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segunda-feira, 15 de abril de 2013

O mundo online não é mais "wannabe", mas "must" para as empresas. E o tempo não pára


Já parou pra pensar que o que o Brasil esbanja em criatividade, peca em inovação?  Falta disciplina e processos, ainda que não exista uma receita certa para conseguir ser inovador. E, de acordo com Martha Gabriel, uma das profissionais mais conceituadas em Marketing no mundo online, ainda são poucas as empresas (normalmente as grandes) que têm desenvolvido processos de fomento à inovação incorporados ao seu DNA. Mas ela acredita que da mesma forma que tivemos a era da "Qualidade Total" no final do século passado, que disseminou a qualidade nas empresas, nos próximos anos o mesmo processo vai acontecer em relação à inovação nas empresas.  Até que isso aconteça, ela busca enfatizar o quão importante é a vida no mundo digital. "Em alguns anos não será possível sobreviver sem o digital da mesma forma que não é possível sobreviver hoje sem eletricidade. O ON e o OFF co-existem e dialogam o tempo todo. As empresas que permanecerem apenas no off-line estarão limitadas e mancas, conforme as pessoas comecem a usar o online como parte inseparável de suas vidas."  

Martha Gabriel já esteve neste blog e continua sendo um dos posts mais lidos deste espaço eclético, que fala sobre o mundo web, a tecnologia, a comunicação e outras cositas más, vai palestrar pela primeira vez durante o Congresso Mega Brasil de Comunicação, que, pela 16a vez acontece em São Paulo, tendo, como palco, o Centro de Convenções  Rebouças.  Será no dia 24 de abril, das 17h às 18h10. Sua responsabilidade será falar sobre Inovação e Crowdsourcing, duas tendências sem volta do mercado em geral e que  já são realidade no Brasil.  

Portanto, não importa se a empresa é pequena, média ou grande, a presença digital não pode mais ser encarada como wanna be, mas um must, sem a qual não vai sobreviver.  "Por ser um assunto ainda novo e que muda o tempo todo, o digital acrescenta complexidade ao ambiente e ao marketing. No entanto, a existência e sucesso das empresas depende cada vez mais de sua atuação simultânea e integrada entre as plataformas online e off-line." E a areia da ampulheta está quase  acabando.  

Time multidisciplinar

A sugestão de Martha para que a entrada das empresas neste mundo seja bem-sucedida é trabalhar com profissionais multidisciplinares, com maior colaboração e integração de áreas. "Se bem planejada, a comunicação incluindo o ambiente digital pode trazer uma relação custo/benefício muito melhor do que a utilização apenas das mídias tradicionais', disse. O melhor dos mundos é ter agências especializadas no operacional (monitoramento em mídias sociais, design e desenvolvimento de peças digitais, etc.) e o time interno de comunicação de marketing na função estratégica para fazer o planejamento e determinar as táticas e gerir o conteúdo, que depende do posicionamento, da estratégia, da missão, da visão e dos valores da empresa. "Isso não deveria ser delegado a terceiros", concluiu.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Web Expo Forum: momento é das empresas trabalharem seus dados para sobreviver

Tendência do mundo dos negócios da internet para 2013, o BIG DATA, que se define como a quantidade exponencial de informações agregadas no meio virtual, vai nortear o relacionamento entre marcas e consumidores daqui pra frente, como uma evolução do próprio processo da internet. Isso quer dizer que todos rastros que vimos deixando sempre que nos cadastramos em cada passagem por sites, plataformas de rede, via computadores, tablets, smartphones e outras parafernálias eletrônicas que vão incorporar cada vez mais o acesso online, são a bola da vez para as empresas não somente nos ouvirem como consumidores, considerando nossas sugestões para melhorar seus produtos e gerar nossa fidelidade, mas para garantir a própria razão de existir.  

O tom do primeiro dia da 7a edição do Web Expo Forum, que a Converge Comunicações realiza no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, foi o social de um ponto de vista mais maduro, consolidadas as bases e as plataformas para o relacionamento entre pessoas, empresas e mercado.  Falou-se de social commerce, social media, social business, do conceito de VoC (Voice of Consumer) e até mesmo do bom e velho e-mail, que ainda é a  ferramenta de marketing digital mais bem sucedida e parece que terá vida longa, se cuidado comme il fault para desempenhar seu papel e garantir sustentabilidade aos seus usuários. Por fim, os caminhos para uma economia compartilhada, com exemplos de bons resultados que já mexem o mundo lá fora.  

Para dar uma palha sobre cada um dos encontros cobertos pelo blog, compartilho a seguir um pouporri de pensamentos e informações trocadas neste dia.:  


Painel: da esquerda para a direita, Fernando Taralli, Guilherme Toussaint,
Claudiney Santos (Converge),  Marcelo Póvoa e Braulio Medina. 


Marcelo Póvoa (MPP Interativa): "O caminho da inovação ao sucesso é darwiniano" (Referindo-se a empresas que tiveram seu ápice na primeira onda da internet e que perderam espaço pelo caráter de inovação e ousadia de concorrentes).  
"O consumidor que, de analógico na era pré-web, passou a ter um poder incrível tanto no pré-venda, quando durante e no pós-venda, é, nesta segunda onda da internet, atacado por uma massa de informação incontrolável. Ao mesmo tempo, ele deixa rastros por todo o tipo de aparelhos (tablet, celular, computador) e redes (web-sites, plataformas de redes sociais, e-mails, SMS).  São estes rastros que correspondem ao BIG DATA que as empresas devem trabalhar para inovar e garantir sua sustentabilidade."
"Em 2012 a internet produziu mais dados do que em toda a sua história.  Estes dados são  comportamentos que criam uma base de qualidade a ser explorada pelas empresas.   Todos os algoritmos  (cada vez mais rápidos, poderosos e precisos = e inflexíveis, porque são números...) gerados em banco de dados mundo afora permitem a criação de comunicação, ofertas, publicidade, atendimento e melhoria de produtos e serviços para gerar lealdade, diferentemente do que era a comunicação aberta de massa.  Isso é tudo muito inovador e desafiador, estamos apenas começando a mexer com isso."
"A Mineração de dados via ser humano - ou seja, juízes que fazem análise semântica de algo detectado pelo algoritmo, para saber se será tendência ou apenas um dado sem importância - é que vai ajudar o algoritmo a interpretar e ajustar os dados coletados para entender comportamentos de consumo  e segmentar a publicidade."  
Guilherme  Toussaint (Adobe):  "A cada ano, o mercado corporativo é atingido por mais de o dobro de informações produzidas pelo mercado.  De 2009 pra cá, todo o conteúdo criado é publicado e uma configuração de dados permite que, com base numa experiência anterior com um determinado consumidor, uma empresa possa ofertar algo específico, de acordo com o comportamento deste consumidor. A vantagem do Brasil sobre o uso do big data em relação ao que acontece lá fora, é que, apesar de eventualmente atrasado em termos de tecnologia, sua atualização é rápida quando a tecnologia chega aqui."
Braulio Medina (Vortio): "Sou matemático  e tenho como meta casar os dados com a comunicação como tendência do processo de interação com os consumidores.  Com o advento das redes sociais  e o mundo totalmente cabeado, cada um de nós é um potencial hub de comunicação com poder de impactar consumidores, criando um enorme ruído de comunicação competindo com os canais de mídia tradicional.  O atendimento hoje em redes sociais envolve que cada empresa esteja nelas para fazer CRM,  Marketing, Pesquisa de opinião, Controle de qualidade ... As redes permitem analisar o comportamento do consumidor, saber dos problemas vividos pelo consumidor (para tomada de ação), enxergar as tendências e fazer SAC 2.0."
"Amigos de amigos fazem clusters de comunicação. O que o big data permite é responder a antigas perguntas complexas - com cruzamento de dados.  Medimos sentimentos, percepções vínculo emocional, relevância e sustentabilidade, além de números como valor de mercado, preço etc..." 
"Os memes de internet são símbolos simples que denotam comportamento ou uma ideia replicada. Podemos mensurá-los do ponto de vista quantitativo e qualitativo e isso vai nos permitir calcular e comparar métricas, entender o consumidor, criar conversas com significado e reduzir o risco reputacional, entender a performance dos canais de mídia." 
Fernando Taralli (VML): As CasasBahia.com.br é um caso de cliente que resolveu gerir seus próprios dados, independentemente do Goggle - uma prerrogativa para gerar inteligência que que, usada em comunicação, faz com que o uso dos dados gerem muito mais resultados. Este fato  está se tornando tendência de grandes players, como a Amazon.com. Graças a isso, pudemos  segmentar uma campanha de comunicação online para cada segmento ou atitude do consumidor em cada momento.  Antigamente se a propaganda considerava ou eu sou... hoje, é o eu estou (em plataforma, em device)."
"O futuro é usar dado digital para tráfego na loja física."   
Danilo Hoffmann (Verint):  O VoC (Voice of the customer) é um novo conceito que tem por meta gerar fidelização do cliente, a partir da melhoria da experiência do cliente com a marca. Isso pode envolver  a melhoria os produtos melhoria dos canais de contato com os clientes e  de dados que façam sentido.  Um dos principais desafios é usar os diferentes dados que existem dentro da empresa (no Marketing, área de Produtos, SAC etc.) que são analisados e endereçados corretamente.  Nosso resultado tem sido o de que 70% de empresas que ouvem os clientes, por meio de ferramentas apropriadas _ pesqusa interna da Verint _ recebem feedback positivo." 
"Para que o conceito seja absorvido nas empresas, é preciso que se monte uma equipe de profissionais alocados para este trabalho de ouvir a voz do cliente e interagir internamente para proporcionar a melhor experiência com os consumidores. Geralmente são pequenas, em média 4 pessoas.  Envolve ainda: Mudança organizacional para criar esta nova cultura, ter aliados internos nesta tarefa, conseguir um sponsor executivo e definir metas razoáveis."  
Sergio Rangel (Akna Software): "O uso do e-mail marketing pelas empresas passa por estágios e mitos:
  1. Mala direta (primeira analogia de quem escolhe o e-mail marketing como plataforma de relacionamento).  Mito: Quanto mais e-mails, mais chances de conseguir vender. Na verdade, é a qualidade da mala-direta que estabelece a relação de compra. 
  2. Relacionamento = uso de boas práticas  (etiqueta de e-mail).
  3. Segmentação = nesta fase, a relevância é fundamental para que o e-mail chame a atenção.
  4. Engajamento = depende não apenas do esforço de criação de conteúdo, mas da reputação dos IPs que carregam as mensagens. Quanto maior a quantidade de e-mails que soltamos, mais pesado fica para os IPs carregarem e isso gera mais incômodo para os provedores.  Quando maior o índice de reputação dos provedores, mais chances de entrega na caixa de entrada (e não spam) você/sua empresa vai ter. 
  5. Inteligência = falar de forma segmentada, com engajamento, com nichos de mercado diferentes. Junta-se tudo do que foi feito até agora."  
"Provedores começaram a criar ferramentas anti-spam porque representa banda, armazenamento de um monte de e-mail inútil que não  está sendo pago.  Por isso, mais que comprar uma listagem de e-mails, é fundamental limpar a lista. Como limpar? Usando métricas de abertura de e-mail. Se uma pessoa nunca abriu seu e-mail, limpe a lista e mantenha alta a reputação de seu e-mail.  É o que chamamos de higienização da lista. 
"Ao enviar um e-mail marketing, sempre tenha em mente:
  • Pra quem vou mandar?
  • O que vou mandar?
  • Por que vou mandar?
  • O que farei com o resultado disso tudo?"

segunda-feira, 12 de março de 2012

Web Expo Forum dedica sua 6a edição às redes sociais

Hoje começa mais uma edição do Web Expo Forum, promoção e organização da Converge Comunicações. Em sua 6ª. edição, o evento de 2012, que costuma ser acompanhado pela tag #webexpoforum e pode ser seguido no twitter pelo @webexpoforum, terá como principal foco as Redes Sociais. Serão dois dias completos dedicados à discussão dos aspectos mais importantes relativos ao tema, além, claro, das inovações que surgiram nos últimos anos depois do advento da web 2.0.

Novamente, o blog Mosaico Social vai acompanhar o evento para inteirar aos mais de 200 assinantes deste espaço sobre que é in, o que será out e o que vai bombar, muito em breve.

O WebExpo Forum 2012 será ainda uma ótima oportunidade para que profissionais de diversas áreas do ambiente corporativo possam trocar experiências, via debates e encontros em abiente zero.zero (=pessoalmente). Não perca o evento; ele vai ajudar você a compreender melhor o fenômeno das #SM e a chegar a novas conclusões sobre como as redes sociais estão transformando os negócios, as corporações e a sociedade, ajudando a todos a atingir uma maturidade digital. Paineis, keynotes speakers, palestras e workshops de estratégias e negócios, com a participação de profissionais e especialistas que possam trazer novas experiências e cases relevantes não faltarão.  

terça-feira, 6 de março de 2012

e-Social: arma para formação de novos impérios?



O material a seguir está no Boletim Mosaico Social desta semana. Achei meritória sua repercussão.
Você já parou para pensar de onde vêm as novas ideias? No quanto sua origem está ligada à combinação de ideias, estas por sua vez, a conceitos pré-existentes? Parece óbvio e é, mas no dia a dia a gente mal pára para pensar sobre isso.
 
Existe outro dito, o de que duas cabeças pensam melhor que uma. Então, as chances parecem maiores e mais promissoras para quem investe em novas empreitadas compartilhando suas ideias – inclusive com pessoas mais distantes de seu grupo de amizades.  Com mais acesso a informação, as pessoas são puxadas para um patamar de tipo de discussão e conteúdo numa velocidade antes nunca vista e isso pode fazer com que o upgrade individual e de um determinado grupo seja enorme num tempo exponencialmente curto se comparado a outras épocas da nossa história.
As mídias sociais têm alavancado o pensar coletivo para o crescimento de pessoas, empresas, novas ideias e empreendimentos. Isso foi inegável e se estamos no patamar em que nos encontramos, é porque houve toda uma sinergia de desejos individuais com  a tecnologia e a disposição, além de outros fatores históricos que nos impulsionaram pra isso. À medida que aumenta o acesso a opiniões com as quais nos identificamos, sobre as ideias de outros podemos criar novas outras, e, assim, fazer um pensamento se disseminar nas direções que vimos assistindo aqui e acolá.
Mas será que este pode não ser um aspecto também negativo do e-social? Pense bem: ao fazer com que as pessoas acabem pensando coletivamente, este processo de compartilhamento pode eventualmente prejudicar a criação de novos pensamentos, diferentes, originais e independentes. Há correntes que defendem a ideia de que por causa destes pensamentos coletivos, nossas línguas estão se fundindo mais e mais e, com a perda da língua, começamos a perder a diversidade de nossos povos.  
 Como seres sociais, sabemos que caminhar em grupo é fundamental para nossa preservação. Mas será que a tecnologia e as novas mídias, juntas, não criando um novo tipo de arma para a formação de novos pensamentos imperialistas após uma onda inicial de criatividade e inovações?
Por isso, é fundamental pensar em como usar as tecnologias sociais para ter acesso a opiniões e pontos de vista diferentes e ideias inesperadas e, então, formar novos pensamentos. Preservar a disponibilidade de ideias independentes é tão vital para nossa civilização enquanto seres sociais, quanto nossa sobrevivência como apenas seres.  #pense nisso.  

quinta-feira, 7 de julho de 2011

QuatroxUM: Martha Gabriel, KakaMachine, Perestroika e Porto Alegre. O que tudo isso tem a ver...comigo

A musa Martha Gabriel vem por toda uma comissão de frente, bateria, enredo de primeira, alas impecáveis – basta checar o que esperar no PDF do curso – e alegorias complementares. E, para fechar, um Happy Hour exclusivo, com Perestroika. Tudo isso com o inestimável apoio da DMI, Altos Eventos, CoWorking e Fajers. É o primeiro Curta4x1 de 2011, idealizado pelo Oscar Ferreira, a quem me associei não por acaso. Poderia ser melhor?

Admiração coletiva e a reunião de expertises específicas que, juntas, deram liga. Só isso pode explicar o parágrafo acima. Para criar interesse em desenvolver um trabalho conjunto, do nada, só havendo magnetismo, respeito, reconhecimento do que cada um sabe e pode fazer pelo outro – mutuamente - e dedicação conjunta no momento necessário.  

Marcar presença de forma positiva em Porto Alegre -  centro de excelência com os melhores índices de longevidade, educação e renda do Brasil, segundo o censo de 2000 - foi o que motivou a conexão entre os talentos Martha Gabriel e Oscar Ferreira e a deste com todos os demais parceiros nesta empreitada, inclusive eu. Associada a ele no Instituto QuatroxUM desde o mês passado, oficialmente coordenando as atividades de comunicação, mas, na verdade, como acontece em toda start up company, fazendo de tudo um pouco.

Como tudo o que tem sido quase regra neste admirável mundo das mídias sociais, tanto minha relação com Oscar Ferreira como a dele com Rodrigo Hurtado e sua equipe incrível (beijo para Milena Tavares), Fernanda e Mariana, da Altos Eventos e demais citados, a aproximação com a Martha Gabriel começou virtualmente.  

Máquina

Kaká Machine, assim conhecido por motivos óbvios, é jovem visionário de ideias disruptivas, avesso a adjetivos comuns ao mundo corporativo, rebelde com causa e sede de mudança revolucionária na forma de pensar e fazer o mundo. Fosse Martha Gabriel engenheira, pós-graduada em Marketing e mestre em Artes, quase um mito quando o assunto são conexões humanas, novas mídias e inteligência coletiva, interatividade social etc., nada seria empecilho para Kaká Machine. Por isso, convidá-la para seu Circuito4x1, único evento circulante do Brasil de caráter sócio-educacional, o que poderia ser um problema para muitos, para ele foi... simples.

Com o objetivo de incentivar um ambiente de desconstrução de pensamentos, teses e teorias em prol do pensamento criativo digital brasileiro e interativo para troca de idéias e experiências entre profissionais, o evento viria a acontecer em seis cidades em sua primeira edição, abrangendo áreas de marketing digital, comunicação, vídeo web, mobile, empreendedorismo e comércio eletrônico. Um encontro gratuito, democrático, aberto para diferentes públicos, mas com objetivos iguais.  Quando da edição do evento em São Paulo, em junho, Kaká não teve dúvidas ao incluir o nome da diva momento como palestrante. Aceito o convite, criou-se o relacionamento, que foi crescendo ao longo do tempo, especialmente depois do feito dele ter, sozinho, juntado mais de 2 mil pessoas com sua iniciativa desconstrutiva.

O instituto

Consolidado o evento, era hora de partir para o que seria seu maior sonho; montar o instituto de ensino que serviria como base para que o projeto de mudança compartilhado com outros colegas criasse forma e tornasse realidade diante da revolução informacional  pela qual o mundo passa, ele não tem dúvidas. “Não será o alto clero que irá desenvolver inovação ou espírito de criatividade dentro de uma empresa; talvez o espírito até seja influenciado, mas quando a massa cefálica tiver que funcionar, e as mãos a trabalhar é a base da pirâmide que terá que agir”, escreveu uma vez em seu perfil no Facebook.

Descontrução

Para quem “a criatividade é um combustível renovável e cujo estoque aumenta com o uso”, não é de se espantar que ele, com apenas 22 anos, seja exatamente uma máquina de descontruções e performances de deixar cair o queixo de pessoas como o jornalista e Doutor em Ciência da Informação, Carlos Nepomuceno, uma das 50 pessoas mais inovadoras do País, que, em prol de admiração mútua foi o primeiro profissional da área a apostar no sucesso da iniciativa do Instituto QuatroxUM. “Percebi que havia uma necessidade latente do mercado de estudos verticais sobre a influência das tecnologias digitais na vida do ser humano. 

A proposta da QuatroxUM é desenvolver eventos, cursos, grupos de estudos, desconferências e workshops por todo o Brasil, levando um pensamento inovador e questionador”, explica Oscar Ferreira.  “Oscar me pegou de jeito numa entrevista, a melhor que dei em muito tempo”, escreveu em seu blog, antes de ser trazido por duas ocasiões para aplicar em São Paulo seu Grupo de Estudos Estratégia 2.0: onde estamos, para onde vamos?, a primeira em junho e a última no dia 2 de julho, ambas com resultados bastante positivos, na opinião de Nepô. “Locais, pessoas, discussões tudo foi muito bom”, disse.  

E eu?

Como eu conheci Kaká?  Ele convidou-me para um café depois de acompanhar meus tweets e perceber que eu poderia reverberar suas ideias disruptivas – talvez ele seja em parte um Chaplin reencarnado, porque seu conhecimento sobre o ser humano vai além de leituras ou estudos. É poder intrínseco ao seu existir.  Comemos sal? Sim, estamos todos os dias enfrentando as adversidades de uma empresa em início de carreira, mas conscientes e respeitosos da dor e delícia do processo de cada um no que concerne às responsabilidades sobre o todo, especialmente em relação aos "nossos Danis", ambos do dia 18 de março – dá-lhe coincidência! #nadaaconteceporacaso

Porto Alegre

O evento envolverá um dia repleto de informação e conhecimento digital com formadores de opinião e professores do mercado.  Durante todo o dia, Martha Gabriel  dará, no auditório Talento Empreendedor, da FAJERS, o curso Marketing na Era Digital. E, das 19h às 22h, Oscar Ferreira, Tiago Mattos e Felipe Anghinoni, os dois últimos diretores de Whatever da Perestroika, serão os anfitriões de um debate no Curta 4x1 (evento pocket do Circuito 4x1), que acontecerá no espaço Nós Coworking. 

O Curta 4x1 é GRATUITO e o curso pode ser adquirido em até 10 vezes no cartão.  As informações sobre endereço, preços, conteúdo do curso, perfil dos convidados e formas de pagamento podem ser acessadas diretamente do hot-site criado para tal: www.curta4x1.com.br.  

Uma experiência para ficar na memória da cidade de Porto Alegre, depois que o próprio prefeito retwittou o evento, para os inscritos e para a história do instituto QuatroxUM, que passa a ter parte de sua origem balizada pela pluralidade de identidades que marcou o início da civilização de Porto Alegre. Bem ao estilo @kakamachine.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

#2011, novo ano, recomeço

"Hoje, é um novo dia, de um novo tempo, que começou".

E todos os dias, ao acordar, lembre-se de dizer... a mesma coisa! Porque "nada do que foi será do jeito que já foi um dia" e "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", ano após ano, dia após dia, sabendo que, "apesar de você, amanhã há de ser outro dia". Sobretudo "desesperar... jamais"!

E #kikoquemavercomisso? Que seja qual for a situação na qual você se encontra agora, neste momento em que lê estas mal traçadas linhas, escritas de chofre, "lembra de mim", que agora, repassa esta imagem recebida do @twigo @reginaldo_MO, via e-mail.



Com ela, reabro o blog, sem falar especificamente de mídias sociais, mas lembrando, de certa forma que - como elas - o mundo gira, a fila anda, o que é #in hoje, amanhã é #out e novas tecnologias criam necessidades que sequer imaginávamos ter dentro de nós os talentos adormecidos para propor soluções de inovação que as resolvam. #pensenisso

Um ótimo ano para você, com sucesso, saúde, serenidade, sobriedade, #sempre! :O)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

WebExpoForum cria premiação para melhores cases com conceito web 2.0 de 2009: vencedores serão escolhidos por internautas



Há pouco mais de uma semana, este blog vem divulgando, apenas com o banner e os pios do meu twitter, ambos à direita, o evento Web Expo Forum, promovido pela Converge Comunicações e um dos mais disputados eventos de internet do País.

Isso quer dizer que, pela segunda vez consecutiva, os leitores daqui poderão acompanhar as tendências para o mercado sobre o futuro da internet e as experiências de sucesso compartilhadas por profissionais brasileiros e internacionais que vão se apresentar em sua 4ª edição – notadamente com foco sobre #midiassociais, #comunicação e #tecnologia.

Este ano, duas novidades devem sacudir o último andar do Shopping Frei Caneca – no Centro de Convenções, em São Paulo, onde, de praxe, o evento é realizado, novamente de 17 a 19 de março: uma delas é o Prêmio Converge de Inovação Digital, uma sacada de mestre da Diretoria da Converge, porque se trata da primeira vez em que o mercado vai homenagear as campanhas publicitárias e iniciativas que mais se destacaram com o conceito web 2.0 em 2009. A segunda boa nova é ainda mais bacana, porque incentiva empreendedores a se lançarem no mercado, É o Pitching para empresas Start-Ups.

O Prêmio Converge de Inovação Digital

As inscrições para concorrer ao prêmio terminaram em 10 de fevereiro e envolveram as categorias “Comunidade/Rede social”, “Música”, “Cultura”, “Game”, “Interatividade com mídia”, “Mobile marketing”, “Mídia”, “Empreendedorismo”, “Educação”, “Projetos sociais”, “Governo digital”, “Corporativo B2C”, “Corporativo B2B” e “Varejo digital”. Um prêmio especial, englobando todas as categorias, que a empresa chamou de Grand Prix, foi criado, assim como a melhor agência digital também será contemplada.

O júri é formado por gente da área, responsável pela escolha de três melhores de cada categoria. Agora, quem vai dar a palavra final serão os internautas – numa espécie de #BBB ao contrário, porque aqui, o voto é para escolher os preferidos. A data limite é 10 de março.

A lista dos vencedores será divulgada durante o primeiro dia de atividades no Web Expo Forum e os premiados vão receber troféus e diplomas, além de terem seus trabalhos divulgados nas disputadas publicações da Converge Comunicações (TI Inside, Teletime e Tela Viva).

Pitching

Para incentivar o crescimento das empresas em começo de atividades (as start-ups), o Web Expo Forum também terá um pitching inteiramente dedicado aos participantes que queiram apresentar a executivos do segmento ideias e projetos com soluções 2.0. Funciona assim: empresas ou profissionais poderão submeter um projeto, que deve ser inédito e estar ainda em desenvolvimento. Os interessados devem se inscrever até o dia 5 de março. A apresentação será no dia 19, quando o(s) apresentador(es) terá(ao) cinco minutos para fazer a defesa oral de sua ideia. Ao término, o júri já escolherá o vencedor.

Vale a pena conferir as informações sobre o Prêmio Converge de Inovação Digital e o Pitching Web Expo Forum, disponíveis no site oficial do evento: Até porque, lá também estão sendo atualizadas as informações sobre os figurões, as palestras e as participações especiais.

A partir de hoje, o blog Mosaico Social abre seu espaço para material exclusivo sobre o evento – pelo menos até ele começar. Aguarde em breve e se quiser, comente! (Foto: nem1e99.files.wordpress.com/2009/04/internet1.jpg)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Chad Hurley: "a internet vai matar a Tevê, mas não por culpa do YouTube”

Produzido especialmente para a rede Nós da Comunicação


Uma das atrações internacionais da terceira edição do Digital Age 2.0, evento que o Now!Digital Business promoveu nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo, foi Chad Hurley, co-fundador do YouTube. Não é para menos, considerando que o site de vídeos recebe 24 horas de material por minuto e 100 milhões de visitantes por dia e foi comprado pela gigante Google, tornando seus jovens sócios bilionários em menos de cinco anos de existência.

Sua participação no evento, que atraiu profissionais de marketing e tecnologia de mais de 200 empresas, sendo a maioria deles os principais executivos, segundo informações da organização do evento, foi em forma de entrevista pingue-pongue, no painel intitulado ‘YouTube, My Tube, We Tube: a revolução da televisão que é de todo mundo’. Isso – obviamente – não sem antes a apresentação de um vídeo, desta vez do próprio YouTube, em que se pôde acompanhar toda a evolução da companhia, com a postagem de imagens que ficarão marcadas na história da mudança de paradigma pela qual o mundo digital passou apenas nos últimos quatro anos, desde que foi criada.

Há menos de 24h e pela primeira vez no Brasil, Chad Hurley não teve muita coisa a falar ao ser indagado sobre o que achava do país, mas dividiu humores na plateia ao mencionar ter sido recomendado por um amigo a visitar o Rio de Janeiro. Comparado ao Príncipe Charming, pela boa pinta, o jovem empresário tentou de tudo para esquivar-se das perguntas diretas feitas pelos patrocinadores do evento, os jornalistas Silvia Bassi e Ralphe Malzoni Jr. Afinal, é de conhecimento de todos que ainda não se encontrou uma solução para tornar o maior site de vídeos do mundo lucrativo, problema enfrentado pela maioria dos grandes drivers de conteúdo da internet em todo o mundo.

De qualquer forma, bem orientado, ele saiu-se bem às várias tentativas dos jornalistas de arrancar mais detalhes de faturamento, lucro e outros números que pudessem revelar aos brasileiros a forma como ele, como empresário, estaria solucionando uma questão em aberto para vários dos espectadores.

Hurley disse que há muito mais especulação do que realidade no que diz respeito a números de entrada x saída de valores, e insistiu que o foco do trabalho “são as oportunidades de receita publicitária que o site de vídeos pode criar para dividir os rendimentos com a comunidade e, desta forma, incentivar a criação de conteúdo relevante”. Para Hurley, disponibilizar conteúdo em todos os formatos e tamanhos, inclusive em HD, para qualquer plataforma a ser acessado a qualquer hora e em qualquer lugar é o objetivo maior da sua ida para o Google e é nisso que se concentram os esforços da equipe. Hurley também usou o “fazer mais com menos” que parece ser um novo driver do mercado on-line como sinônimo de inovação, novamente linkando-o ao projeto de oferecer à audiência, ou seja, aos seus consumidores, uma experiência. Por isso insistiu em várias ocasiões na qualidade do streaming do vídeo como um dos pontos-chave de investimento da empresa nas várias modalidades com as quais pretende que os usuários possam trabalhar.


Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça


O futuro, na visão de Hurley, é ver cada indivíduo, seja pessoa comum, ou de agência, com uma ideia na cabeça e uma câmera na mão criando vídeos de conteúdo cada vez mais interessantes. Isso aliado às competências de negócios das empresas Google (baseadas em ads) e YouTube (baseadas nos vídeos), vai levar empresários e pessoas comuns a gerar transações a partir de seus vídeos para monetarizar seus conteúdos. “Para isso, estamos trabalhando em formas de acesso a outros vídeos e/ou links com os pares da nova empresa, de forma a criar interesse e novas experiências que gerem cliques depois de cada vídeo assistido”, complementou.

Hurley afirmou também que quem controla o conteúdo do site são as pessoas que criam os vídeos, mas sua equipe conta com a ajuda da comunidade para identificar conteúdos criminosos ou ofensivos. Já quando se trata de copyright, a distribuição livre gera conflitos, pois enquanto advogados solicitam a retirada de vídeos, os departamentos de Marketing questionam a retirada. Para Hurley, se os vídeos contêm conteúdo relevante é uma oportunidade para todos. “O que é bom para a comunidade é bom para o YouTube”.

O grande momento da entrevista foi quando Hurley foi questionado se a internet acabará com a TV: “Não por culpa do YouTube”, riu. Para ele, o que vai ocorrer é que, com a distribuição digital cada vez mais acessível, todos os meios estarão conectados. “A transmissão digital vai colocar à disposição de todos, conteúdos com muito mais velocidade, diversidades e numa quantidade nunca antes vista. Todos vão poder baixar vídeos em diferentes formatos e compartilhá-los rapidamente”, complementou.

E o Brasil? É muito importante para o YouTube, já que o crescimento do número de usuários aumenta a olhos vistos. Mas o grande mercado continua sendo o local – Estados Unidos – em que a diversidade de formatos permite observar melhor como adequar as ferramentas em outros países.

Como ocorre em 100 entre 100 entrevistas, ele foi questionado sobre o vídeo de que mais gosta - no Brasil, mencionou que achou engraçada a “dança do quadrado” – mas pareceu também óbvio tratar-se de resposta ensaiada, mais um “dever de casa” de última hora, baseado em estatística. O que valeu, mesmo, foi ele dizer que obviamente gosta de assistir a vídeos e que foi o que o motivou a criar a empresa e que hoje, passados os quatro anos em que tudo começou, o grande barato é ler sobre o efeito que um vídeo postado em um site do YouTube causou sobre a sociedade, lembrando dos efeitos Susan Boyle ou da transmissão da morte da moça na passeata no Irã. “Isso é o que realmente mexe comigo, o jornalismo-cidadão que cria o momento, que o imortaliza!”, finalizou.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Por uma internet neutra

Graças às leituras feitas a partir do “encontro virtual" com o jornalista David Bollier neste último domingo, fui apresentada ao conceito da Net Neutrality, que tem uma comunidade cujo é princípio lutar pela independência da internet.

Ela acredita que nenhuma grande empresa deva ter controle sobre este ambiente e apóia uma internet aberta e livre. Porque o que o futuro nos reserva já está acontecendo hoje e agora. É o que mostra o vídeo a seguir.



Se você quer entender e integrar Net Neutrality basta acessar o site http://www.savetheinternet.com/. Lá há toda uma seção que explica o que é a rede neutra ou livre e quem são as empresas que querem estabelecer limites de velocidade e acesso à internet ou criar impostos para fornecer conteúdos e entrega rápida - tudo isso depois de tudo o que já foi conquistado com a Internet aberta e por causa da Internet aberta, que permitiu a colaboração sobre plataformas abertas.

Segundo o site, a neutralidade da internet garante ao consumidor o direito de utilizar qualquer equipamento, conteúdo, aplicação ou serviço em uma base não-discriminatória, sem interferência do webmaster (administrador de rede). Com Net Neutrality, o único trabalho da rede é mover os dados - e não o privilégio de escolher quais os dados com maior qualidade de serviço. Eu, por exemplo, me associei à causa incorporando-a via facebook, mas há outras formas. Escolha a mais indicada - se você concorda com ela. Por uma Internet neutra e livre.

terça-feira, 17 de março de 2009

Inovação digital faz humanidade se tornar mais generosa

Redes sociais vão acabar com Grande Governo, tornar as hierarquias mais elásticas e humanizar as sociedades. A nova era mundial será cyber-espiritual

Escrevo diretamente da redação do Web Expo Forum 2009 (www.webexpoforum.com.br), aqui no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, depois de uma manhã extremamente bem aproveitada. Incrível a quantidade de novidades trocadas aqui e a qualidade dos apresentadores aglutinados num só espaço. Pela primeira palestra do Congresso, cuja expectativa de público para os três dias, segundo me disse o diretor da Converge, Claudiney Santos é de 500 pessoas, deu para se ter uma idéia do que serão os próximos dois dias e meio.

Resumindo, num estudo de futurologia fantástico feito pelos convidados Cezar Taurion, Martha Gabriel, Ricardo Cavallini e Gil Giardelli, estamos presenciando o fim da era Big Brother. Com as hierarquias tornando-se mais elásticas a partir das novas mídias, a humanidade começa a olhar para si de forma mais...humana mesmo. Passadas as eras Agrícola, Industrial, Tecnológica, passamos a Cyber-Espiritual, com uma estatística incrível – um computador vendido a cada três segundos.

Mas, ao contrário de isso significar um individualismo ainda maior, pelo contrário, este movimento começa, segundo as apresentações feitas, a delinear um mundo mais generoso, com iniciativas que envolvam simplicidade, atitude, comprometimento com as comunidades e conteúdo colaborativo baseado em uso de tecnologias cada vez mais avançadas. Se a era de Barack Obama começou com o slogan Change, não se assuste se você começar a ouvir, muito em breve, o Social Change, ou o Ativismo Digital. E ele já existe, aqui e lá fora; exemplos não faltaram e foram mostrados. O mais interessante é que esta inovação não tem nada a ver com idade, mas com o senso de coletividade.

Bottom-line:
• Você é o que você partilha.
• Inovador é ser ético.
• Para ter sucesso numa rede social, você deve ser humilde, sincero e, acima de tudo, colocar conteúdo de interesse daquela comunidade com a qual você pretende se relacionar. Para isso, basta ouvi-la e entender o que ela quer. Não adianta você querer conduzir a mensagem de cima para baixo e controlá-la – mensagem chapa-branca não cola e é rapidamente desmascarada.
• O inside media acabou – o que existe agora é o outside media. E o pulo para este desenvolvimento colaborativo de novas comunicações demanda uma mudança cultural brutal porque o ser humano não está acostumado a receber críticas. E - alguém duvida? - os mais novos criticam mesmo.
• “Não podemos usar velhos mapas para descobrir novas terras” (Gil Giardelli)
• “As empresas precisam entender que se a inovação, por um lado, pode ser um tiro no pé (se isso significar acabar com um produto que estava “dando certo”),melhor isso do que a concorrência te dar um tiro no peito ou na cabeça. A mudança é ionexorável.” (Cezar Taurion)
• “Colocar banners no Orkut tem o mesmo efeito de perfumar cocô.” (Ricardo Cavallini)
• “Invistam em projetos pessoais.” (Ricardo Cavallini)

Conclusão? Quanto mais me enfronho neste assunto, menos entendo dele e mais me sinto um ser pequeno diante de tanta nova informação nova. Mas, como disse, esta foi apenas a primeira palestra do Congresso – ainda tem mais!