sábado, 12 de fevereiro de 2011

Com eventos pululando, 2011 começou. Finalmente!

Após o Social Media Week, vem aí o Web Expo Fórum e, mais adiante, o Congresso Mega Brasil de Comunicação Corporativa, ou #Congresso3em1

Na semana que finda hoje, aconteceu o Social Media Week (#SMW), encontro que reuniu um mundaréu de gente, pessoalmente e de forma remota, via streaming. Realizado simultaneamente em Hong Kong, Nova Iorque, São Francisco, Londres, Toronto, Roma, Paris, Istambul e São Paulo, teve de tudo, inclusive a superlotação que me fez desistir de encará-lo ao vivo e em cores. Afinal, sentar no chão, computador à mão, só para quem tem entre 18 e 30 aninhos, né?

Como antevi no Boletim Mosaico Social da semana, que já pode ser baixado aqui, mesmo com toda a organização prévia, não teve jeito. Os problemas de som e streaming característicos de 10 entre 10 eventos de mídias sociais aconteceram e geraram os #mimimis de sempre - apesar de eu não tê-los sentido. Nas vezes em que estive online, cheguei a comentar sobre a qualidade de recebimento do sinal superior a de quem estava na sala ao lado do palco. Vai entender os estranhos desígnios que movem estas maravilhosas parafernálias tecnológicas e seus pitis de última hora.

O que vem por aí



Em pouco mais de um mês, de 16 a 18 de março, será dado o pontapé inicial para a 5a. edição do Web Expo Fórum, que a Converge Comunicações tradicionalmente realiza no Centro de Convenções Frei Caneca. Geolocalização, relevância na web, internet fora do browser e nanotecnologia serão alguns dos temas discutidos neste evento que, definitivamente, entrou para o calendário oficial das mídias sociais do Brasil. Novamente "convocada" pelo amigo e diretor Editorial da Converge, Claudiney Santos, vou conferir as novidades, devidamente cobertas aqui pelo blog e, diariamente, pelo twitter. Até lá ainda descolo uma exclusiva para mostrar que jornalista de blog também tem "poder de voz", como no ano passado fiz com o Marcelo Negrini, que falou sobre a tendência dos equipamentos móveis.

Então, será a vez de arregaçar as mangas e encarar dois desafios: para dar um supergás na cobertura jornalística do #congresso3em1, que, este ano está em sua 2a. edição na versão que reuniu os Congressos de Comunicação Corporativa, o de Comunicação no Serviço Público e o de Comunicação Digital em um só, a Mega Brasil Comunicação quer mostrar que em casa de ferreito se trabalha com espeto de ferro. Por isso, recolocamos no ar, ainda de forma tímida, com algumas atualizações, hoje ainda, o blog congresso3em1.blogspot.com. Ainda tem mais novidade vindo por aí, mas aí, eu vou avisando pelos canais certos. Queria mesmo era postar para mostrar que o ano começou, finalmente, o blog, por causa disso, também, ficou mais alegre, com mosaicos mais coloridos e que (nada a ver!) sendo o ano do coelho, meu ano, #vqv! :O) Já são mais de 1h30 de sábado... e minha criatividade já deu o que tinha que dar, rsrsrs! É isso. Até a próxima! Foto: http://me.lt/3yo3

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Precisa jogar pedra?




Nas #SM mídias sociais, a recíproca nem sempre é verdadeira. #FATO

Follow-me, I will follow you back”. Que atire a primeira pedra ao chão quem nunca recebeu um pedido destes, em qualquer das mídias sociais que pululam mundo afora. Pois bem: há duas semanas, o portal Social Media Today lançou o contundente artigo da jovem autora, Amber Naslund “A falácia da reciprocidade da mídia social”.

Ela começa com a frase: “Você não tem direito à atenção.” E, continua. “Você não tem direito a ser seguido de volta no Twitter apenas porque você segue alguém.” De fato e direito ela está coberta de razão. Não é porque uma pessoa, uma marca, uma mídia que você como marca, ou pessoa segue, necessária e obrigatoriamente vai ou deve segui-la apenas por causa disso. Se esta foi uma causa que o motivou a entrar no ambiente das mídias sociais, te venderam o peixe errado.

Ter estipulado ser parte de uma etiqueta ou educação social politicamente correta seguir de volta para criar uma ambiência favorável ao crescimento de uma relação naquela “sociedade” pode ter sido a estratégia para fazer aquele grupo emplacar e, em alguns casos, vale como, aliás, em qualquer grupo, mesmo presencialmente. Mas apenas se aproximar, para fazer número, demonstra que você ou sua marca carece de auto-estima, como, aliás, está no texto da jovem VP de Estratégia Social da Radian6, que sugiro ler, por dois motivos:
* para não repetir o óbvio
* para, também a exemplo do que ela escreveu, lembrar que, socialmente, há formas de escrever a mesma coisa, sem perder a ternura.

Aos vinte e poucos anos, eu devo ter dito coisas no mesmo tom - não nego. Mas nada como a maturidade para reavaliar a forma. Mais que isso, social e estrategicamente, ajustar o excelente conteúdo a um jeito menos "punk", menos "rascante", menos "ácido". A moça, provavelmente protesta porque não aguenta mais a quantidade de pedidos, mas ao fazê-lo assim mantém uma outra corrente.

De um lado, beggars, do outro, os bullies, hulligans, stalkers. Onde tudo isso vai nos levar? E quem é que vai aguentar? (Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDDn8XM_evNiJL4aHo7t-8YXkwH6_TMS-IkRdXpScGWtyJr32xZnBZt-uAx1DlEQLavHiRCszEfm8no9enTd7xea94_S75-lf3fo5FN-TgYuRsCkMGyhYoT0O8QU1LXELDhqYYcPIoZzr8/s1600/protesto.jpg)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Haiti é aqui



Desde as primeiras matérias envolvendo a tragédia das chuvas na serra fluminense, sabia ser questão de dias largar tudo em São Paulo - onde nasci e voltei a morar faz 12 anos - e partir para o Rio de Janeiro - minha terra do coração, onde fiz questão de ter meu filho.

Sentimento parecido já havia me atingido no ano passado, quando do terremoto no Haiti. Acontece que era outro País e, por exigir burocracia, custos e decisões alheias à minha vontade, não me foi possível ser voluntária como agora. Meu desejo de ir pessoalmente ajudar aquelas pessoas restringiu-se ao envio uma pequena verba via ONG Médicos sem Fronteiras, e do abraçar fervoroso da campanha de divulgação via twitter em prol de donativos ao País mais pobre das Américas, repetindo, quase como num coro uníssono, “O Haiti não é aqui!” Ledo engano.

Como joio e trigo das lavouras, o resgate e a ajuda aos sobreviventes da maior tragédia do Estado do Rio e do Brasil, tem de tudo um pouco. Exemplos de solidariedade viram manchetes nas Tevês, mídias impressa e sociais. Mas falta muita coisa: organização das instituições políticas, um bom plano de contingência e mesmo gente com autoridade para coordenar ou supervisionar as várias atividades que, aos olhos mais leigos, parecem sem eira nem beira.

Minha ansiedade em ver donativos chegarem aos necessitados logo se transformou em frustração. Não foram poucas as cenas que presenciei em apenas dois dias de trabalho como voluntária da Secretaria do Trabalho e Assistência Social e Cidadania de Itaipava - SECRAT, localizada no centro do município pertencente à prefeitura de Petrópolis, onde trabalhamos, meu filho e eu, desde o dia 21 de janeiro.

Antes de ir para o Rio, a partir do que vinha conversando com @bdugin, o estudante de jornalismo que se tornou celebridade no twitter pelo belo trabalho realizado em Nova Friburgo, imaginava ver carros saindo em comboio dos centros de apoio para levar pequenas caixas e sacos contendo roupas e material de limpeza e higiene pessoal aos necessitados. Mas o que vi foi exatamente o contrário. Uma Kombi estacionou no pátio do CIEP, ao lado da SECRAT, de onde todos os sacos contendo material de higiene pessoal estavam sendo retirados.

Sem entender nada, fiquei horrorizada com a forma com que o material foi tratado pelos homens do Exército responsáveis pela ação. Entre sete e dez militares – fizeram uma corrente para passar os sacos até que o último jogava-os sobre uma pilha. Com a força da queda, muitos dos sacos se rasgavam e sabonetes, desodorantes, papel higiênicos iam se perdendo no meio do monte que se formava no enorme galpão. Os recrutas? Nem aí com o resultado catastrófico daquela operação mal supervisionada. Avisei, apontei, gritei, e nada. Ainda parei um senhor vestindo uma camiseta “oficial” escrito Prefeitura, o que, em tese, poderia garantir alguma ascendência. Ele dirigiu-se até a metade do caminho, mas desistiu. Nem eu, nem ele, mas, então, quem? A quem cabe a autoridade numa situação desta? E o bom senso, onde foi parar?

À primeira vista, tudo leva a crer que há uma grande união, que as forças estaduais e municipais estão coesas para o bem comum. Como jornalista, é dever apoiar as iniciativas! Mas é no detalhe que o caos é gritante, pior, grotesco, revelando muito mais que inexperiência e ineficácia. Revela um descaso e um jogo de poder que também não podem ficar no vácuo.

Quem trafega pelas ruas de Itaipava vê guardas controlando o trânsito. Os caminhões da Prefeitura jogam água de tempos em tempos para limpar as ruas e evitar que o pó da terra que desceu com as chuvas, já seca pelo sol abrasador, suba e torne irrespirável o ar. Louvável, mas é o mínimo esperado. Agora, o que dizer da falta de uma planilha de controle de escalas de voluntários como no caso do meu filho e eu? De distribuição de tarefas por aptidão, por exemplo, já que houve um esforço de cadastramento, no qual nossa profissão foi consultada? E o que falar de todo um árduo processo de separação de roupas que, após o dia trabalhado, é totalmente desperdiçado? Isso mesmo! Durante o dia, apesar de aos montes, nenhum policial, guarda ou homem do Exército controla o fluxo das pessoas que sobem e descem as rampas para os andares onde estão os donativos “trabalhados” pelos voluntários.

Meninos e crianças em férias, mulheres sem trabalho ou apenas curiosos ficam zanzando pelos andares do CIEP, entrando nas salas para saber quem é a pessoa responsável, ainda não sei se para intimidar ou com qual finalidade. Ao final do dia, depois que saímos, estas pessoas literalmente abrem os sacos de roupas separadas por gênero, tipo etc. e então “escolhem” o que querem. Como verdadeiras “aves de rapina”, roubam o que separamos e espalham sobre o chão as peças que não lhes interessam. No dia seguinte, só nos resta recomeçar o que já tínhamos feito. Tudo porque além do que já escrevi, também não há chaves nas salas ou esquema de guarda da sala para onde são transferidos os sacos de roupas.

Por tudo isso, quando fui instada a assumir uma sala, neste segundo dia, fiz questão de entregar um relatório completo de quantos sacos fechamos de cada tipo de roupa etiquetada. Assim passei o turno. O que terá acontecido depois? Não tenho ideia, sinceramente. O máximo que posso me permitir é deitar no travesseiro, achando que fiz o meu melhor pelas pessoas que, um dia, podem vir a receber as minhas, as suas e as doações de tantas pessoas que, como eu, acreditam que o trabalho que fizemos tem um objetivo maior do que servir de plataforma política e esvaziar estoques de comidas por vencer e vencidas– apenas para melhorar o marketing de algumas marcas – de pessoas desonestas.

Infelizmente, não posso me responsabilizar por este trabalho porque sou uma parte muito pequena e sem poder de uma enorme cadeia. Fui proibida de seguir com meu carro para entregar pessoalmente minhas próprias doações aos necessitados, quiçá aquelas roupas, que procurei separar como se fosse dar a meu filho. Ser voluntária no Brasil só me deu uma certeza. O Haiti é, sim, aqui! (Foto de Kevin Carter, que ganhou o Pullitzer pela imagem e, por não ter aguentado o peso de tal "sucesso", aparentemente, matou-se após o feito, conforme a reportagem em inglês daqui.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

#2011, novo ano, recomeço

"Hoje, é um novo dia, de um novo tempo, que começou".

E todos os dias, ao acordar, lembre-se de dizer... a mesma coisa! Porque "nada do que foi será do jeito que já foi um dia" e "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", ano após ano, dia após dia, sabendo que, "apesar de você, amanhã há de ser outro dia". Sobretudo "desesperar... jamais"!

E #kikoquemavercomisso? Que seja qual for a situação na qual você se encontra agora, neste momento em que lê estas mal traçadas linhas, escritas de chofre, "lembra de mim", que agora, repassa esta imagem recebida do @twigo @reginaldo_MO, via e-mail.



Com ela, reabro o blog, sem falar especificamente de mídias sociais, mas lembrando, de certa forma que - como elas - o mundo gira, a fila anda, o que é #in hoje, amanhã é #out e novas tecnologias criam necessidades que sequer imaginávamos ter dentro de nós os talentos adormecidos para propor soluções de inovação que as resolvam. #pensenisso

Um ótimo ano para você, com sucesso, saúde, serenidade, sobriedade, #sempre! :O)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Voltando à vaca fria

Nada acontece por acaso. E foi assim, por acaso, que este vídeo do René de Paula veio até mim, caindo como luva para ratificar algumas decisões - como resgatar algumas vacas frias e finalizar projetos paralisados pela distração da sociabilização em demasia nas mídias sociais - entre outras.

Acredito que o vídeo sirva, sobretudo, para alguns colegas que me procuraram com a mesma problemática abordada. Vale a pena investir um tempo para assisti-lo. #RF!

dica pra quem vende digital: o que da pra comprar? from renedepaula on Vimeo.


Com este material e mais este outro aqui post (em inglês)- cujo link #RT esta manhã dizendo que seria redundante no conteúdo e no título "Qual a coisa mais importante que você aprendeu sobre mídias sociais este ano?", se resolvesse escrever um post de fim de ano, encerro as atividades do blog Mosaico Social em 2010.

Nem tanto o céu, nem tanto o mar, fiquemos com a linha do horizonte, na qual eles se encontram e tentemos o equilíbrio de forças, com responsabilidade, honestidade, ética, visando ao bem comum de casa, do condomínio, do bairro, da cidade, do Estado, do País.

Um Feliz Natal, obrigada por ter você aqui, pelos comentários deixados ao longo do ano, e um ótimo 2011 também. :0)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vany L., hackeada e arrependida...

...mas, cada vez mais, superligada! E, aviso aos navegantes... meu tempo de mídias sociais vai diminuir, porque, como mera mortal, voltarei para as filas de banco. Eu e... de repente, grande parte da torcida do Corintians, Flamengo, Fluminense, São Paulo... e outras tantas Brasil afora... será? Com aquela cidadezinha da Itália optando por viver uma vida nos moldes medievais... do jeito que a coisa anda... quem sabe?




Poderia ser como um slogan do Olivetto. "O primeiro, a gente nunca esquece." Mas tem, mesmo, gosto do fel da violência terrorista que marca o século XXI. O da invasão total e, pior, meio consentida, porque, não importa a quantidade de blindagem que eu tivesse instalada em meu computador, eu permiti acontecer.

Ainda não sei se este será meu último post do ano, mas que sirva para exemplo de quem parou para estudar, leu, deu dicas e... errou. Com jeito de idiota, fico me perguntando, tal qual um pai (uso genérico, já que aqui, pode referir-se a uma mãe também) impotente ao ver seu (sua) filho(a) fazendo escolhas diferentes das que ele(a) por anos tão esforçadamente tentou inclutir com valores, conversas, papos-cabeça... "Onde foi que eu errei?" "Qual e de onde veio o link errado que abri, fazendo este hacker ter acesso a senhas tão preciosas?" "Que porta deixei entre-aberta?" "Houve permissividade? E se houve, o que este hacker conhece de mim a ponto de me fazer levar a abrir seu link?

Se tivesse as respostas a estas perguntas, eu não teria sido vítima. Mas, certamente, abrir links a partir de agora será atitude muito mais pensada e, via de regra, feita da forma mais complexa que houver, especialmente de gente estranha.

Aos sociólogos e psicólogos de plantão... um pedido - que estudem o fenômeno e escrevam sobre ele. Porque vou buscar referências e trabalhar em dicas. Se não aprendi por amor, mas pela dor, posso, na qualidade de formadora de opinião para quem me segue, escuta ou lê, no mínimo, por questão de compromisso, mais do que repassar a experiência, informar sobre como evitar cair na armadilha.

Por hora, fica apenas o alerta de que:
Não se deve aceitar provocações (seja sobre futebol, política ou o que for.
Muito menos, sem pensar, abrir links para cair num buraco negro que, inicialmente possa parecer apenas uma brincadeira de momentum. É aí que o bicho pega.
Manter seu computador blindado com o anti-vírus atualizado e fazer DIARIAMENTE uma atualização dos pacotes anti-vírus é fundamental. Procure, pouco antes de desligar a máquina, colocá-la para a checagem completa do sistema... Antes das mídias sociais uma vez por semana era suficiente, mas agora, é questão de vida ou vida.
Vale categorizar seus amigos no Facebook, sim, e saber quem tem acesso a informações suas sobre endereços, telefones, e-mails e outros dados que podem ser interessantes para alguns, mas muito pouco relevantes para a maioria.
Focar no que você posta nas redes e evitar abrir demais sobre sua vida pessoal, o que é default, mas nunca demais repetir.

A lista pode ser ainda mais extensa, mas acho que estes já são cuidados eficazes. Numa era em que tantos aplicativos trocam informações suas entre si, a privacidade foi literalmente para o escambau, se a gente não se cuidar, ninguém o fará por nós... é como marketing pessoal, só que... ao contrário. :S #weirdo! Você alguma vez imaginou ter que fazer isso o tempo todo? Fica a provocação...

(imagem retirada do site: http://www.bramjnet.com)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Einsten, o #twitter e a estupidez humana ...

que leva à dor e a delícia de cada um ser... o que é

O twitter reflete o lado Dr Jekyll e Mr Hyde de quem não consegue lidar com a autenticidade, a energia, a honestidade e a cara limpa dos outros.


Sempre haverá polêmica. Micro ou macrocosmo? Cada leitor que responda por si mesmo, segundo sua vivência. Sim, este post é uma provocação.

Se integrante de um espaço cibernético infinito, é macrocosmo. Mas, como uma de tantas outras ferramentas e ela mesma uma rede de relacionamento, interação, integração e informação, troca midiática que a difere de tantas outras, micro, certo? Completa... #relatividade!

Dentro ou fora da rede, imagino tal qual literalmente criança, o físico e humanista alemão Albert Einstein (14 de março 1879 – 18 de abril 1955) fazendo das suas e mostrando seu linguão ao usar e abusar de sua teoria para – com gosto - fazer novos experimentos e certamente dar, nele mesmo, #RTs a várias de suas célebres frases que volta e meia pululam na plataforma do pássaro azul. Exemplos não faltam. Eu já postei algumas destas. E você?

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” – tem vezes que é mesmo e... que delícia...
“A tradição é a personalidade dos imbecis.” - só por isso, fica claro que ele amaria as redes sociais, em especial o #twitter
“Os ideais que iluminaram o meu caminho são a bondade, a beleza e a verdade.” –ideal para todo mundo, real ou presencial para a maioria dos piscianos, são estes os ideais de grande parte das pessoas que buscam no #twitter contatos para resolução de problemas sérios, senão de estender a mão para ajudar também.
“Se minha Teoria da Relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão e a França me declarará um cidadão do mundo. Mas, se não estiver, a França dirá que sou alemão e os alemães dirão que sou judeu.” – No #twitter é a mesma coisa. Para cada grupo de seguidores, você tem uma imagem. Tudo depende do resultado que você é capaz de gerar/entregar a cada um, individual ou coletivamente. Basta um único não e as coisas... #engrossam - literalmente. Qualquer twitteiro com pouco mais de 2 mil seguidores tem, certamente, mais de uma história sobre #troll para contar. Os mais em evidência são mesmo artistas e os queridinhos da #TL. Marcelo Tas não me deixa mentir, como o recente envolvendo a polêmica roqueira Rita Lee com os corintianos e, mais recentemente, o processo eleitoral brasileiro, que evita explicações adicionais.
“A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.” Esta aqui... que fez com que eu escrevesse o post de hoje, é tudo. Brincando com palavras, acredito na força cósmica (a dupla #CosmoseDamiãos), mas sobretudo na interferência dos sinais emanados pelas forças do mal.
“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.” Essa, fecha com chave de ouro o raciocínio da de cima e meu pensamento sobre a certeza do conhecimento de Einstein sobre a natureza humana (como Charlie Chaplin também!) e sobre sua incrível alegria em brincar com o #twitter se vivo estivesse.

Tão bem definida e condensada em um belo filme, pela professora de mídias sociais da Faculdade Estácio de Sá, Graça Taguti, a @uhuh, a ferramenta tem de tudo o que o ser humano pode pôr dentro. É muito pó de pirlimpimpim junto. Um banho de retórica aos seus amantes.



Se para bom entendedor, meia palavra basta, como disse @renedepaula, num breve #mimimi, no qual muito apreendi – quantas entrelinhas cabem em 140 caracteres? Não são poucas – that’s for sure!

Ao refletir o universo presencial, um dos temas do recentíssimo #Twittermix que uniu twitteiros para literalmente discutir as relações que tanto encantam, aproximam, envolvem, viciam e outras ações mais nobres que têm mudado a forma de fazer o mundo, minuto a minuto dentro da ferramenta, o #twitter reflete o ser humano no que ele tem de bom e ruim; instantaneamente. Por isso ele é mais polêmico, visceral, prato cheio para a turma de RH das empresas, além de psicólogos, psiquiatras e outros especialistas das áreas sociais; muito mais que o Linked #In, local em que as pessoas lidam umas com as outras como se num constante evento corporativo, ou no Facebook, rede de viés mais fleumático nas atitudes... apenas para citar algumas.

O twitter reflete o lado Dr Jekyll e Mr Hyde de quem não consegue lidar com a autenticidade, energia, honestidade e cara limpa alheias. E esta frase não é de Albert Einstein. Poderia ser de qualquer um que tenha passado por casos de #troll na rede. E que, geralmente, foram ou são pessoas que:

1) Não têm medo de mostrar a cara nem ser quem são
2) Se expõem tal qual são na vida real
3) Se comunicam com todos, de igual para igual
4) Não têm medo do que dizem, quando e como dizem, ou escrevem, postam, piam...
5) Por fim, não escondem seus olhos por trás de óculos escuros, máscaras, avatares e, se o fizeram, foi depois de perceberem que era preciso proteção.


Guardarei os momentos a seguir com muito carinho, porque muito especiais. Depois deles, merecidas férias me esperam, especialmente depois de ter sido hackeada, trollada e, num golpe final, duramente atingida no que me é mais precioso neste mundo: a saúde de meus dois queridos; filho e companheiro, um atrás do outro. Não pretendo entrar no detalhe do assunto, apenas sua menção é suficiente. Energia negativa, magia negra, bruxaria? Seja que nome for, me fazem ver o lado cheio do copo - de novo - porque na crise sempre - acho uma saída, uma oportunidade para dar a volta por cima! Porque sou Vanyzinha 440V! E isso não é à toa também!



Passado mais um ano de estudos e vivência em mídias sociais, fica uma nova lição. Amigos são os que estão conosco não apenas no virtual ou presencial de curtíssimo prazo. Mas os que te acompanham na alegria e na tristeza, na saúde e na doença; não são nem puxa-sacos nem os sanguessugas de plantão. Que brilhem as verdadeiras estrelas. O céu está cheio delas e a #TL também. #carpeannum

(foto de Albert Einstein: http://mikaacesso.blogspot.com/2010_05_01_archive.html)