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domingo, 23 de fevereiro de 2014

#Quemnunca? Keep calm, because I'm back

#Quemnunca? Apostou, acreditando que tudo daria certo, e acabou se esborrachando no chão, como um ovo estatelado?
#Quemnunca? Deixou de acreditar depois de ter feito o dever de casa by the book, e ver que as coisas não chegaram aonde deveriam?
#Quemnunca? Se entocou, se enfurnou e se deixou levar pela frustração?
#Quemnunca? Achou que jamais passaria por tudo isso?

Não costumo ler conteúdos como este em blogs, mas achei que seria, no mínimo, obrigação explicar meu silêncio de nove meses - uma gestação!  É necessário que compartilhemos sentimentos (obtusos ou não) e sinceridades, além dos memes do Facebook, que denotam nossa psiquê momentânea... e que parecem palavrão ou #coisaruim num mundo em que só valem as boas dicas, as receitas de sucesso, artigos nos quais somos terceira pessoa, nunca os agentes de nossa própria história...
Apostei nos novos modelos, acreditei que as coisas aconteceriam no tempo necessário - ou pelo menos, no tempo certo pra mim. Sem os resultados esperados, e porque sou feita de carne e osso, hoje mais carne do que osso, deixei de acreditar. E cansei de produzir, achando mesmo que não faria a menor diferença. Afinal, tá todo mundo escrevendo, produzindo, compartilhando... pessoas, empresas, ONGs...
A falta de retorno no prazo que eu me dei para fazer as coisas acontecerem, porque sempre fui (mal)acostumada a uma história de vitórias,  foi me consumindo e, por quase um ano, tomei chá de sumiço aqui do blog, Eu sumi, desapareci... Eu desisti. Desisti de sonhos, de planos, de amigos até. Me entoquei, me enfurnei, me entreguei. Foi maior que o efeito platô sobre o qual escrevi, acho que àquela altura escrevendo para mim mesma... tentando me convencer do que seria algo passageiro. Mas não foi!
Foram precisos nove meses para que eu pudesse cair, sofrer, chorar, me descabelar, comer até não poder mais, até me tratar e sair dessa bad trip. Hoje volto especialmente graças ao carinho da minha família, ao colo espiritual e material do meu companheiro, e  à amizade de amigos verdadeiros!
Não pretendo escrever alucinadamente. Nesta nova fase, o blog vai compartilhar leituras, informações, conteúdos estratégicos e testemunhos de pessoas reais, de carne e osso... o que elas fizeram para se adaptar aos novos tempos,  como estão lidando com a diferença da velocidade e quantidade de investimento x retorno e o que elas sugerem pra quem quer chegar a algum lugar que exprima sucesso, bem estar e qualidade de vida...
Espero que possamos estar juntos nessa nova fase.  Até o próximo post e obrigada pela leitura! Ah, claro, querendo, comente... colabore com suas ideias e dicas também. Num ambiente de colaboração em rede, participar é a palavra de ordem.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Facebook: porque você precisa descer para o playground e aprender a brincar


O Facebook desponta como maior rede de relacionamentos - via site e dispositivos móveis -  e maior mercado online, deixando no chinelo redes como Twitter e todas as demais.  Em mais um webinário promovido pelo Social Media Today, ouvi dicas de como gerar impacto neste playground, para onde todo mundo tem que descer e aprender as regras para brincar e ser feliz.  Os convidados de hoje foram Zach Mangum, cofundador da GroSocial, Douglas Karr, autor de Corporate Blogging for Dummies e CEO da DK New Media, e Dennis Yu, CEO da BlitzMetrics. A moderação coube a Paul Dunay, Global VP de Marketing da Maxymiser, escritor de cinco livros para Dummies. 
Dennis Yu foi quem realmente fez uma apresentação, mais tarde discutida pelos demais. Quem tuitou, usou a tag #smtlive. Portanto, o que eu não tiver coberto aqui pode ser acessado por lá. 
Entre as métricas bastante interessantes que apresentou, ele disse que 23% do tempo gasto em engajamento via aplicativos móveis é da rede de Mark Zuckerberg, que lidera um ranking seguido pelo Instagram, Gmail, YouTube e outros aplicativos da Google - nada de Twitter ou Linked In, que sequer aparecem entre as cinco primeiras.  
Ainda segundo Yu, visitamos o Facebook via aplicativos ou site uma média de 13,8 vezes por dia, com cada visita durando, pouco mais de  2 minutos. São quase 420 visitas mensais, ou 15 horas por mês gastas somente nas páginas do Facebook, ou seja, é muita coisa para se deixar passar em brancas nuvens. Trocando em miúdos, essas métricas servem para chacoalhar empresários de todos os portes. Se todo mundo desceu para o playground do FB, é bom aprender a brincar lá dentro se seu objetivo é fazer negócios e crescer. Até porque, durante o dia, o uso do Facebook responde por quase metade (varia de 46% a 48%) de todas as atividades sociais de usuários de internet.  Comparados a ele, Twitter e Linked In amargam meros entre 7% e 9% do movimento social (Twitter) e entre 1% e 2% (Linked In). 
Com 15% dos consumidores usando a rede para encontrar negócios locais, o Facebook é um mercado que merece mais do que apenas frases de efeito ou pedidos para Likes. A geração de leads que se transformem em vendas deve ser o foco. O desafio está em oferecer um conteúdo de qualidade e consistente, considerando que o que costuma motivar usuários a dar seus Likes a uma empresa tem a ver com receber descontos (40%), mostrar que simpatiza e apoia a marca (39%), ganhar algo (36%), estar informado (34%), para ter informação atual sobre produtos (34%), para ter informação atual sobre vendas futuras (30%), por entretenimento (29%), acesso a conteúdo exclusivo (25%), porque alguém me recomendou (22%), para saber mais sobre a empresa (21%), para educar sobre alguns tópicos referentes à empresa (13%), para interagir (compartilhar ideias, dar feedbacks etc.) (13%). 
Para Yu, devemos romper organicamente o Edgerank, que suprime 99,8% dos posts do Facebook. Como fazer?  "Publicar anúncios dá um impulso orgânico ao algoritmo da rede, aumentando o engajamento com a marca", ensinou. E existe bastante lugar para crescer, já que 3 em 4 marcas ainda não estão usando os FB ads (77%),  Segundo ele, o trabalho das mídias sociais deve seguir os seguintes passos: 

  1. Processo de geração de conhecimento: ele amplifica o que realmente dá certo em mídias sociais para engajar fãs;
  2. O engajamento: uma vez que os fãs estejam engajados, o objetivo é coletar seus e-mails para aumentar as conversões; 
  3. As conversões: que acontecem quando você, a partir dos dois primeiros, consegue aumentar as visitas ao seu site para aumentar as vendas. 

Estes três passsos devem acontecer em função do aumento do conhecimento sobre a marca, da geração de interesse que você vai criar sobre seu público, que vai desejar comprar seu produto e agir para isso. Se você quiser mais detalhes, aqui tem um post bacana de como aumentar o engajamento no Facebook com promoções.
Porque tudo começa com o crescimento da base de fãs, e isso deve ser algo crescente - que aumenta em cerca de 50% quando há uma ação própria para isso, mas deve manter-se em 7% de crescimento em momentos de pausa. Yu ensinou ainda que o engajamento deve representar cerca de 20% do orçamento ou crescer gradualmente e, claro, que este orçamento será diretamente proporcional à quantidade de fãs que deverão ser impactados por uma ação - que, via de regra, deve gerar conversões, sempre. A figura ao lado mostra o ciclo viral do processo. Os anúncios devem gerar tráfego, aplicativos devem ser direcionados aos usuários engajados e o uso do Analytics deve otimizar os objetivos.  
O assunto não se esgotou aqui, mas acho que dá uma boa pincelada em como você pode pensar em aumentar sua presença social pelo Facebook.  Se você gostou, compartilhe, se você tem dúvidas, comente.  

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Como gerenciar seu Mix de Mídias Sociais


Quem nunca passou pela situação de sentir-se atolado pelo envio de vários tipos de comunicação para um sem número de mídias sociais, que não tem tempo para parar, respirar e criar uma estratégia de comunicação eficaz ou um Mix de Mídias Sociais?   O crescimento das mídias sociais e a pressão da demanda pelas empresas, de estar dentro delas, têm feito alguns profissionais de comunicação e marketing, os gestores de marcas, literalmente pirarem.      
Mas, da mesma forma que existe o termo Mix de Marketing, que considera como uma empresa deve investir seus recursos a partir dos 4 Ps do Marketing - praça, preço, produto e promoção, o Mix de Mídias Sociais usa este mesmo princípio de alocação de recursos ao meio social para determinar como uma companhia deve distribuir e compartilhar no Twitter, blogs, Facebook, e-mail e outras plataformas sociais.   
Em setembro do ano passado, a Oracle lançou um White Paper com oito passos para ajudar as empresas na criação do melhor Mix de Mídias Sociais, evitando o estresse que tem sido a tônica de quem cuida de contas de terceiros.  A Oracle ensina que é possível tomar decisões sobre estratégia de comunicação online e o Mix de Mídias Sociais que melhor se adequa aos seus negócios.  Clique aqui para ter acesso ao documento original, em inglês.
1.  Crie seu portfólio: faça um rápido inventário dos canais de mídias sociais nos quais sua empresa já está.  Escreva o nome de cada um num pedaço de papel.  A ideia é montar uma tabela concreta.  
2. Liste seu conteúdo: inventarie todo o tipo de informação que você distribui pelos canais de mídias sociais em que sua empresa já está. Inclua atualizações de status, informação sobre eventos, press releases, estudos de caso, informações de serviço ao cliente, discussões, tudo.  Liste cada tipo de conteúdo para fazer uma primeira coluna de uma tabela. À medida que sua lista vai crescendo, você vai perceber que está tentando promover diferentes tipos de conversação com cada peça de comunicação. 
3. Olhe através das quatro lentes sociais:  
3.1 A lente da relação frequência x formalidade, por exemplo, permite estabelecer a frequência com que uma comunicação é enviada, enquanto a de formalidade envolve o investimento de recursos que uma comunicação requer, o quão convencional ela é ou ainda como dirigir-se a uma audiência estratégica, suas respostas e resultados.  São duas forças inversas; geralmente quanto mais formais as mensagens, menos frequentemente elas são enviadas.  Voltando ao nosso joguinho de papéis, procure ranquear todo seu conteúdo tendo em vista estas duas forças, ainda que você obtenha uma escala relativa. Decidir se os e-mails são mais formais que uma comunicação via blog pode ser um bom começo de discussão de estratégia com sua equipe.   
A segunda lente é a do funil condensador.   Ele permite definir, por exemplo, se a empresa pode twittar sobre tudo, se o blog deve falar apenas sobre tendências da indústria, e se um boletim criado especialmente para promoções, ai ser enviado por  e-mail. Pense  que ao colocar seu conteúdo num funil você estabelece um objetivo de negócio - destacando como e onde o conteúdo será redistribuído. Na sequência, use a terceira lente social, a do uso da informação em cascata. Algo como  alguns tweets podem levar a posts do blog, que, por sua vez levam a links de relatórios. Você vai precisar destacar esse fluxo, porque será ele o responsável pela geração de um melhor conteúdo. 
Por fim, a lente do tamanho da sua comunidade: ranqueá-la por número der seguidores tem também um grande impacto na estratégia de comunicação.  A migração de uma rede para outra exige esforço e tempo, se isso tem que fazer parte de sua estratégia. Da mesma forma  que você fez com cada rede, escreva num pedaço de papel a quantidade de pessoas envolvidas com sua marca em cada uma das redes trabalhadas. 
4. Ligue conteúdo aos canais:  Neste passo, a ideia é descobrir qual conteúdo se adequa melhor a que rede.  Escreva também cada um em um pedaço de papel e distribua da forma como você acredita ser a melhor forma. Se um conteúdo casar com várias plataformas sociais, escreva-o num pedaço de papel e distribua-o por até três plataformas diferentes - resista à urgência de colocar todo tipo de conteúdo debaixo de cada canal. As pessoas respondem melhor quando recebem informação específica de um canal específico. Muitas organizações usam o Twitter para enviar informações sobre eventos, links e fazer pesquisa, mas o Twitter  pode ser mais eficaz se usado de forma consistente para uma finalidade, oferecendo uma experiência na qual os assinantes podem confiar.
5.  Separe a essência de cada canal:  agora você deve ter grupos de conteúdo em todos os canais de comunicação. Junte o ranking e calcule a formalidade e o valor médios de frequência para cada grupo de conteúdo. Organize os grupos de conteúdo, pelas suas médias, com mais informal à esquerda e  mais formal à direita. Se houver duas classificações iguais, coloque-as num grupo com maior frequência de classificação, à esquerda. Como fica difícil visualizar, vamos aos exemplos;
• No Twitter, sua empresa  pode essencialmente postar informações sobre a indústria; 
• No blog, pode fazer posts que expliquem as características de um  produto, analisem publicações do setor, e contem histórias;   
• Uma newsletter pode apresentar resumos e links para melhorar a organização de conteúdo. 
Agora, destile um objetivo ou valor de comunicação e aplique-a  a cada canal. Por exemplo:  o Twitter deve "promover a comunidade"; o  Blog: "reforçar a notoriedade da marca", e o Boletim informativo: "estabelecer a credibilidade". 
Uma vez que você organizar seus canais,  de formal a informal, e rotulados com as descrições acima, é hora de compará-los para sobreposição. Se você encontrar uma sobreposição significativa, você deve considerar combinar os dois canais em apenas um.
Você pode achar que a frequência e a formalidade não são os melhores critérios de organização, e que organizar por descrição pode funcionar melhor para encontrar oportunidades de consolidação. De qualquer maneira, ao consolidar os canais, você economiza recursos que podem ser aplicados em outros processos de comunicação com sua comunidade - por isso conhecer seu tamanho é fundamental.  Sabe por que?  Porque pode não fazer sentido ter dois canais comunitários se houver uma grande quantidade de sobreposição, especialmente se a base de assinantes é significativamente maior em um canal. Você provavelmente vai ter mais retorno sobre o investimento se usar o menor canal para direcionar as pessoas para o canal mais ativo e gradualmente se livrar do primeiro. 
Agora, o seu Mix de Mídias Sociais está começando a tomar forma.  Então, aproveite para promover pesquisas online e amarrar melhor seus conteúdos e formas a partir de seus resultados:  • Quais são os tipos de conteúdo nos quais seus assinantes estão interessados? • Eles estão conscientes de seus outros canais? • Será que eles se inscreveram para mais de um?  • Será que eles consideram a migração de um canal para outro? 
6. Preencha as lacunas: tendo ouvido as pistas dadas pelos próprios leitores e comparando-as com sua tabela de consolidação, você poderá trocar ideias com sua equipe e convergir as ideias que melhor se aplicam à marca e ao relacionamento social.  Ao final, você deve ter uma boa lista de ideias para seu Mix de Mídia Social. O próximo passo é priorizá-los e estruturá-los.
7. Construa a sua estratégia:  aloque seus recursos, priorizando as atividades que gerarem o maior ROI ao longo do tempo (e ROI pode ser o retorno sobre investimento ou sobre o engajamento, de acordo com o objetivo maior de uso das mídias sociais).  
Duas ferramentas de estratégia podem ajudar nesta hora:    
     1)  Priorização: permite visualizar possíveis iniciativas estratégicas com base na sua viabilidade e importância. Liste todas as suas iniciativas na coluna da esquerda de uma tabela e atribua uma classificação de viabilidade e importância para cada uma. Use um orçamento padrão de pontos para cada coluna e faça um gráfico dos resultados para entender que passos priorizar. 
     2) Gestão Estratégica: ajuda a descobrir quais objetivos estratégicos de curto prazo vão avançar em sua estratégia de longo prazo. Visualize as táticas que você pode usar para apoiar cada passo estratégico, entender como elas dependem umas das outras e que recursos são necessários para completá-las.  Estratégia é o plano global que orienta o esforço organizacional para definir e avançar em direção a um objetivo da maneira mais eficiente possível. As táticas são o conjunto de etapas interligadas que contribuem para o progresso em direção à meta. 
8. Esboce o seu fluxo de conteúdo: este é o último e mais importante passo de todo o processo e, à medida que você faz isso, vai alcançando o objetivo de mantê-lo acessível, de forma permanente para a sua comunidade, melhorando o SEO e o gerenciamento do Mix de Mídias Sociais.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Eric Lieb no Web Expo Fórum: "É preciso tratar o cliente da mesma maneira e com a mesma riqueza de recursos em qualquer canal."


Eric Lieb é uma das atrações do Web Expo Fórum, que a Converge Comunicações realiza esta semana, nos dias 3 e 4 de abril, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O Country Manager da Interactive Intelligence  Brasil (Inin), empresa conhecida por fornecer soluções de gestão de cliente com plugins diferenciados de redes sociais, participa de um dos Workshops do evento. Na manhã do dia 3 (11h às 12h), ele vai falar sobre como se manter na crista da onda depois do hype das redes sociais. Ou seja, como as empresas devem se estabelecer neste canal de comunicação, considerando suas especificidades, o padrão de comportamento do consumidor nesse meio e o alinhamento do ambiente de redes sociais com as melhores práticas do mercado.

Lieb disse que o momento agora é de revisão do planejamento estratégico de adoção das redes sociais para proporcionar uma experiência positiva entre marca e cliente. E o que ele vai levar para o evento é a compreensão do que deve ser feito para oferecer ao usuário de redes sociais e ao cliente final das empresas experiências que encantem e interações que transformem o troca-troca via redes numa arma competitiva de negócios.  Algumas dicas, ele adiantou ao blog Mosaico Social, que vai estar no #webexpoforum mais uma vez:


  1. O primeiro passo é adotar um posicionamento proativo em relação às redes sociais. 
  2. Depois, é importante monitorar o que se fala e como se fala da companhia neste meio é fundamental. O uso deste recurso evita, via de regra, que uma reclamação ou má experiência seja viralizada, desde que se atue com rapidez, desde o início do problema, interagindo diretamente com o consumidor.
  3. Lembre-se de que a linguagem nas redes é diferente de outros canais de interação consumidor/empresa. A pessoa que busca este canal via de regra não está disposta a encarar longos scripts de atendimento e respostas prontas e despersonalizadas.
  4. Mais importante do que a presença nas redes, é a personalidade da marca neste ambiente. Em geral, as trocas realizadas via rede social são marcadas por mais pessoalidade e proximidade entre as duas partes.  
  5. Por fim, saiba quando escalar o problema para outro canal de atendimento – seja um e-mail ou o bom e velho telefone. Isso é especialmente recomendável quando se torna necessário comunicar informações sensíveis do cliente ou companhia - informações que não somarão nada se publicadas em rede.   

O workshop vai explorar o fato de que a integração multiplataforma amplia o alcance das suas propostas, globaliza conteúdos e permite um novo modo de se relacionar com o cliente. Lieb defende que a missão de uma plataforma integrada de comunicação é oferecer uma experiência consistente (qualidade de serviço) através de todos os canais de comunicação. "É preciso tratar o cliente da mesma maneira e com a mesma riqueza de recursos, qualquer que seja o canal escolhido. Antes de tudo é fundamental oferecer o poder de escolha entre os vários canais, manter um histórico de interação unificado e atualizado para que não haja ruídos no diálogo ou processos paralelos e em repetição", complementou. 

Se você ainda não se inscreveu, aproveite para clicar aqui e conhecer os demais conteúdos do Web Expo Fórum, cuja edição, em 2013, mergulha no comportamento do consumidor via discussão de tendências digitais, apresentação de modelos de negócios e empresas inovadoras, você vai poder entender como o Social Cloud e outros conceitos aplicados podem ajudar na evolução de todos os negócios.

terça-feira, 6 de março de 2012

e-Social: arma para formação de novos impérios?



O material a seguir está no Boletim Mosaico Social desta semana. Achei meritória sua repercussão.
Você já parou para pensar de onde vêm as novas ideias? No quanto sua origem está ligada à combinação de ideias, estas por sua vez, a conceitos pré-existentes? Parece óbvio e é, mas no dia a dia a gente mal pára para pensar sobre isso.
 
Existe outro dito, o de que duas cabeças pensam melhor que uma. Então, as chances parecem maiores e mais promissoras para quem investe em novas empreitadas compartilhando suas ideias – inclusive com pessoas mais distantes de seu grupo de amizades.  Com mais acesso a informação, as pessoas são puxadas para um patamar de tipo de discussão e conteúdo numa velocidade antes nunca vista e isso pode fazer com que o upgrade individual e de um determinado grupo seja enorme num tempo exponencialmente curto se comparado a outras épocas da nossa história.
As mídias sociais têm alavancado o pensar coletivo para o crescimento de pessoas, empresas, novas ideias e empreendimentos. Isso foi inegável e se estamos no patamar em que nos encontramos, é porque houve toda uma sinergia de desejos individuais com  a tecnologia e a disposição, além de outros fatores históricos que nos impulsionaram pra isso. À medida que aumenta o acesso a opiniões com as quais nos identificamos, sobre as ideias de outros podemos criar novas outras, e, assim, fazer um pensamento se disseminar nas direções que vimos assistindo aqui e acolá.
Mas será que este pode não ser um aspecto também negativo do e-social? Pense bem: ao fazer com que as pessoas acabem pensando coletivamente, este processo de compartilhamento pode eventualmente prejudicar a criação de novos pensamentos, diferentes, originais e independentes. Há correntes que defendem a ideia de que por causa destes pensamentos coletivos, nossas línguas estão se fundindo mais e mais e, com a perda da língua, começamos a perder a diversidade de nossos povos.  
 Como seres sociais, sabemos que caminhar em grupo é fundamental para nossa preservação. Mas será que a tecnologia e as novas mídias, juntas, não criando um novo tipo de arma para a formação de novos pensamentos imperialistas após uma onda inicial de criatividade e inovações?
Por isso, é fundamental pensar em como usar as tecnologias sociais para ter acesso a opiniões e pontos de vista diferentes e ideias inesperadas e, então, formar novos pensamentos. Preservar a disponibilidade de ideias independentes é tão vital para nossa civilização enquanto seres sociais, quanto nossa sobrevivência como apenas seres.  #pense nisso.  

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que é necessário para ser estrategista em #SM

A partir de hoje, o blog passará a ter mais informação e menos opinião. Afinal, "rata de internet", sei que uma de minhas melhores habilidades é fazer boas pesquisas para encontrar conteúdo estratégico.

Com tanta novidade rolando por aí, contada de tantas formas diferentes, nada mais apropriado que usar este espaço de comunicação e informação eclético para dividir - com agora meus 200 leitores -  o que de mais bacana encontrar em minhas buscas para estudos e análises - que não páram, não importa a atividade na qual esteja enfronhada.

Como o infrográfico é uma das formas mais completas e bacaninhas de estudar, porque alia um visual criativo com um texto dinâmico e curto, começo com este. Ele resulta de dados tirados do Linked In em ofertas de empregos postados para a área de #SM (mídias sociais)) e um relatório do Altimeter Group.

A fonte primária foi o meu próprio jornal, desenvolvido a partir de tweets e posts dos meus #twigos, o  "The + Mosaico Daily", sobre o qual postei no blog empresarial e é uma das primeiras referências de minhas leituras diárias.  Depois de passar pelo infográfico, você ainda vai dizer que as mídias sociais são bobagem, gratuitas e desenvolvidas por gente sem noção? #pensenisso


[INFOGRAPHIC] http://on.mash.to/roWark

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Mosaico Social: definitivamente pluralista. Até arte tem

A pedidos, assumo peremptoriamente! O Mosaico Social passa a ser, com este post, um blog mais pluralista em conteúdo estratégico e...  nem tanto.

Com isso, prova o que seu rico nome e meus múltiplos interesses e atividades significam: um mosaico social pelas atividades diversas, a maior parte delas vividas e cobertas socialmente, e o mosaico, porque parte do princípio básico que norteia o trabalho de comunicação levado ao nome da +Mosaico Negócios & Comunicação, auto-explicativo naquele espaço. E, por que mosaico?

  • Arte milenar decorativa, utiliza diversos tipos de materiais como cacos de vidro, fragmentos de rochas, esmaltes e pedras, entre outros. Agrupados e colados, formam um desenho único e intrigante.

  • Ícone artístico do século XX, o europeu Maurits Cornelis Escher (1898-1972), nascido nos Países Baixos, é mais conhecido por suas famosas estruturas imposssíveis, além de suas pinturas de transformação, como as três a que chamou de Metamorfose – todas formam diferentes mosaicos, transformadores e intrigantes.  Em seu site, vários trabalhos em diferentes "leituras" de mosaico deste artista incrível.

  • Um dos mosaicos mais famosos e ricos são os bizantinos, notadamente os da italiana Ravena. Cubos/pedras de esmalte de vidro eram agrupadas com muito ouro; muitos experts dizem que os mosaicos bizantinos constituem das mais altas riquezas desta arte.

  • Por fim, Barcelona, obra viva tridimensional em mosaico. O extravagante arquiteto catalão Antonio Gaudí (1852-1926) é o exemplo da versatilidade da técnica do mosaico ao extremo. 
bandeja em madeira e mosaico

porta-retrato recondicionado

bandeja em madeira com técnica em decoupage
e acabamento em cola-mosaico

Porta-sachê de café e bandeja, e descansos










porta-jóias - pintura e decoupage

caixa de costura

porta-guardanapo
Todas estas "artes", eu pintei em fins de semana chuvosos, ou nem tanto, mas imensamente prazerosos. Foi, pelo menos, o caso deste porta-guardanapo, que fiz pra mim mesma, já que a maior parte do que está aí foi dada de presente. A bandejinha de mosaico lá de cima pertencerá a Ana Paula Barbieri, que ganhou  - mas ainda não levou - o mimo por ter sido a 2500a. seguidora da "abandonada" Mosaicosocial no twitter.   Até por isso, por fazer artesanato e presentear minhas amigas, fui entrevistada pela jornalista e amissíssima Mara Ribeiro, para o programa After Job, da rádio Mega Brasil online. Pena que é um programa de 1h inteira, senão, até valia a pena cortá-lo e postar alguns momentos, impagáveis pelas risadas que trocamos juntas no dia da entrevista.

Caixas para Páscoa, dia das mães - seja para guardar guloseimas não calóricas, jóias, cartas, ou mesmo aqueles mini-ovos de chocolate, balas ou bombons já fizeram o maior sucesso, bem como sacolinhas de madeira com alças de couro - que viram porta-cartões bem diferentes e bandejas. Porém - coisa de principiante - não fotografei e aí... ficou na saudade. Encomendas podem ser feitas pelo twitter mesmo, ou por aqui. Tem muita coisa em mosaico para terminar; quem sabe logo não posto mais novidades? Se você gostou, marque aqui e #RF #RT.  E faça seu pedido. Será um prazer atender você.

domingo, 13 de março de 2011

Jornalismo e Comunicação: porque o #twitter é cool

Facebook, Friendster, Orkut, Linked In, My Space, Ning, Quepasa, Sonico, Skype, Peabirus, Vimeo, Youtube, Twitter etc.. A finitude das redes parece não existir, tanto que há até um diretório de redes disponíveis, no qual uma Ameba, voltada para o público jovem japonês, está listada. Onde? Na Wikipedia.

O valor desta forma de atuação sobre a internet é tamanha, que não importam os milhões jogados fora primeiro com a Wave e, depois, com o Buzz. Insistente, a Google desmente, mas é iminente o lançamento de mais uma tentativa de se lançar como rede social. Ela quer entrar no bolo até agora dividido entre fãs do Facebook e seguidores e seguidos do Twitter.

No final do processo de migração do nickname @mosaicosocial para o @maismosaico, o primeiro criado para me relacionar de forma pessoal, e agora, para trocar informações mais jornalísticas e sobre comunicação e mídias sociais, gostaria de reforçar os motivos pelos quais acredito no Twitter como ferramenta que deve ser considerada por todo jornalista e profissional de Comunicação Corporativa:
* É mancheteiro – ainda que aplicativos permitam esticar os 140 caracteres, escrever um bom tweet é exercício de concisão similar ao de criar um título chamativo para fazer o leitor se interessar por conhecer seu perfil; o link provavelmente anexo ao texto etc.. Com um conteúdo estratégico e bem escrito, as chances de #RT serão enormes.
* É instantâneo – as mídias sociais roubaram dos veículos de comunicação tradicionais o “furo jornalístico” (não importa em que País mais ou menos) #truefacts. Nenhuma rede é mais instantânea e contagiosa que o Twitter, que tem um canal só dedicado a jornalistas sobre como melhor utilizar a plataforma. Saiu no Twitter, a notícia até pode ser validada em outros sites da grande imprensa (menos lá fora, mais aqui no Brasil), entre eles o do Huffington Post, The New York Times, aqui no G1, R7, dependendo do contexto, em sites de conteúdos específicos. Mas, pelo caráter de tempo real, confirmado o fato, o Twitter é a rede!
* É mundial, além fronteira – abrange do Oiapoque ao Chuí, do Alaska ao Polo Sul; onde houver sinal que chegue via qualquer dispositivo pelo qual se possa conectar. Ao permitir carregamento de links de vídeos, textos, imagens, vozes, não tem como fazer nenhum poder público negar um fato.
* É monitorável e permite pesquisa – possui o Twitter search que, se não é ponto de partida para pautas, ajuda a monitorar resultados do fato divulgado. Possibilita até suitar o assunto, dependendo dos desdobramentos.
* É listável - E, por causa disso, também, permite achar colegas jornalistas - em toda parte do mundo - para troca de informações. Os colegas montam sua rede de conexão, informantes, parceiros, listas prontas - criadas até por terceiros (e, na tal página de mídia do Twitter existe uma dica de como baixar as listas usando-se um código especial) sobre os mais diversos perfis. Está tudo lá. Basta saber pesquisar para conseguir as respostas certas.
* É possível de arquivar – ainda não é ideal, porque não existe aplicativo que permita incluir nos arquivos em PDF o conteúdo dos links anexos, mas ajuda bastante caso o jornalista seja suficientemente organizado e, a cada trimestre, dependendo da quantidade de tweets que divulga e favorita (para pesquisa), consiga gravar seus livros. Volta e meia, novos aplicativos para isso também são criados.

O que será a nova investida do Google em rede é uma incógnita. Eu continuo fechando com o Twitter. O que virá depois, será sempre... apêndice!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Web Expo Forum: Marcelo Negrini diz que novo buzz tecnológico vai durar 10 anos e será capitaneado pelos meios móveis



Negrini ainda prevê um futuro ruim para a grande imprensa, bom para veículos especializados e, para os jornalistas, graças ao Content Strategy, a previsão é de mudança de foco!

Um dos destaques da 4ª Edição do Web Expo Forum, promovida pela Converge Comunicações de 17 a 19 de março, em São Paulo, é o diretor de Marketing da LabOne, Marcelo Negrini. Figura constante na grade de palestrantes do evento, pela 3ª vez ele vai estar à frente de uma plateia para abordar as tendências em tecnologia de mídias sociais. Na 4ª. feira, dia 18, de 14h às 15h, no Workshop Web Business, ele vai abordar o Content Strategy, tema que escolheu por acreditar estar de acordo tanto ao momento atual do mercado quanto ao seu, profissional.

Em entrevista exclusiva a este blog, ele fez afirmações otimistas ao dizer que não falta demanda de mercado para as mídias sociais, “nem de empresas inovadoras, que abraçam novidades tecnológicas antes de todo mundo, nem de empresas retardatárias, que adotam as tecnologias depois que elas ficam provadas”. E foi além: “Em breve vamos ter outro boom tecnológico, puxado pela Web móvel.” Para Negrini, este novo boom será “maior que a bolha do fim dos anos 90” e mais permanente, porque, ao contrário da bolha da Internet, esta, que envolverá os celulares, deverá “levar conteúdo e relacionamento das empresas para esse novo meio vai render mais de 10 anos de expansão no mercado de tecnologia”.

Porque o Content Strategy

Até chegar a este veredicto, Marcelo Negrini fez um wrap-up do mercado:

• 2008:
* Momento de construção de redes sociais para as empresas criarem relacionamento mais próximo com seus clientes.
• 2009:
* Já no mercado, via mídias sociais, as empresas precisavam monitorar o que era dito a seu respeito em ferramentas sociais abertas, como Twitter, Orkut, Facebook e blogs.
* As ferramentas já estavam sendo entendidas e trabalhadas como mídias importantes, ajudando a vender produtos e criar relacionamentos duradouros com as marcas.
• 2010:
* Os consumidores estão exigindo mais das empresas e marcas.
* Não basta estar presente na Web ou em mídias sociais; é preciso oferecer conteúdo original, rico, e em sintonia com os valores de cada marca e com os estilos de vida associados aos produtos e serviços.
* Cada empresa vai precisar publicar muito texto, imagens, vídeos e áudios, com alta qualidade, mais ou menos como os grandes portais Internet o fazem.
* Passada a fase do pioneirismo, todas as empresas vão precisar de uma estratégia de publicação de conteúdo, até para gerar as discussões corretas nas mídias sociais.

Conteúdo das mídias sociais x Content Strategy

O convidado do Web Expo Forum da LabOne acredita que o tema Content Strategy ainda é tão novo que “não chegou no ponto de ter aventureiros e pessoas falando bobagens – como no caso das mídias sociais. Ele vê o tema como mais complexo e com operações ricas em conteúdos e muito mais caras que ações simples em mídias sociais.

“O desafio hoje é fazer com que as pessoas, principalmente os responsáveis por marketing nas empresas, entendam que isso é uma necessidade, e não uma opção”, disse. E defende a participação estrangeira no mercado, como também a exportação do trabalho brasileiro.

“Apesar de o mercado no exterior estar mais maduro, não existe um gap tão visível nem entre clientes locais e multinacionais, nem entre agências locais e multinacionais”, explica, citando: “A Garage, brasileira, está fazendo um trabalho fantástico com Skol Beats, da AMBEV, multinacional brasileira. Já, a AgênciaClick, hoje ta,bém multinacional (Isobar) mas com DNA totalmente nacional, está fazendo o portal da Sadia, brasileira. E tem a Wunderman, multinacional, fazendo os sites da Nokia, também multi. Hoje, a separação é entre empresa/agências que têm estratégias para conteúdo e mídias sociais, e empresas/agências que ainda estão na era do hotsite e da “ação farofa” em mídias sociais”, polemiza.

E a imprensa?

Apesar de não ser tema do encontro, mas do blog, resolvi levá-lo para o mercado jornalístico, ao perguntar para o Negrini como ele entendia sua incapacidade de encontrar um modelo de negócios, o futuro, enfim, sua visão para nossa área.

“Minha visão sobre isso é que a crise jornalística tem muito pouco a ver com tecnologia, e sim com um processo começado pelos próprios veículos, no qual eles se tornaram por conta própria irrelevantes. São poucos os veículos que fazem apurações fidedignas dentro de matérias, que são fundamentais, mas perdem o valor dentro de um modelo editorial cada vez mais sensacionalista e com cara de “infotenimento”. Os bons jornalistas continuam heróicos nos grandes veículos, e praticando sua profissão corretamente. Mas seu trabalho fica espremido entre o ruído da cobertura de celebridades, infinitos guias de saúde e equilíbrio, guias de compras, publieditoriais de todo tipo.

O público vê o grande jornal e a grande revista semanal ficarem com a mesma cara e a mesma qualidade dos tablóides e revistas de inutilidades. Aí encontra toneladas de veículos não-tradicionais, como blogs, falando de assuntos específicos com grande qualidade. E, no caso dos grandes blogs ou veículos online, com as mesmas regras e parâmetros de qualidade do bom jornalismo. A escolha pelo online é fácil, e não é por causa da questão pago versus grátis. É pela facilidade de se chegar a conteúdos específicos rapidamente, sem ruído. O blog especializado está a um clique do Google. O mesmo assunto, se aparecer no jornal ou revista, é uma notinha que desaparece ao lado da cobertura dos “reality shows”.

A crise da imprensa não é generalizada. Ela está atingindo os veículos de interesse geral, especialmente os grandes jornais. As revistas de interesse geral vão em breve entrar na mesma crise. Mas as revistas especializadas, dirigidas a nichos e com melhor qualidade, estão indo muito bem. E a grande maioria dos veículos de economia também vai muito bem. O segredo? Esses veículos não diluíram seu conteúdo, nem procuraram o mínimo denominador comum como os grandes veículos. O grande problema é que essa onda de empresas publicando conteúdos vai bater de frente com essa imprensa “saudável”: bancos vão competir com as revistas de economia, fabricantes de calçados esportivos vão competir com revistas de fitness, cervejarias vão competir com guias de entretenimento.

Eu acho que o futuro vai ser péssimo para os veículos, mas não necessariamente para os jornalistas. Vai haver uma demanda crescente pelas empresas por conteúdo de qualidade, e jornalistas têm a formação correta para fornecê-lo. Pode ser que o futuro emprego de muitos jornalistas seja numa agência de publicidade ou em uma produtora de conteúdo especializado. Foto: Izilda França