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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Facebook: porque você precisa descer para o playground e aprender a brincar


O Facebook desponta como maior rede de relacionamentos - via site e dispositivos móveis -  e maior mercado online, deixando no chinelo redes como Twitter e todas as demais.  Em mais um webinário promovido pelo Social Media Today, ouvi dicas de como gerar impacto neste playground, para onde todo mundo tem que descer e aprender as regras para brincar e ser feliz.  Os convidados de hoje foram Zach Mangum, cofundador da GroSocial, Douglas Karr, autor de Corporate Blogging for Dummies e CEO da DK New Media, e Dennis Yu, CEO da BlitzMetrics. A moderação coube a Paul Dunay, Global VP de Marketing da Maxymiser, escritor de cinco livros para Dummies. 
Dennis Yu foi quem realmente fez uma apresentação, mais tarde discutida pelos demais. Quem tuitou, usou a tag #smtlive. Portanto, o que eu não tiver coberto aqui pode ser acessado por lá. 
Entre as métricas bastante interessantes que apresentou, ele disse que 23% do tempo gasto em engajamento via aplicativos móveis é da rede de Mark Zuckerberg, que lidera um ranking seguido pelo Instagram, Gmail, YouTube e outros aplicativos da Google - nada de Twitter ou Linked In, que sequer aparecem entre as cinco primeiras.  
Ainda segundo Yu, visitamos o Facebook via aplicativos ou site uma média de 13,8 vezes por dia, com cada visita durando, pouco mais de  2 minutos. São quase 420 visitas mensais, ou 15 horas por mês gastas somente nas páginas do Facebook, ou seja, é muita coisa para se deixar passar em brancas nuvens. Trocando em miúdos, essas métricas servem para chacoalhar empresários de todos os portes. Se todo mundo desceu para o playground do FB, é bom aprender a brincar lá dentro se seu objetivo é fazer negócios e crescer. Até porque, durante o dia, o uso do Facebook responde por quase metade (varia de 46% a 48%) de todas as atividades sociais de usuários de internet.  Comparados a ele, Twitter e Linked In amargam meros entre 7% e 9% do movimento social (Twitter) e entre 1% e 2% (Linked In). 
Com 15% dos consumidores usando a rede para encontrar negócios locais, o Facebook é um mercado que merece mais do que apenas frases de efeito ou pedidos para Likes. A geração de leads que se transformem em vendas deve ser o foco. O desafio está em oferecer um conteúdo de qualidade e consistente, considerando que o que costuma motivar usuários a dar seus Likes a uma empresa tem a ver com receber descontos (40%), mostrar que simpatiza e apoia a marca (39%), ganhar algo (36%), estar informado (34%), para ter informação atual sobre produtos (34%), para ter informação atual sobre vendas futuras (30%), por entretenimento (29%), acesso a conteúdo exclusivo (25%), porque alguém me recomendou (22%), para saber mais sobre a empresa (21%), para educar sobre alguns tópicos referentes à empresa (13%), para interagir (compartilhar ideias, dar feedbacks etc.) (13%). 
Para Yu, devemos romper organicamente o Edgerank, que suprime 99,8% dos posts do Facebook. Como fazer?  "Publicar anúncios dá um impulso orgânico ao algoritmo da rede, aumentando o engajamento com a marca", ensinou. E existe bastante lugar para crescer, já que 3 em 4 marcas ainda não estão usando os FB ads (77%),  Segundo ele, o trabalho das mídias sociais deve seguir os seguintes passos: 

  1. Processo de geração de conhecimento: ele amplifica o que realmente dá certo em mídias sociais para engajar fãs;
  2. O engajamento: uma vez que os fãs estejam engajados, o objetivo é coletar seus e-mails para aumentar as conversões; 
  3. As conversões: que acontecem quando você, a partir dos dois primeiros, consegue aumentar as visitas ao seu site para aumentar as vendas. 

Estes três passsos devem acontecer em função do aumento do conhecimento sobre a marca, da geração de interesse que você vai criar sobre seu público, que vai desejar comprar seu produto e agir para isso. Se você quiser mais detalhes, aqui tem um post bacana de como aumentar o engajamento no Facebook com promoções.
Porque tudo começa com o crescimento da base de fãs, e isso deve ser algo crescente - que aumenta em cerca de 50% quando há uma ação própria para isso, mas deve manter-se em 7% de crescimento em momentos de pausa. Yu ensinou ainda que o engajamento deve representar cerca de 20% do orçamento ou crescer gradualmente e, claro, que este orçamento será diretamente proporcional à quantidade de fãs que deverão ser impactados por uma ação - que, via de regra, deve gerar conversões, sempre. A figura ao lado mostra o ciclo viral do processo. Os anúncios devem gerar tráfego, aplicativos devem ser direcionados aos usuários engajados e o uso do Analytics deve otimizar os objetivos.  
O assunto não se esgotou aqui, mas acho que dá uma boa pincelada em como você pode pensar em aumentar sua presença social pelo Facebook.  Se você gostou, compartilhe, se você tem dúvidas, comente.  

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pew Research Center: 31% dos adultos nos EUA não lêem mais jornais

Acaba de sair a décima edição do relatório anual do Pew Research Center sobre o Estado da Imprensa norte-americana.  E ele não traz exatamente boas novas para jornalistas, de forma geral.

Além do fato de as redações de jornais norte-americanos terem hoje 30% menos profissionais do que em 2000 - porque a mídia  tem perdido cada vez mais anunciantes para espaços digitais, com crescimento da publicidade móvel e de redes como Google e Facebook- parece que entre os que ficaram, há um sentimento de inadequação e falta de preparo para cavar boas histórias ou simplesmente questionar os dados que lhe são passados.

O público, responde à altura. Da pesquisa de opinião que acompanha o relatório, 31% dos respondentes (adultos morando nos Estados Unidos) disseram  não buscam mais notícias na imprensa tradicional. O motivo? A mídia já não entrega mais as notícias e as informações com as quais cresceram acostumados a lerem. Com o uso da tecnologia digital e das mídias sociais crescendo e as redações ficando cada vez mais enxutas, outros players começam a ter sua produção de conteúdo mais valorizada.  Exemplo disso são as publicações criadas por marcas para suprir nichos de informação - como o caso da Kaiser Health News, da Kaiser Family Foundation. Suas matérias são tão bem escritas, que mesmo o Washington Post publica vários artigos tendo ela como fonte. Para as empresas de mídia, está cada vez mais complicado distinguir o que é informação de alta qualidade e interesse do público e o que é notícia agendada.

O relatório está recheado de informações, entre elas um especial sobre as mudanças nos telejornais, uma reportagem em vídeo sobre lições da cobertura eleitoral americana de 2012 e a pesquisa de opinião sobre como as pessoas buscam notícias. Para conhecê-lo integralmente, clique na imagem (em inglês).


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O Planeta Comunicação na Era do Diálogo é tema do #congresso4em1 de 2013


O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2013, considerado o maior evento da área em toda a América Latina, está com pré-inscrições abertas. Parte da programação, que engloba 30 palestras temáticas, 6 conferências e contará com programações especiais produzidas em parceria com Aberje, Abracom, Conferp e Intercom, sob o tema “O Planeta Comunicação na Era do Diálogo”, o blog Mosaico Social traz abaixo para ajudar  os profissionais de Comunicação Corporativa, Marketing e Marketing Digital, RP e Jornalismo que, durante os três dias - de 23 a 25 de Abril - vão novamente movimentar o já tradicional local onde ele tem sido realizado há mais de 10 anos, o Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Pra quem nunca teve a oportunidade de ir a um #congresso4em1, como ele tem sido twittado desde o ano passado, vale uma apresentação: o Congresso Mega Brasil acontece em sua 16a. edição. Foi criado em 1998, e é hoje uma das mais importantes arenas de discussão dessa atividade no País, fruto da tradição de antever tendências, debater inovações e mostrar o que de melhor se faz no Brasil no campo da comunicação corporativa. Este ano, o evento conta com o patrocínio master da Bayer e patrocínios temáticos da Andreoli MSL, CDI, CDN, FSB, Edelman Significa, Fundamento, Imagem Corporativa, In Press Porter Novelli e RP1. Acompanhe a programação e aproveite o momento de promoções para garantir sua vaga clicando aqui. #euvou... e você?

Dia 23 de abril de 2013
Terça feira

 8h30 – 9h30
Recepção e Credenciamento

9h30 – 11h50
Curso
Tema: O futuro (presente) do profissional de Comunicação Corporativa
Facilitador: Renato Francisco Mendes, Gerente de Comunicação Corporativa e Marketing/Categorias da Netshoes

12h10 – 13 horas
Conferência de Abertura
Título da Apresentação: A empresa e seu lega social, econômico e ambiental – os desafios de progredir sem medo e preservar com coragem
Convidado: Cledorvino Belini, Presidente da Fiat/Chrysler para América Latina e Presidente da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores

13 – 14 horas
Almoço

14 – 15h10
Sessão 1 – Palestras Simultâneas
Palestra 1 – Tema
Título da Apresentação: Vencendo preconceitos e rompendo paradigmas – os desafios do CIB no processo de imagem da biotecnologia no Brasil
Convidada: Adriane Brondani, Diretora Executiva do CIB – Conselho de Informações sobre Biotecnologia.

Palestra 2 – Tema Google
Título da Apresentação: aguardando confirmação
Convidado: aguardando confirmação

Palestra 3 – Tema
Título da Apresentação:
Convidado:

15h10 – 15h20
Intervalo de Relacionamento

15h20 – 16h30
Sessão 2 – Palestras Simultâneas
Palestra 4 – Tema reservado à RP1
Título da Apresentação: aguardando confirmação
Convidado: aguardando confirmação

Palestra 5 – Tema: Tendências de Comunicação
Título da Apresentação: Cenários de transição e ambiguidades: os desafios da Comunicação organizacional na busca de um delicado equilíbrio
Convidada: Rachel Mello, Diretora de Pesquisa do Instituto FSB Pesquisa

Palestra 6 – Tema reservado à Fundamento
Título da Apresentação: aguardando confirmação
Convidado: aguardando confirmação

16h30 – 17 horas
Intervalo de Relacionamento

17 – 18h10
Sessão 3 – Palestras Simultâneas
Palestra 7 – Tema: Relações com Investidores
Título da Apresentação: Relações com Investidores – A Integração pela Comunicação
Convidado: Flavio Pestana, Diretor Geral da CDN Comunicação

Palestra 8 – Tema Mercado de Trabalho
Título da Apresentação: O (cada vez mais promissor) mercado para o Relações Públicas
Convidada: Lala Aranha, Presidente do Conrerp – Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas 1ª Região – Rio de Janeiro, e Diretora da Teia de Aranha Comunicação

Palestra 9 – Tema: Comunicação e Cultura
Título da Apresentação: A força da dança na construção da imagem e da reputação empresarial
Convidado: Ana Ponzio, jornalista, crítica, curadora e produtora de eventos na área de dança

18h10 – 18h20
Intervalo Técnico

18h20 – 19h10
Conferência 2
Tema: Novos Paradigmas
Título da Apresentação: Humanidade e Tecnologia: Morrer está fora de moda
Convidada: Graça Taguti, Jornalista, Publicitária, Mestre em Novas Tecnologias da Informação e Cultura pela UERJ, Consultora e Professora de pós graduação em Marketing e Mídias Digitais.

19h10 – 19h30
Intervalo de Relacionamento

19h30 – 20h30
Prêmio Personalidade da Comunicação
Homenageados: Caco Alzugaray, Presidente Executivo da Editora Três, e Domingo Azulgaray, Presidente do Conselho de Administração da Editora Três

20h30 – 22 horas
Coquetel do Prêmio Personalidade da Comunicação

Dia 24 de abril de 2013
Quarta feira

 10h40 – 11h30
Conferência 3 - Internacional
Título da Apresentação: a definir
Convidado: Richard Funess, Senior Managing Partner, da Finn Partners

11h40 – 12h55
Mesa Redonda – Tema: Mídias Sociais
Título da Apresentação: Você no Facebook – os limites da exposição
Convidados: Marcio Lauria, Promotor Público; Gil Giardelli, CEO da Gaia Creative
Inteligência em mídias sociais e gestão do conhecimento e da inovação; Renato Gasparetto, Diretor de Relações Institucionais e Comunicação do Grupo Gerdau

13 – 14 horas
Almoço

14 – 15h10
Sessão 4 – Palestras Simultâneas
Palestra 10 – Tema: Lançamento de um novo serviço para a Comunicação Corporativa
Título da Apresentação: Apresentação ao vivo da primeira plataforma na nuvem para gestão da Comunicação (apenas para confirmados)
Convidado: Rodrigo Azevedo, CEO e fundador do Comunique-se

Palestra 11 – Tema: Comunicação Interna
Título da Apresentação: As razões que levaram a Braskem a ser escolhida a Empresa do Ano pela Aberje
Convidado: Nelson Letaif, Diretor de Comunicação Empresarial da Braskem S.A.

Palestra 12 – Tema: Reputação e Marca
Título da Apresentação: 150 anos – como conciliar tradição e inovação para fortalecer uma marca
Convidado: Paulo Pereira, Diretor de Comunicação Corporativa da Bayer Brasil

15h10 – 15h20
Intervalo Técnico

15h20 – 16h30
Sessão 5 – Palestras Simultâneas
Palestra 13 – Tema: Redes Sociais
Título da Apresentação: Crise em Redes Sociais
Convidada: Risoletta Miranda, Jornalista com MBA em Marketing, premiada em 2011, no Festival de Cannes, com um Leão na Categoria PR – Melhor Uso de Redes Sociais,  e Sócia-Diretora da FSB Digital

Palestra 14 – Tema: Carreira
Título da Apresentação: O conhecimento que faz a diferença e impulsiona uma carreira
Convidado: Francisco Viana, Escritor, mestre em Filosofia Política e consultor em Comunicação

Palestra 15 – Tema Comunicação Interna
Título da Apresentação: Motivação com engajamento e criatividade – Como a Dupont construiu seu relacionamento com os funcionários, tornando-se uma das melhores empresas para se trabalhar
Convidada: Vivian Bialski, Diretora de Comunicação Corporativa e Comunicação de Marketing da DuPont para a América Latina

16h30 – 17 horas
Intervalo de Relacionamento

17 – 18h10
Sessão 6 – Palestras Simultâneas
Palestra 16 – Tema: Marketing Corporativo
Título da Apresentação: Inovação e criatividade em Marketing Corporativo
Convidada: Martha Gabriel, Coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação, autora do best seller "Marketing na Era Digital”

Palestra 17 – Tema: Relações com a Imprensa
Título da Apresentação: Relações empresa-imprensa: jornalismo em tempos de múltiplas plataformas e velocidades"
Convidado: José Paulo Kupfer, jornalista e colunista do jornal O Estado de S.Paulo


Palestra 18 – Tema Comunicação Corporativa na América Latina
Título da Apresentação: As peculiaridades da Comunicação Corporativa na AL e a influência brasileira em sua organização
Convidados: Marcio Polidoro, Diretor de Comunicação da Odebrecht S.A., Diretor do Capítulo São Paulo e membro do Conselho Consultivo da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial; Elisa Prado, Diretora de Comunicação da Tetra Pak para AL (a confirmar), e Valter Brunner, Diretor de Comunicação da Syngenta América Latina

18h10 – 18h20
Intervalo Técnico

18h20 – 19h10
Conferência 4 – Internacional
Título da Apresentação: A Importância da Criatividade para Alavancar Resultados aos Negócios
Convidado: Bob Bejan, Chief Development Officer da MSL Group, com sede em Paris.

19h30 – 21 horas
Lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa 2013
  
Dia 25 de abril de 2013
Quinta feira

9h30 – 10h20
Conferência 5 - Internacional
Título da Apresentação: reservada à S2/Publicom
Convidado: a guardando confirmação.

10h20 – 10h30
Intervalo Técnico

10h30 – 11h40
Sessão 7 – Palestras Simultâneas
Palestra 19 – Tema Comunicação e Direito
Título da Apresentação:  
Convidado: Marco Chiaretti, consultor em Mídias Digitais

Palestra 20 – Tema
Título da Apresentação: Marketing Motivacional – como quebrar barreiras e conquistar o público interno para as causas e os negócios de uma organização
Convidados: Edmundo Almeida, Publicitário, sócio diretor da People Mais, professor da ESPM e membro dos grupos de trabalho e pesquisa da Ampro – Associação Brasileira de Marketing Promocional; Renato Avanzi, Jornalista, comunicador empresarial, professor de pós graduação dos cursos de Marketing Motivacional na Ampro – Associação Brasileira de Marketing Promocional

Palestra 21 – Terma Carreira
Título da Apresentação: Perfil e desafios do novo profissional de comunicação global - O que as agências, as empresas e os clientes querem de você
Convidado: Ciro Dias Reis, Diretor Presidente da Imagem Corporativa, Diretor da Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação e Vice presidente da PROI – Public Relations Organization International

11h40 – 11h50
Intervalo Técnico

11h50 – 13 horas
Sessão 8 – Palestras Simultâneas
Palestra 22 – Tema Planejamento Estratégico
Título da Apresentação: Rio 2016: Planejamento Estratégico de Comunicação
Convidados: Carlos Villanova, Diretor de Comunicação do Comitê Organizador Rio 2016, e Kiki Moretti, diretora-presidente da In Press Porter Novelli

Palestra 23 – Tema
Título da Apresentação:
Convidada:

Palestra 24 – Tema Relações Públicas
Título da Apresentação: Engajamento Público: a evolução das Relações Públicas
Convidada: Yacoff Sarcovas, Ceo da Edelman Significa

13 – 14 horas
Almoço

14 – 15h10
Sessão 9 – Palestras Simultâneas
Palestra 25 – Tema Relações Governamentais
Título da Apresentação: Relações Governamentais & Lobby: oportunidade de carreira e desafios éticos
Convidado: Gilberto Galan, Diretor da Galan & Associados, Membro do Conselho Deliberativo da Aberje, Consultor Empresarial, autor do livro “Relações Governamentais & Lobby – Aprendendo a Fazer” e professor nos cursos de pós-graduação e MBA na  ESPM e na Aberje

Palestra 26 –
Título da Apresentação: Como criar e ativar uma curadoria de informações corporativas focada nos vários stakeholders
Convidado: Manuel Fernandes, Diretor da Consultoria Bites

Palestra 27 – Tema
Título da Apresentação:
Convidado:

15h10 – 15h20
Intervalo Técnico

15-20 – 16h10
Conferência 6
Título da Apresentação: As 11 conversas das quais
,0as companhias não podem ficar de fora
Convidados: Ana Paula Pessoa e Thomas Kamm, sócios da Brunswick Brasil

16h10- 16h30
Intervalo de Relacionamento

16h30 – 18 horas
Crème de la Crème – o que de melhor se leva do Congresso.

Gostou?  Comente, compartilhe. 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Curadoria na web. O que é, como fazer etc.


Fonte: http://bit.ly/HWpXWR  

Com base no artigoescrito pelo CEO Steven Rosembaum, da Magnify.net (apresentada como a maior plataforma decuradoria de vídeos na internet), para o blog da Fast Company, sobre curadoria de informação, o blog vai dar umas diquinhas de como você pode fazer este trabalho e tornar-se um super-herói da internet para o mercado no qual atua.  Por que?

Só mesmo sendo super-herói para achar trigo no meio de tanto joio de uma troca de apenas um dia de movimento na web, que totaliza, nas contas do CEO: 250 milhões de fotos enviadas para o Facebook, 864 mil horas de vídeo carregados no YouTube, e 294 bilhões de emails enviados. E isso sem contar check-ins, solicitações de amigo em redes, ou os pinos de Pinterest... 

Quem 

A figura do curador emerge da realidade assustadora de que, mesmo com bons metadados, os programas por trás de redes e provedores consideram os dados trocados na web como "um amontoado de informações"... e ainda que os algoritmos tenham melhorado na detecção de spam, eles não estão acompanhando a tsunami de troca em tempo real.  Os números ultrapassam os zettabytes e, para se ter uma ideia,  um  zettabyte é um trilhão de gigabytes;  ou seja o número 1 seguido de 21 zeros à direita.

Steven Rosembaum acredita que só mesmo uma parceria entre seres humanos engajados e máquinas para nos livrar de um dilúvio de informações não “tratadas”.  E esta parceria é a curadoria; o ato pesquisar, contextualizar e organizar as informações de uma área específica.  Curadores são aquelas pessoas que atualizam conteúdos, tornando-os consistentes sobre o que é interessante, o que está acontecendo de mais novo e bacana dentro daquela área de conhecimento ou informação.   São como um filtro crítico que ajuda os consumidores a encontrarem conteúdo relevante de seu nicho, sem ruídos.

A página que Mimbo, nova rede de empreendedorismo criada no Brasil no início do mês lança oficialmente hoje, a MimboCult, é uma experiência que pode virar curadoria de assuntos ligados ao empreendedorismo e negócios. A intenção é a de que esta página esteja  entre a web e os leitores ou participantes da rede, utlizando todas as ferramentas à sua disposição para "pescar" na web, e puxar para fora do fluxo de dados pérolas de sabedoria, notícias, novas vozes, e outros detalhes importantes. Para complementar este trabalho, a rede contará com uma equipe de blogueiros que vão trazer para aquele espaço temas de interesse. Eu estarei entre eles, falando de comunicação corporativa.

Como

Mas, como atuar como um curador?
  • 1    Pesquise muito sobre um assunto específico.
  • 2    Encontrado o conteúdo de interesse, busque adicionar contexto relevante de acordo com o públic-alvo do material. Opinião sempre conta de forma positiva se você entende daquele assunto.
  • 3    Sempre atribuia ao criador seu crédito, preferencialmente puxando um link para a fonte,  respeitando os direitos de publicação. 
  • 4    Ao usar imagem, atribua a fonte ou, em caso de não poder usá-la, busque junto ao seu criador a aprovação para seu uso.

Com estes pequenos cuidados, você pode repassar assuntos com algo mais, sem ferir a etiqueta do mundo web – aliás do mundo todo, virtual e real.  Quer saber mais sobre o tema? Rosembaum dá a dica: Maria Popova, editora do Brain Pickings,  está ajudando a criar um Código de Curadores.   

Acompanhe alguns exemplos de experiências de curadoria e... mãos à obra (clique em cada um dos nomes a seguir para ser linkado diretamente às suas páginas)


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A convergência, os e-mails e as previsões sobre o fim do mundo. E agora, José, qual é a sua praia?


Imagina! Chego de férias de onde sequer podia fazer ou receber ligações via celular (sem qualquer estresse sobre abstinência de internet e outros tipos de contatos), e, em apenas 10 minutos de uma rápida corrida pelos e-mails e Facebook me deparo com, pelo menos, três novidades valiosas para um boletim, um texto no blog, comentários...

Percebo o quanto, em segundos, sou capaz de retomar o contato e os posts interrompidos e, ainda mais, o quando torno-me, assim, polinizadora de inform(ações) –  tomando partidos, categorizando-me dentro do vasto espectro de temas e posições que nos fazem pluripartidários (ou não!), ao dividi-las com meus grupos no Facebook, junto a blogueiros, twitteiros, pessoal do Linked In, Skype... (está tudo cada vez mais conectado, #nénão?) e gente com quem troco... Ao  disseminar, divulgar e opinar torno-me agente político que, queiramos (ou não), é resultado inexorável de cada postagem, de cada curtição, de cada comentário.

Mais uma vez, fica óbvia uma recente atualização que fiz do conteúdo de um dos mais conhecidos bordões criados pelo imortal Antoine de Saint-Exupéry.  “Tu de tornas eternamente responsável por aquilo que postas”. E volto a pensar que a paráfrase em si não aconteceu por acaso – permitindo, somente aqui, abrir mais um parêntesis sociológico sobre as necessidades de afeto e compartilhamento de todo ser humano... somos seres sociais, nos responsabilizamos pelas coisas se temos consciência de nossa existência, queremos ser cativados e - também - pelo que falamos, escrevemos, postamos...
  
Meu de(vany)eio vai além. Após a leitura rápida daqueles três conteúdos, me pergunto o quanto e como esta ação de ler, repassar, comentar, querer escrever a respeito, alimentando, com minha história, meus pensamentos e crenças o que foi dito, escrito, criado. Como isso é capaz de mexer com o mundo a cada segundo.  E mais... o que nos leva a diariamente chegar às novidades que nos interessam e nos fazem focar em determinados assuntos em detrimento de outros?

(Pára tudo! Como pode o sistema de ensino ainda estar baseado (SIC) em velhas e ultrapassadas formas de ensinar – se em minutos, todos os dias, podemos conseguir informações com qualquer fonte, para depois mixá-las com pensamentos e opiniões que nos fazem dar saltos em um conhecimento ou estímulo a este?  Hellooowww, pipow, tá mais que na hora de acabar com as carteiras cartesianamente afiladas, de trazer tecnologia pra dentro da sala de aula, tá mais que na hora de mudar o conceito de escola e de práxis do conhecimento.)

Pausa. Menos, Vany, volta ao que você se propôs a escrever: como a gente pode chegar aonde queremos? De verdade?  A retrospectiva ao como cheguei a estas três novidades, apenas hoje, é a chave (ou uma delas, claro).

1.      Convergência de redes: Abro o computador e logo sou avisada via Skype do aniversário do #twigo Marcelo Negrini, a quem entrevistei por conta de um #webexpoforum alguns anos atrás. Vou, então, para o Facebook, onde deixo meu parabéns a ele. Aproveito para dar uma “espiadinha” (ahá!) em sua timeline. E não é que encontro a primeira novidade, #tudodebom?  Foi postado na semana passada, mas é muito bacana o curso que ele recomendou da Social Media Marketing Fast Track - MarketingProfs University http://bit.ly/xdQ7AG.
2.      E-mails #r4ever: tendo lido sobre o curso e pensando em recomendá-lo a um amigo, abro meu gmail pra encaminhar o link, mas, claro, dou antes uma checada básica nos mais de 200 que recebo diariamente - cuja metade, sem sacanagem, vai pra cesta do lixo. É lá que encontro outra novidade, enviada pela turma do Summify, sobre sua compra pelo Twitter. De lá para um twitter do criador, que respondeu a alguns colegas sobre a operação e a pelo menos dois textos de blog a respeito para me informar completamente do fato foram alguns milésimos de segundo (#cazuzafeelings).  Taí o assunto pro Boletim Mosaico Social da semana!


      A terceira novidade entrou também via e-mail, de alguém cuja credibilidade é ilibada, e, por isso, me deixou com a maior pulga atrás da orelha sobre para onde vamos com todas as coisas que lemos?  Trata-se disso aqui: Skyquakes: Warnings From Earth's Destabilizing Core | Before It's News http://bit.ly/x6dvJ9Ainda não sei se resolvo cair de cabeça nessa que parece, a princípio, mais uma das previsões apocalípticas. Como não sou nenhum Nostradamus ou estudiosa de tais previsões... leio com cautela, procurando me manter distante o suficiente para avaliá-la com o pouco de conhecimento de física que tenho. O máximo que me permito concluir é que pode ser... Mas a dúvida permanece, porque sobre esta coisa de o mundo começar a se esfacelar por conta de movimentos magnéticos já apresentados em filmes (por sinal o 2012, quem não viu?), eu realmente não quero pensar... E volto para minhas leituras, estudos sobre #socialmedia, meus textos, podcasts e de(vany)eios menos pesados... afinal, amanhã terá mais notas, e-mails, fotos, posts... pra trocar, avaliar, pensar a respeito, aprender... são tantas emoções (e ações)... E agora, José... penso, qual é a tua praia?




domingo, 13 de março de 2011

Jornalismo e Comunicação: porque o #twitter é cool

Facebook, Friendster, Orkut, Linked In, My Space, Ning, Quepasa, Sonico, Skype, Peabirus, Vimeo, Youtube, Twitter etc.. A finitude das redes parece não existir, tanto que há até um diretório de redes disponíveis, no qual uma Ameba, voltada para o público jovem japonês, está listada. Onde? Na Wikipedia.

O valor desta forma de atuação sobre a internet é tamanha, que não importam os milhões jogados fora primeiro com a Wave e, depois, com o Buzz. Insistente, a Google desmente, mas é iminente o lançamento de mais uma tentativa de se lançar como rede social. Ela quer entrar no bolo até agora dividido entre fãs do Facebook e seguidores e seguidos do Twitter.

No final do processo de migração do nickname @mosaicosocial para o @maismosaico, o primeiro criado para me relacionar de forma pessoal, e agora, para trocar informações mais jornalísticas e sobre comunicação e mídias sociais, gostaria de reforçar os motivos pelos quais acredito no Twitter como ferramenta que deve ser considerada por todo jornalista e profissional de Comunicação Corporativa:
* É mancheteiro – ainda que aplicativos permitam esticar os 140 caracteres, escrever um bom tweet é exercício de concisão similar ao de criar um título chamativo para fazer o leitor se interessar por conhecer seu perfil; o link provavelmente anexo ao texto etc.. Com um conteúdo estratégico e bem escrito, as chances de #RT serão enormes.
* É instantâneo – as mídias sociais roubaram dos veículos de comunicação tradicionais o “furo jornalístico” (não importa em que País mais ou menos) #truefacts. Nenhuma rede é mais instantânea e contagiosa que o Twitter, que tem um canal só dedicado a jornalistas sobre como melhor utilizar a plataforma. Saiu no Twitter, a notícia até pode ser validada em outros sites da grande imprensa (menos lá fora, mais aqui no Brasil), entre eles o do Huffington Post, The New York Times, aqui no G1, R7, dependendo do contexto, em sites de conteúdos específicos. Mas, pelo caráter de tempo real, confirmado o fato, o Twitter é a rede!
* É mundial, além fronteira – abrange do Oiapoque ao Chuí, do Alaska ao Polo Sul; onde houver sinal que chegue via qualquer dispositivo pelo qual se possa conectar. Ao permitir carregamento de links de vídeos, textos, imagens, vozes, não tem como fazer nenhum poder público negar um fato.
* É monitorável e permite pesquisa – possui o Twitter search que, se não é ponto de partida para pautas, ajuda a monitorar resultados do fato divulgado. Possibilita até suitar o assunto, dependendo dos desdobramentos.
* É listável - E, por causa disso, também, permite achar colegas jornalistas - em toda parte do mundo - para troca de informações. Os colegas montam sua rede de conexão, informantes, parceiros, listas prontas - criadas até por terceiros (e, na tal página de mídia do Twitter existe uma dica de como baixar as listas usando-se um código especial) sobre os mais diversos perfis. Está tudo lá. Basta saber pesquisar para conseguir as respostas certas.
* É possível de arquivar – ainda não é ideal, porque não existe aplicativo que permita incluir nos arquivos em PDF o conteúdo dos links anexos, mas ajuda bastante caso o jornalista seja suficientemente organizado e, a cada trimestre, dependendo da quantidade de tweets que divulga e favorita (para pesquisa), consiga gravar seus livros. Volta e meia, novos aplicativos para isso também são criados.

O que será a nova investida do Google em rede é uma incógnita. Eu continuo fechando com o Twitter. O que virá depois, será sempre... apêndice!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Por que as #SM (mídias sociais) não são gratuitas?


Por que, você não pode baixar este preço? São só uns posts por mês. O suficiente para gerar o SEO necessário para puxar o blog lá pra cima no Google.
Por que isso tudo para colocar lá, uns tweetzinhos por dia?
Por que esse custo todo também para postar no Facebook?
As mídias sociais não são gratuitas?

Pára a cena. A música cresce até um ápice enquanto a personagem se vira para a plateia. Perplexa, indaga ao público que - em sua maioria, analfabeto funcional - traduzirá ao pé da letra (Imploro seu perdão?).
"I beg your pardon?"
Quem lhe disse que as mídias sociais são gratuitas?
Quem lhe disse que o preço do meu trabalho deve sê-lo (assim, hifenado, com acento, e não selo, como tradução de stamp, aquele no qual a gente delicadamente desliza nossa língua para colar em algum álbum de figurinha, porque acho que nem mais os Correios utilizam esta raridade de outrora, quando as mídias sociais eram apenas o nossa voz, mãos e olhos (o corpo fala!), o telefone, o telex (quem se lembra?), o já aposentado fax, a própria carta, telegrama e outros produtos)?

Faz-se um silêncio desconcertante no recinto. Descontrolada, a personagem, PHD Master Degree em Social Media Total Regional and Local Management pela HardCambColumThunderStanFireRockChrome University, of Massachussets, Specialist em Nothing of Companies' Altruism , simplesmente pega seu pendrive da hora (isso não é jabá, achei, gostei e postei!) e diz ao seu interlocutor:
"Vocês não me merecem. Comprem uma ferramenta-robô e #$%¨&*."
E, simplesmente, sai.

Fecha o pano! A plateia se divide em sentimentos obtusos. Parte dela bate palmas, aclama de pé o final apoteótico, grita, "muito bom, é isso mesmo que se faz, tem que se valorizar, bravo, bis, bis!". Outros, riem uma risada descompassada; uns porque, nervosos, terão se visto na personagem indignada, outros, pela situação pela qual jamais passaram ou passarão; são de áreas diferentes.

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Nariz de cera à parte, a cena da pecinha fictícia serve para mostrar que muitos dos que vivem da prestação de serviços de Comunicação, mais e mais incorporada pelas mídias sociais, devem sempre pontuar com seus clientes potenciais que, mesmo virtualmente, este relacionamento demanda tanto planejamento quanto qualquer outro. Quer exemplos?


1) Um encontro com sua (seu) namorada (o) e, daí por diante, se você obtiver êxito. Da escolha da roupa, do tipo de perfume, da barba perfeita - e, no caso das moças, da maquiagem -, o hálito, passando pelo discurso (fundamental ter conteúdo e não apenas cara), é ter objetivos e metas. Acima de tudo, deve-se tomar cuidado para não sair colocando o pé pelas mãos e assustar seu parceiro (a) logo de cara. Existe todo um código de conduta, uma forma de se relacionar e como agir, dependendo se você quer apenas namorar para curtir ou se seu negócio é o altar. Ou você acha que a frase do futuro sogrão... "quais são suas intenções para com a minha filha" é só da boca pra fora? (foto: datingformentoday.com)

2) Se você quer mais uma dica para fazer o cliente entender por metáforas, use a das plantinhas que precisam de regas próprias para cada tipo. Tem gente que até música clássica põe, para elas crescerem fortes e bonitas. Então, o que se dirá de cada tipo de relacionamento, com cada tipo de tribo, em cada tipo de mídia social? (foto: entremaesefilhas.blig.ig.com.br)

Por fim, a cereja!

Tudo isso para reforçar meu post anterior - do modus operandi escolhido (e ainda não acabado!) para trocar o twitter @mosaicosocial para @maismosaico e para convidar você a ler o excelente artigo (que explica tim tim por tim tim os porquês, como etc.) da PamMoore. CEO e fundadora da FruitZoom Inc., ela se apresenta como meia-marketeira, meia-geek, fissurada em mídias sociais. Assim um pouco como quase todos nós, mordidos por este admirável mundo novo. O teor do post dela é de #RF, #RT! :D Divirtam-se.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vany L., hackeada e arrependida...

...mas, cada vez mais, superligada! E, aviso aos navegantes... meu tempo de mídias sociais vai diminuir, porque, como mera mortal, voltarei para as filas de banco. Eu e... de repente, grande parte da torcida do Corintians, Flamengo, Fluminense, São Paulo... e outras tantas Brasil afora... será? Com aquela cidadezinha da Itália optando por viver uma vida nos moldes medievais... do jeito que a coisa anda... quem sabe?




Poderia ser como um slogan do Olivetto. "O primeiro, a gente nunca esquece." Mas tem, mesmo, gosto do fel da violência terrorista que marca o século XXI. O da invasão total e, pior, meio consentida, porque, não importa a quantidade de blindagem que eu tivesse instalada em meu computador, eu permiti acontecer.

Ainda não sei se este será meu último post do ano, mas que sirva para exemplo de quem parou para estudar, leu, deu dicas e... errou. Com jeito de idiota, fico me perguntando, tal qual um pai (uso genérico, já que aqui, pode referir-se a uma mãe também) impotente ao ver seu (sua) filho(a) fazendo escolhas diferentes das que ele(a) por anos tão esforçadamente tentou inclutir com valores, conversas, papos-cabeça... "Onde foi que eu errei?" "Qual e de onde veio o link errado que abri, fazendo este hacker ter acesso a senhas tão preciosas?" "Que porta deixei entre-aberta?" "Houve permissividade? E se houve, o que este hacker conhece de mim a ponto de me fazer levar a abrir seu link?

Se tivesse as respostas a estas perguntas, eu não teria sido vítima. Mas, certamente, abrir links a partir de agora será atitude muito mais pensada e, via de regra, feita da forma mais complexa que houver, especialmente de gente estranha.

Aos sociólogos e psicólogos de plantão... um pedido - que estudem o fenômeno e escrevam sobre ele. Porque vou buscar referências e trabalhar em dicas. Se não aprendi por amor, mas pela dor, posso, na qualidade de formadora de opinião para quem me segue, escuta ou lê, no mínimo, por questão de compromisso, mais do que repassar a experiência, informar sobre como evitar cair na armadilha.

Por hora, fica apenas o alerta de que:
Não se deve aceitar provocações (seja sobre futebol, política ou o que for.
Muito menos, sem pensar, abrir links para cair num buraco negro que, inicialmente possa parecer apenas uma brincadeira de momentum. É aí que o bicho pega.
Manter seu computador blindado com o anti-vírus atualizado e fazer DIARIAMENTE uma atualização dos pacotes anti-vírus é fundamental. Procure, pouco antes de desligar a máquina, colocá-la para a checagem completa do sistema... Antes das mídias sociais uma vez por semana era suficiente, mas agora, é questão de vida ou vida.
Vale categorizar seus amigos no Facebook, sim, e saber quem tem acesso a informações suas sobre endereços, telefones, e-mails e outros dados que podem ser interessantes para alguns, mas muito pouco relevantes para a maioria.
Focar no que você posta nas redes e evitar abrir demais sobre sua vida pessoal, o que é default, mas nunca demais repetir.

A lista pode ser ainda mais extensa, mas acho que estes já são cuidados eficazes. Numa era em que tantos aplicativos trocam informações suas entre si, a privacidade foi literalmente para o escambau, se a gente não se cuidar, ninguém o fará por nós... é como marketing pessoal, só que... ao contrário. :S #weirdo! Você alguma vez imaginou ter que fazer isso o tempo todo? Fica a provocação...

(imagem retirada do site: http://www.bramjnet.com)

domingo, 24 de outubro de 2010

Viciada no #twitter. Mas... quem não é?

Sim, eu sou, admito. Acabo de fazer este teste, tanto para saber meu índice de dependência do #Facebook, quanto do #Twitter. Deu #twitter disparado na cabeça, claro.

How addicted to Twitter are you?

Created by Oatmeal



Contra os 93% de dependência cibernética da plataforma, ferramenta e rede do pássaro azul, a rede do Facebook ficou com 36%, um índice maior certamente do que teria sido se fizesse o teste uns três, quatro meses atrás. Somente nestes últimos 15 dias resolvi alguns bugs, e hoje, depois da #oficinaimprensa, o imbroglio de postar meus #tweets apenas quando quero. Imagino que tenha sido um bug resolvido com a nova versão do Tweetdeck recentemente baixada. Estou pensando até em reintegrar a conta to Linked In a ele para saber se os posts mais comporativos volto a duplicar para saber se também este bug foi resolvido...

Como a vida em redes é um beta constante, #vqv. Dá-lhe #Pandora!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O dia da criança no #twitter


Pronto, Joélida, agora você não vai mais precisar ficar com saudade...

Se disser que fui eu quem começou com a brincadeira, vai ter gente dizendo que não foi bem assim, mas na minha #TL foi, sim, inclusive entre meus amigos e familiares do #Facebook! Se a mania se espalhou e acabou virando trend topic, #tudodebom #salvesalve!

Se a ideia foi minha ou não, o que está por trás dela é o que realmente importa (rs!). Ao mostrar suas carinhas deliciosas, bochechudas, risonhas ou nem tanto, tomando suas mamadeiras, com laços de fita ou uniformes, cada qual revelando a sua criança não esquecida, cada #twigo ou não - porque a Miriam Leitão não é minha #twiga e deliciosamente também aderiu à ideia - investiu seu tempo em dar uma parada.

Ao buscar o álbum, abri-lo e se deixar levar por alguns minutos ou horas, em viagens ao passado de há pouco ou muito tempo, fazendo lembranças voltarem ao presente e escolherem a sua melhor foto, se deram o direito de voltar a ser... criança. De curtir algo que o nosso cotidiano tão multiprocessado e atarefado raramente nos permite.

Se não deu para postar sua melhor foto, foi a que deu para representar sua "persona" durante esta semana que antecedeu o #diadacriança. E, que, hoje, por outros tantos motivos, acabou levando #todos que aqui piam a tornar o dia um trend topic no #twitter.

Isso é também resultado da força de uma rede social voltada para o bem. Porque resgatar nossa criança pode nos fazer pensar no que fomos, ainda que tenhamos perdido a ingenuidade; manter o sentimento em alta, pensarmos no presente para escolher o melhor que queremos para o futuro. :O)

Feliz #diadascrianças para você e, para quem participou da "brincadeira".




Certamente que em duas horas, não seria capaz de abrir todos os perfis dos #tuitteiros e de arrumar espaço para todos aqui. Sigo tanta gente, mas aqui entraram os que trocaram mensagens nos últimos dias... Aos demais que eventualmente ficaram de fora e não são menos importantes, um supermegamaxiblasterbeijo e #carpediem! Ainda são 18h30 e o dia não acabou! :O)

PS: Agradecimento especial de todos a @JoelidaVentura, que, por causa de seu tweet, me inspirou a criar esta pequena homenagem :O)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Mais um ano se passou...



E, o que há de novo em mídias sociais?

Quem se lembra da música do Cassiano, "A Lua e eu"?. Pois é, mais um ano se passou, eu nem ouvi falar seu nome, porque fiquei – eu e mais alguns milhões de profissionais - enfurnada no estudo constante das novidades sobre as mídias sociais. "A Lua e eeeeu".

A lua segue diariamente sua maré em constantes e programadas mutações; o Facebook parece ser a rede social que mais aparece nas mídias – tradicionais e novas – em manchetes devido a escândalos ou notícias sobre problemas com privacidade de dados de clientes e/ou parcerias nem tão transparentes assim. Fora isso, as novidades das timelines de jornais e Twitter concentram-se em infográficos cada vez mais elaborados. Seus conteúdos? Senão reprise de como lidar com as mesmas mídias que estão aí, o vai-e-vem de suas performances na web – acessado por milhões de computadores em desktops ou laptops, netbooks e similares, na mídia que deverá, em breve, desbancar tudo isso: os celulares do tipo I-touch.

Por pouco mais de 15 dias, fiquei fora do Twitter, minha rede social preferida, e o que vejo de mais interessante? Exatamente as discussões – quase súplicas do mercado acerca da Apple investir logo na compra do Android para acabar de vez com caprichos egocêntricos de seus próprios funcionários para abraçar a hegemonia do mercado e, com Google, assumir a frente do mundo convergente.

Mas, e sobre as mídias sociais? Muito pouco ou quase nada de NOVO. Senão, vejamos:

  1. Evan Williams, um dos sócios do #Twitter anunciou (e eu... acreditei!) poucas horas depois do anúncio de que o Brasil sediaria as próximas Olímpiadas, que, em princípio de Janeiro, a plataforma estaria traduzida para o Português. Até agora, nada.
  2. Mesmo com injeção de capital, muita gente apostando no vôo de águia do pássaro, ele continua piando bastante, mas somente agora começa e, ainda muito timidamente, a dar suas primeiras tentativas de vôo comercial. Depois da entrada de Toy Story 3D em maio... ninguém mais se atreveu a investir nele e se o fez, não aparece nas listas do trend topic. Por que? Numa breve tentativa de busca de informação, tanto no Google quanto no próprio Twitter, nada!
  3. E o próprio Facebook? Depois daquela mudança de visual que pouco agradou aos usuários, gerando até um dia, em maio, para um Au revoir geral – não deu certo, é verdade - parou de trazer novidades que pudessem ser mote de matérias. Quem aprendeu a se dar bem com a ferramenta está faturando – empresa, pessoa ou hacker, conforme mostrou a revista Época da semana passada, em detalhes.
  4. Isso sem falar na onda Google, que entrou num marasmo de dar dó, bem como o Orkut – que, apenas para não deixar por menos, acrescentou uns papéis de fundo e uns gadgetzinhos para seu público não abandoná-lo de vez.

No mais, o que sucede-se a todo o boom que aconteceu em 2009 foi ou me parece estar sendo é o de que – fora a enorme facilidade de contato com pessoas com as quais você jamais teria acesso antes "na história deste País" ou mesmo mundialmente –, tenho a impressão de que as mídias sociais vivem uma curva de estabilização no que têm para oferecer como tecnologia. O que virá, agora, dependerá do uso que faremos e/ou já estamos fazendo delas. Será? Este post é uma provocação, e, certamente, terá continução. Até lá... ficamos com a música de Cassiano... A Lua e euuuuuu....(foto: 3.bp.blogspot.com/.../S900-R/Lua1.jpg)

quinta-feira, 4 de março de 2010

Havaianas: a sandália chegou, porque as midias sociais funcionam, sim.

A resposta final ainda vamos esperar. Promessa da Carla

Estive o dia todo praticamente fora, mas ansiosa sobre o que eventualmente poderia encontrar ao retornar ao meu QG. Cheguei antes, é verdade. Mas, não demorou muito e um motoqueiro foi o entregador do que a imagem revela.



Junto com ele, um bilhete, de próprio punho, papel de carta pessoal, assinado pela diretora de Sandálias da Alpargatas, Carla Schmitzberger, #comomandaofigurino. Não vou expor seu bilhete, seria falta de cortesia, mas o resumo é o de que ela se compromete a averiguar tudo o que não funcionou corretamente em seu "processo interno" e que me dará "um retorno a posteriori".

Isso reflete objetivamente:

1) Que ela leu o post;

2) Entendeu a mensagem;

3) Fez o dever de casa que lhe cabia.

A mim, agora, cabe, por ora, finalizar o assunto, agradecer e esperar sua resposta, porque:

1) Recebi o que devia - um par de havaianas igual ao que quebrou;

2) Recebi até mais.A foto acima prova. Além do par igual ao da tira que quebrou, Carla fez a gentileza de me enviar um na cor que eu queria adquirir e não encontrei, além de uma bolsa para acondicioná-las. Por isso, uso este espaço para agradecer-lhe, o que também farei por Facebook, a outra mídia social usada para fazer contato - e a que gerou o retorno.

3) Esperar, sim - porque, como disse, como consumidora do ponto de vista imediato, consegui resolver meu lado de receber meu produto dentro do tempo de garantia de fábrica, direito garantido pela própria marca.

Mas quero, sobretudo, poder continuar sendo uma fiel consumidora #havaianas; não somente por acreditar que a Carla terá, a partir deste episódio, como escarafunchar e fazer acontecer dentro da empresa, de forma a que os canais internos funcionem e atendam bem aos consumidores, como a fabricação seja 250% de qualidade AAA para todos os nichos atendidos pela empresa. Não terá sido porque recebi dois pares de #havaianas e uma bolsa, que eu terei esquecido este caso. Minha irmã escreveu, meus amigos me conhecem e meus clientes e ex-clientes também para que eu não precise entrar em detalhes sobre minhas crenças acerca das defesas que fiz aqui e que defendo ao assumir um job ou conta

Eu vou esperar, Carla, e vou cobrar. Aliás eu e todo mundo que leu este blog, o Twitter, o Linked In e o Facebook pelos últimos dois dias. Porque muitos de nós - como brasileiros - não compramos no concorrente - somos fiéis à marca há anos - seja dos modelos monocores, seja dos modelos cheios de bossa, exportáveis. Nem precisamos ir longe - coincidência ter chegado a mim hoje a edição de número 11 da revista living Alone. Na capa? O ator Marcelo Novaes, que, ao revelar seu lado lar-doce-lar, está usando camiseta, calça xadrez e... um modelito monocor azul do que? das #havaianas, do que mais? Por estas e outras... vamos todos, esperar!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

GoogleBuzz... ou o enigma de um triângulo nada amoroso




Das duas uma - ou a espionagem industrial anda muito bem financiada, ou a orquestração de lançamentos já faz mesmo parte do jogo destes novos tempos de concorrência.

Não sei até onde vai concorrência, parceria, novidade, anúncio, furo e a mera coincidência de fatos. Primeiro foi o pio do pássaro azul, no qual, aliás, muita gente ainda não acredita, mas que continua, forte, mostrando-se firme em seu seu propósito de se tornar uma empresa de fato, inclusive ao confraternizar com seus inúmeros desenvolvedores.

Em Janeiro, a empresa Twitter anunciou a realização de sua primeira e "The Official Twitter Developer Conference", que acontecerá em 14 e 15 abril, em São Francisco, Estados Unidos. O evento, carinhosamente chancelado de #chirp, de chamar a atenção de muita gente, parece ter mexido mesmo com os brios da concorrente Google. Nem bem Fevereiro começou e esta resolveu lançar nada menos que um quase concorrente do Twitter, por assim dizer.

O Google Buzz, na verdade, é muito mais que isso - mas numa comparação tosca, tem lá suas inegáveis semelhanças, já que permite usar um espaço dentro do Gmail para twittar.

Segundo as más línguas, o Google Buzz resulta de uma "barrigada" na qual virou a "onda" do Google Wave, produto criado no ano passado que foi malentendido pelo público. Usando o Gmail - o sucesso de público e bilheteria da empresa - para "desovar várias das facilidades criadas para a onda e novidades maneiras, Google pode agora literalmente integrar ou, usando a palavra da moda, convergir, e trazer mais gente para seus canais, além de juntar plataformas e outras maneiras de se comunicar, visual e sonoramente.

O vídeo divulgado desde ontem tem sido o grande "Buzz" entre as mídias sociais! E isso é também, inegável.



Eu gostei! Como usuária do Gmail, com quase todos os atributos que o Googlelabs coloca à disposição dentro da ferramenta, eu acho que pode ser muito melhor twittar diretamente de lá, ao invés de mantê-lo minimizado enquanto uso meu hoje querido TweetDeck . De qualquer forma, tudo dependerá de quando ele será incorporado à versão brazuca (é dito que a qualquer momento e que a nós cabe apenas aguardar, já que isso acontecerá automaticamente). O que eu me questiono mesmo, é como serão as demais interações com outros twitteiros, uma característica que, acredito, ninguém até agora conseguiu superar o TweetDeck até agora, e que propicia diálogo e até discussões em grupos no Twitter, verdadeiros jogos.

Enquanto isso, na mesma hora - parece até combinado - Facebook aparece de cara nova, como os modelos de carro fazem às vezes ao final de cada ano, apenas para valorizar-se com detalhes de parachoque, coisas sem grande importância.

Mas o que está por trás de um anúncio que tem mais cara de factoide? Na verdade, as duas empresas virar manchete no mesmo dia tem a ver com uma disputa maior, que mostra o vértice de um triângulo nada amoroso.

Além de ser a maior rede social do mundo, com 400 milhões de usuários, o Facebook registrou um aumento de acessos a sites de jornais, revistas e portais, via links postados entre seus usuários de três vezes no ano passado, enquanto no Googlenews este número teria permanecido o mesmo. A indicação entre amigos parece estar tendo um efeito mais forte do que apenas a busca isolada. É aí que entra o Twitter - que valoriza, desde o início a "amizade" entre comunidades e apostando nas listas de afinidades, ratifica as indicações por nichos.

Não é nada, não é nada... pode até não ser nada mesmo - mas se você não pode com ele, alie-se e faça não a conversão, mas a convergência. De uma coisa é certa - no final, quem ganha é o usuário! (foto: martinshelio.files.wordpress.com/2009/05/1999...)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Sai o resultado do #BBB dos jornalistas que só usaram #Twitter e #Facebook para fazer matérias




As mídias sociais são bastante competentes ao complementar e, em casos já provados, até furar a grande imprensa. O recente terremoto do #Haiti, a passeata no #Irã, sem falar na morte do astro #MichaelJackson , provaram que elas podem ser mais ágeis que os jornais tradicionais.

O que isso pode revelar, de verdade? Que há espaço para todos nesta mudança de paradigma por que o mundo passa e atinge a profissão de quem participa de todas as etapas do fazer jornalismo – e aí incluo os RPs, os jornalistas, os repórteres-cidadãos, todo mundo. Por que competir?

O que se precisa fazer é agregar – trazer o que há de melhor do complexo sistema jornalístico que se aprende nos bancos universitários – para a formação ética, a questão de se ouvir os dois lados e buscar a verdade para que este profissional seja o mediador dos interesses legítimos da sociedade – e o que tecnologia + mídias sociais estão proporcionando com a ajuda de repórteres-cidadãos em todo o mundo.

Foi o que aconteceu com a experiência “Behind closed doors on the net”, patrocinada por uma rede de rádios que, no twitter teve a chancela @HuisClosNet, envolvendo cinco jornalistas que falam francês confinados numa fazenda de endereço desconhecido na França, para evitar qualquer tipo de acesso, com computadores que tivessem apenas conexão a Twitter e Facebook.

O resultado revelou o que já sabíamos. Um dos repórteres entrevistados pela BBC de Londres, Janic Tremblay, do Canadá, contou que o #Twitter funciona como um grande e espetacular radar. Sua maior vantagem foi a de entrevistar fontes às quais ele jamais chegaria pelos meios tradicionais. Quanto ao #Facebook, ele mencionou que em poucas horas mais de cinco mil pessoas mencionavam um barulho de explosão numa cidade quando, no dia seguinte, se revelou o fato de que um avião ter ultrapassado a velocidade do som. Vale a pena ouvir a materinha na íntegra.

Mas vale mais a pena avaliar. Acabamos de sair da 3ª. Edição do maior evento de mídias sociais do mundo, o #Cparty, com #tudodebom que rolou e que pôde ser acompanhado online por quem não pôde ir. O #BBB10 teve um paredão recorde com uma pessoa sendo enviada duas vezes consecutivas e retornado à casa – não pelo jogador, mas por causa do efeito #tessalia, um factoide totalmente criado pelas #mídiassociais – personagem que entrou e saiu do programa por causa das novas mídias - mais especificamente o #Twitter - e que, apesar da relação amor/ódio – vem aumentando em progressão algorítmica os seus seguidores - os mesmos que a defenestraram.

Tudo isso qualquer um pode acompanhar, tornou-se #trendtopic no #Twitter. E por que? Porque foi na semana passada que a empresa Twitter lançou os #Trend topics local e regional, revelando mais uma de suas facetas jornalísticas. Afinal, jornalisticamente falando, os assuntos mais importantes são os de “primeira página” – de interesse global. Com o lançamento dos #trendtopics regionais (por País) e até locais (por cidade), dá para se ter uma ideia de como vive cada comunidade, o que mais lhe interessa e afeta – como fazem os jornais de cada uma.

Juntando tudo, fica o desafio... Quem sabe algum jornal de grande circulação queira fazer também esta experiência. Quem sabe estarão nos resultados um novo modelo de negócios – que possa até ser o “Ovo de Colombo” que responderá a todos os problemas até agora enfrentados pela mídia? Quem sabe usar o exemplo do BBB e imitar os colegas franceses para um experimento que vire pesquisa universitária, possa ser um caminho para melhores dias para professores, colegas e empresários? Fica a dica! O que abunda, não prejudica!