Mostrando postagens com marcador cidadania. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cidadania. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Receita para a felicidade

Adoro assistir às apresentações do/no TED.  Para quem ainda não as descobriu, elas valem por aula inteira - sobre os mais diversos temas - da tecnologia à depressão, passando por... felicidade.  Vale para quem é professor, quem é pai, quem quer ter um novo ângulo para pensar sobre temas os mais loucos. 

Nesses tempos de Páscoa, esse, do Brother David Steindl-Rast me pareceu bastante oportuno. Estamos correndo atrás da felicidade como cães atrás do próprio rabo e nem percebemos que ela pode estar a um passo dos nossos narizes.  Confira e reflita sobre a sua felicidade.  (em inglês)


Corra atrás da sua felicidade

Agora, se o que te faz feliz é participar de um TED, #olhovivo, porque a turma está vindo para o Brasil em outubro deste ano, mais especificamente entre 5 e 10 de outubro. É o TED Global South, que vai acontecer em Copacabana,  no Rio de Janeiro.  Não é para qualquer bolso, porque o passe custa US$ 6 mil, mas se você acha que tem algo a dizer e quer interagir com outras pessoas que estejam pensando fora da caixa, da mesa, da cadeira, da cabeça... a hora é essa. E boa sorte. Aplicações aqui.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Várias listas com dicas em conta-gotas ou uma só, contendo todas juntas? Para todo jornalista ter na manga!



Listas: neste mundo virtual com aplicações que começam a explorar a semântica das redes, elas pululam e dão o maior ibope, não importa se, lá na frente, o conteúdo será mesmo #tudodebom. Tem lista no título, é sucesso na certa!

E não é para menos. Apesar das pessoas dizerem que nas mídias sociais apenas muito pouca gente gera conteúdo, este pequeno percentual é feito de gente muito boa criando ou juntando informação prá lá de interessante para ser lida, discutida, repassada mesmo. Tem lista de livros para marketeiros, sobre mídias sociais, lista de aplicativos do twitter, de gadgets para todos os tipos de tribos e bolsos, enfim.

E, como não podia deixar de ser, eu resolvi falar sobre o tema listas! E, claro, para jornalistas ou quem curte o tema. E, obviamente, de forma diferente. Ao invés de uma lista com 10 ou um número eventualmente cabalístico, por exemplo, resolvi - porque achei este lugar pelas minhas "viagens pela web", citar um único local onde meus vários 40 fiéis leitores podem clicar e, a partir dele, literalmente viajar pelos melhores jornais, sites e blogs de conteúdos - tudo a partir de um só local. Que tal?

Alguma explicação - afinal, eu fiz meu dever de casa!
E não é pouca coisa não… O Thruthout, por exemplo, tem um expediente de fazer inveja a muito jornal. Com diretor, editor-executivo, editor multimídia e mais de 20 repórteres e colaboradores, o blog se auto-apresenta com missão e valores do jornalismo tradicional, visando ser uma voz independente e global, engajado aos princípios da igualdade, democracia, direitos humanos, responsabilidade e justiça social.

Já o Mediabistro.com é um verdadeiro portal, bem mais abrangente. Envolve jornalistas, mas também todas as pessoas que criam ou trabalham com conteúdo criativo ou na indústria criativa. Ou seja, de editores a escritores e produtores, inclui designers gráficos, editores de livros e outros setores, incluindo revistas, televisão, cinema, rádio, jornais, edição de livros, mídia online, publicidade, relações públicas, e design. A missão desta turma é dar oportunidades para reunir recursos, compartilhar as oportunidades de emprego e projetos interessantes, além de notícias que visem a melhorar o trabalho de toda a comunidade.

Há ainda o site da Sociedade dos Jornalistas Profissionais, cujo slogan é “Aperfeiçoando e protegendo o jornalismo desde 1909, que, divulgado em várias línguas, logo em sua primeira página oferece seu código de ética. A sociedade foi criada em Indianápolis e é fantástico ler os vários materiais disponíveis lá – uma aula de cidadania, defesa do trabalho do jornalismo – vale a pena a visita apenas para nos lembrarmos de porquê somos jornalistas.

Enfim, há links do mundo todo só que, para a felicidade geral de todos, reunidos em um só local – permitindo que você escolha o que quer – basta incluir o endereço a seguir na sua lista de favoritos. Anote aí: The Working Reporter. Começando por este, já dá para gastar um bom tempo pesquisando e investigando o que e como o mundo está cobrindo por aí, e, claro, dar uma comparadinha básica com o nosso jornalismo de cá. E o melhor, em tempo real! Boa sorte.

terça-feira, 19 de maio de 2009

I Encontro de Cursos de Jornalismo da Região Metropolitana de São Paulo: Um novo currículo

Se no primeiro dia do I Encontro de Cursos de Jornalismo da Região Metropolitana de São Paulo o Jornalismo foi abordado sob uma ótica mais abstrata, no segundo as questões práticas tomaram conta da agenda. A qualidade de ensino, o currículo e até a criação de um curso de técnicas de comunicação foram tratados detalhadamente.

A Associação Brasileira de Escolas de Comunicação– Abecom foi quem abriu os trabalhos com uma reunião entre diretores e coordenadores dos cursos para discutir uma nova diretriz curricular e pensar em uma mobilização para tal ato, dependendo do resultado da audiência pública do MEC, no dia 18 de maio, realizado na OAB São Paulo. Neste dia, essas diretrizes foram discutidas na presença de várias entidades e representantes da categoria, conforme matéria do Portal Comunique-se.

Alunos: sujeitos de sua própria cidadania

A esta reunião, seguiu-se uma cobrança feita pelos professores aos alunos que, dentro dos campi, devem começar a agir como em sociedade. A mensagem foi a de que eles devem tomar as rédeas do curso, e, como cidadãos, solicitar que cada faculdade apresente um currículo com mais afinidade com a sociedade local, representando seus objetivos e anseios, formando os alicerces da cidadania que cada aluno exercerá lá fora depois de formado.

Enade – sempre dá para melhorar

Daí para falar de Qualidade de Ensino foi um pulo. E o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes –Enade, que integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior-Sinaes entrou na pauta do dia. A mesa defendeu a existência de sistemas de avaliação próprios na formação dos futuros jornalistas. Apesar de não ser ideal, o Enade foi defendido como instrumento de avaliação sério porque não deixa de cumprir seu papel de julgar a performance dos cursos, mas de forma geral, para a sociedade. Para o grupo, a conclusão foi a de que toda a avaliação deve servir para o crescimento do ser, e não encarada apenas como uma ação burocrática, mas sempre há espaço para ser melhorado.

Educomunicação

E, como o que é bom se deixa por último, a USP anunciou a criação de um novo curso: o de Educomunicação. Como o próprio nome diz, junta as técnicas da Comunicação com as da Educação, numa interdisciplinaridade entre as áreas, focando na formação do ser. O projeto está passando por aprovação da reitoria da USP, mas segundo os criadores, professores Odair Citelli e José Coelho Sobrinho, ambos da USP, no próximo vestibular da Fuvest, ou no máximo até o vestibular de 2011, ele já deverá estar nas opções para Graduação.

Com uma discussão estendida sobre o novo curso e seus impactos na Educação e na Comunicação, o Encontro foi finalizado com a idéia de continuar discussões em outros locais, com mais assuntos a serem agregados, mas sempre dentro de Universidades para que o vínculo entre alunos, mestres, jornalistas e o sonho de mudar os novos parâmetros do Jornalismo nunca se percam. Reportagem: Mariana Carvalho Alves, com texto de Vany Laubé

I Encontro de Cursos de Jornalismo da Região Metropolitana de São Paulo: Sinval Itacarambi Leão provoca



Ainda no primeiro dia do I Encontro de Cursos de Jornalismo da Região Metropolitana de São Paulo, realizado na ECA/USP, em São Paulo, o tema “Jornalismo e o direito de informação e opinião” foi debatido a partir de uma provocação do editor da Revista Imprensa, Sinval de Itacarambi Leão, que perguntou à platéia:

1) Qual a importância do jornalismo formal diante da oferta ilimitada de informação?
2) O que a sociedade pode esperar do jornalista?
3) Como o jornalismo ajuda na construção da cidadania?

Como respostas ele mesmo deu diversas. Mas o que realmente importa é: uma apuração correta de notícias; ter um conjunto de normas que resulte num bom processo de informação e sempre utilizar filtros para ajudar o leitor a interpretar a realidade. Tudo isso junto! “O senso crítico, a classificação e a orientação devem estar sempre presente na carreira e no caráter dos jornalistas, pois são obrigações dele como profissional”, concluiu. Quer mais objetividade jornalística? Reportagem de Mariana Carvalho Alves, com texto de Vany Laubé. Foto: Adolfo Vargas