online, aumentando as vendas, mantendo os clientes engajados e falando bem da gente, da nossa marca, de nossos produtos - está na mesma frequência da dos países desenvolvidos. E nem mesmo outras distâncias - políticas, econômicas, de cultura, de língua, de ambiente - que talvez nos fizessem pensar que estejamos no jardim de infância do movimento social gerado pelo casamento da internet com a tecnologia - e que tornou a web um ambiente social engajado - fazem diferença quando o assunto é como sobreviver no mundo online.
Hoje, como uma das 1300 pessoas inscritas num webinário gratuito, promovido por um dos grupos a quem sigo, recomendo e do qual tiro vários ensinamentos, o Social Media Today, pude fazer mais tranquila esta constatação, que, acredito, pode ser um alento a empresários e colegas que me questionam a respeito, com medo de perder o bonde da história. O que escrevo a seguir vale como suíte do último post - no qual resumi a entrevista concedida pela Martha Gabriel, por conta de sua participação no Congresso Mega Brasil de Comunicação 2013, que acontece na semana que vem, aqui em São Paulo.  
O desafio do painel Social Marketing & The Resourcing Challenge: Outsourcing vs. In-House foi discutir se o Marketing Social deve ser terceirizado, contratando-se agências especializadas, ou se a fórmula é usar e abusar do time interno, que certamente está cheio de talentos. Patrocinado pela #Oracle e moderado pela fundadora e membro do conselho do Social MediaToday, Maggie Fox, foi um papo de uma hora com o colunista da Forbes, autor e conselheiro empresarial Mikal E. Belicove, e com os executivos de agências Rob Key (CEO da Converseon) e Chris Vaughn (Diretor de Marketing da DigitalSherpa).
O que eles falaram serviu como luva para ratificar o pensamento que a Martha Gabriel vai levar ao #congresso4em1.  Independentemente da briga de egos que rola nos bastidores deste cenário corporativo, montar equipes multidisciplinares trabalhando em conjunto para transformar toda a nova comunicação e o engajamento advindo dela em leads de venda e em fidelização de marca, como consequência de um trabalho bem feito - esse parece ser o maior desafio que deveremos enfrentar se quisermos virar a página e seguir em frente nesta nova ordem mundial de se fazer negócios e sobreviver. Nós aqui e o mundo lá fora. 
Ainda que ao final deste post, eu cite os tweets divulgados pelos próprios participantes durante o evento, a conclusão é que ninguém sabe mais sobre seu próprio  negócio do que o time interno de marketing - que deve envolver internamente outras competências (leia-se a turma da Assessoria de Imprensa, do RH, de Vendas etc.) para essa comunicação dar certo (ai, ai, ai) - conforme disse Mikal Belicove.  Por outro lado, como bem pontuado pelo Rob Key, como falta maturidade nas empresas, é justamente nas agências que o cliente vai encontrar os consultores e especialistas que farão a ponte entre seus objetivos (como empresa/marca) e o como lidar com toda a gama social de relacionamento que o Marketing Social envolve. "É muito trabalho para o time interno lidar sozinho se o objetivo é drive the change (gerar a mudança)", disse.  Por fim, ainda que as universidades se atualizem para formar especialistas, isso não é algo que vai acontecer de um dia para outro, levantou Chris Vaughn.  
O melhor a se fazer, então, é ter todo mundo jogando em time como em final de campeonato - ainda que cada um seja de uma bandeira específica da Comunicação ou da área interna da empresa envolvida no jogo.  De uma coisa ninguém discordou:  conteúdo educacional de qualidade,  que eduque ouvintes, leitores, participantes sobre seu mercado para proporcionar a melhor experiência cliente/marca, isso é a pedra filosofal do processo de comunicação engajada.   A seguir, o webinário pelos próprios protagonistas:
@Belicove Truly understanding brands and their goals is often harder than creating content #smtlive@Belicove The best clients are ones who realize they have a digital presence and want to know how to use it well #smtlive
@digitalsherpas the less esoteric agencies are, the more customers will trust them to create content #smtlive
@digitalsherpas consultancies and agencies should share their best practices #smtlive
@robkey Sometimes the world's best experts live in agencies and consultancies #smtlive
@robkey lot of science and plumbing to social intelligence, but still finding stories is still art
@Belicove Good content creation needs a willing partner in clients. Much easier to edit than create. 
@robkey External forces are often still needed to drive change 
@Belicove someone in-house is likely to have more passion for your brand than I ever will 
@Belicove I truly believe I'm doing my job correctly when clients start moving in-house 
@digitalsherpas "engagement" is overused. the goal should be "conversion"
@digitalsherpas small biz expects (and deserves) content marketing expertise 
@robkey social can often technically be easy, but culturally difficult 
@robkey 4 stages to social for business: ad hoc, stovepipe, enterprise, enablement (when social becomes oxygen)
@robkey Future is about orgs doing much of the heavy lifting themselves
 @Belicove There are 5 "P"s to marketing--participation