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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Receita para a felicidade

Adoro assistir às apresentações do/no TED.  Para quem ainda não as descobriu, elas valem por aula inteira - sobre os mais diversos temas - da tecnologia à depressão, passando por... felicidade.  Vale para quem é professor, quem é pai, quem quer ter um novo ângulo para pensar sobre temas os mais loucos. 

Nesses tempos de Páscoa, esse, do Brother David Steindl-Rast me pareceu bastante oportuno. Estamos correndo atrás da felicidade como cães atrás do próprio rabo e nem percebemos que ela pode estar a um passo dos nossos narizes.  Confira e reflita sobre a sua felicidade.  (em inglês)


Corra atrás da sua felicidade

Agora, se o que te faz feliz é participar de um TED, #olhovivo, porque a turma está vindo para o Brasil em outubro deste ano, mais especificamente entre 5 e 10 de outubro. É o TED Global South, que vai acontecer em Copacabana,  no Rio de Janeiro.  Não é para qualquer bolso, porque o passe custa US$ 6 mil, mas se você acha que tem algo a dizer e quer interagir com outras pessoas que estejam pensando fora da caixa, da mesa, da cadeira, da cabeça... a hora é essa. E boa sorte. Aplicações aqui.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

#Quemnunca? Keep calm, because I'm back

#Quemnunca? Apostou, acreditando que tudo daria certo, e acabou se esborrachando no chão, como um ovo estatelado?
#Quemnunca? Deixou de acreditar depois de ter feito o dever de casa by the book, e ver que as coisas não chegaram aonde deveriam?
#Quemnunca? Se entocou, se enfurnou e se deixou levar pela frustração?
#Quemnunca? Achou que jamais passaria por tudo isso?

Não costumo ler conteúdos como este em blogs, mas achei que seria, no mínimo, obrigação explicar meu silêncio de nove meses - uma gestação!  É necessário que compartilhemos sentimentos (obtusos ou não) e sinceridades, além dos memes do Facebook, que denotam nossa psiquê momentânea... e que parecem palavrão ou #coisaruim num mundo em que só valem as boas dicas, as receitas de sucesso, artigos nos quais somos terceira pessoa, nunca os agentes de nossa própria história...
Apostei nos novos modelos, acreditei que as coisas aconteceriam no tempo necessário - ou pelo menos, no tempo certo pra mim. Sem os resultados esperados, e porque sou feita de carne e osso, hoje mais carne do que osso, deixei de acreditar. E cansei de produzir, achando mesmo que não faria a menor diferença. Afinal, tá todo mundo escrevendo, produzindo, compartilhando... pessoas, empresas, ONGs...
A falta de retorno no prazo que eu me dei para fazer as coisas acontecerem, porque sempre fui (mal)acostumada a uma história de vitórias,  foi me consumindo e, por quase um ano, tomei chá de sumiço aqui do blog, Eu sumi, desapareci... Eu desisti. Desisti de sonhos, de planos, de amigos até. Me entoquei, me enfurnei, me entreguei. Foi maior que o efeito platô sobre o qual escrevi, acho que àquela altura escrevendo para mim mesma... tentando me convencer do que seria algo passageiro. Mas não foi!
Foram precisos nove meses para que eu pudesse cair, sofrer, chorar, me descabelar, comer até não poder mais, até me tratar e sair dessa bad trip. Hoje volto especialmente graças ao carinho da minha família, ao colo espiritual e material do meu companheiro, e  à amizade de amigos verdadeiros!
Não pretendo escrever alucinadamente. Nesta nova fase, o blog vai compartilhar leituras, informações, conteúdos estratégicos e testemunhos de pessoas reais, de carne e osso... o que elas fizeram para se adaptar aos novos tempos,  como estão lidando com a diferença da velocidade e quantidade de investimento x retorno e o que elas sugerem pra quem quer chegar a algum lugar que exprima sucesso, bem estar e qualidade de vida...
Espero que possamos estar juntos nessa nova fase.  Até o próximo post e obrigada pela leitura! Ah, claro, querendo, comente... colabore com suas ideias e dicas também. Num ambiente de colaboração em rede, participar é a palavra de ordem.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Facebook: porque você precisa descer para o playground e aprender a brincar


O Facebook desponta como maior rede de relacionamentos - via site e dispositivos móveis -  e maior mercado online, deixando no chinelo redes como Twitter e todas as demais.  Em mais um webinário promovido pelo Social Media Today, ouvi dicas de como gerar impacto neste playground, para onde todo mundo tem que descer e aprender as regras para brincar e ser feliz.  Os convidados de hoje foram Zach Mangum, cofundador da GroSocial, Douglas Karr, autor de Corporate Blogging for Dummies e CEO da DK New Media, e Dennis Yu, CEO da BlitzMetrics. A moderação coube a Paul Dunay, Global VP de Marketing da Maxymiser, escritor de cinco livros para Dummies. 
Dennis Yu foi quem realmente fez uma apresentação, mais tarde discutida pelos demais. Quem tuitou, usou a tag #smtlive. Portanto, o que eu não tiver coberto aqui pode ser acessado por lá. 
Entre as métricas bastante interessantes que apresentou, ele disse que 23% do tempo gasto em engajamento via aplicativos móveis é da rede de Mark Zuckerberg, que lidera um ranking seguido pelo Instagram, Gmail, YouTube e outros aplicativos da Google - nada de Twitter ou Linked In, que sequer aparecem entre as cinco primeiras.  
Ainda segundo Yu, visitamos o Facebook via aplicativos ou site uma média de 13,8 vezes por dia, com cada visita durando, pouco mais de  2 minutos. São quase 420 visitas mensais, ou 15 horas por mês gastas somente nas páginas do Facebook, ou seja, é muita coisa para se deixar passar em brancas nuvens. Trocando em miúdos, essas métricas servem para chacoalhar empresários de todos os portes. Se todo mundo desceu para o playground do FB, é bom aprender a brincar lá dentro se seu objetivo é fazer negócios e crescer. Até porque, durante o dia, o uso do Facebook responde por quase metade (varia de 46% a 48%) de todas as atividades sociais de usuários de internet.  Comparados a ele, Twitter e Linked In amargam meros entre 7% e 9% do movimento social (Twitter) e entre 1% e 2% (Linked In). 
Com 15% dos consumidores usando a rede para encontrar negócios locais, o Facebook é um mercado que merece mais do que apenas frases de efeito ou pedidos para Likes. A geração de leads que se transformem em vendas deve ser o foco. O desafio está em oferecer um conteúdo de qualidade e consistente, considerando que o que costuma motivar usuários a dar seus Likes a uma empresa tem a ver com receber descontos (40%), mostrar que simpatiza e apoia a marca (39%), ganhar algo (36%), estar informado (34%), para ter informação atual sobre produtos (34%), para ter informação atual sobre vendas futuras (30%), por entretenimento (29%), acesso a conteúdo exclusivo (25%), porque alguém me recomendou (22%), para saber mais sobre a empresa (21%), para educar sobre alguns tópicos referentes à empresa (13%), para interagir (compartilhar ideias, dar feedbacks etc.) (13%). 
Para Yu, devemos romper organicamente o Edgerank, que suprime 99,8% dos posts do Facebook. Como fazer?  "Publicar anúncios dá um impulso orgânico ao algoritmo da rede, aumentando o engajamento com a marca", ensinou. E existe bastante lugar para crescer, já que 3 em 4 marcas ainda não estão usando os FB ads (77%),  Segundo ele, o trabalho das mídias sociais deve seguir os seguintes passos: 

  1. Processo de geração de conhecimento: ele amplifica o que realmente dá certo em mídias sociais para engajar fãs;
  2. O engajamento: uma vez que os fãs estejam engajados, o objetivo é coletar seus e-mails para aumentar as conversões; 
  3. As conversões: que acontecem quando você, a partir dos dois primeiros, consegue aumentar as visitas ao seu site para aumentar as vendas. 

Estes três passsos devem acontecer em função do aumento do conhecimento sobre a marca, da geração de interesse que você vai criar sobre seu público, que vai desejar comprar seu produto e agir para isso. Se você quiser mais detalhes, aqui tem um post bacana de como aumentar o engajamento no Facebook com promoções.
Porque tudo começa com o crescimento da base de fãs, e isso deve ser algo crescente - que aumenta em cerca de 50% quando há uma ação própria para isso, mas deve manter-se em 7% de crescimento em momentos de pausa. Yu ensinou ainda que o engajamento deve representar cerca de 20% do orçamento ou crescer gradualmente e, claro, que este orçamento será diretamente proporcional à quantidade de fãs que deverão ser impactados por uma ação - que, via de regra, deve gerar conversões, sempre. A figura ao lado mostra o ciclo viral do processo. Os anúncios devem gerar tráfego, aplicativos devem ser direcionados aos usuários engajados e o uso do Analytics deve otimizar os objetivos.  
O assunto não se esgotou aqui, mas acho que dá uma boa pincelada em como você pode pensar em aumentar sua presença social pelo Facebook.  Se você gostou, compartilhe, se você tem dúvidas, comente.  

domingo, 12 de junho de 2011

Meu lide do amor para todos vocês

Hoje, dia dos namorados, buscando dicas para redecorar o quarto de um adolescente bagunceiro (e como nada acontece por acaso!)  - deparei-me com este verdadeiro poema.


É um lide do amor, não? Não poderia deixar de compartilhar com meus muitos leitores e quem mais um dia aportar por aqui neste dia tão significativo para muitos que acreditam no amor - não apenas entre duas pessoas, mas entre todas as pessoas - para minimizar sofrimentos (sim, Nepô, entendi bem o Grupo de Estudos de ontem). 

Porque o amor pode ser vivido de várias formas, dividido em  momentos os mais diversos, exprimido em formas, cores, espremido em espaços os menores possíveis. Pode ser o do melhor perfume, um hai kai ou uma miniatura. Sem hipérboles; em toda sua plenitude.  

Hoje, dia dos namorados, coincidentemente um dos dias mais felizes da minha vida - porque o cosmos conspirou a favor 14 anos atrás para que o motivo de estar na internet hoje, buscando decoração de quarto do meu adolescente bagunceiro, pudesse acontecer - desejo que todos pensem e vivam assim:
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. (Charlie Chaplin)
#carpediem

quinta-feira, 9 de abril de 2009

A web 2.0 na prática: veloz, adiante e revolucionária até para o Mosaico Social. Alguém duvida?

O vídeo em que Caio Túlio Costa fala da web 2.0 na prática foi escolhido a dedo. Afinal, o jornalista foi participante - por tabela - do momento pelo qual o blog passa em relação ao tema sobre o qual ele discorre e que seria, depois, assunto principal de seu livro, aqui abordado.



O Mosaico Social nasceu para ser testemunha e tentar promover a discussão ou pelo menos para apresentar fatos e fotos, aprender e compartilhar o "acontecimento" das mídias sociais. Mas o que segue é absolutamente fora de controle e de expectativa, claro, nos deixando orgulhosas e mostrando, na prática, o poder dessa mídia. Com apenas um mês de oficialmente lançado, o blog gerou ações de visibilidade sequer imaginadas:

Primeiro foi a defesa ao diploma de jornalismo transformada em artigo e publicada na semana em que o portal Nós da Comunicação dedicava-se a discutir a educação nas Universidades. Na sequência, o convite do próprio portal para eu me cadastrar como participante no chat com o jornalista Caio Túlio Costa, em fase de lançamento de seu livro (achou o link?). Só esta oportunidade em si já vale como ponto para o fenômeno web 2.0 ou mídias sociais. Atire a primeira pedra quem discordar do fato de que, em outros tempos, esta participação aberta, democrática e totalmente anárquica do chat (o autor não teve a menor chance de falar sobre seu livro) só seria possível com um QI (=quem indica) do calibre do cargo exercido por ele, ou convites disputados aos tapas.

Então, no último dia 7 de abril veio a informação de que o blog havia sido escolhido pela equipe do portal (e quem for ao expediente vai tomar um susto ao ver o tamanho da lista e da diversidade de profissionais que integram o Conselho Editorial) como um dos Blogs que amamos, seção recém lançada. Muito rápido, muito forte, muito revolucionário como diz o Caio Túlio neste vídeo que achei no Youtube e cujo tema deve ter valido como inspiração para ele escrever o livro ‘Ética, jornalismo e nova mídia – uma moral provisória’. Além do Nós da Comunicação que publicou o chat editado e a sinopse, há entrevistas e vídeos sobre ele no site da Editora Zahar.

Boletim com três veiculações na Rádio Mega Brasil online

E não para por aí não. Seguindo a velocidade das mídias sociais, uma certa vocação ou vontade e, agora, mais uma lição aprendida em 100% dos eventos dos quais tenho participado, que é a de compartilhar conhecimentos, o Mosaico Social vai, a partir deste seu segundo mês de vida, virar Boletim na Rádio Mega Brasil online. O convite veio do jornalista Marco Rossi, sócio de Edu Ribeiro na Mega Brasil e quem orquestra a RAMBO, como é carinhosamente chamada pelos funcionários. O boletim vai abordar como lidar com as mídias sociais. Porque se já estamos vivendo a web 2.0, a web 3.0 está chegando e é realidade no Facebook e em vários smartphones, com aplicativos e plataformas falando entre si e facilitando a vida dos usuários. Aguarde, a gente chega lá, mas - por etapas.