terça-feira, 7 de julho de 2009

A pedidos - a última e derradeira homenagem a ... Jacko

E com imagens impagáveis, lindas (já que não gostaram da foto postada no sábado!), além de um fundo musical que não podia ser mais apropriado!



Finalmente (também porque me pediram para parar com o assunto), procurarei me despedir de MJ. Mas vale ressaltar que sua reincidência aqui no blog refere-se a sua importância midiática como personagem jornalística nas mídias tradicionais e junto às novas mídias. Isso porque o tráfego de informações gerado em torno dele foi ainda mais espantoso do que foi o criado pelo efeito Obama. Portanto, R.I.P, Michael Jackson, ídolo da minha geração, perfeito na sua arte de nos entreter com sua música, dança e voz - e chega, senão vou entrar numa torrente de adjetivos não apropriada para o espaço - mesmo sendo blog.

Cá entre os meus parcos - mas exigentes - leitores, não creio que nem agora o coitado conseguirá descansar. Minha visão é a de que as disputas judiciais sobre seus filhos, o dinheiro que continuará jorrando da supervalorização de sua marca com a morte do mito e outros detalhes sórdidos que ainda serão cavados pela mídia renderão muito pano pra manga.

Por ora, este vídeo - show de bola - nos permite pensar nele em toda a sua plenitude, enquanto, em meio a twittes, elaboração dos textos para o meu livro e os podcasts prometidos para a Rádio e, finalmente, estudos com o filhote (mesmo em férias), assisto, ao vivo, à movimentação em Los Angeles em torno do evento de despedida com cantores e amigos, num tributo ao Jacko. Sim, porque o que eu sugiro, retwitto, recomendo, eu sigo! Até breve!

2 comentários:

Anônimo disse...

Sem desmerecer MJ, mas acho que toda essa avalanche de notícias e comentários sobre MJ se deu porque ele foi a primeira personalidade mundial a morrer depois do surgimento das "novas mídias". Se outras personalidades (com tamanho apelo internacional) morrerem de forma repentina, o zum zum zum será ainda maior porque mais pessoas estarão conectadas ao twitter e facebooks da vida.
Se quando a princesa Diana morreu foi aquele Deus-nos-acuda, imagina se já tivesse twitter na época...
TMML

mosaicosocial disse...

Eu acho que tem um ingrediente a mais aí, TMML, que é o fato dele ter sido uma figura ambígua e emblemática. Porque a Farah Fawcett morreu e não teve a mesma repercussão que ele. Ela foi enterrada, está e paz, e, acredite, o circo em torno dele só está começando, você pode apostar nisso. Mas, com certeza, ele veio parar neste blog, sim, em função das mídias sociais! Obrigada pela sua participação.