Precisando de um apoio? Mire-se no exemplo de Joseph Klimber!
Okay, é diferente do que já postei; diametralmente oposto aos dignos exemplos de americanos, que também arrancam lágrimas de nós - com imagens e histórias semelhantes, mas em outro contexto. Só que aqui é o Mosaico Social, espaço que, por sua característica e conceito, permite convergir diferentes pedaços que formam um todo diferente.
A provocação é: fazer chorar de rir, ainda que sob aspectos da vida tão #tensos (como reza a modinha das redes sociais) não será tão digno e motivacional quanto o outro vídeo? Ou, pela leitura de outrem, este vídeo é apenas uma piada de gosto duvidoso, que nada acrescenta e só alimenta a imagem do brasileiro fanfarrão e gozador? Eu fico com Gonzaguinha! Ontem, hoje e sempre!
Jornalismo, mídia social e comunicação corporativa convergente, passando por mosaico (mesmo!) e outras artes e causas...
quarta-feira, 30 de março de 2011
Hoje - 30 de março de 2011 - entrará para a História do Brasil como o Dia de Adesão em Massa ao Movimento Landell de Moura.
Iniciado em 21 de janeiro, como desdobramento da celebração do sesquicentenário de nascimento do padre-cientista Roberto Landell de Moura, o movimento passa a ter caráter nacional em prol do seu reconhecimento como verdadeiro inventor do rádio.
É que, entre as diversas e louváveis iniciativas (basta clicar no link a seguir e conhecer todas), o Movimento Landell de Moura é alicerçado por um abaixo-assinado, cujo objetivo será - uma vez entregue às autoridades de Brasília - tornar o padre Landell de Moura oficialmente parte da História do País. Isso quer dizer que sua saga será ensinada no currículo básico escolar. Algo como dar a Landell de Moura o que é de Landell de Moura - o título de verdadeiro pai das telecomunicações.
Como jornalista, blogueira e, desde 2009, radialista online, com os podcasts semanais exclusivamente criados e veiculados pela rádio Mega Brasil Online, desde ontem disponível na coluna ao lado daqui do site - reformulado e atualizado neste começo de outono - por onde o leitor pode baixar e ouvir depois os boletins mais recentes, convido você a integrar este movimento.
Basta assiná-lo aqui e, querendo, ajudar a divulgar essa causa; a História do Brasil agradece. (Este texto é uma síntese deste outro, de minha autoria)
Iniciado em 21 de janeiro, como desdobramento da celebração do sesquicentenário de nascimento do padre-cientista Roberto Landell de Moura, o movimento passa a ter caráter nacional em prol do seu reconhecimento como verdadeiro inventor do rádio.
É que, entre as diversas e louváveis iniciativas (basta clicar no link a seguir e conhecer todas), o Movimento Landell de Moura é alicerçado por um abaixo-assinado, cujo objetivo será - uma vez entregue às autoridades de Brasília - tornar o padre Landell de Moura oficialmente parte da História do País. Isso quer dizer que sua saga será ensinada no currículo básico escolar. Algo como dar a Landell de Moura o que é de Landell de Moura - o título de verdadeiro pai das telecomunicações.
Como jornalista, blogueira e, desde 2009, radialista online, com os podcasts semanais exclusivamente criados e veiculados pela rádio Mega Brasil Online, desde ontem disponível na coluna ao lado daqui do site - reformulado e atualizado neste começo de outono - por onde o leitor pode baixar e ouvir depois os boletins mais recentes, convido você a integrar este movimento.
Basta assiná-lo aqui e, querendo, ajudar a divulgar essa causa; a História do Brasil agradece. (Este texto é uma síntese deste outro, de minha autoria)
domingo, 20 de março de 2011
Por que a campanha #contrateumrevisor?
Um gostoso game para matar a charada
Entenda porque é muito difíil você ser seu próprio apurador (ou repórter), redator e revisor; seja em seu blog ou em uma matéria para um veículo de comunicação.
O que segue não é novo para a maior parte dos leitores: segundo peqsiusas de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso acontece poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. #Sohwdebloa.
Mas testes mais novos e desafiadores têm sido aplicados. Recebi este há pouco e é um desafio delicioso para quem gosta de ler, escrever e quem adora desafios. Preparado?
Desafios:
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito. É realmente fantástico o ferramental linguístico de nosso cérebro!
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
Continue a brincadeira e veja se você é rápido no gatilho!
Você é capaz de encontrar duas letras B abaixo? Não desista. Aproveite para brincar com seus colegas e use um cronômetro...
RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
RRRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
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RRRRRRRRRRBRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR
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Feito isso, agora, ache o número 1
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IIIIIIIIIIII1IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
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Uma vez o 1 encontrado, encontre agora o 6:
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Uma vez o 6 encontrado, encontre o N (É díficil!)
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Agora, encontre o Q.
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OOOOOOOOOOQOOOOOOOOOOOOOOOO
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Bacaninha, não? Isso prova que, porque o cérebro é capaz de ler os códigos, mas também de achar os erros, somos capazes de ser bons revisores, mas para o sermos de nossos próprios textos, temos que dar aquela parada, uma volta para tomar um café e respirar bem para não ser pego pela memória da escrita que partiu de você mesmo. Entedeu agora por que é importante a campanha #contrateumrevisor? E você, o que pensa sobre tudo isso? (Imagem: designices.com)
Entenda porque é muito difíil você ser seu próprio apurador (ou repórter), redator e revisor; seja em seu blog ou em uma matéria para um veículo de comunicação.
O que segue não é novo para a maior parte dos leitores: segundo peqsiusas de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso acontece poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. #Sohwdebloa.
Mas testes mais novos e desafiadores têm sido aplicados. Recebi este há pouco e é um desafio delicioso para quem gosta de ler, escrever e quem adora desafios. Preparado?
Desafios:
Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito. É realmente fantástico o ferramental linguístico de nosso cérebro!
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5!
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Bacaninha, não? Isso prova que, porque o cérebro é capaz de ler os códigos, mas também de achar os erros, somos capazes de ser bons revisores, mas para o sermos de nossos próprios textos, temos que dar aquela parada, uma volta para tomar um café e respirar bem para não ser pego pela memória da escrita que partiu de você mesmo. Entedeu agora por que é importante a campanha #contrateumrevisor? E você, o que pensa sobre tudo isso? (Imagem: designices.com)
quinta-feira, 17 de março de 2011
Tendências atualizadas... #maszhein? (**)
Excepcionalmente, o post as seguir foi escrito em linguagem "falada". O motivo... #humpf, precisa? Deve ser crise-de-meia idade! Quem não entender, basta comentar e faço um tutorial legal, explicando melhor, combinado? ;)
Uma empresa bacaninha desenvolve um vídeo de tendência do que vai ser o buzz do momento (cá entre nós, as mídias sociais resolveram de vez o cacófato estranho da era da internet 1.0, em que o negócio era o "boom da vez", #nénão?), ou o que já está fazendo a cabeça de #geeks, especialistas, consultores de mídias sociais, plataformas, gadgets, widgets etc. (sempre tudo ligado a budget, mas não pode confundir, se não dá #tilt). Bastante maneiro, o vídeo, então, viraliza. Palmas!
Só que, poucos meses depois, esta mesma empresa tem que reeditar o vídeo. Se não for para mudar o conteúdo porque a tendência não se confirmou, será para incluir novidades inexistentes à época da primeira viralização.
Por que?
Até uns cinco anos atrás, quem conseguisse lançar em 12 meses uma novidade #tchaptchura (essa é de antes do @marcelotas, mas ele a resgatou e agora a nova geração resolveu adaptar para #tchiptchuri, que, acredito, deva ter algo a ver com molho argentino, mas... vai entender) era #thelegend. Agora, nos tempos atuais falar em lançamento em 12 meses, significa estar fora do mercado. O responsável de tudo? #énoisqueiroizzz (=nós mesmos).
A velocidade dos acontecimentos é apenas mais um reflexo do movimento #caudal, #tsunâmico, #cibernético, #nanotecnológico e - por que não dizer, #alucinógeno, da vontade de expressão e contribuição da humanidade. Com a tecnologia e o #opensource foi possível acelerar o processo de criação de aplicativos (= software) amigáveis e diferentes tipos de devices (=hardware). Daí para o desenvolvimento de outros conceitos e novos anglicismos como #cloudsourcing e o #crowdsourcing que - no caso específico do ambiente de negócio em mídias sociais, nem tanto da tecnologia - vai requerer muito do #crowdfunding para dar certo, foi consequência da curiosidade humana, da sincronicidade dos cérebros todos interligados numa mesma rede distribuída, além de cérebros de Joãozinho da Silva Sauro, Andrew Mc LakeNess, Ching Ling, Maya Choppra ou Franz Von Saben De Tudo. Porque vai além fronteiras.
Quando uma mesma empresa solta a versão remix da sua própria tendência, ela não está falando do que ainda virá, mas do que já é realidade. Como o blog divulgou em diferentes épocas o "Social Media Revolution?" da Socialnomics (postado acima) e o Epic, da Google, (que, clicando no nome Epic, leva para a versão original em inglês), achei bacana ter os dois juntos neste único post para mostrar exatamente isso. Right here, right now.
(**) - a #tag eu copiei do @woetter e, defensora da "Liga da Justiça da concessão de créditos que sou, está aí, a Woetter o que é de Woetter
Uma empresa bacaninha desenvolve um vídeo de tendência do que vai ser o buzz do momento (cá entre nós, as mídias sociais resolveram de vez o cacófato estranho da era da internet 1.0, em que o negócio era o "boom da vez", #nénão?), ou o que já está fazendo a cabeça de #geeks, especialistas, consultores de mídias sociais, plataformas, gadgets, widgets etc. (sempre tudo ligado a budget, mas não pode confundir, se não dá #tilt). Bastante maneiro, o vídeo, então, viraliza. Palmas!
Só que, poucos meses depois, esta mesma empresa tem que reeditar o vídeo. Se não for para mudar o conteúdo porque a tendência não se confirmou, será para incluir novidades inexistentes à época da primeira viralização.
Por que?
Até uns cinco anos atrás, quem conseguisse lançar em 12 meses uma novidade #tchaptchura (essa é de antes do @marcelotas, mas ele a resgatou e agora a nova geração resolveu adaptar para #tchiptchuri, que, acredito, deva ter algo a ver com molho argentino, mas... vai entender) era #thelegend. Agora, nos tempos atuais falar em lançamento em 12 meses, significa estar fora do mercado. O responsável de tudo? #énoisqueiroizzz (=nós mesmos).
A velocidade dos acontecimentos é apenas mais um reflexo do movimento #caudal, #tsunâmico, #cibernético, #nanotecnológico e - por que não dizer, #alucinógeno, da vontade de expressão e contribuição da humanidade. Com a tecnologia e o #opensource foi possível acelerar o processo de criação de aplicativos (= software) amigáveis e diferentes tipos de devices (=hardware). Daí para o desenvolvimento de outros conceitos e novos anglicismos como #cloudsourcing e o #crowdsourcing que - no caso específico do ambiente de negócio em mídias sociais, nem tanto da tecnologia - vai requerer muito do #crowdfunding para dar certo, foi consequência da curiosidade humana, da sincronicidade dos cérebros todos interligados numa mesma rede distribuída, além de cérebros de Joãozinho da Silva Sauro, Andrew Mc LakeNess, Ching Ling, Maya Choppra ou Franz Von Saben De Tudo. Porque vai além fronteiras.
Quando uma mesma empresa solta a versão remix da sua própria tendência, ela não está falando do que ainda virá, mas do que já é realidade. Como o blog divulgou em diferentes épocas o "Social Media Revolution?" da Socialnomics (postado acima) e o Epic, da Google, (que, clicando no nome Epic, leva para a versão original em inglês), achei bacana ter os dois juntos neste único post para mostrar exatamente isso. Right here, right now.
(**) - a #tag eu copiei do @woetter e, defensora da "Liga da Justiça da concessão de créditos que sou, está aí, a Woetter o que é de Woetter
Marcadores:
aplicativos amigáveis,
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crowdsourcing,
Epic,
Google,
viralizar
quarta-feira, 16 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Jornalismo e Comunicação: porque o #twitter é cool
Facebook, Friendster, Orkut, Linked In, My Space, Ning, Quepasa, Sonico, Skype, Peabirus, Vimeo, Youtube, Twitter etc.. A finitude das redes parece não existir, tanto que há até um diretório de redes disponíveis, no qual uma Ameba, voltada para o público jovem japonês, está listada. Onde? Na Wikipedia.
O valor desta forma de atuação sobre a internet é tamanha, que não importam os milhões jogados fora primeiro com a Wave e, depois, com o Buzz. Insistente, a Google desmente, mas é iminente o lançamento de mais uma tentativa de se lançar como rede social. Ela quer entrar no bolo até agora dividido entre fãs do Facebook e seguidores e seguidos do Twitter.
No final do processo de migração do nickname @mosaicosocial para o @maismosaico, o primeiro criado para me relacionar de forma pessoal, e agora, para trocar informações mais jornalísticas e sobre comunicação e mídias sociais, gostaria de reforçar os motivos pelos quais acredito no Twitter como ferramenta que deve ser considerada por todo jornalista e profissional de Comunicação Corporativa:
O que será a nova investida do Google em rede é uma incógnita. Eu continuo fechando com o Twitter. O que virá depois, será sempre... apêndice!
O valor desta forma de atuação sobre a internet é tamanha, que não importam os milhões jogados fora primeiro com a Wave e, depois, com o Buzz. Insistente, a Google desmente, mas é iminente o lançamento de mais uma tentativa de se lançar como rede social. Ela quer entrar no bolo até agora dividido entre fãs do Facebook e seguidores e seguidos do Twitter.
No final do processo de migração do nickname @mosaicosocial para o @maismosaico, o primeiro criado para me relacionar de forma pessoal, e agora, para trocar informações mais jornalísticas e sobre comunicação e mídias sociais, gostaria de reforçar os motivos pelos quais acredito no Twitter como ferramenta que deve ser considerada por todo jornalista e profissional de Comunicação Corporativa:
* É mancheteiro – ainda que aplicativos permitam esticar os 140 caracteres, escrever um bom tweet é exercício de concisão similar ao de criar um título chamativo para fazer o leitor se interessar por conhecer seu perfil; o link provavelmente anexo ao texto etc.. Com um conteúdo estratégico e bem escrito, as chances de #RT serão enormes.
* É instantâneo – as mídias sociais roubaram dos veículos de comunicação tradicionais o “furo jornalístico” (não importa em que País mais ou menos) #truefacts. Nenhuma rede é mais instantânea e contagiosa que o Twitter, que tem um canal só dedicado a jornalistas sobre como melhor utilizar a plataforma. Saiu no Twitter, a notícia até pode ser validada em outros sites da grande imprensa (menos lá fora, mais aqui no Brasil), entre eles o do Huffington Post, The New York Times, aqui no G1, R7, dependendo do contexto, em sites de conteúdos específicos. Mas, pelo caráter de tempo real, confirmado o fato, o Twitter é a rede!
* É mundial, além fronteira – abrange do Oiapoque ao Chuí, do Alaska ao Polo Sul; onde houver sinal que chegue via qualquer dispositivo pelo qual se possa conectar. Ao permitir carregamento de links de vídeos, textos, imagens, vozes, não tem como fazer nenhum poder público negar um fato.
* É monitorável e permite pesquisa – possui o Twitter search que, se não é ponto de partida para pautas, ajuda a monitorar resultados do fato divulgado. Possibilita até suitar o assunto, dependendo dos desdobramentos.
* É listável - E, por causa disso, também, permite achar colegas jornalistas - em toda parte do mundo - para troca de informações. Os colegas montam sua rede de conexão, informantes, parceiros, listas prontas - criadas até por terceiros (e, na tal página de mídia do Twitter existe uma dica de como baixar as listas usando-se um código especial) sobre os mais diversos perfis. Está tudo lá. Basta saber pesquisar para conseguir as respostas certas.
* É possível de arquivar – ainda não é ideal, porque não existe aplicativo que permita incluir nos arquivos em PDF o conteúdo dos links anexos, mas ajuda bastante caso o jornalista seja suficientemente organizado e, a cada trimestre, dependendo da quantidade de tweets que divulga e favorita (para pesquisa), consiga gravar seus livros. Volta e meia, novos aplicativos para isso também são criados.
O que será a nova investida do Google em rede é uma incógnita. Eu continuo fechando com o Twitter. O que virá depois, será sempre... apêndice!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Por que as #SM (mídias sociais) não são gratuitas?
Por que, você não pode baixar este preço? São só uns posts por mês. O suficiente para gerar o SEO necessário para puxar o blog lá pra cima no Google.
Por que isso tudo para colocar lá, uns tweetzinhos por dia?
Por que esse custo todo também para postar no Facebook?
As mídias sociais não são gratuitas?
Pára a cena. A música cresce até um ápice enquanto a personagem se vira para a plateia. Perplexa, indaga ao público que - em sua maioria, analfabeto funcional - traduzirá ao pé da letra (Imploro seu perdão?).
"I beg your pardon?"
Quem lhe disse que as mídias sociais são gratuitas?
Quem lhe disse que o preço do meu trabalho deve sê-lo (assim, hifenado, com acento, e não selo, como tradução de stamp, aquele no qual a gente delicadamente desliza nossa língua para colar em algum álbum de figurinha, porque acho que nem mais os Correios utilizam esta raridade de outrora, quando as mídias sociais eram apenas o nossa voz, mãos e olhos (o corpo fala!), o telefone, o telex (quem se lembra?), o já aposentado fax, a própria carta, telegrama e outros produtos)?
Faz-se um silêncio desconcertante no recinto. Descontrolada, a personagem, PHD Master Degree em Social Media Total Regional and Local Management pela HardCambColumThunderStanFireRockChrome University, of Massachussets, Specialist em Nothing of Companies' Altruism , simplesmente pega seu pendrive da hora (isso não é jabá, achei, gostei e postei!) e diz ao seu interlocutor:
"Vocês não me merecem. Comprem uma ferramenta-robô e #$%¨&*."
E, simplesmente, sai.
Fecha o pano! A plateia se divide em sentimentos obtusos. Parte dela bate palmas, aclama de pé o final apoteótico, grita, "muito bom, é isso mesmo que se faz, tem que se valorizar, bravo, bis, bis!". Outros, riem uma risada descompassada; uns porque, nervosos, terão se visto na personagem indignada, outros, pela situação pela qual jamais passaram ou passarão; são de áreas diferentes.
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Nariz de cera à parte, a cena da pecinha fictícia serve para mostrar que muitos dos que vivem da prestação de serviços de Comunicação, mais e mais incorporada pelas mídias sociais, devem sempre pontuar com seus clientes potenciais que, mesmo virtualmente, este relacionamento demanda tanto planejamento quanto qualquer outro. Quer exemplos?
1) Um encontro com sua (seu) namorada (o) e, daí por diante, se você obtiver êxito. Da escolha da roupa, do tipo de perfume, da barba perfeita - e, no caso das moças, da maquiagem -, o hálito, passando pelo discurso (fundamental ter conteúdo e não apenas cara), é ter objetivos e metas. Acima de tudo, deve-se tomar cuidado para não sair colocando o pé pelas mãos e assustar seu parceiro (a) logo de cara. Existe todo um código de conduta, uma forma de se relacionar e como agir, dependendo se você quer apenas namorar para curtir ou se seu negócio é o altar. Ou você acha que a frase do futuro sogrão... "quais são suas intenções para com a minha filha" é só da boca pra fora? (foto: datingformentoday.com)
2) Se você quer mais uma dica para fazer o cliente entender por metáforas, use a das plantinhas que precisam de regas próprias para cada tipo. Tem gente que até música clássica põe, para elas crescerem fortes e bonitas. Então, o que se dirá de cada tipo de relacionamento, com cada tipo de tribo, em cada tipo de mídia social? (foto: entremaesefilhas.blig.ig.com.br)
Por fim, a cereja!
Tudo isso para reforçar meu post anterior - do modus operandi escolhido (e ainda não acabado!) para trocar o twitter @mosaicosocial para @maismosaico e para convidar você a ler o excelente artigo (que explica tim tim por tim tim os porquês, como etc.) da PamMoore. CEO e fundadora da FruitZoom Inc., ela se apresenta como meia-marketeira, meia-geek, fissurada em mídias sociais. Assim um pouco como quase todos nós, mordidos por este admirável mundo novo. O teor do post dela é de #RF, #RT! :D Divirtam-se.
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