sexta-feira, 21 de maio de 2010

Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, Workshop 3:

Por que as empresas precisam entender as mídias sociais e aprender sobre elas?

Meu perfil no tweeter @mosaicosocial é bem claro. Sou eterna aprendiz das mídias sociais, porque "o tempo não pára" e elas também não. Uma vez dentro deste mundo, você vira um aluno para sempre. Descobri isso desde o primeiro instante em que comecei a me interessar por elas e estudá-las a fundo, ao decidir que 2009 seria meu "ano sabático" - dedicado exclusivamente a elas.

Mas, por que esta história de aprendiz para sempre? A simples razão está no fato de que a criação de tecnologia, seja ela científica, robótica, de automóveis, para levar o ser humano a ir a outras galáxias... é o que move o ser humano a ser... humano. E isso não pára nunca - a não ser por questões políticas.

É da nossa natureza querer descobrir "de onde viemos, para onde vamos, como se faz isso?". Desde bebês, queremos desmontar e remontar, abrir, saber o que significa isso e aquilo, ou no que dá se misturarmos substâncias químicas, que novos elementos - radioativos ou não - ainda podemos incluir na tabela periódica de Química?

Isso nos faz humanos pela nossa (ir)racionalidade. E foi isso que nos trouxe até onde chegamos. Por um lado, convivemos com um fantástico nível de desenvolvimento de fazer o Iron Man do delicioso Robert Downey Junior (sim, nós mulheres tamnbém achamos os atores deliciosos, não é só os homens que podem falar de Angelina Jolie ou Scarlett Johansson!) se tornar realidade em muito pouco tempo.

Entretanto, como toda moeda tem dois lados, o mais triste é que nos lamentamos por ainda termos que conviver com Etiópias, Chernobyls (já escrito aqui neste blog, num emblemático post intitulado 'Quanto você quer pagar pelo século XXI?'), desastres ecológicos os quais, por toda a tecnologia que detemos, nos questionamos. Como pudemos deixar isso acontecer? Como não tivemos controle sobre as tsunamis, as chuvas, as enchentes, as nevascas?

Não tenho dúvidas de que o Manifesto Cluetrain tenha sido um ato revolucionário em si. E que a Internet tenha sido "vazada" a partir de questionamentos como estes, por pessoas como as que fizeram do Ficha Limpa o primeiro movimento político viral realmente dar certo aqui. Nada acontece por acaso e se as mídias sociais estão no mercado, é por uma razão também. Eu vou falar sobre isso durante o Workshop 3 deste que está sendo chamado de "congresso 3 em 1", por todas as características divulgadas em vários locais.

Até lá, os já inscritos e os que ainda podem se inscrever, ficam com esta outra palha! ;o)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Pondo a mão na massa: uma palhinha...

O dia 27 está logo ali. Em poucos dias, começa mais uma edição de um Congresso Mega Brasil de Comunicação, a primeira com três grandes eventos e, também, a primeira com cursos e workshops diferentes, depois do bom que foi o das mídias sociais.

Na manhã deste dia, de 9h20 às 11h50, terei a honra de ajudar a uma turma de mais de 15 pessoas já cadastradas a colocarem a mão na massa criar um perfil corporativo no Twitter (minha ferramenta predileta!) e, quem sabe, já sair do evento dando seus pios. Isso, claro, depois de entender, entre outras mídias, como, dentro da área empresarial, pode-se fazer a diferença neste "admirável mundo novo".

As inscrições para o Workshop 3 ainda estão abertas. Serão, no máximo 30 pessoas na sala. Se você ainda não garantiu a sua vaga, pode fazê-lo aqui, pelo site da Mega Brasil ou pelo telefone (11) 5576-5600. Até lá, o blog deixa esta palhinha sobre um case de sucesso que bombou no mercado corporativo lá de fora.



No Workshop, haverá a apresentação de um case local, com sorteio e a presença da agência de mídias sociais responsável pela estratégia, a W2Pod. E, ainda, sairá de lá com um presentinho meu para continuar twittando depois do workshop.

Depois disso tudo, você que ainda não fez sua empresa/marca entrar neste ambiente vai ficar de fora?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Você ainda tem dúvidas do porquê estar nas mídias sociais?

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. A sensação está começando a ficar mais forte a cada dia que passa, li-te-ral-men-te. Se, em 2006, quando comecei ainda à boca pequena, a falar sobre o word-of-mouth a meus clientes, que me olhavam de soslaio (nossa, essa foi erudita - mas eu confio na geração Y, que não se acanha em entrar no Google e buscar na wikipedia o significado para não fazer cada de conteúdo, mas sim, buscar o conteúdo para discutir de igual para igual!) agora não tem mais volta. É inevitável, inexorável. De café a sanduíche, passando por computadores a políticos, vende-se de tudo no ambiente virtual, com retornos cada vez mais significativos do que os dos tradicionais meios de comunicação. Confira você e opine. Ou vai dizer que a importância midiática destas redes não é cada vez maior, mais penetrante e forte? Que atire a primeira pedra quem ainda não tenha sido atingido, de alguma forma, pela força das mídias sociais!



Não é nada? Pode não ser. Ainda, para o seu tipo de negócio. Mas vale a reflexão e a dica. Se você não entrar nela de forma pró-ativa, você pode ter que pegar o bonde andando a partir do que os clientes vierem a falar da sua marca, produto ou de você. E aí, você vai estar preparado?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Por que sua Comunicação e seu Marketing nunca mais serão os mesmos

Há inúmeras razões pelas quais vale a pena entrar no "maravilhoso mundo" novo das mídias sociais. Elas são as ferramentas por meio das quais está se formando a "nova ordem mundial" de relacionamentos e negócios, o segundo como decorrência do primeiro. Exemplos disso pululam em redes sociais mundo afora.

Aqui, uma forma simpática e simples de entender a mudança nas áreas de Marketing e Comunicação, no ambiente 'antes e depois' das mídias sociais.



Depois de assistir a este vídeo, você ainda vai ficar aí parado, sem se mexer, deixando o público falar de sua marca, o "quem cala, consente" regê-la? Até quando?

Se você é do tipo conservador, pelo menos crie um perfil mas mídias relevantes, observe e monitore o mercado até que sinta seu business pronto para a interatividade que rege esta "nova onda". Mas entenda; o movimento é inexorável. De um jeito ou de outro, se sua empresa não se lançar nele, ela será engolida. É o efeito #tsunami, do qual falaram Charlene Li e seu colega do Forrester Research, Josh Bernoff, já há algum tempo - assunto abordado em outro post aqui no mosaicosocial - em seu livro Groundswell. #olhovivofarofino.

Mega Brasil reúne três congressos em um só maior evento de Comunicação do país


Está chegando a hora! Os motores da Mega Brasil estão supercalibrados para a largada de mais um - o maior - Congresso Nacional de Comunicação! Esta edição, não fosse a junção de dois eventos, seria a 13ª do já tradicional e mais completo evento voltado para as áreas de Comunicação Corporativa, englobando Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Mas não se trata de superstição a mudança de nome e a inclusão de mais dois outros congressos este ano, tornando este, sem dúvida, o maior e mais completo evento do setor em todo o Brasil. A empresa liderada pelos sócios Eduardo Ribeiro – à frente da equipe dos Jornalistas&Cia – e Marco Rossi, no comando da Rádio Mega Brasil online e do Jornal da Comunicação, versão guarda-chuva dos veículos online da casa – decidiu oferecer, de uma só vez três encontros do mesmo setor por motivos alguns deles até óbvios:

"Além do ano de eleições, hoje não se justifica mais separar comunicação do setor publico e da iniciativa privada. Os problemas e soluções estão cada vez mais próximos dos dois segmentos, sobretudo porque o Estado vem se profissionalizando bastante. Também temos a novidade do estouro das mídias sociais em 2009, que se reflete na necessidade de uma discussão a respeito de seu impacto sobre o trabalho dos profissionais de Comunicação à medida da estrondosa velocidade com que estas vêm realmente atuando sobre o cotidiano deles", explicou o diretor Marco Rossi (foto).
"Por este motivo, resolvemos lançar num único evento a oportunidade de agregar os três Congressos. Atendemos a todas as demandas de tendências do que cada área está vivendo e já vamos nos adiantando para o que vai acontecer em 2011", concluiu.

Chamado, então, de ">Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, o evento reunirá o 13º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa + 10º Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público e o 1º Congresso Brasileiro de Comunicação Digital.

Com quase 100 palestrantes convidados, dos quais cinco convidados internacionais, o mega Congresso tem agendadas 12 conferências, 40 palestras temáticas, um curso, cinco encontros setoriais da área pública e cinco workshops. O de número 3 vai abordar o uso das mídias sociais no ambiente corporativo, dado por mim, Vany Laubé, muito honrada pelo convite do Marco.

Eventos à parte do Congresso, os workshops custam R$ 300,00 cada. Para fazer a inscrição, basta acessar o link daqui mesmo, no lado superior direito da página. O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 terá cobertura em todas as mídias da casa, com #RT pelo twitter @mosaicosocial, já que estarei lá, também dividindo com a supervisora da Rádio Mega Brasil Online, Jennifer Cardoso, a edição do trabalho de todo o time montado para a empreitada. Até lá.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

As # no Twitter! Porque é bom usá-las no mercado corporativo



As palhinhas sobre o que será abordado no Workshop da Mega Brasil

A partir desta semana, conforme abordado no Boletim Mosaico Social da Rádio Mega Brasil online, os tweets do Workshop sobre as mídias sociais do Congresso da Mega Brasil no tweeter @mosaicosocial começarão a ser postados sob a hashtag #workshopMegaBrasil2010. Por sua vez, as palhinhas do boletim começarão a ser postadas no blog, a começar pelo desta semana.

Um dos assuntos que pretendo abordar no Workshop do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010 será o uso corporativo das tags, ou hashtags no Twitter. Estas hashtags, reconhecidas pelo uso do símbolo (#) jogo da velha antes de uma palavra, um conjunto delas sem espaço ou alguma sigla pode, no mercado corporativo, ser de grande valia para um evento, um tópico específico, uma marca ou ainda um trend topic local ou mundial. No Brasil, onde o Twitter tem características específicas, a hashtag também assume outras, emocionais e, dependendo do tipo de evento ou negócio, podem ser significativas na hora de se medir o ROI – o Retorno sobre a Influência dos Tweets. Mas, por que e para quê existem as hashtags?

Mais que uma ferramenta de troca de mensagens, o Twitter é um poderoso search engine – um servidor de busca. As hashtags ajudam os usuários a fazer a ferramenta catalogar os assuntos de forma a que, na hora de procurá-los, eles sejam mais facilmente encontrados e de forma filtrada. Num momento de crise – a primeira e mais eficaz forma de se filtrar os tweets para uma rápida pesquisa sobre um acontecimento envolvendo sua marca é usá-la após uma hashtag. Que tal fazer agora uma busca usando algumas hashtags?

terça-feira, 20 de abril de 2010

#Havaianas e eu? “Amigas para siempre”

Minha paixão pelas havaianas continua firme e forte. O episódio ocorrido em fevereiro, cuja resposta final chegou há muito tempo, acabou por me fazer ficar ainda mais "antenada" na marca. Cheguei até a criar este modelito só meu – numa promoção de verão da qual eu não cheguei a participar integralmente – cuja ideia de criar um par me deixou completamente maluca. Imagine só, #tudodebom! Quem sabe um dia eu consiga mandar fazer ;o) Não é show?




Quanto à resposta oficial da empresa sobre o que houve com minha reclamação e com as havainanas, ela chegou bem rápida, por e-mail, diretamente da diretora de Negócios/Sandálias da Alpargatas, Carla Schmitzberger. Por isso, faço um #meaculpa público pela demora em repassá-la aos leitores, seguidores e amigos. Depois de tamanho envolvimento midiático acerca do fato #havaianas, é o mínimo que eu podia fazer.

Para Carla, o feedback a seguir foi considerado "muito pouco positivo", mas minha leitura é outra. Como jornalista, com experiência de anos como assessora de imprensa, e, mais recentemente, tendo parado por todo um ano para estudar os efeitos das mídias sociais, depois de mergulhar a fundo no que elas têm de bom e de viciante, aprendi que um feedback de uma empresa a um cliente, um jornalista, um blogueiro, twitteiro, enfim, um cliente, é simplesmente #tudodebom. É exatamente o que se espera de uma marca – de todas elas.

Significa a atenção a partir de uma ação criada no seu entorno, não importa se positivo ou não. É um retorno – quer dizer que a empresa parou, olhou e viu. No caso das #havaianas, foi ainda o momento de literalmente ver o que aconteceu e precisou ser trabalhado para ser evitado, repetido, corrigido.

Abordei esta semana este tema no Boletim Mosaico Social da Rádio Mega Brasil e tomo a liberdade de divulgar aqui, já que amanhã é feriado e não sei se vai ao ar.

Clique aqui para ouvir o podcast
Não importa se você não tem todas as respostas a dar, mas a resposta em si. Não se trata de salvar sua marca de forma quixotesca, mas de atender à demanda, de buscar entender o que houve e apenas dar uma satisfação. Porque errar, erramos todos – e que atire a primeira pedra quem nunca tenha errado.
Ainda que meu caso tenha sido um em mil, serviu como alerta, como, aliás, imagino que devam ser encaradas todas e quaisquer críticas advindas de um tweet, mensagens postadas em Orkut, Facebook, e-mail, comentário em web-site ou blog.

Não somos bichos papões

As mídias sociais e seus usuários – sejam eles freqüentadores assíduos ou não – não são bichos-papões. O que se faz nelas ou por meio delas, numa junção de vozes sem precedentes com a tecnologia de repercussão que estas mídias proporcionam é repercutir, ampliar uma insatisfação que, nem sempre, é individual. E, por ser coletiva, pode ser indicativa de uma estratégia buscada pela empresa nos bastidores para aumentar suas vendas. O que fazemos, ao "botar o bloco na rua, "colocar a boca no trombone", "reclamar coletivamente", é, eventualmente, descortinar essa estratégia tornando-a o tiro que saiu pela culatra.

Este assunto será muito em breve retomado aqui, porque, desde ontem, venho twittando um novo caso, o da Sony Vaio – não sem antes também fazer toda uma via crucis "by the book" e apurar informações de várias fontes, quase tudo twittado já.

Até mudança de fornecedores para baratear custos, anunciada pelo presidente da marca coincidentemente ontem pode fazer decair a qualidade de um produto – e isso já está sendo sentido. As mídias sociais vão denunciar isso e numa velocidade maior do que a solução encontrada pelo fabricante antes ainda de tornar essa mudança efetiva, quiçá a resolver a situação.

Mas, voltemos às #havaianas e ao que se apurou acerca da tira quebrada do meu modelo Jardins branca ou prateada.

Sobre o Produto: "Não temos evidência de que a qualidade de nosso produto tenha deteriorado ao longo do tempo. Continuamos realizando testes de "tração"  no botão da
frente das tiras e nos dois botões posteriores - para todas as cores e formatos de tiras. O "índice"  de quebra nestes testes - indica que os valores estão dentro do nosso padrão de qualidade. De qualquer forma, o ocorrido com você nos alerta para o fato de que o
controle precisa ser ainda mais rígido.

Atendimento ao Consumidor - seja por e-mail ou telefone, de fato, aqui achei várias coisas que falharam no processo de atendimento a você. O seu primeiro e-mail (de 05/02/2010) demorou 3 dias para ser respondido. O segundo e terceiro e-mails (dos dias 09 e 27 de fevereiro, respectivamente) foram parar no "anti-spam". De fato, a informação da
central telefônica e a que recebeu por e-mail foram inconsistentes.

Processo de troca implementado há 3 anos - quando um consumidor reclama sobre o produto - trocaremos o mesmo sem pedir que o produto defeituoso nos seja encaminhado. No seu caso, identificamos o pedido à Fábrica para envio da Havaianas Jardim para você - mas o envio nunca aconteceu. Fazendo uma longa história curta, estaremos redesenhando (sic) e revisando todo o nosso processo de "troca" de produtos - para assegurar melhor atendimento.

Facebook e midias sociais - Sinto não ter respondido imediatamente à sua mensagem no Facebook. Embora eu esteja nele, no Orkut, Twitter e etc (sic). - freqüento pouco - e acabei não vendo a tua mensagem a tempo de responder. Acho que nunca considerei o Facebook como um local em que poderia ser abordada por trabalho - mas acho que hoje em dia todas as coisas se misturam. Esta foi falha minha mesmo.

Espero que você aproveite bem as Havaianas - e que estas durem todos os anos que um produto nosso deveria durar.


Minhas havaianas estão durando e eu as tenho curtido muito. Tornei-me uma havaianomaníaca, assinando o feed do blog de mesmo nome, liderado pelo Dudu, e twittamos como se fôssemos amigos de longa data. Já encaminhei a foto deste modelo que criei com exclusividade para ele e, em breve, devo enviar uma foto de pés com #havaianas, meus e de meu filho! Enfim, final feliz, especialmente porque o retorno veio. Como manda o figurino das mídias sociais. Ponto para a Carla Schmitzberger. Ponto para as #havaianas.