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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Eric Lieb no Web Expo Fórum: "É preciso tratar o cliente da mesma maneira e com a mesma riqueza de recursos em qualquer canal."


Eric Lieb é uma das atrações do Web Expo Fórum, que a Converge Comunicações realiza esta semana, nos dias 3 e 4 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O Country Manager da Interactive Intelligence  Brasil (Inin), empresa conhecida por fornecer soluções de gestão de cliente com plugins diferenciados de redes sociais, participa de um dos Workshops do evento. Na manhã do dia 3 (11h às 12h), ele vai falar sobre como se manter na crista da onda depois do hype das redes sociais. Ou seja, como as empresas devem se estabelecer neste canal de comunicação, considerando suas especificidades, o padrão de comportamento do consumidor nesse meio e o alinhamento do ambiente de redes sociais com as melhores práticas do mercado.

Lieb disse que o momento agora é de revisão do planejamento estratégico de adoção das redes sociais para proporcionar uma experiência positiva entre marca e cliente. E o que ele vai levar para o evento é a compreensão do que deve ser feito para oferecer ao usuário de redes sociais e ao cliente final das empresas experiências que encantem e interações que transformem o troca-troca via redes numa arma competitiva de negócios.  Algumas dicas, ele adiantou ao blog Mosaico Social, que vai estar no #webexpoforum mais uma vez:


  1. O primeiro passo é adotar um posicionamento proativo em relação às redes sociais. 
  2. Depois, é importante monitorar o que se fala e como se fala da companhia neste meio é fundamental. O uso deste recurso evita, via de regra, que uma reclamação ou má experiência seja viralizada, desde que se atue com rapidez, desde o início do problema, interagindo diretamente com o consumidor.
  3. Lembre-se de que a linguagem nas redes é diferente de outros canais de interação consumidor/empresa. A pessoa que busca este canal via de regra não está disposta a encarar longos scripts de atendimento e respostas prontas e despersonalizadas.
  4. Mais importante do que a presença nas redes, é a personalidade da marca neste ambiente. Em geral, as trocas realizadas via rede social são marcadas por mais pessoalidade e proximidade entre as duas partes.  
  5. Por fim, saiba quando escalar o problema para outro canal de atendimento – seja um e-mail ou o bom e velho telefone. Isso é especialmente recomendável quando se torna necessário comunicar informações sensíveis do cliente ou companhia - informações que não somarão nada se publicadas em rede.   

O workshop vai explorar o fato de que a integração multiplataforma amplia o alcance das suas propostas, globaliza conteúdos e permite um novo modo de se relacionar com o cliente. Lieb defende que a missão de uma plataforma integrada de comunicação é oferecer uma experiência consistente (qualidade de serviço) através de todos os canais de comunicação. "É preciso tratar o cliente da mesma maneira e com a mesma riqueza de recursos, qualquer que seja o canal escolhido. Antes de tudo é fundamental oferecer o poder de escolha entre os vários canais, manter um histórico de interação unificado e atualizado para que não haja ruídos no diálogo ou processos paralelos e em repetição", complementou. 

Se você ainda não se inscreveu, aproveite para clicar aqui e conhecer os demais conteúdos do Web Expo Fórum, cuja edição, em 2013, mergulha no comportamento do consumidor via discussão de tendências digitais, apresentação de modelos de negócios e empresas inovadoras, você vai poder entender como o Social Cloud e outros conceitos aplicados podem ajudar na evolução de todos os negócios.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Nasce a plataforma de negócios online Mimbo

A primeira rede brasileira de negócios com viés para a sustentabilidade terá game para integrar participantes. O recurso entrará em operação em breve e vai promover a plantação de árvores.

Um ano e dois meses depois de sonhos, muitas dúvidas, exaustivas horas trabalhadas, inúmeras saias justas em família e especialmente a abertura e disponibilidade para contatos com gente que nada tinha a ver com seu universo original, e a advogada e empresária do ramo de marcas e patentes, Alessandra Saigali, cortou o cordão umbilical: nasceu, com pompa, glória e na presença de pesos pesados do universo do crowdsourcing, da economia criativa, do empreendedorismo e de redes sociais, a Rede Mimbo.

O lançamento oficial aconteceu ontem, dia 3 de abril de 2012, num encontro marcado via Facebook que reuniu mais de 50 pessoas no auditório da ESPM, em São Paulo, palco, conforme já publicado neste blog, de discussões, painéis e apresentações ligadas ao empreendedorismo.

Foi a primeira vez em que assisti a um Gil Giardelli curador e anfitrião, já que grande parte do empreendimento consolidou-se durante seu curso ministrado naquela instituição para a então aluna Alessandra.  Agora coworker na empreitada de criar um ambiente colaborativo e gerador de negócios com responsabilidade social, visando, inclusive ao cuidado do planeta - a cara dele - Giardelli abriu a cerimônia mostrando o vídeo criado pela sua agência sobre o ambiente (abaixo), explicando detalhadamente a rede.

Otimista, parafraseou um editor do The Economist, dizendo não ter dúvidas sobre o próximo Mark Zuckerberg sair do Brasil. "Precisamos trocar o hiperconsumismo pela colaboração humana e isso exige metamorfose", disse, para depois completar que já estamos em fase de transição: do storytelling ao storybuilding.

O que se seguiu foi um a um, Diego Remus, editor da Statupi e diretor para o estado de São Paulo da Associação Brasileira de Startups, falando de empresas que estão começando seus negócios, Marina Miranda, sócia da Mutopo do Brasil, tirando todas as dúvidas sobre crowdsourcing, e Adolfo Melito, à frente do Instituto da Economia Criativa, da Fecomércio, apresentando conceitos de economia criativa. Tudo bastante bem orquestrado em 15 minutos para cada palestrante, com direito a debate no final.  Não sem antes a própria Alesandra contar como foi a criação da rede, seus maiores desafios e dores de parto da nova vitrine de produtos e serviços.

Quem participar da rede, vai, por meio de um game especialmente criado para integrar os usuários, ajudar na plantação de mudas de árvores. O dispositivo ainda está em fase de testes e alia consciência ecológica ao propósito de sustentabilidade na qual a rede está montada. O nome Mimbo remete ao empresário antenado, moderno e preocupado com seu entorno; ou seja, como a própria Alessandra Saigali, empreendedora nata, que comemora o lançamento da Mimbo depois de tornar-se pioneira na criação da primeira ferramenta de e-commerce de marcas e patentes do mundo, o Certfica Expresso.  É, ela própria, uma rede pioneira e lançada com muita honestidade. A +Mosaico Negócios & Comunicação já está lá. E sua empresa, ou você, quando vai entrar?

Creme de la creme


"O futuro já chegou, só está mal distribuído". A frase, de Willian Gibson, foi aquela na qual Diego Remus, jornalista econômico e diretor do site startupi, inspirou-se para definir a rede.
Marina Miranda: "O crowdsourcing vai cada vez mais fazer parte do cotidiano do negócio como ferramenta estrutural, a exemplo do que ocorre já com Lego, Google e Proctle & Gamble, cuja metade dos novos produtos nasce de plataformas de crowdsourcing, nas quais os clientes sugerem o que quer, vota e melhora o que já existe". 
"Criatividade + inovação, sustentabilidade + responsabilidade social, foco + simplicidade e velocidade + disciplina são conceitos de empresa inserida no cenário da economia criativa", ensinou Adolfo Melito. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Bom senso, consistência, erro e a sabedoria do coach de futebol americano...

Você sabe fazer bonito e capitalizar positivamente sua atuação no ambiente de redes sociais, pra lá de coletivo? Replicar aqui parte do material apresentado esta semana no Boletim Mosaico Social teve como origem pedidos de receita. Ainda tem muita gente que não entende que uma rede social é uma rede social é uma rede social...  De que estar em rede não difere em nada - ou muito pouco - do seu meio. Mesmo não se mostrando de corpitcho e alma, você está se expondo - exatamente como é.  E porque estar em redes sociais depende muito mais do bom senso e da consistência do que se posta ou comenta, do que de uma fórmula mágica, aqui vão mais devanyeios sobre o tema:

Bom senso: sabe aquele ditado “não faça aos outros o que não querem que te façam?” Pois ele tem tudo a ver com qualquer relacionamento (pessoal e profissional). Na hora em que você comete um deslize, uma rede virtual pode potencializar os efeitos negativos e aí... ó, vida, ó dor, ó azar!. Pratique o contrário em todas as redes de relacionamento; ou seja, faça aos outros o que você gostaria que fizessem com e para você – e compare os resultados.


A essência não muda: diferentemente da nossa memória, que falha ao longo do tempo, ou porque é seletiva e passível de perdão em um determinado momento em que passar uma borracha sobre o que possa nos ter magoado é a melhor solução, a internet está lá para nos lembrar de uma alfinetada que tornou-se pública, alcançando a todos os que acompanham a timeline.  Então, não adianta você ser um Mr. Hyde por natureza e fingir ser um Dr. Jekkyll em redes sociais; simplesmente não vai colar. Uma hora ou outra você acaba mostrando seu verdadeiro eu e é por isso que as redes sociais são um cabedal de informação relevante para empregadores, entre outros profissionais.  Seja qual for a linha adotada numa ou noutra rede, haverá sempre um ponto comum de comparação; no frigir dos ovos é sua essência como pessoa e o que você é em pensamento.  Melhor que se arrepender de algo que falou ou postou é evitar isso!  


Errou, tem que consertar: pior que isso é fazer fora do penico e querer que alguém não espalhe uma opinião acerca de uma atitude antiética, por exemplo. Errou, tem que consertar, nunca pedir a quem foi lesado que não comente sobre o que você fez. Peça desculpas de forma legítima o bastante para que a pessoa lesada resolva perdoá-lo. Se você foi consistente em seu pedido de desculpas, é óbvio que a pessoa vai considerar isso e evitar um massacre social. 


Você é o que você posta: não confunda direito de expressão com bullying; o que você faz em rede repercute numa avaliação geral sobre você, seus posts, tweets, pins marcados no mural do Pinterest e mesmo comentários em artigos alheios.  Para qualquer pessoa que tenha interesse sobre seu trabalho ou quem você é basta entrar no Google e digitar o seu nome. E voilá, tudo o que você postou ou em onde você possa estar interagindo socialmente estará lá, a um clic, nem adianta querer esconder – é uma questão de algoritmo. O Google junta todas as redes num arquivo só para destrinchar quem você é em rede.   


Evite nhenhenhens e mimimis: ainda que você acredite estar conversando com cerca de 30% das pessoas com as quais você geralmente troca em sua timeline, lembre-se dos outros 70% de usuários linkados a você. Eles representam uma maioria silenciosa que lê tudo o que você posta. Lembre-se de um antigo conselho do coach de futebol americano Lou Holtz: “nunca conte seus problemas a ninguém; porque se 20% dos ouvintes não estão nem aí, 80% das pessoas podem é gostar!” 


Você e o SEO: faça o teste: vá agora ao Google e escreva seu nome. Em apenas alguns minutos de busca e leitura você pode se surpreender com facetas que nem você mesmo sabia serem as suas.  Se não gostar, repense sua estratégia social e comece e lapidar esta atuação. Somos seres humanos que nos diferenciam dos demais pela nossa capacidade de acertar a partir dos nossos próprios erros.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Métricas em mídias sociais: do retrovisor ao pára-brisas

Eduardo Bicudo, (presidente da Wunderman) 
O balaio de dúvidas sobre o que, quando, onde e por quê entrar em redes sociais tem sido o maior obstáculo de quem tem um negócio e ainda não sabe se entra ou não em ambiente social para aumentar suas vendas. Para responder a isso, fala-se muito de como medir resultados neste ambiente, que é digital e (ahã!) não existe sem dados.

Mas, e aí, José?  Que dados medir? Quando medir, com quem medir?  Lição número 1 é entender que, como o mundo real, o digital é multifacetado, formado por todo tipo de pluralidade, de segmentos os mais variados e só pode ser entendido e gerenciado em equipes multitarefa, especialmente se o objetivo por trás de uma participação é a geração de lides de vendas.

Partindo deste pressuposto inexorável, a conclusão é a de que o segundo painel do WebExpoforum foi polêmico. Reuniu Marcelo Coutinho, (diretor de marketing intelligence do Terra Latin America &USA), Guilherme Rios, (sócio-diretor da Social Agency), Derek Kazee, (global multichannel strategist da Acxiom) e Eduardo Bicudo, (presidente da Wunderman) para discutir  Como medir o engajamento nas redes sociais.  E deu muito pano pra manga!

Social Media + CRM = o casamento ideal = Social CRM


Que medir é preciso, nenhum dos presentes discordou. Mas enganou-se quem veio em busca de respostas fechadas para a dúvida de como medir o engajamento em redes sociais certamente. Saiu sem levar uma receita de bolo... mas várias. Isso porque cada um/empresa pode medir o que é importante para provar isso ou aquilo de sua marca.  
"Não há digital sem dados", disse Eduardo Bicudo, (presidente da Wunderman), mas "também não dá para fazer concurso para gerar consumidores". É ineável que determinado volume de engajamento incorra em fechamento de vendas, mas há que se encarar que o desafio maior de ser tão criativo com uma ação quanto com a sua própria fórmula de gerenciar as medições dos seus resultados. Exemplos não faltam, e Bicudo até apresentou uma fórmula, a que mede Interações no Facebook:  


Interaction Score = likes + 2  x Coment
                             --------------------------
                                         Fans


"Cada companhia precisa encontrar o formato que realmente vai significar aumento de negócios, porque cada métrica leva a um objetivo de interação", completou.  Na Wunderman, utilizamos um formato 3D que considera variáveis de contribuição de valor pessoal, nível de engajamento, potencial de influência na rede, entre outras. "Não é preciso olhar todos os dados, mas os que sejam mais importantes influenciadores no fechamento do seu negócio. A melhor equação desse processo está mesmo no casamento entre o Social Media e a plataforma desenvolvida para desenvolver as ações neste campo, o CRM", complementou.

Sem bala de prata


"Não existe bala de prata em social media, onde as métricas são as mais diversas e de credibilidade tão duvidável quanto as que sempre foram tiradas quando as mídias eram as tradicionais", salpicou Marcelo Coutinho, que provocou a plateia: "Como comparar a quantidade de pessoas atingidas por uma mensagem de outdoor se não houve um like ou alguma ação que permitisse chegar a uma conclusão?  As métricas que usamos em mídia tradicional tinham ou têm tão pouca credibilidade quanto a que, por exemplo, gerava interesse sobre o número de clicks em banners de sites da era 1.0".  Para Coutinho, desde a mostra pesquisada até o período em que uma pesquisa tenha sido feito, os dados sempre foram analisados com base em crenças, e não ações que as mídias sociais permitem muito mais, em função da interação direta pessoa/marca.  "Ainda assim, é preciso ir além de número de seguidores, que podem não ter significado algum em termos de interação", disse. Ele acredita que o grande lance está em saber computar o que é real impacto causado por uma interação + o número de pessoas envolvidas nesse impacto + o quanto tudo isso gerou de negócios reais a partir de uma campanha. Ou, como  complementou Derek Kazee, (global multichannel strategist da Acxiom), "é a qualidade do uso dos dados obidos por meio da plataforma de CRM que vai permitir avaliarmos o quão bom são efetivamente os resultados apurados". 

Para concluir o debate -- não o tema -- os painelistas concordaram que as redes sociais têm permitido uma mudança de foco.  
Se antes os institutos de pesquisa se baseavm em fatos retroativos para chegar a uma crença que pudesse se reverter em tendência, hoje, os fatos estão no pára-brisas graças às redes sociais.  E a competência dos Data Metrics está aumentando  cada vez mais.  Quem não se atentar para as métricas divulgadas por eles, nos próximos dois anos, vai morrer como negócio. #olhovivofarofino



Web Expo Forum dedica sua 6a edição às redes sociais

Hoje começa mais uma edição do Web Expo Forum, promoção e organização da Converge Comunicações. Em sua 6ª. edição, o evento de 2012, que costuma ser acompanhado pela tag #webexpoforum e pode ser seguido no twitter pelo @webexpoforum, terá como principal foco as Redes Sociais. Serão dois dias completos dedicados à discussão dos aspectos mais importantes relativos ao tema, além, claro, das inovações que surgiram nos últimos anos depois do advento da web 2.0.

Novamente, o blog Mosaico Social vai acompanhar o evento para inteirar aos mais de 200 assinantes deste espaço sobre que é in, o que será out e o que vai bombar, muito em breve.

O WebExpo Forum 2012 será ainda uma ótima oportunidade para que profissionais de diversas áreas do ambiente corporativo possam trocar experiências, via debates e encontros em abiente zero.zero (=pessoalmente). Não perca o evento; ele vai ajudar você a compreender melhor o fenômeno das #SM e a chegar a novas conclusões sobre como as redes sociais estão transformando os negócios, as corporações e a sociedade, ajudando a todos a atingir uma maturidade digital. Paineis, keynotes speakers, palestras e workshops de estratégias e negócios, com a participação de profissionais e especialistas que possam trazer novas experiências e cases relevantes não faltarão.  

quinta-feira, 7 de julho de 2011

QuatroxUM: Martha Gabriel, KakaMachine, Perestroika e Porto Alegre. O que tudo isso tem a ver...comigo

A musa Martha Gabriel vem por toda uma comissão de frente, bateria, enredo de primeira, alas impecáveis – basta checar o que esperar no PDF do curso – e alegorias complementares. E, para fechar, um Happy Hour exclusivo, com Perestroika. Tudo isso com o inestimável apoio da DMI, Altos Eventos, CoWorking e Fajers. É o primeiro Curta4x1 de 2011, idealizado pelo Oscar Ferreira, a quem me associei não por acaso. Poderia ser melhor?

Admiração coletiva e a reunião de expertises específicas que, juntas, deram liga. Só isso pode explicar o parágrafo acima. Para criar interesse em desenvolver um trabalho conjunto, do nada, só havendo magnetismo, respeito, reconhecimento do que cada um sabe e pode fazer pelo outro – mutuamente - e dedicação conjunta no momento necessário.  

Marcar presença de forma positiva em Porto Alegre -  centro de excelência com os melhores índices de longevidade, educação e renda do Brasil, segundo o censo de 2000 - foi o que motivou a conexão entre os talentos Martha Gabriel e Oscar Ferreira e a deste com todos os demais parceiros nesta empreitada, inclusive eu. Associada a ele no Instituto QuatroxUM desde o mês passado, oficialmente coordenando as atividades de comunicação, mas, na verdade, como acontece em toda start up company, fazendo de tudo um pouco.

Como tudo o que tem sido quase regra neste admirável mundo das mídias sociais, tanto minha relação com Oscar Ferreira como a dele com Rodrigo Hurtado e sua equipe incrível (beijo para Milena Tavares), Fernanda e Mariana, da Altos Eventos e demais citados, a aproximação com a Martha Gabriel começou virtualmente.  

Máquina

Kaká Machine, assim conhecido por motivos óbvios, é jovem visionário de ideias disruptivas, avesso a adjetivos comuns ao mundo corporativo, rebelde com causa e sede de mudança revolucionária na forma de pensar e fazer o mundo. Fosse Martha Gabriel engenheira, pós-graduada em Marketing e mestre em Artes, quase um mito quando o assunto são conexões humanas, novas mídias e inteligência coletiva, interatividade social etc., nada seria empecilho para Kaká Machine. Por isso, convidá-la para seu Circuito4x1, único evento circulante do Brasil de caráter sócio-educacional, o que poderia ser um problema para muitos, para ele foi... simples.

Com o objetivo de incentivar um ambiente de desconstrução de pensamentos, teses e teorias em prol do pensamento criativo digital brasileiro e interativo para troca de idéias e experiências entre profissionais, o evento viria a acontecer em seis cidades em sua primeira edição, abrangendo áreas de marketing digital, comunicação, vídeo web, mobile, empreendedorismo e comércio eletrônico. Um encontro gratuito, democrático, aberto para diferentes públicos, mas com objetivos iguais.  Quando da edição do evento em São Paulo, em junho, Kaká não teve dúvidas ao incluir o nome da diva momento como palestrante. Aceito o convite, criou-se o relacionamento, que foi crescendo ao longo do tempo, especialmente depois do feito dele ter, sozinho, juntado mais de 2 mil pessoas com sua iniciativa desconstrutiva.

O instituto

Consolidado o evento, era hora de partir para o que seria seu maior sonho; montar o instituto de ensino que serviria como base para que o projeto de mudança compartilhado com outros colegas criasse forma e tornasse realidade diante da revolução informacional  pela qual o mundo passa, ele não tem dúvidas. “Não será o alto clero que irá desenvolver inovação ou espírito de criatividade dentro de uma empresa; talvez o espírito até seja influenciado, mas quando a massa cefálica tiver que funcionar, e as mãos a trabalhar é a base da pirâmide que terá que agir”, escreveu uma vez em seu perfil no Facebook.

Descontrução

Para quem “a criatividade é um combustível renovável e cujo estoque aumenta com o uso”, não é de se espantar que ele, com apenas 22 anos, seja exatamente uma máquina de descontruções e performances de deixar cair o queixo de pessoas como o jornalista e Doutor em Ciência da Informação, Carlos Nepomuceno, uma das 50 pessoas mais inovadoras do País, que, em prol de admiração mútua foi o primeiro profissional da área a apostar no sucesso da iniciativa do Instituto QuatroxUM. “Percebi que havia uma necessidade latente do mercado de estudos verticais sobre a influência das tecnologias digitais na vida do ser humano. 

A proposta da QuatroxUM é desenvolver eventos, cursos, grupos de estudos, desconferências e workshops por todo o Brasil, levando um pensamento inovador e questionador”, explica Oscar Ferreira.  “Oscar me pegou de jeito numa entrevista, a melhor que dei em muito tempo”, escreveu em seu blog, antes de ser trazido por duas ocasiões para aplicar em São Paulo seu Grupo de Estudos Estratégia 2.0: onde estamos, para onde vamos?, a primeira em junho e a última no dia 2 de julho, ambas com resultados bastante positivos, na opinião de Nepô. “Locais, pessoas, discussões tudo foi muito bom”, disse.  

E eu?

Como eu conheci Kaká?  Ele convidou-me para um café depois de acompanhar meus tweets e perceber que eu poderia reverberar suas ideias disruptivas – talvez ele seja em parte um Chaplin reencarnado, porque seu conhecimento sobre o ser humano vai além de leituras ou estudos. É poder intrínseco ao seu existir.  Comemos sal? Sim, estamos todos os dias enfrentando as adversidades de uma empresa em início de carreira, mas conscientes e respeitosos da dor e delícia do processo de cada um no que concerne às responsabilidades sobre o todo, especialmente em relação aos "nossos Danis", ambos do dia 18 de março – dá-lhe coincidência! #nadaaconteceporacaso

Porto Alegre

O evento envolverá um dia repleto de informação e conhecimento digital com formadores de opinião e professores do mercado.  Durante todo o dia, Martha Gabriel  dará, no auditório Talento Empreendedor, da FAJERS, o curso Marketing na Era Digital. E, das 19h às 22h, Oscar Ferreira, Tiago Mattos e Felipe Anghinoni, os dois últimos diretores de Whatever da Perestroika, serão os anfitriões de um debate no Curta 4x1 (evento pocket do Circuito 4x1), que acontecerá no espaço Nós Coworking. 

O Curta 4x1 é GRATUITO e o curso pode ser adquirido em até 10 vezes no cartão.  As informações sobre endereço, preços, conteúdo do curso, perfil dos convidados e formas de pagamento podem ser acessadas diretamente do hot-site criado para tal: www.curta4x1.com.br.  

Uma experiência para ficar na memória da cidade de Porto Alegre, depois que o próprio prefeito retwittou o evento, para os inscritos e para a história do instituto QuatroxUM, que passa a ter parte de sua origem balizada pela pluralidade de identidades que marcou o início da civilização de Porto Alegre. Bem ao estilo @kakamachine.

domingo, 12 de junho de 2011

Meu lide do amor para todos vocês

Hoje, dia dos namorados, buscando dicas para redecorar o quarto de um adolescente bagunceiro (e como nada acontece por acaso!)  - deparei-me com este verdadeiro poema.


É um lide do amor, não? Não poderia deixar de compartilhar com meus muitos leitores e quem mais um dia aportar por aqui neste dia tão significativo para muitos que acreditam no amor - não apenas entre duas pessoas, mas entre todas as pessoas - para minimizar sofrimentos (sim, Nepô, entendi bem o Grupo de Estudos de ontem). 

Porque o amor pode ser vivido de várias formas, dividido em  momentos os mais diversos, exprimido em formas, cores, espremido em espaços os menores possíveis. Pode ser o do melhor perfume, um hai kai ou uma miniatura. Sem hipérboles; em toda sua plenitude.  

Hoje, dia dos namorados, coincidentemente um dos dias mais felizes da minha vida - porque o cosmos conspirou a favor 14 anos atrás para que o motivo de estar na internet hoje, buscando decoração de quarto do meu adolescente bagunceiro, pudesse acontecer - desejo que todos pensem e vivam assim:
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. (Charlie Chaplin)
#carpediem

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Pensando seriamente sobre o futuro

Será no próximo dia 24 de maio. Ainda nem comecei a fazer a #campanha, para conseguir encher a "classe". Sim, todos precisam de vinte pagantes, no mínimo, para garantir a realização de um dos cursos que abrirão as atividades oficiais do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, consolidado em sua segunda versão, como o #congresso3em1.

Até lá, aqui vai uma palha do foco de meus estudos das redes sociais distribuídas, do jornalismo indexado, das redes sociais distribuídas e onde tudo isso pode, deve e, inexoravelmente vai nos levar.


Oscon2010 Keynote
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Independentemente do jornalismo indexado, qual sua opinião de tudo o que estamos passando agora, neste momento? #pensenisso.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mas a vida é uma caixinha de surpresa... e é bonita

Precisando de um apoio? Mire-se no exemplo de Joseph Klimber!



Okay, é diferente do que já postei; diametralmente oposto aos dignos exemplos de americanos, que também arrancam lágrimas de nós - com imagens e histórias semelhantes, mas em outro contexto. Só que aqui é o Mosaico Social, espaço que, por sua característica e conceito, permite convergir diferentes pedaços que formam um todo diferente.

A provocação é: fazer chorar de rir, ainda que sob aspectos da vida tão #tensos (como reza a modinha das redes sociais) não será tão digno e motivacional quanto o outro vídeo? Ou, pela leitura de outrem, este vídeo é apenas uma piada de gosto duvidoso, que nada acrescenta e só alimenta a imagem do brasileiro fanfarrão e gozador? Eu fico com Gonzaguinha! Ontem, hoje e sempre!

domingo, 13 de março de 2011

Jornalismo e Comunicação: porque o #twitter é cool

Facebook, Friendster, Orkut, Linked In, My Space, Ning, Quepasa, Sonico, Skype, Peabirus, Vimeo, Youtube, Twitter etc.. A finitude das redes parece não existir, tanto que há até um diretório de redes disponíveis, no qual uma Ameba, voltada para o público jovem japonês, está listada. Onde? Na Wikipedia.

O valor desta forma de atuação sobre a internet é tamanha, que não importam os milhões jogados fora primeiro com a Wave e, depois, com o Buzz. Insistente, a Google desmente, mas é iminente o lançamento de mais uma tentativa de se lançar como rede social. Ela quer entrar no bolo até agora dividido entre fãs do Facebook e seguidores e seguidos do Twitter.

No final do processo de migração do nickname @mosaicosocial para o @maismosaico, o primeiro criado para me relacionar de forma pessoal, e agora, para trocar informações mais jornalísticas e sobre comunicação e mídias sociais, gostaria de reforçar os motivos pelos quais acredito no Twitter como ferramenta que deve ser considerada por todo jornalista e profissional de Comunicação Corporativa:
* É mancheteiro – ainda que aplicativos permitam esticar os 140 caracteres, escrever um bom tweet é exercício de concisão similar ao de criar um título chamativo para fazer o leitor se interessar por conhecer seu perfil; o link provavelmente anexo ao texto etc.. Com um conteúdo estratégico e bem escrito, as chances de #RT serão enormes.
* É instantâneo – as mídias sociais roubaram dos veículos de comunicação tradicionais o “furo jornalístico” (não importa em que País mais ou menos) #truefacts. Nenhuma rede é mais instantânea e contagiosa que o Twitter, que tem um canal só dedicado a jornalistas sobre como melhor utilizar a plataforma. Saiu no Twitter, a notícia até pode ser validada em outros sites da grande imprensa (menos lá fora, mais aqui no Brasil), entre eles o do Huffington Post, The New York Times, aqui no G1, R7, dependendo do contexto, em sites de conteúdos específicos. Mas, pelo caráter de tempo real, confirmado o fato, o Twitter é a rede!
* É mundial, além fronteira – abrange do Oiapoque ao Chuí, do Alaska ao Polo Sul; onde houver sinal que chegue via qualquer dispositivo pelo qual se possa conectar. Ao permitir carregamento de links de vídeos, textos, imagens, vozes, não tem como fazer nenhum poder público negar um fato.
* É monitorável e permite pesquisa – possui o Twitter search que, se não é ponto de partida para pautas, ajuda a monitorar resultados do fato divulgado. Possibilita até suitar o assunto, dependendo dos desdobramentos.
* É listável - E, por causa disso, também, permite achar colegas jornalistas - em toda parte do mundo - para troca de informações. Os colegas montam sua rede de conexão, informantes, parceiros, listas prontas - criadas até por terceiros (e, na tal página de mídia do Twitter existe uma dica de como baixar as listas usando-se um código especial) sobre os mais diversos perfis. Está tudo lá. Basta saber pesquisar para conseguir as respostas certas.
* É possível de arquivar – ainda não é ideal, porque não existe aplicativo que permita incluir nos arquivos em PDF o conteúdo dos links anexos, mas ajuda bastante caso o jornalista seja suficientemente organizado e, a cada trimestre, dependendo da quantidade de tweets que divulga e favorita (para pesquisa), consiga gravar seus livros. Volta e meia, novos aplicativos para isso também são criados.

O que será a nova investida do Google em rede é uma incógnita. Eu continuo fechando com o Twitter. O que virá depois, será sempre... apêndice!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Projeto Instigar: o que acontece quando você faz análise, minha experiência com o projeto e sua derivação ... das #redessociais


Tudo começou quando... A frase, emblemática, tipifica o esteriótipo do analisado. Deitado num divã, de costas para o psicanalista - e este representado por um senhor distintamente vestido, barba grisalha... bem ao estilo Freud - ele conta sua vida, seus dramas e conflitos mais íntimos.

Ainda que os tempos sejam outros e a ortodoxia do divã tenha sido substituída pela leveza de poltronas, sofás e pufs -- porque gestos e lágrimas compõem um rico ferramental linguístico na comunicação entre paciente e terapeuta no processo analítico --, o conceito da psicanálise e as questões que motivam uma pessoa a buscá-la são vários, senão diferentes para cada uma.

No evento realizado na noite de ontem, 10 de novembro, na aconchegante sede do Projeto Instigar, em São Paulo, a diretora Débora Andrade explicou o conceito da psicanálise, relacionando-o a elementos como mecanismos de defesa, culpa, desejo etc.

Explicou, por exemplo de que se trata do estudo do inconsciente. "É o trazer o de mim que eu não sei para o mundo real... o que eu escondo de mim mesmo até o nível da consciência e lidar com isso", disse, com sua voz doce e quase maternal - no melhor sentido da palavra - porque sua voz é um "abraço de mãe".

E é também a análise do contexto psíquico. Algo como "se estou presa num conflito interno que se repete e gera sofrimentos e analiso o funcionamento psíquico por trás deste conflito, ou seja, as formas de defesa que meu inconsciente criou para não lidar com o conflito, eu tendo a enfrentar este processo e resignificá-lo para escolher uma nova forma de lidar com ele e, consequentemente, deixar de vivê-lo. Com isso, saio da zona de angústia e posso dar um salto de qualidade de vida." Complexo, não? Mas, se há o desejo de transformar - e isso foi discutido, porque só se muda quando se quer, não adianta forçar a barra de fora para dentro - esta viagem é boa demais.

A razão pela qual este assunto virou post aqui, no Mosaico Social, blog de discussão sobre redes sociais e jornalismo, tem a ver com:

1. O fato de eu ter conhecido a Débora Andrade numa rede social de Mulheres de Negócios. Graças à enorme empatia que rolou entre nós, eu me tornei sua cliente.

2. Porque um trabalho deste só pode dar certo - além de todo o o seu conhecimento orquestrando os dois grupos que faço, um com meu filhote, outro já divulgado no #twitter, o Grupo #Escolhas, porque a comunicação flui redondinha. Na transmissão, as mensagens entre emissor e receptor, ainda que subliminares, são trabalhadas pontualmente ou de forma a que aflorem no momento certo.

A gente não quer só comida, a gente quer comida e felicidade


Como a própria Débora disse ontem, "o ser humano quer prazer; e, porque não quer sofrer, usa mecanismos psíquicos de defesa para não enfrentar conflitos. Por isso, acaba, de alguma forma, fazendo escolhas erradas." O resultado pode ser depressão e sofrimento, somatização, explosões ou, o contrário, implosões em forma de sapos ou corpos estranhos "somas" - o meu caso - adenomas - ou, mais seriamente, resultam em tumores malignos.

Não importa o efeito, o desgaste é enorme - psíquico e físico. Para evitar sofrimentos, o inconsciente coloca-nos em ciladas que geram mais sofrimento. #mucholoco

E quando a pessoa não está preparada para o prazer? O que ela faz com isso, com a angústia de usufrui-lo? Há "louco" para tudo... A verdade é que existem pessoas que precisam se permitir serem merecedoras de prazer, eliminar culpas criadas muito tempo atrás, transformadas em desmerecimento. E, no meio do papo surge a palavra amor, complementada pela expressão amor incondicional. "Mas isso é coisa de mãe e pai", disse uma das participantes. Sim, na real, ninguém ama incondicionalmente, sem esperar retorno pelo investimento do carinho depositado.

"No mundo real, amor representa trabalho, é tarefa", frisou Débora. Parei, pensei e me lembrei do pequeno príncipe de Saint Exupery: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". Ou apenas, em como fazer uma planta crescer. Se é preciso regá-la todos os dias, fica fácil entender que amor requer trabalho! Mas, sobretudo, requer que nos conheçamos a nós mesmos antes de amar o outro. Para podermos amar ao outro, precisamos antes nos amar. Para quem é religioso, basta ler a Bíblia... e isso também, falando em redes sociais, não é #mucholoco?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

#conexaobites – Em boas práticas corporativas nas redes sociais, Sky, Carrefour e Senado mostraram que "não tem como não usar"

Participar de um evento da @_Bites tem destas coisas. O magnetismo do anfitrião Manoel Fernandes é notório! E não somente no @twitter, como aconteceu durante todo o evento, mas nos comentários de convidados e pagantes entre os mais de 50 presentes ao #conexaobites desta manhã. “Quando tenho um problema, sempre recorro a ele", disse Andrea Fialho, a @vanguarda. Andrea é cliente dos serviços de consultoria de Fernandes, já que seu negócio, dividido com o marido André Fialho – também presente - é um blog de moda e serviço focado em redes sociais, localizado em Fortaleza.

Se Manoel Fernandes, tendo admitido ser um dos jornalistas “dinossauros” (hein? Se ele, com 41 anos é isso, eu... com um pouquinho a mais sou o que??? :S) que se permitiu “inverter a lógica” e deixar de resistir às novas mídias, consegue arrancar de seu próprio concorrente, consultor de de projetos em mídias sociais e produtor de conteúdos para blogs corporativos, Alexandre Inagaki, ou apenas @inagaki, este tweet:

não preciso dizer mais nada, não?

Pelo amor ou pela dor, todo mundo está fazendo o dever de casa

O #conexaobites de hoje, novamente realizado no Centro Britânico, em São Paulo, reuniu, numa só tacada Regina Pitoscia, diretora de comunicação do Carrefour Brasil, Patrícia Abreu, gerente de comunicação da SKY Brasil e Claudia Tavares, coordenadora de mídias sociais da Secretaria de Comunicação do Senado Federal. O objetivo foi discutir as boas práticas corporativas nas redes sociais.

Em linhas gerais, porque o evento praticamente está aqui, minha impressão foi a de que os três clientes aprenderam a lição:

* A Sky Brasil ganhou o primeiro lugar em iniciativa e risco. Começou a fazer ensaios internos para depois partir para o mercado externo.
* O Carrefour Brasil, que aprendeu na marra, graças a um caso de gerenciamento de crise, está fazendo história. Regina Pitoscia desbanca qualquer jornalista que queira questionar o poder das redes sociais; basta relatar o que presenciou. Sem vergonha, admite: “O Carrefour é uma empresa melhor a partir das redes sociais.
* O Senado Federal abriu suas portas para os blogueiros para entender o seu universo e adequar a linguagem das novas mídias para fazer o dever de casa à altura.

Frases importantes? Se lá pelas tantas elas se perderem no @twitter aqui, aqui, pelo menos, ficarão #parasiempre (rsrsrs!) :D
“O consumidor sempre foi interativo; o que ele não tinha eram as ferramentas para falar. As mídias sociais lhe deram isso.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Há que se monitorar full time para avaliar e depois traçar as políticas de comunicação em e estratégias de atuação mídias sociais.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Em redes sociais, ou se entra pelo caminho da dor, ou pelo amor”. Mas, não se pode mais desprezar sua força como meio de comunicação e RELACIONAMENTO. Esta é a palavra-chave do meio. Regina Pitoscia - Carrefour

“As redes sociais são um importante meio de Ouvidoria em tempo real”. Regina Pitoscia - Carrefour

“Não importa a ferramenta: a gente se relaciona com pessoas. Partindo princípio de que a relação é baseada no respeito e na transparência, a gente vai sair-se bem ou menos pior.” Regina Pitoscia

“Provar no dia a dia que dá para se ter planos de comunicação variados de acordo com os objetivos e públicos e tipos de comunicação, isso é muito bom e vai dando-nos a certeza de que estamos no caminho certo. Para a gente, a experiência foi mais vencer a resistência entre os pares e os fornecedores internos.” Patrícia Abreu - Sky

E os jornalistas profissionais, os que ficam na redação?


“Eu me relaciono diretamente com os jornalistas. Assim que conto o caso que vivi no Carrefour, acaba a resistência sobre o poder das mídias sociais.” Regina Pitoscia - Carrefour

“Os modelos tradicionais de comunicação – os veículos de comunicação ainda têm mais credibilidade em relação à voz de cada um em blog. Um veículo tem mais penetração e credibilidade, é um canal que está aí há mais tempo. Mas os jornalistas já perderam o poder que tinham e eles estão a par deste desbanque de poder – desta força que tinham de serem os únicos que trafegavam junto ao poder, a partir dos cases que vão se montando com as ações que vão ocorrendo sem sua participação.” Regina Pitoscia - Carrefour

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O dia da criança no #twitter


Pronto, Joélida, agora você não vai mais precisar ficar com saudade...

Se disser que fui eu quem começou com a brincadeira, vai ter gente dizendo que não foi bem assim, mas na minha #TL foi, sim, inclusive entre meus amigos e familiares do #Facebook! Se a mania se espalhou e acabou virando trend topic, #tudodebom #salvesalve!

Se a ideia foi minha ou não, o que está por trás dela é o que realmente importa (rs!). Ao mostrar suas carinhas deliciosas, bochechudas, risonhas ou nem tanto, tomando suas mamadeiras, com laços de fita ou uniformes, cada qual revelando a sua criança não esquecida, cada #twigo ou não - porque a Miriam Leitão não é minha #twiga e deliciosamente também aderiu à ideia - investiu seu tempo em dar uma parada.

Ao buscar o álbum, abri-lo e se deixar levar por alguns minutos ou horas, em viagens ao passado de há pouco ou muito tempo, fazendo lembranças voltarem ao presente e escolherem a sua melhor foto, se deram o direito de voltar a ser... criança. De curtir algo que o nosso cotidiano tão multiprocessado e atarefado raramente nos permite.

Se não deu para postar sua melhor foto, foi a que deu para representar sua "persona" durante esta semana que antecedeu o #diadacriança. E, que, hoje, por outros tantos motivos, acabou levando #todos que aqui piam a tornar o dia um trend topic no #twitter.

Isso é também resultado da força de uma rede social voltada para o bem. Porque resgatar nossa criança pode nos fazer pensar no que fomos, ainda que tenhamos perdido a ingenuidade; manter o sentimento em alta, pensarmos no presente para escolher o melhor que queremos para o futuro. :O)

Feliz #diadascrianças para você e, para quem participou da "brincadeira".




Certamente que em duas horas, não seria capaz de abrir todos os perfis dos #tuitteiros e de arrumar espaço para todos aqui. Sigo tanta gente, mas aqui entraram os que trocaram mensagens nos últimos dias... Aos demais que eventualmente ficaram de fora e não são menos importantes, um supermegamaxiblasterbeijo e #carpediem! Ainda são 18h30 e o dia não acabou! :O)

PS: Agradecimento especial de todos a @JoelidaVentura, que, por causa de seu tweet, me inspirou a criar esta pequena homenagem :O)

domingo, 3 de outubro de 2010

Coworking: receita para relaxar a tensão do mercado de empreendedores sozinhos



E, dependendo do local, até com banheira na varanda...

Conceito bacaninha, descolado e visando a criar novos tipos de redes sociais ou nodos de rede como explicado em uma das apresentações de @augustodefranco dos novos fenômenos sociais horizontais que começam a surgir, de forma a gerar ideias, produtos, serviços e modelos de a humanidade interagir e se refazer é o coworking.

Esta alternativa surge como uma espécie de solução para quem trabalha há muito tempo no esquema de home-office e, de repente, percebe-se sozinho e com necessidade de interagir com outras mentes criativas. Mais que a união de pessoas que trabalham em um mesmo espaço, tem por objetivo ser uma encubadora de novos empreendimentos, parcerias etc. Por que? Inegavelmente o ser humano é social. Não adianta querer viver como ermitão. Fora o papo na hora do café, é indispensável trocar sobre outros assuntos, sem falar em participar de seminários, eventos etc.. E isso vai além do relacionamento virtual em #twitter, #Facebook, #Orkut etc..

Vejo com muito bons olhos a chegada, ainda que tímida, deste esquema de criar um novo mercado. A razão? Frases como a que meu filho trouxe cerca de um mês atrás: "Mãe, pessoas como você, que trabalham em casa, pertencem à economia informal, né?" "Desenvolva", respondi-lhe. Antes tivesse ficado quieta (rs!):

"Vocês não têm carteira assinada; têm empresa. Mas, se a concorrência é grande, vocês fazem muitas propostas. E na hora de fechar negócio, como quem vence é quem tem o menor preço, nem sempre vocês têm trabalho. E se vocês trabalham por jobs e isso quer dizer por tempo determinado, se os próprios clientes não querem pagar, mesmo tendo contrato (sim, ele ouve conversas ao telefone e participa de vários eventos - e porque trabalho em home-office!) então, vocês, mesmo sendo empresários do setor terciário, na verdade, nem estão na economia formal, correto?"

Claro que a esta visão seguiu-se uma megadiscussão. Busquei explicar que os livros usados hoje, na tal 7a. série/6o. ano para geografia econômica não explicam o que aconteceu com os empregos, com a terceiração, a quarterização, a quinteirização ou a questão dos caríssmimos impostos que há anos todo empreendedor no Brasil paga, num campeonato do qual o País deveria se envergonhar pela proporção inversa do que entrega de benefícios à população e blábláblá. Meu filho quis comparar-nos empresários de home-office por opção (nunca quis ter uma empresa de funcionários, mas ser fornecedora do conhecimento apreendido ao longo dos anos de estudo e prática como jornalista atuante e praticante de Comunicação Empresarial) a eletricistas ou "bombeiros" de ocasião - destes que vêm em casa consertar a pia, que fazem seus bicos, os "maridos de aluguel".

Dada a visão deturpada ensinada na escola, que não tem lugar para nos apresentar, apesar da realidade nos fazer esbarrar em eventos quase diários, procurar por locais de coworking, que possam, no meio desta questão até gerar novos negócios ou produtos, juntando expertises em empresas novas, soa como música ou a formação de um time de pessoas que apenas nunca se conheceram e passaram a frequentar o mesmo clube.

O Pto de Contato


Este foi o sentimento que me levou a ir para a festa de inauguração do novo espaço do Pto de Contato, na Rua Augusta, 2690, no 3o. andar da Galeria Ouro Fino - na chamada Laje. O local vai virar must. Além das 53 posições de trabalho e das duas salas de reunião, o charme fica na super área livre que tem nada menos que... uma \o/ banheira! Na foto, as anfitriãs, Fernanda Martins, mulher do sócio André Martins, Fernanda Nudelman Trujilho e eu.

A festa estava rolando há mais de duas horas e bombando. Tipo descolada mesmo, com banda ao vivo, balcão de bebidas com barmen, yakissoba servido em porções individuais, a banheira funcionando como geladeira das latas de cerveja e, no banheiro, supermaneiro, um cartaz sobre uma parceria muito diferente aqui. A Renova, conhecida empresa de papéis descartáveis da Europa, está apostando numa tendência que virou mania lá fora: o papel higiênico colorido, customizado nas cores do cliente.




Este foi um dos mimos que os convidados puderam levar para casa. Um luxo complementado com um pacote de lenço de bolsa também colorido e uma placa de imãs com palavras descartáveis para lembrar de coisas importantes do dia-a-dia do empreendedorismo que, a partir de amanhã e durante toda a semana de 4 a 7 de outubro, passa a ser mote de palestras para inaugurar o espaço. Tudo de graça, para promover este novo local que promete fazer a cabeça de quem já tem seu negócio, quer crescer e, preferencialmente, num espaço gostoso, com gente criativa, de mente aberta, sem caretices e, na minha modesta opinião, sem comentários baixo-astral como o que meu filho soltou e que definitivamente soou como um belo tapa na cara! Porque, alguém, no auge dos seus #enta, depois de ter crescido em plena #ditadura, passado por quase 10 pacotes econômicos, vivido o movimento das #Diretas Já, votado no primeiro presidente eleito do Brasil e também no seu #impeachment, entre outros momentos cheios de emoção, inclusive os de #trabalho... merece?


quarta-feira, 24 de março de 2010

Tempo, espaço e autonomia


Segundo Gil Giardelli, um dos palestrantes da 4ª. edição do WebExpoForum, realizado em São Paulo, de 17 a 19 de março, estas são as três coisas que a internet proporcionou ao ser humano. Mas será mesmo? Eu tenho minhas dúvidas – sei que ganhei muito mais tempo, no sentido de hoje, graças a ela e suas ferramentas maravilhosas – cada vez mais, diga-se de passagem – eu produzir numa progressão antes geométrica e agora algorítmica (RS!). Mas será que por causa disso, e de tantas outras coisas que se agregaram ao espaço Internet, eu, na verdade, ter acabado sem o tempo do qual preciso para cuidar de mim, do meu filho, da minha casa e casca (o corpinho!), das relações no mundo que chamo de 0.0 (zero-pontozero)?

Ainda entro em seminário direto sobre isso com ele, porque acho válido discutir os dois lados que a moeda internet nos mostra, mas, por ora, vou deixar o leitor extasiar-se com a cobertura da palestra coberta pela estudante de Jornalismo Fernanda Hellmeister Martins, a @fekazi, que, como 10 entre 10 alunos ou espectadores do @gilgiardelli, amaram-no como apresentador. Não é para menos – ano passado, fui eu e a matéria continua aqui, basta uma busca rápida! Então, a partir do próximo parágrafo... Gil Giardelli, por Fernanda Martins!

Os números não mentem jamais

Afinal, acordar cedo, pegar ônibus, metrô, passar horas durante esse processo todo vale muito a pena quando se trata de assistir a uma palestra do Gil Giardelli. Não importa se você já entende do assunto, se já está totalmente familiarizado com as redes sociais, ou se está tentando entrar no meio.

Há os que já assistiram mais de uma vez e não se cansam nunca, as aulas do Gil chegam a dar vertigens, ele conduz os ouvintes a um verdadeiro passeio pela história da web 2.0, dá exemplos de redes sociais, e traz a tona citações que transitam entre o que há de mais moderno nas referências de estudo das redes sociais e autores antigos como Platão e outros filósofos.

Gil Giardelli é um pensador das redes sociais e novas mídias. Mostra as tendências do futuro fazendo referências ao passado. Ao começar, em seu passeio, pelas novas mídias, Gil cita que o Orkut está além de ser apenas uma rede e passou a ser um fator determinante para a inclusão social. Já no Twitter, apenas 1% dos usuários produzem conteúdo, 4% replicam e o restante apenas observa. No fim, Giardelli ainda questiona "em qual delas você quer se classificar?".

Sobre o famigerado diploma

"Diplomas vão ter prazo de validade. A inovação não ocorre apenas nas universidades", Gil questiona o papel da Academia nos estudos das redes sociais e também a linguagem que os produtores de conteúdos utilizam. Para ele, "72% dos brasileiros são analfabetos funcionais", mostrando como se deve levar em consideração a realidade do país. Quanto aos dados apontados na palestra, os referentes às redes sociais espantam até mesmo os que não desgrudam de seus Twitter, Facebooks e Orkuts: enquanto 79% dos brasileiros conectados estão em redes sociais, 52% dos internautas interagem com suas marcas favoritas. "Nós, humanos, somos a mídia agora e um dia seremos todos 'avatares'", disse, fazendo uma referência à renovação dos espíritos pioneiros nas redes sociais, onde os grupos são pequenos, mas a grande mudança, na verdade, é a arte da descentralização.

Não é preciso ir muito longe para presenciar o reconhecimento do seu trabalho. Basta ir na seção de Comentários de seu site pessoal (http://www.gilgiardelli.com.br). Lá, leitores, ouvintes e alunos de Gil Giardelli deixam claro o que pensam dele:

"Gostaria de dizer que me identifico muito com tudo isso, principalmente com a sua inquietude, com a quebra de paradigmas e com sua preocupação em inovar. Meus parabéns pelo trabalho e principalmente pelo brilho nos olhos", escreveu Rafael Mosca.

No fim, o último slide empolga os que assistiram atônitos à sua palestra. A frase de despedida dizia assim: "Humanos do mundo. Uni-vos!". E então o público vai embora pensativo com a certeza de que aquelas palavras ainda iriam repercutir muito na cabeça de cada um. Será que Gil tem mesmo esse poder? As pessoas não negam e continuam em êxtase após o final.

Gil Giardelli é especialista no Mundo.com, com 11 anos de experiência na era digital. Coordenador dos Cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups, economia criativa e empreendedorismo na era digital. Palestrante em mais de 450 eventos como RioInfo, Fórum de Inovação RJ,#WebExpoForum, e em empresas como Banco Real, Visanet, Vivo, Natura, Motorola entre outras.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Superusuários: quando o valor da marca está bem perto, nos funcionários


Ao discutir formas de mensurar o retorno das redes sociais para as empresas, o Chief Marketing Officer da consultoria americana Lithium, Sanjay Dholakya, apresentou um interessante dado: 17% das empresas já demitiram funcionários por mau uso das redes sociais. Suas sugestões não foram diferentes das de muitos brasileiros que dia-a-dia fazem suas consultorias aqui - a empresa deve definir muito bem as metas corporativas e depois construir uma rede social para interagir com seus clientes. "Mas é preciso cautela: só entrar quando tiver os objetivos definidos de antemão", disse.

Segundo Sanjay, antes de se pensar em entrar numa rede, vale a pena saber se, dentro da empresa, existem usuários de redes que possam funcionar como evangelistas de marca, porque um usuário que advoga sua marca vale em média 50 mil dólares por ano. "É necessário investir nesses super usuários", porque além de conhecerem as ferramentas – eles sabem como agregar valor à marca.

(Texto de Fernanda H. Martins; foto https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi1Am1aZoQ5do5_PKacPwmV_GpZVRCeXMOnleR5RA-Inox7R3dHNo9tXcEdUqubcRpxXl0yQOOB0AkHg9XSTn6alHxyl7USzW9GugTNwFRZwK1E0NFDU4IOhVqRNWVVKtbjAQoKA68U4-w/s1600-h/fired.jpg)

quinta-feira, 18 de março de 2010

A vez dos consumidores. Passado um ano, a mensagem é: O modelo de negócios unilateral - de cima para baixo - acabou


#WebExpoForum: A hora e a vez do celular para atualização das redes; a idade da internet, que está envelhecendo, junto com o País, a migração do foco da publicidade – da criação para a estratégia, ouvindo o consumidor ao invés de criar a necessidade para ele – e a era dos blogs; o que fazer para dar certo como marca. Tudo isso fez surgir da tarde da segunda metade do 1º dia de cobertura do evento, aqui pelo blog Mosaico Social o seguinte comentário da repórter Fernanda Hellmeister Martins, ao me entregar os textos que seguem: “Estou assimilando nestes encontros, durante o evento muito mais do que em anos na faculdade”. No mínimo emblemático da ainda enorme distância entre o que se aprende nos bancos das escolas e o que se vive no dia-a-dia das empresas e o que se vê de tendências de mercado.

Nessa tarde, pelas suas mãos, o blog cobriu assuntos de todos os grupos do fórum – é incrível a agilidade da Fernanda e sua sede de informação – estou encantada com ela. Espero que os leitores deste espaço também curtam e comentem. Amanhã tem mais!


• Do Workshop Web-Tech - “Os desafios da Gestão de Conteúdos para Multiplataformas: Dos vídeos ao vivo ou gerados por usuários às campanhas de marketing”. O palestrante foi Fabiano Carneiro, diretor de negócios da Endavomedia/Abrangenet;
• Do Whorkshop Web Business - Games Online e criação de redes de relacionamento” com Julio Vieitez, presidente da Level Up!;
• Do Congresso – o painel “Qual o novo modelo da publicidade 2.0”, com Enor Paiano (UOL), Marcelo Lobianco (IG), Marcelo Prais (AlmapBBDO) e Paolla Rodrigues (TIM);
• Do Whorkshop Web Business - “Blog como fonte de negócios”, com Edney Souza, diretor da Polvora! Comunicação.

Fabiano Carneiro: “Cresce o número de pessoas que atualizam suas redes pelo celular”.
Gerir conteúdos para multiplataformas não é para qualquer um. Que o diga Fabiano Carneiro que dirige os negócios da Endaviomedia/Abrangenet, para quem o grande desafio está em saber como ganhar dinheiro em cima do on-line, uma vez que os conteúdos gerados pelos usuários das redes sociais chegam perto de 1 bilhão. Com a crescente tendência dos conteúdos gerados ao vivo, e a necessidade de se possuir uma plataforma que padronize vídeos para que os usuários a utilizem da forma que quiserem, Fabiano – adepto da nova linha de pensamento pela qual é o consumidor o novo driver do mercado é quem sugere. “Não aceitem nenhuma plataforma que não facilite a entrada dos conteúdos nas redes sociais, como postar links, fotos, vídeos”, alertou. O seja, caberá a nós este trabalho de fazer a indústria nos dar o que, de fato, precisaremos!

“Fazer gestão de conteúdo não é simples, é necessário pensar em tudo, não se pode focar apenas na tevê, celular ou no computador. É necessário pensar em todas as três mídias simultaneamente”, frisou. De acordo com o diretor de negócios da Endavomedia, antes de se produzir um vídeo é prioritário se perguntar:
• Quem vai acessar esse vídeo?
• De onde vem o conteúdo?
• Como o usuário vai acessar esse conteúdo?
• Em qual padrão eu vou projetá-lo?
• Eu tenho a gestão desse conteúdo?

Os dados não mentem: “20% dos usuários de games têm mais de 20 anos”
Fundada na Ásia em 2002, a Level Up! Opera nas Filipinas, Índia e no Brasil, onde está presente desde 2004, associada à Tec Toy, empresa nacional consolidada no mercado de games. Aqui, é pioneira no mercado brasileiro de jogos online, a Level Up! desenvolvendo parcerias com os principais produtores de games do mundo. Graças a isso, a empresa oferece os melhores e mais aguardados conteúdos, com títulos totalmente traduzidos para o Português, além de comercializar, com exclusividade, acesso aos servidores Internacionais de jogos de grande sucesso. Coube ao seu presidente no Brasil, Julio Vieitez, uma tarefa bastante instigante: revelar os dados dos usuários de games no Brasil e no mundo.

O país que mais usufrui dos jogos online é a Coréia do Sul, com 45% de sua população conectada nos games. “O Brasil tende a crescer muito em 2010”, adiantou, dizendo que o Grand Chase é o game mais jogado em todo mundo. Como é sabido, tanto fora quanto aqui no Brasil, em geral, a maioria dos jogadores é de homens, “as mulheres tem participação pequena”, complementou. Mas, alguas outras revelações causaram surpresa:

1) A idade dos jogadores está aumentando – 20% dos homens que compram e jogam têm mais de 20 anos
2) O mundo dos games acontece numa escala de 24/7. “No ano passado 30 mil pessoas passaram o reveillon jogando um de nossos jogos” (credo! * nota da editora – Vany Laubé) e isso se deve ao fato de que jogos também são formas de relacionamento. “É praticamente impossível alguém jogar online sem se relacionar.”
3) A média de uso dos jogadores por dia é de duas horas e meia. Durante o mês são gastos 60 horas dentro de cada jogo.

Com tanto envolvimento com os games, não é de se estranhar que haja vários casos de namoro e casamentos entre pessoas que se conheceram jogando. Outro dado revelado, mas sem números.

Publicidade: passado o boom do sucesso das mídias, a pergunta continua – para onde vai?


Marcelo Lobianco (@Lobianco) apontou para o cuidado que as marcas devem ter com seus consumidores – quem não os ouvir vai se dar mal: “a publicidade digital é diferente da publicidade tradicional, não devemos confundir as duas”. Para Enor Paiano, antigamente o foco do marketing estava na Criação. “Hoje além de pensar nisso, é preciso antes, pensar na Estratégia”. Paolla Rodrigues da TIM deixou sua mensagem em torno de como fazer comunicação nesse ambiente digital. “Começa por entender que esse ambiente está em transformação”, disse Marcelo Prais.”Em mídia estamos vivendo um grande momento agora. A voz do consumidor está aparecendo muito forte”. Paolla Rodrigues acha ainda que marcar presença na web 2.0, significa ser relevante, levar conteúdo, envolver pessoas com a marca. O trabalho das redes sociais é extremamente importante, mas é necessário dedicar tempo e recursos. “Empresas: sempre escutem seus consumidores atentamente na web 2.0”, conclamou Paolla.

A era dos blogs


Edney Souza (@interney), daPolvora!Comunicação teve foco na relação das empresas com seus blogs e demais redes sociais. Ter um website não significa apenas uma oportunidade de publicar conteúdo, é necessário que as empresas estejam atentas e dispostas a conversar com as pessoas. “Reputação se consegue produzindo um material de qualidade, e audiência através de uma boa divulgação”, informou. Para o diretor, a instituição que quer vender um conceito e entrar nas redes sociais deve criar um canal com conteúdo exclusivo e logo compartilhá-lo com outras redes. Nos textos, deve-se tomar cuidado para que não pareça comercial, “é necessário que o leitor interprete o conteúdo como serviço”.

“Devemos sempre pensar no comportamento do usuário, conhecer esse comportamento, desejo, anseios e produzir algo alinhado a isso. Qualquer coisa a mais será visto como excesso de propaganda“.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Quatro princípios das mídias sociais que são coringa para todos os relacionamentos



Neste ano, muita coisa foi abordada neste blog. O objetivo inicial, ao ser criado, foi o de discutir o impacto das mídias sociais sobre o Jornalismo e a Comunicação Empresarial. Mas, ao longo do tempo acabou incluindo outros assuntos decorrentes, revelando joio e trigo deste mundo de relacionamentos 1.0, 2.0, 3.0 e como continua sendo importante o que chamo de zero.zero, ou seja o olho no olho, o pessoal, o cara a cara.

No tempo em que venho escrevendo, jornais fecharam suas portas em todo o mundo, profissionais optaram por outras formas de trabalho ou se adequaram para conviver com as novas ferramentas, plataformas, redes e comunidades por questão de sobrevivência. Por sua vez, os patrões - e não somente os da área de Comunicação - continuam correndo atrás de respostas claras para lucrar com este universo que, a cada dia, pela espantosa velocidade da tecnologia, apresenta novidades ainda mais desafiadoras. Aqui no Brasil, voltando ao Jornalismo, após a martelada sobre o diploma e a incógnita sobre a regulamentação da profissão, a década termina com a triste realidade da retórica de um discurso sobre liberdade de expressão que arrepia por todo o histórico de vida pública e política do seu porta-voz na 1ª Conferência Nacional de Comunicação.

Infelizmente, o retrocesso é inversamente proporcional a todo um avanço alcançado em outras direções. Falar em "apoio incondicional à liberdade de imprensa" depois de meses em que o OESP foi literalmente impedido de tocar no assunto Sarney - apenas para citar um pedacinho do gelo da ponta do iceberg que significa a série de episódios que marcaram as duas etapas do governo Lula e seu relacionamento com a imprensa - é, no mínimo, uma incoerência perto do que ele fez ao elevar o Brasil à pauta mundial em vários segmentos outrora esquecidos. Okay, fim do parêntesis sobre Jornalismo e, de volta ao foco do tema do último post (é que este aqui tem um certo caráter de retrospectiva, ainda que superficial).

Enquanto a “nova ordem mundial” vai tomando forma numa “metamorfose ambulante” (parafraseando o inesquecível e também lembrado este ano Raul Seixas) em progressão algorítmica (sim, porque geométrica foi da minha época), em que as gerações Y, Z certamente trafegarão com mais malemolência que as anteriores, por questões de HD mental mesmo, acredito piamente em quatro princípios que, não importa a velocidade da informação ou a quantidade de memória que o cérebro possa armazenar, associar, raciocinar, criar e multiplicar, vão estar sempre “na ordem do dia”.

Estes princípios aprendi ao longo de 2009, observando o relacionamento entre as pessoas nas redes e comunidades, comparando com os de família e associando-os às várias leituras feitas no ano. São quatro dicas que valem para todas as mídias. São, na verdade, valores de uma mente de sucesso, e começam pelo relacionamento pessoal. Por que?

Porque antes de relacionar-se com o outro, você precisa aprender a se relacionar bem consigo mesmo. Depois, então, você pode seguir para as demais pessoas no ambiente real e em todas as instâncias envolvendo plataformas, ferramentas, redes e comunidades: Vamos lá?
1) Fale sempre de forma positiva, mantendo seu “eu ideal” em alta. Se você se mantiver na condição de constante aprendiz de forma divertida e falar positivamente, vai atrair o positivo (as palavras têm poder – Are baba!). E se você se mantém divertido em casa, com a família, os amigos e os colegas, a vida se torna divertida. Vale a pena experimentar.
2) Quer ter sucesso? Então, mantenha o pensamento na mudança que precisa realizar para isso. Tudo o que conseguimos depende apenas de nós – agora, se nos mantivermos fechados, como mudar para chegar onde queremos? Então, abra a cabeça para as mudanças, aceite-as, integre-as ao seu dia a dia e “vamos que vamos”.
3) Mude você: você não pode se dar bem com todo mundo, mas pode se esforçar para se dar bem com o maior número de pessoas. Se não aceita algo em alguém e a atitude desta pessoa não te agrada, ao invés de se desgastar tentando mudá-la, que tal mudar você?
4) Viva com paixão. Estamos aqui para ser felizes – buscamos a felicidade em cada momento da nossa existência (pelo menos acredito que seja para isso que estamos aqui, a não ser que haja masoquista por opção!). Então, coloque paixão no que sente, no que faz, no que diz, no que realiza e você verá que o sucesso na sua vida – em todos os aspectos e em todos os relacionamentos, plataformas, mídias, departamentos e escalas - virá como decorrência natural destas escolhas. Porque estes princípios nada mais são que escolhas de vida. De uma vida de valor.

Feliz 2010, com muito sucesso para você! Para nós! ;D